A Associação de Agricultores do Oeste (AAO) defende que os produtos tradicionais devem "aproveitar a boleia" da força que a marca "Oeste" vai adquirir através do turismo, no próximo quadro comunitário.
O presidente desta organização, Feliz Alberto Jorge, destaca o trabalho que tem vindo a ser realizado por algumas autarquias, que têm criado pequenas feiras para a "promoção e venda de produtos de reduzida produção, mas de elevadíssima qualidade, importantes do ponto de vista do crescimento económico regional". Alguns desses exemplos são a Feira Rural, em Torres Vedras, e a Feira da Batata - Mostra do Mundo Rural, na Lourinhã, certames dirigidos a "segmentos sociais de raiz urbana que, ao fim-de-semana ou em férias, pretendem usufruir de ambiente natureza e consumir produtos de qualidade do mundo rural".
Aos produtos que já são reconhecidos nos mercados interno e externo, como a Pêra Rocha do Oeste, Maçã de Alcobaça, vinhos da Região Demarcada de Óbidos, vinhos Regionais da Estremadura, bacelos do Pó, Ginja de Óbidos e Alcobaça e a Aguardente da Região Demarcada da Lourinhã, o dirigente agrícola defende a aposta noutros produtos agrícolas frescos, como as ameixas, peras, alperces, pêssegos, limões, kiwi e hortícolas.
"A elevada qualidade dos produtos agrícolas frescos da Região Oeste, uns produzidos segundo as normas da protecção e produção integrada, outros de forma biológica, oferecem enormes oportunidades de produção de produtos tradicionais transformados", afirma Feliz Alberto Jorge, defendendo que apresentados sob a forma de nichos de mercado, podem criar novas oportunidades de negócio e de ocupação profissional. Actualmente já existe algum trabalho neste sector, nomeadamente ao nível dos licores, conservas, bolos, concentrados, sumos e doces de vários produtos. Está agora em preparação a criação de rotas de restaurantes com ementa rural e redes de lojas de exposição e venda de produtos tradicionais.
Na opinião do presidente da AAO, com a proximidade dos novos apoios a região Oeste "não pode cair no exagero da tentação egocentrista, das designações concelhias (DOP ou IGP) para não cometer, como no passado recente, alguns erros nos domínios do marketing regional, em que a grande marca chapéu regional" Oeste "foi descurada".
In Gazeta das Caldas
segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007
quinta-feira, 22 de fevereiro de 2007
A Carta Educativa de Alcobaça
Uma chamada de atenção para um processo polémico e muito mal conduzido que levou ao protesto vários membros da Assembleia Municipal. O documento não foi discutido convenientemente devido ao atraso da sua entrega e às lacunas que o preenchiam.
Merecemos todos mais respeito e exigimos mais profissionalismo.
Merecemos todos mais respeito e exigimos mais profissionalismo.
Onde mais poderia ser?
O nosso Carnaval num excelente post de José Alberto Vasco...
ISTO HOJE Já SE SABE, É SEGUNDA... E NESTA NOITE TODOS OS CAMINHOS DO CARNAVAL EM ALCOBAÇA VÃO DAR À SUNSET!
Já se sabe que nesta noite de segunda-feira gorda todos os caminhos do Carnaval em Alcobaça vão dar à Sunset... A ilustre discoteca continua a manter bem de pé a tradição carnavalesca alcobacense... E é claro que a festa se prolonga até à manhã de terça, bem perto da tarde... Não resistimos a aqui publicar alguns simbólicos excertos de um significativo editorial sobre esse assunto, escrito pelo Nuno Gonçalves na edição deste mês da Verniz... Espero que ele não se importe...
Reza assim parte do referido editorial: " A um km da Sunset começamos a ver as pessoas a estacionar os carros. Isto hoje já se sabe, é segunda- diz a Isabel. Vemos pessoas de todos os lados. Chegamos à rampa da Sunset. Os neons brilham- quase como se me chamassem, entra... Sinto-me num filme. Olho pelo vidro embaciado e vejo os neons a piscar Sunset. Estacionamos no parque de trás, como é habitual. O carro do meu pai lá está ao lado do carro vermelho do Paulo e do Simões. Está muito frio. Emtramos na discoteca. Sentimos o calor. Aquilo não se sabe bem o que é. A música alta, as luzes, o calor humano, os arrepios na espinha que voltam sempre que oiço aquelas músicas.
A pista é tudo aquilo. Não existem barreiras, todos dançam. Formam-se comboios de pessoas, uma, duas, três vezes, os comboios chocam e as pessoas riem-se, braços no ar, tudo a rir, tudo a rir. Encontro os meus amigos. Andamos por ali. Temos seis ou sete anos ou oito ou nove. Não sei bem precisar, é todos os anos assim. A música alta. Pulamos muito. Há música de que nós gostamos mais que outras, agarramo-nos uns aos outros e pulamos. Somos amigos e no Carnaval somos ainda mais amigos. Gosto de ir à cabine. O Caetano e o Paulo tratam-me sempre bem. Conheço aqueles discos. Para ver a pista toda ponho-me em cima de um banco. Aquela imagem nunca me há-de sair da cabeça. Sempre me fascinou aquela cabine. O microfone. Os carros que estão mal estacionados. As capas daqueles discos, conheço-as de as ver tantas vezes nas mãos deles, antes de explodirem a pista com mais uma daquelas que nos fazem arrepiar. Aponto tudo mentalmente. Conheço-as de cor. Sei que têm lá dentro. Os refrões... A música da Sunset- Pega carona nessa cauda de cometa...
...Como se de um cometa se tratasse regresso ao carro e às Águas de Março. Está mesmo no final. A cabeça mais desafogada. Quero o Carnaval. Quero ver as crianças a dançar as músicas de Carnaval. Não há corso. Talvez nada seja igual. O frio continua. Hoje chego à Sunset pela minha mão. Chego um pouco mais tarde. Este ano quero ir mais cedo. Os meus amigos também lá estão. Há ainda pessoas que já não estão lá. Mas se calhar estão sempre lá. Estão lá sempre os discos. Depois do repouso merecido. Trato-os bem. Gosto deles. Quero-os até morrer. Quero o Carnaval até que não tenha mais forças para ir. Quero sempre ir. Quero mesmo, mesmo que os meus filhos um dia sintam isto".
Está novamente a chegar a hora de arrancar... Novas e empolgantes aventuras esperam por nós em mais uma noite de Caranaval na Sunset... Onde mais poderia ser?
In Nas Faldas da Serra
ISTO HOJE Já SE SABE, É SEGUNDA... E NESTA NOITE TODOS OS CAMINHOS DO CARNAVAL EM ALCOBAÇA VÃO DAR À SUNSET!
Já se sabe que nesta noite de segunda-feira gorda todos os caminhos do Carnaval em Alcobaça vão dar à Sunset... A ilustre discoteca continua a manter bem de pé a tradição carnavalesca alcobacense... E é claro que a festa se prolonga até à manhã de terça, bem perto da tarde... Não resistimos a aqui publicar alguns simbólicos excertos de um significativo editorial sobre esse assunto, escrito pelo Nuno Gonçalves na edição deste mês da Verniz... Espero que ele não se importe...
Reza assim parte do referido editorial: " A um km da Sunset começamos a ver as pessoas a estacionar os carros. Isto hoje já se sabe, é segunda- diz a Isabel. Vemos pessoas de todos os lados. Chegamos à rampa da Sunset. Os neons brilham- quase como se me chamassem, entra... Sinto-me num filme. Olho pelo vidro embaciado e vejo os neons a piscar Sunset. Estacionamos no parque de trás, como é habitual. O carro do meu pai lá está ao lado do carro vermelho do Paulo e do Simões. Está muito frio. Emtramos na discoteca. Sentimos o calor. Aquilo não se sabe bem o que é. A música alta, as luzes, o calor humano, os arrepios na espinha que voltam sempre que oiço aquelas músicas.
A pista é tudo aquilo. Não existem barreiras, todos dançam. Formam-se comboios de pessoas, uma, duas, três vezes, os comboios chocam e as pessoas riem-se, braços no ar, tudo a rir, tudo a rir. Encontro os meus amigos. Andamos por ali. Temos seis ou sete anos ou oito ou nove. Não sei bem precisar, é todos os anos assim. A música alta. Pulamos muito. Há música de que nós gostamos mais que outras, agarramo-nos uns aos outros e pulamos. Somos amigos e no Carnaval somos ainda mais amigos. Gosto de ir à cabine. O Caetano e o Paulo tratam-me sempre bem. Conheço aqueles discos. Para ver a pista toda ponho-me em cima de um banco. Aquela imagem nunca me há-de sair da cabeça. Sempre me fascinou aquela cabine. O microfone. Os carros que estão mal estacionados. As capas daqueles discos, conheço-as de as ver tantas vezes nas mãos deles, antes de explodirem a pista com mais uma daquelas que nos fazem arrepiar. Aponto tudo mentalmente. Conheço-as de cor. Sei que têm lá dentro. Os refrões... A música da Sunset- Pega carona nessa cauda de cometa...
...Como se de um cometa se tratasse regresso ao carro e às Águas de Março. Está mesmo no final. A cabeça mais desafogada. Quero o Carnaval. Quero ver as crianças a dançar as músicas de Carnaval. Não há corso. Talvez nada seja igual. O frio continua. Hoje chego à Sunset pela minha mão. Chego um pouco mais tarde. Este ano quero ir mais cedo. Os meus amigos também lá estão. Há ainda pessoas que já não estão lá. Mas se calhar estão sempre lá. Estão lá sempre os discos. Depois do repouso merecido. Trato-os bem. Gosto deles. Quero-os até morrer. Quero o Carnaval até que não tenha mais forças para ir. Quero sempre ir. Quero mesmo, mesmo que os meus filhos um dia sintam isto".
Está novamente a chegar a hora de arrancar... Novas e empolgantes aventuras esperam por nós em mais uma noite de Caranaval na Sunset... Onde mais poderia ser?
In Nas Faldas da Serra
Road Show das 7 Maravilhas de visita a Alcobaça

O Road Show das Sete Maravilhas estaciona em Alcobaça de 3 a 5 de Março. O espaço escolhido para a paragem do Road Show é, como não poderia deixar de ser, a Praça do Rossio, onde estarão presentes diversos equipamentos e meios afectos a esta campanha, como o Camião Multimédia, o Balão das 7W e outros.
No dia 3 de Março pelas 13 horas decorre a Cerimónia de Entrega do Certificado ao Sr. Presidente da Câmara Municipal de Alcobaça, Dr. José Gonçalves Sapinho, que, na qualidade de anfitrião da cidade, recebe o Certificado de Monumento Finalista do Mosteiro de Alcobaça.
No dia 5 pretende-se o envolvimento das escolas do concelho, em especial as da cidade, para uma visita ao Road-Show, aproveitando, nomeadamente, para votar na nossa maravilha.
Esta é a primeira acção com visibilidade, que marca o arranque da campanha alcobacense pela conquista de um dos 7 primeiros lugares.
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
Requalificação de Paredes da Vitória dá primeiros passos
Já foi publicado o aviso de abertura de concurso para a empreitada de Requalificação da localidade de Paredes da Vitória, na freguesia de Pataias.
Paredes da Vitória é o principal núcleo habitacional da costa norte do concelho e situa-se numa área de grande valia ambiental, na extremidade do Vale Paredes.
A empreitada contempla a requalificação da parte urbana da localidade e dos acessos à praia, prevendo-se que o investimento ronde os 887 mil Euro. Esta obra é comparticipada por verbas remanescentes do QCA III e complementa um conjunto de outras obras feitas nas imediações: Estrada Atlântica, Construção de Miradouros, Remodelação do Parque de Merendas e Construção da ETAR.
Os trabalhos devem decorrer pelo período de um ano, a contar da consignação.
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
Paredes da Vitória é o principal núcleo habitacional da costa norte do concelho e situa-se numa área de grande valia ambiental, na extremidade do Vale Paredes.
A empreitada contempla a requalificação da parte urbana da localidade e dos acessos à praia, prevendo-se que o investimento ronde os 887 mil Euro. Esta obra é comparticipada por verbas remanescentes do QCA III e complementa um conjunto de outras obras feitas nas imediações: Estrada Atlântica, Construção de Miradouros, Remodelação do Parque de Merendas e Construção da ETAR.
Os trabalhos devem decorrer pelo período de um ano, a contar da consignação.
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
VI Encontro de TEATRO do Concelho de Alcobaça // 03.Março » 21.Abril'07 Alcobaça

VI Encontro de Teatro do Concelho de Alcobaça
Março. Abril 2007
Seis anos após a primeira edição do Encontro de Teatro do Concelho de Alcobaça os objectivos mantêm-se firmes: divulgar o teatro que se faz no concelho e promover os seus grupos.
A maioria dos grupos cénicos apresenta-se com regularidade, tanto no concelho como fora dele, conseguindo assim aperfeiçoar-se, resultado de muito trabalho e dedicação. Desta forma, o público vai ter oportunidade de observar a qualidade e diversidade do trabalho desenvolvido ao longo do ano.
A presença do público e os seus aplausos é a melhor recompensa para todos os intervenientes e responsáveis pela organização destes encontros.
:: programa ::
03 Março _ 21h30
SANTOS DE CASA
pelo Grupo de Teatro de S. Martinho do Porto
Casa da Cultura José Bento da Silva
Local: Centro Cénico da Cela
10 Março _ 21h30
ACORDA ZÉ
pelo grupo Pó d'Palco da Ass. Recreativa e Desportiva Quiterense
Local: Sociedade Filarmónica Monsenhor José Cacella - Vestiaria
17 Março_ 21h30
A GUERRA NO ULTRAMAR
pelo grupo Gruteafil da Soc. Filarmónica Recreativa Pataiense
Local: Ass. Recreativa Cultural e de Solidariedade Social da Boavista
31 Março_ 21h30
ACORDA ZÉ
pelo grupo Pó d'Palco da Ass. Recreativa e Desportiva Quiterense
Local: Associação Recreativa de Chiqueda
14 Abril_ 21h30
TUDO ISTO É TEATRO
pelo grupo Prata da casa da Sociedade Filarmónica Mons. José Cacella
Local: Soc. Filarmónica Recreativa Pataiense - Pataias
14 Abril_ 21h30
SANTOS DE CASA
pelo Grupo de Teatro da Casa da Cultura José Bento da Silva (S. Martinho do Porto)
Local: Salão Paroquial de Turquel
21 Abril_ 21h30
GALA DO VI ENCONTRO DE TEATRO DO CONCELHO DE ALCOBAÇA
Colóquio: ‘Vamos falar de teatro’
18h00 no Pequeno Auditório
Local: Cine-Teatro de Alcobaça
Organização:
NUCCA - Nova União das Colectividades do Concelho de Alcobaça
CMA - Câmara Municipal de Alcobaça
www.cm-alcobaca.pt/page.php?ID=3426
2.ª Feira Agrícola de Alcobaça // 9.10.11 Março'07

A Associação de Agricultores da Região de Alcobaça irá realizar a 2ª Feira Agrícola de Alcobaça, numa organização conjunta com a Associação de Produtores Florestais e a Câmara Municipal.
A Feira Agrícola de Alcobaça tem como objectivos a divulgação do sector agro-pecuário e a promoção da interacção entre os agentes do sector, bem como o incremento da sua capacidade negocial, tentando numa outra vertente estreitar as relações entre a comunidade local e os profissionais da região.
A 2ª Edição, a realizar entre 9 e 11 de Março de 2007, contará com uma Exposição de Produtos e Serviços dos Sectores Agro-Pecuário e Florestas, instalada no MercoAlcobaça, aberta ao público das 11h00 às 23h00.
Dar-se-á continuidade às actividades técnicas, nomeadamente o 2º Seminário de Suinicultura da Região de Alcobaça, o 2º Seminário Florestal da Região de Alcobaça e as 2ªs Jornadas Técnicas da Fruticultura da Região de Alcobaça, assim como a Bolsa do Porco e as sessões de esclarecimento promovidas pelas empresas.
Porque a vitivinicultura é um marco agrícola da região, a organização promove no dia 10 a Mostra Nacional de Vinhos - Mosteiro de Alcobaça, a qual dura o dia todo e onde se poderão provar alguns dos mais conceituados vinhos nacionais. À noite, e ainda integrada nesta mostra, decorre a Apresentação Oficial dos Vinhos desenvolvidos no IV Mestrado em Viticultura e Enologia, à qual se segue um jantar volante no Mosteiro.
Embora a Feira Agrícola seja uma feira essencialmente técnica, disponibiliza um restaurante e promove a animação cultural sem palco, recorrendo a Tunas, Bandas e Ranchos para estreitar os laços com a população e criar um ambiente mais acolhedor. Haverá ainda um Passeio de Carros Clássicos e Antigos: "Por terras da Seiva Sagrada", no qual se promove a região recuperando o tema do livro editado no ano anterior.
Assim, e porque demonstradas a importância e a boa aceitação que teve, a feira surge renovada em 2007, com a esperança e a vontade de conseguir responder às expectativas dos profissionais e da população. Para isso a Feira conta consigo. Conte com ela também.
:: PROGRAMA
SEXTA-FEIRA, 9 DE MARÇO
08h30 2º Seminário de Suinicultura da Região de Alcobaça:
“A Suinicultura no limiar do século XXI – Desafios a ter em conta”
- Cine-Teatro de Alcobaça
08h30 2º Seminário Florestal da Região de Alcobaça:
“Zonas de Intervenção Florestal – ZIF // Certificação Regional Florestal”
– Auditório da Caixa Agrícola de Alcobaça
11h00 Abertura da Exposição - MercoAlcobaça
15h00 Visita Oficial à Exposição da Feira Agrícola 2007
15h30 Bolsa do Porco - Auditório MercoAlcobaça
16h30 Sessões Abertas - Auditório MercoAlcobaça
Animação sem Palco: Grupo de Cantares da Região - MercoAlcobaça
SÁBADO, 10 DE MARÇO
09h00 2as Jornadas Técnicas de Fruticultura de Alcobaça 2007:
“Produção de Pomóideas: Nutrição e Fitossanidade” - Cine-Teatro de Alcobaça
11h00 Passeio de Carros Clássicos e Antigos “Por Terras da Seiva Sagrada”
- Concelhos de Alcobaça, Nazaré e Porto de Mós
11h00 Mostra Nacional de Vinhos – Mosteiro de Alcobaça
15h30 Sessões Abertas – Auditório MercoAlcobaça
22h00 Garraiada Nocturna – Picadeiro MercoAlcobaça
Animação sem Palco: Imperialis Serenatum Tunix (Tuna da AAUTAD)
- MercoAlcobaça
DOMINGO, 11 DE MARÇO
15h00 Workshop: Plantas Aromáticas e Medicinais - Auditório MercoAlcobaça
Animação sem Palco: Ranchos Folclóricos da Região de Alcobaça - MercoAlcobaça
DIARIAMENTE NO MERCOALCOBAÇA
Horário: 11h00 ÀS 23h00
Exposição Produtos, Animais, Serviços e Restaurantes
Entrada livre

A Mostra Nacional de Vinhos - Mosteiro de Alcobaça decorre no dia 10 de Março no âmbito da 2.ª Feira Agrícola de Alcobaça. O evento tem início pelas 11 horas com a degustação dos vinhos onde se poderão provar alguns dos mais conceituados vinhos nacionais. Pelas 19h30 decorre a Apresentação Oficial dos Vinhos desenvolvidos no IV Mestrado em Viticultura e Enologia, à qual se segue um jantar volante no Mosteiro.
:: PROGRAMA
11h00 Abertura da Mostra de Vinhos - com degustação - Dormitório
15h30 Apresentação Pública dos Trabalhos dos Alunos do IV Mestrado em Viticultura e Enologia - Dormitório
18h30 Actuação do Coro do Instituto de Canto Gregoriano de Lisboa* - Nave Principal
19h30 Apresentação Oficial dos vinhos desenvolvidos no IV Mestrado em Vitivinicultura e Enologia
Comentador: Prof. Virgílio Loureiro, ISA - Refeitório
20h30 Jantar Volante, com retoma da Prova de Vinhos - Dormitório
22h00 Encerramento da Mostra de Vinhos - Dormitório
Empresas de estágio do IV Mestrado de Viticultura e Enologia
Adega Cooperativa da Covilhã
Adega Cooperativa de Almeirim
Adega Cooperativa de Pegões
CARMIM
Companhia das Quintas
Dão Sul
Herdade do Esporão
Monte dos Perdigões
Niepoort
Quinta da Roga Grande
Quinta da Silveira
Quinta de Lourosa
Quinta do Monte D'Oiro
Quinta do Monte Travesso
Quinta Vale Dona Maria
Empresas convidadas
Agrovitis
C.ª Agrícola do Sanguinhal
Filipa Pato
Herdade das Cortiçadas
Herdade do Rocim
Quinta da Cortezia
Quinta da Sapeira
Quinta do Chocapalha
ENTRADA Sócios AARA: 2€ | Não sócios: 4€
JANTAR Sócios AARA: 15€ | Não sócios: 20€
Mais info: www.cm-alcobaca.pt
segunda-feira, 19 de fevereiro de 2007
Alcobaça@Carnaval
A maior festa da cidade de Alcobaça voltou a saír às ruas. Alegria, boa disposição e muito humor caracterizam a nossa cidade durante as 5 noites de carnaval.
É nesta altura do ano que Alcobaça consegue também reunir todos os Alcobacenses espalhados por todo o país que aqui voltam para esta grande e especial festa. E eu também lá vou estar...
Aqui fica também o making of do nosso hino de 2007.
É nesta altura do ano que Alcobaça consegue também reunir todos os Alcobacenses espalhados por todo o país que aqui voltam para esta grande e especial festa. E eu também lá vou estar...
Aqui fica também o making of do nosso hino de 2007.
quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007
Organizador das 7 Maravilhas de Portugal elege Mosteiro de Alcobaça como 1ª maravilha
O promotor das 7 Maravilhas de Portugal considera que o Mosteiro de Alcobaça é a principal maravilha portuguesa.
[Ler mais, no Tinta Fresca]
[Ler mais, no Tinta Fresca]
Mais um...
ADRA, ou Mais Alcobaça, ou... Neste caso "Um Melhor Abraço ao Mosteiro"?!?!
Ainda gostava de ver o que é que estes movimentos alguma vez fizeram por Alcobaça.
Ainda gostava de ver o que é que estes movimentos alguma vez fizeram por Alcobaça.
Ora aí está uma grande medida...
Simples e com grandes resultados práticos...
Câmara "declara guerra" à publicidade ilegal na cidade
A Câmara Municipal de Alcobaça vai fazer um levantamento à publicidade que se encontra espalhada pela cidade. No final, e segundo o vereador do trânsito, Carlos Bonifácio, vão ser tomadas medidas para ordenar uma questão que parece estar fora de controlo, com os cartazes de publicidade a empresas e a eventos afixados por todo o lado, desrespeitando as regras existentes.
Terminado o levantamento, a Câmara irá ordenar ao levantamento dos cartazes de publicidade que se encontrarem em situação irregular, retirando todos aqueles que os proprietários não retirarem dentro de um prazo estabelecido.
A Câmara entende que a proliferação desordenada e desregrada da publicidade está a dar má imagem à cidade e a obstruir informações importantes sobre o trânsito e sobre localidades já que muitos dos cartazes publicitários são colocados nos locais onde estão sinais de trânsito, podendo aumentar a confusão dos condutores na hora de decidir a sua orientação de sentido.
Alcobaça terá prioridade nesta acção, seguindo-se, depois, as freguesias mais populosas, como a Benedita, Pataias e São Martinho do Porto, bem como todas as restantes freguesias.
In Rádio Cister
Câmara "declara guerra" à publicidade ilegal na cidade
A Câmara Municipal de Alcobaça vai fazer um levantamento à publicidade que se encontra espalhada pela cidade. No final, e segundo o vereador do trânsito, Carlos Bonifácio, vão ser tomadas medidas para ordenar uma questão que parece estar fora de controlo, com os cartazes de publicidade a empresas e a eventos afixados por todo o lado, desrespeitando as regras existentes.
Terminado o levantamento, a Câmara irá ordenar ao levantamento dos cartazes de publicidade que se encontrarem em situação irregular, retirando todos aqueles que os proprietários não retirarem dentro de um prazo estabelecido.
A Câmara entende que a proliferação desordenada e desregrada da publicidade está a dar má imagem à cidade e a obstruir informações importantes sobre o trânsito e sobre localidades já que muitos dos cartazes publicitários são colocados nos locais onde estão sinais de trânsito, podendo aumentar a confusão dos condutores na hora de decidir a sua orientação de sentido.
Alcobaça terá prioridade nesta acção, seguindo-se, depois, as freguesias mais populosas, como a Benedita, Pataias e São Martinho do Porto, bem como todas as restantes freguesias.
In Rádio Cister
Recordando Elizabeth II do Reino Unido nos cinquenta anos da visita Real a Alcobaça
EM 1957/58, duas "Rainhas" vieram a Portugal.Tinha eu uns 10 anos, mas recordo como se fosseontem. A Rainha Elizabeth II do Reino Unido e seumarido o Príncipe Philip, Duque de Edinburgh,deslocaram-se a Portugal de 18 a 21 de Fevereiro 1957e a Alcobaça no dia 20, quarta-feira. A Maria Callascantou a Traviata no S. Carlos em 27 e 30 de Março 1958.Quando a Rainha Isabel subiu a escadaria monumentaldo Mosteiro de Alcobaça, depois de ligeira hesitaçãoante as alas formadas pelos estudantes de Coimbra quese ajoelharam e estenderam as suas capas pretas aatapetar o caminho da Rainha, já a jovem Monarca tinhaconquistado o coração dos Portugueses e dosAlcobacenses. Rainha Isabel de Inglaterra, como achamavam, mas agora era tambem a sua Rainha.Fenómeno, à escala da época, repetido na geraçãoseguinte com Diana, a Princesa do Povo.
Nesse ano, a seguir a Portugal, aRainha visitou a França. Também me lembro de a ver na capa da Paris Match, sorridente com o Presidente René Coty e o slogan "Senhora, o nosso coração é o vosso"! Seguiram-se a Dinamarca, os Estados Unidos e o Canadá, onde procedeu à abertura do Parlamento, a primeira vez que tal aconteceu pelo soberano em pessoa. Elizabeth II reinava sobre a Commonwealth (a solução mais inteligente para transpor o Império Britânico à realidade do séc.XX), desde a Austrália ao Canadá, só comparável ao Império de Carlos V, onde o Sol nunca se chegava a pôr! Recordemos a sua inesperada ascensão ao trono com 25 anos. O Pai, George VI, morre subitamente aos 56 anos, a 6 de Fevereiro 1952. A Rainha Mãe, há-de lhe sobreviver até ao séc.XXI, tendo sido centenária. O seu carisma e bondade, que partilhou com seu marido enquanto Rei, muito ajudaram à preservação da monarquia nos tempos difíceis que se seguiram. O Povo nunca esqueceu que durante os pesados bombardeamentos nazis a Londres na II Grande Guerra, o seu Rei e a sua Rainha não os abandonaram para lugar mais seguro, permaneceram estoicamente em Londres e visitavam os locais mais atingidos. Espírito que transmitiram a suas Filhas, Elizabeth e Margaret. A 8 deFevereiro, na Declaração de Subidaao Trono, Elizabeth lê emocionada "Devido ao falecimento súbito de meu amado Pai, sou chamada a assumir os deveres e a responsabilidade do Reino. O meu coração está hoje repleto de emoções, para que vos possa dizer mais de que sempre trabalharei, tal como meu Pai o fez ao longo do seu reinado, para defender o governo constitucional e promover a felicidade e a prosperidade dos meus Povos, espalhados que estão pelo mundo inteiro". Eram ainda tempos difíceis do pós-guerra. A vitória foi demorada e por alto preço, embora sempre pequeno para defender a liberdade. Ainda operavam racionamentos e algumas regras espartanas. À Guerra real, sucedeu a Guerra-fria. A primeira bomba atómica britânica experimental deflagrou nesse ano da subida ao trono. A cerimónia da Coroação, a 2 de Junho de 1953, foi um evento nacional e também internacional de alegria, cor, confiança e partilha. Tratou-se da primeira Coroação transmitida por televisão, testemunhada por mais de vinte milhões, tal como a alocução do Natal de 1958 foi a primeira emque a Rainha se dirigiu aos seus súbditos pela televisão, da mesma cadeira e mesa onde seu Pai e seu Avô o tinham feito, mas pela rádio. O seu primeiro Primeiro Ministro foi Winston Churchill, que ela honrou sendo o primeiro Governante reinante a assistir em pessoa ao funeral de um súbdito, em 1965. Os anos cinquenta, que trouxeram a Rainha Isabel a Portugal e a Alcobaça, foram anos de construção e de progresso. A nova ordem ditou algumas perdas para o Reino Unido da Grã-Bretanha e da Irlanda do Norte, nomeadamente a crise do Canal do Suez e o desmantelamento do Império. Mas o futuro apresentou-se mais risonho e promissor, nas palavras do PM de então, Harold Macmillan. Progresso e liberdade trouxeram também novas maneiras de pensar, deolhar e de promover. De contestar e de governar. Foi tam-bém a década da afirmação da juventude, o aparecimento do mito Elvis na América, ao que a Inglaterra respondeu com Tommy Steele, Cliff Richard e Diana Dors. Foi a era da Arte Pop, do Cool Jazz e da implantação da televisão. Alcobaça preparou-se durante anos para receber a Rainha. Desde 1929 decorriamos trabalhos de "Reintegraçãodo Mosteiro", sob os auspícios dos Monumentos Nacionais, estando ligados nomes como Gomes da Silva, Baltazar de Castro, os Irmãos Vieira Natividade e Ernesto Korrodi (anos30). Na década de cinquenta, Joaquim Augusto Carvalho, que também esteve a receber a Rainha, na qualidade de Presidente da Câmara, ajudou com impulso para a Ala Sul, a demolição do Jardim Escola e a reconversão do Rossio. Na fotografia aérea que obtivemos por sua amável cedência, vê-se um Rossio misto, com a parte Norte ainda com o Desenho Tertuliano Marques, enquanto a Sul o traçado já indicia Vaz Martins. Rossio a fervilhar de gente, à espera da sua Rainha. Da "Saudação" em Editorial d’OAlcoa de 28 de Fevereiro de 1957, transcreve-se: "A presença da Rainha Isabel II em Alcobaça e do Duque de Edimburgo, constitui mais uma afirmação de solidariedade luso-britânica, agora traduzida pela visita aos mais representativos monumentos históricos da grandeza nacional. Os mesmos sentimentos de independência, conquista e domínio marítimo e a simultaneidadede interesses das duas nações atlânticas, uniram no passado os dois povos, hoje destinados a salvaguardar a defesa dos valores ocidentais, a manter os princípios de direito e justiça, que asseguram a paz e permitem o respeito mútuo entre nações". A Sr.ª D. Berta e o General Craveiro Lopes, como Presidente da República, acompanhados de diversas Autoridades civis e militares, receberam os ilustres visitantes elevaram-nos a admirar o impressionante resultado das obras de recuperação e de reintegração, os inolvidáveis túmulos de Pedro e Inês, sobressaindo ainda belas decorações florais. Depois de passagem pela Sala dos Reis (onde foram construídas duas condignas instalações sanitárias para a ocasião em compartimentos anexos, para o que foi apeada mais uma escada de caracol de comunicação para o piso superior, onde possivelmente se situou a Torre Sineira da Igreja do Povo), passou-se a opíparo banquete servido no Refeitório, o mesmo local digno das descrições Beckfordianas. A riqueza do arranjo da sala e da mesa pode-se apreciar nas fotografias com que o Sr. Luís decorou as paredes do seu Restaurante O Telheiro em Alcobaça. A ementa fazia justiça aos Coutos, com a lagosta próxima, de Peniche, e as frutas e aguardentes de Alcobaça. A vitela era "à portuguesa" e as ervilhas, em Fevereiro, tinham que ser do Algarve. A qualidade do molho de chocolate no gelado, ainda hoje pode ser apreciada no Restaurante Trindade (embora extraementa)! António Salazar e Marcelo Caetano, Ministro da Presidência, em dias seguidos mas em separado, também vieram discretamente apreciar as obras do Mosteiro de Alcobaça e o fausto montado para a recepção Real. Em 1973 celebraram-se os 600 anos do Tratado de S. Paulo e da formalização da Aliança entre as duas nações amigas, ao tempo de D. Fernando e de Eduardo III. Por simples coincidência, foi nesse mesmo ano que eu casei com a minha Elizabeth e que também se tornou minha Rainha. Curiosamente, Alcobaça marca, pela positiva, as gentes de fora que a visitam. Foi durante a S. Bernardo e em Alcobaça que a pedi em casamento. Mas já antes destas duas Elizabeth que passaram por Alcobaça (a minha volta todos os fins de semana e para férias, a outra, a Rainha Isabel, ainda não cumpriu o ditado do Silva Tavares!), parece que Alcobaça já estava destinada a acolher e a encantar uma "mão cheia" de ingleses interessantes. Para não falar de S. Estevão Harding, que era de origem inglesa e foi o terceiro Abade da Ordem Cisterciense, que acolheu Bernardo e que, na realidade construiu as fundações sólidas que permitiram os vôos bernardinos, que culminam em Alcobaça. Foi também em Aljubarrota que a ajuda inglesa, aliada ao apoio logístico cisterciense se revelaram de determinante valia. As técnicas trazidas pelas batalhas ganhas quer aos Escoceses (lembram-se de BraveHeart?), quer aos Franceses, foram também adaptadas em Aljubarrota, garantindo o sucesso da batalha e a independência do Reino. Outros Ingleses dignos de referência passaram por Alcobaça, mormente William Elsden, que o Marquês mandou a Alcobaça em socorro da Ordem e de seu primo Abade Fr. Manuel de Mendonça e que, além de avaliar os efeitos das cheias no edificado cisterciense, deixou legados de Planeamento e de construção artística (Sala dos Túmulos neogótica e Altar Mor Barroco); Richard Twiss, que publica em 1775 escritos sobre as suas Visitas a Portugal e Espanha em 1772/73; James Murphy, Arquitecto, que visita Alcobaça em 1789 e que depois fez levantamento notável do Mosteiro da Batalha, que muito orientaram o nosso Príncipe Consorte Fernando de Saxe-Coburgo-Gota, por sua vez primo direito de Alberto (com os mesmos apelidos), marido da Rainha Victoria do Reino Unido; William Beckford, rico e culto cidadão que se deslocava com um séquito de 32pessoas, incluindo médico (físico) particular e que deixou descrições de uma riqueza e expressão assinaláveis, publicadas em 1839, mas narrando as suas viagens a Portugal mais de quarenta anos antes e a Alcobaça em 1794; Miss Pardoe, com o seu "Traits and Traditions of Portugal"; James Holland, pintor e aguarelista, que apanha o Mosteiro logo a seguir à extinção da Ordem; etc. etc.
E já que também estamos em breve resanha histórica, notar que Elizabeth II subiu ao trono com a mesma idade da sua antecessora e homónima Elizabeth I, do séc.XVI,a Rainha Virgem que repeliu a Invencível Armada, que saiu do Tejo em 1588, sob o comando do Duque de Medina Sidonia e ordem de Filipe II de Espanha, Primeiro de Portugal, para a conquista daquele Reino, a cujo trono o Filho de Carlos V e ex-marido de Maria Tudor de Inglaterra, se achava com direito.
Mas hoje não vamos mais longe, quedemo-nos na recordação desta visita real de excepção. Há cinquenta anos, tal como hoje, tal como há quinhentosanos, o Rossio também foi Palco de acontecimentos relevantes em Alcobaça!
In Jornal Regional
Nesse ano, a seguir a Portugal, aRainha visitou a França. Também me lembro de a ver na capa da Paris Match, sorridente com o Presidente René Coty e o slogan "Senhora, o nosso coração é o vosso"! Seguiram-se a Dinamarca, os Estados Unidos e o Canadá, onde procedeu à abertura do Parlamento, a primeira vez que tal aconteceu pelo soberano em pessoa. Elizabeth II reinava sobre a Commonwealth (a solução mais inteligente para transpor o Império Britânico à realidade do séc.XX), desde a Austrália ao Canadá, só comparável ao Império de Carlos V, onde o Sol nunca se chegava a pôr! Recordemos a sua inesperada ascensão ao trono com 25 anos. O Pai, George VI, morre subitamente aos 56 anos, a 6 de Fevereiro 1952. A Rainha Mãe, há-de lhe sobreviver até ao séc.XXI, tendo sido centenária. O seu carisma e bondade, que partilhou com seu marido enquanto Rei, muito ajudaram à preservação da monarquia nos tempos difíceis que se seguiram. O Povo nunca esqueceu que durante os pesados bombardeamentos nazis a Londres na II Grande Guerra, o seu Rei e a sua Rainha não os abandonaram para lugar mais seguro, permaneceram estoicamente em Londres e visitavam os locais mais atingidos. Espírito que transmitiram a suas Filhas, Elizabeth e Margaret. A 8 deFevereiro, na Declaração de Subidaao Trono, Elizabeth lê emocionada "Devido ao falecimento súbito de meu amado Pai, sou chamada a assumir os deveres e a responsabilidade do Reino. O meu coração está hoje repleto de emoções, para que vos possa dizer mais de que sempre trabalharei, tal como meu Pai o fez ao longo do seu reinado, para defender o governo constitucional e promover a felicidade e a prosperidade dos meus Povos, espalhados que estão pelo mundo inteiro". Eram ainda tempos difíceis do pós-guerra. A vitória foi demorada e por alto preço, embora sempre pequeno para defender a liberdade. Ainda operavam racionamentos e algumas regras espartanas. À Guerra real, sucedeu a Guerra-fria. A primeira bomba atómica britânica experimental deflagrou nesse ano da subida ao trono. A cerimónia da Coroação, a 2 de Junho de 1953, foi um evento nacional e também internacional de alegria, cor, confiança e partilha. Tratou-se da primeira Coroação transmitida por televisão, testemunhada por mais de vinte milhões, tal como a alocução do Natal de 1958 foi a primeira emque a Rainha se dirigiu aos seus súbditos pela televisão, da mesma cadeira e mesa onde seu Pai e seu Avô o tinham feito, mas pela rádio. O seu primeiro Primeiro Ministro foi Winston Churchill, que ela honrou sendo o primeiro Governante reinante a assistir em pessoa ao funeral de um súbdito, em 1965. Os anos cinquenta, que trouxeram a Rainha Isabel a Portugal e a Alcobaça, foram anos de construção e de progresso. A nova ordem ditou algumas perdas para o Reino Unido da Grã-Bretanha e da Irlanda do Norte, nomeadamente a crise do Canal do Suez e o desmantelamento do Império. Mas o futuro apresentou-se mais risonho e promissor, nas palavras do PM de então, Harold Macmillan. Progresso e liberdade trouxeram também novas maneiras de pensar, deolhar e de promover. De contestar e de governar. Foi tam-bém a década da afirmação da juventude, o aparecimento do mito Elvis na América, ao que a Inglaterra respondeu com Tommy Steele, Cliff Richard e Diana Dors. Foi a era da Arte Pop, do Cool Jazz e da implantação da televisão. Alcobaça preparou-se durante anos para receber a Rainha. Desde 1929 decorriamos trabalhos de "Reintegraçãodo Mosteiro", sob os auspícios dos Monumentos Nacionais, estando ligados nomes como Gomes da Silva, Baltazar de Castro, os Irmãos Vieira Natividade e Ernesto Korrodi (anos30). Na década de cinquenta, Joaquim Augusto Carvalho, que também esteve a receber a Rainha, na qualidade de Presidente da Câmara, ajudou com impulso para a Ala Sul, a demolição do Jardim Escola e a reconversão do Rossio. Na fotografia aérea que obtivemos por sua amável cedência, vê-se um Rossio misto, com a parte Norte ainda com o Desenho Tertuliano Marques, enquanto a Sul o traçado já indicia Vaz Martins. Rossio a fervilhar de gente, à espera da sua Rainha. Da "Saudação" em Editorial d’OAlcoa de 28 de Fevereiro de 1957, transcreve-se: "A presença da Rainha Isabel II em Alcobaça e do Duque de Edimburgo, constitui mais uma afirmação de solidariedade luso-britânica, agora traduzida pela visita aos mais representativos monumentos históricos da grandeza nacional. Os mesmos sentimentos de independência, conquista e domínio marítimo e a simultaneidadede interesses das duas nações atlânticas, uniram no passado os dois povos, hoje destinados a salvaguardar a defesa dos valores ocidentais, a manter os princípios de direito e justiça, que asseguram a paz e permitem o respeito mútuo entre nações". A Sr.ª D. Berta e o General Craveiro Lopes, como Presidente da República, acompanhados de diversas Autoridades civis e militares, receberam os ilustres visitantes elevaram-nos a admirar o impressionante resultado das obras de recuperação e de reintegração, os inolvidáveis túmulos de Pedro e Inês, sobressaindo ainda belas decorações florais. Depois de passagem pela Sala dos Reis (onde foram construídas duas condignas instalações sanitárias para a ocasião em compartimentos anexos, para o que foi apeada mais uma escada de caracol de comunicação para o piso superior, onde possivelmente se situou a Torre Sineira da Igreja do Povo), passou-se a opíparo banquete servido no Refeitório, o mesmo local digno das descrições Beckfordianas. A riqueza do arranjo da sala e da mesa pode-se apreciar nas fotografias com que o Sr. Luís decorou as paredes do seu Restaurante O Telheiro em Alcobaça. A ementa fazia justiça aos Coutos, com a lagosta próxima, de Peniche, e as frutas e aguardentes de Alcobaça. A vitela era "à portuguesa" e as ervilhas, em Fevereiro, tinham que ser do Algarve. A qualidade do molho de chocolate no gelado, ainda hoje pode ser apreciada no Restaurante Trindade (embora extraementa)! António Salazar e Marcelo Caetano, Ministro da Presidência, em dias seguidos mas em separado, também vieram discretamente apreciar as obras do Mosteiro de Alcobaça e o fausto montado para a recepção Real. Em 1973 celebraram-se os 600 anos do Tratado de S. Paulo e da formalização da Aliança entre as duas nações amigas, ao tempo de D. Fernando e de Eduardo III. Por simples coincidência, foi nesse mesmo ano que eu casei com a minha Elizabeth e que também se tornou minha Rainha. Curiosamente, Alcobaça marca, pela positiva, as gentes de fora que a visitam. Foi durante a S. Bernardo e em Alcobaça que a pedi em casamento. Mas já antes destas duas Elizabeth que passaram por Alcobaça (a minha volta todos os fins de semana e para férias, a outra, a Rainha Isabel, ainda não cumpriu o ditado do Silva Tavares!), parece que Alcobaça já estava destinada a acolher e a encantar uma "mão cheia" de ingleses interessantes. Para não falar de S. Estevão Harding, que era de origem inglesa e foi o terceiro Abade da Ordem Cisterciense, que acolheu Bernardo e que, na realidade construiu as fundações sólidas que permitiram os vôos bernardinos, que culminam em Alcobaça. Foi também em Aljubarrota que a ajuda inglesa, aliada ao apoio logístico cisterciense se revelaram de determinante valia. As técnicas trazidas pelas batalhas ganhas quer aos Escoceses (lembram-se de BraveHeart?), quer aos Franceses, foram também adaptadas em Aljubarrota, garantindo o sucesso da batalha e a independência do Reino. Outros Ingleses dignos de referência passaram por Alcobaça, mormente William Elsden, que o Marquês mandou a Alcobaça em socorro da Ordem e de seu primo Abade Fr. Manuel de Mendonça e que, além de avaliar os efeitos das cheias no edificado cisterciense, deixou legados de Planeamento e de construção artística (Sala dos Túmulos neogótica e Altar Mor Barroco); Richard Twiss, que publica em 1775 escritos sobre as suas Visitas a Portugal e Espanha em 1772/73; James Murphy, Arquitecto, que visita Alcobaça em 1789 e que depois fez levantamento notável do Mosteiro da Batalha, que muito orientaram o nosso Príncipe Consorte Fernando de Saxe-Coburgo-Gota, por sua vez primo direito de Alberto (com os mesmos apelidos), marido da Rainha Victoria do Reino Unido; William Beckford, rico e culto cidadão que se deslocava com um séquito de 32pessoas, incluindo médico (físico) particular e que deixou descrições de uma riqueza e expressão assinaláveis, publicadas em 1839, mas narrando as suas viagens a Portugal mais de quarenta anos antes e a Alcobaça em 1794; Miss Pardoe, com o seu "Traits and Traditions of Portugal"; James Holland, pintor e aguarelista, que apanha o Mosteiro logo a seguir à extinção da Ordem; etc. etc.
E já que também estamos em breve resanha histórica, notar que Elizabeth II subiu ao trono com a mesma idade da sua antecessora e homónima Elizabeth I, do séc.XVI,a Rainha Virgem que repeliu a Invencível Armada, que saiu do Tejo em 1588, sob o comando do Duque de Medina Sidonia e ordem de Filipe II de Espanha, Primeiro de Portugal, para a conquista daquele Reino, a cujo trono o Filho de Carlos V e ex-marido de Maria Tudor de Inglaterra, se achava com direito.
Mas hoje não vamos mais longe, quedemo-nos na recordação desta visita real de excepção. Há cinquenta anos, tal como hoje, tal como há quinhentosanos, o Rossio também foi Palco de acontecimentos relevantes em Alcobaça!
In Jornal Regional
terça-feira, 13 de fevereiro de 2007
Campanha de sensibilização “Proteja a saúde à dentada”
A cada 15 minutos morre um português de doença cardiovascularCampanha de prevenção de doenças cardiovasculares através de uma alimentação saudável
Alcobaça, 1 de Fevereiro de 07 - Está em curso até dia 25 de Fevereiro uma campanha de alerta e de informação sobre a importância de uma alimentação saudável para a redução do colesterol e do risco de doenças cardiovasculares.
Em Portugal, alguém morre a cada 15 minutos de doença cardiovascular.
Um dos factores que contribui para esta realidade é o facto de cerca de 2/3 da população ter o colesterol elevado. Os estudos mais recentes estão a demonstrar que o caminho mais eficiente para combater o aumento desta e de várias outras doenças crónicas passa por uma alimentação mais rica em frutos e vegetais.
A maçã é o fruto mais importante de uma alimentação saudável dada a sua elevada riqueza em fitonutrientes e capacidade antioxidante. Uma maçã possui mais de 80 fitonutrientes, elementos bioactivos com várias propriedades benéficas para a nossa saúde. A acção conjunta e as sinergias entre vários fitonutrientes cria uma forte actividade antioxidante, que protege as nossas células da acção degenerativa dos radicais livres, evitando assim várias doenças crónicas. Os antioxidantes diminuem ainda a acumulação de colesterol LDL nas artérias.
A riqueza de uma maçã em fitonutrientes, destacando-se a quercetina e catequina, faz com que tenha uma capacidade antioxidante equivalente a 1.500 miligramas de vitamina C. A Maçã é o fruto consumido em Portugal com maior actividade antioxidante e esta encontra-se basicamente concentrada na casca (5 x mais actividade antioxidante numa maçã com casca). As Maçãs de Alcobaça podem e devem ser consumidas com casca, pois possuem segurança alimentar.
As doenças cardiovasculares são responsáveis por 40% das mortes em Portugal. Importa pois mudar os hábitos alimentares. O consumo diário de Maçãs e a prática de uma alimentação saudável é uma estratégia simples, acessível a todos os portugueses, que pode reduzir os custos sociais e humanos deste flagelo.
Esta campanha decorre em parceria com 3 cadeias de grandes superfícies, o Grupo Auchan, Grupo Jerónimo Martins e Carrefour, realizando-se em 40 estabelecimentos. Baseada na assinatura “Proteja a saúde à dentada” e na imagem gráfica de uma maçã com um coração à dentada, a campanha pretende ajudar os portugueses a melhorar a sua vida, levando-os a um novo compromisso com a vida: o de praticarem uma alimentação mais saudável.
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Associação de Produtores de Maçã de Alcobaça
maca.alcobaca@gmail.com
Tel. 262 959 010
Telemóvel: 939 193 612
Press Release enviada por João Crisostomo
Um milhão de euros para Rossio e Estrada Atlântica
O Programa PITER atribuiu mais um milhão de euros a Alcobaça para o financiamento das obras no Rossio e na Estrada Atlântica de Pataias, uma via que vai ligar várias praias do litoral oeste.
O Presidente da Câmara, Gonçalves Sapinho, que ordenou que as duas empreitadas continuassem abertas, e assim candidatas a subsídios, diz que valeu a pena esperar.
O Programa PITER (Programas Integrados Turísticos de Natureza Estruturante e Base Regional) financiou várias obras que foram consideradas “âncoras” ao desenvolvimento do turismo nesta região, como a Estrada Atlântica, que serve vários concelhos, e a nova Basílica de Fátima.
Alcobaça conseguiu que um milhão de euros (200 mil contos) fosse destinado a duas empreitadas que têm em curso, embora quase concluídas.
In Rádio Cister
O Presidente da Câmara, Gonçalves Sapinho, que ordenou que as duas empreitadas continuassem abertas, e assim candidatas a subsídios, diz que valeu a pena esperar.
O Programa PITER (Programas Integrados Turísticos de Natureza Estruturante e Base Regional) financiou várias obras que foram consideradas “âncoras” ao desenvolvimento do turismo nesta região, como a Estrada Atlântica, que serve vários concelhos, e a nova Basílica de Fátima.
Alcobaça conseguiu que um milhão de euros (200 mil contos) fosse destinado a duas empreitadas que têm em curso, embora quase concluídas.
In Rádio Cister
3º Aniversário
É verdade, o tempo voa... Parece que foi ontem mas o Terra de Paixão já completou o seu 3º Aniversário.Este último ano foi particularmente difícil dada a fraca disponibilidade que possuo relacionada com os fortes compromissos profissionais e pessoais. No entanto vou tentando sempre encontrar um tempinho para ir actualizando o blogue. Gostaria de incluír mais e melhores posts de opinião e lançar mais debates construtivos sobre a realidade de Alcobaça mas infelizmente tem sido impossível. Espero com toda a sinceridade tornar possível essa minha pretenção a curto prazo.
Agradeço também a todos os leitores pelas mais de 27.000 visitas e cerca de 32.000 page views ao longo destes 3 anos. É um prémio muito gratificante por todo o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido sempre em nome da nossa cidade e do nosso concelho.
Muito obrigado!!! Alcobaça merece, sempre!!!
segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007
Tecnologia Alcobacense na Porshe
Porsche Panamera pode incorporar tecnologia portuguesa
Uma empresa portuguesa foi seleccionada por um dos principais fornecedores da Porsche, como parceiro de desenvolvimento da estrutura do Porsche Panamera, um desportivo de quatro portas que a marca alemã deverá lançar no mercado em 2009, avançou o semanário Expresso.
O projecto ainda está "no segredo dos deuses", mas os seus autores aceitaram levantar um pouco do véu sobre o trabalho que está a ser desenvolvido nas instalações da Socem, na Martingança (Alcobaça).
"Trata-se da integração de metal e plástico na estrutura da carroçaria do automóvel. Permite resolver alguns problemas de natureza estrutural e, sobretudo, reduzir peso, custos e pontos de soldadura, aumentando a percentagem de reciclagem", explica Luís Febra, director-geral da Socem.
O mesmo responsável atribui a escolha da empresa de Alcobaça às boas relações comerciais que mantém, há 18 anos, com uma empresa holandesa, fornecedora estratégica da Porsche, bem como ao know-how de dois anos de trabalho que possui neste segmento dos componentes para a indústria automóvel.
"É o processo da passagem da chapa metálica para o plástico. Partimos de peças desenhadas para alumínio e conseguimos injectá-las em plástico com a mesma performance", afirma Luís Febra, que cita como exemplos, os tectos panorâmicos desenvolvidos pela empresa para os modelos Volvo V50 e V40, e o tecto de abrir para o Mini da BMW.
In Diário Digital
Uma empresa portuguesa foi seleccionada por um dos principais fornecedores da Porsche, como parceiro de desenvolvimento da estrutura do Porsche Panamera, um desportivo de quatro portas que a marca alemã deverá lançar no mercado em 2009, avançou o semanário Expresso.
O projecto ainda está "no segredo dos deuses", mas os seus autores aceitaram levantar um pouco do véu sobre o trabalho que está a ser desenvolvido nas instalações da Socem, na Martingança (Alcobaça).
"Trata-se da integração de metal e plástico na estrutura da carroçaria do automóvel. Permite resolver alguns problemas de natureza estrutural e, sobretudo, reduzir peso, custos e pontos de soldadura, aumentando a percentagem de reciclagem", explica Luís Febra, director-geral da Socem.
O mesmo responsável atribui a escolha da empresa de Alcobaça às boas relações comerciais que mantém, há 18 anos, com uma empresa holandesa, fornecedora estratégica da Porsche, bem como ao know-how de dois anos de trabalho que possui neste segmento dos componentes para a indústria automóvel.
"É o processo da passagem da chapa metálica para o plástico. Partimos de peças desenhadas para alumínio e conseguimos injectá-las em plástico com a mesma performance", afirma Luís Febra, que cita como exemplos, os tectos panorâmicos desenvolvidos pela empresa para os modelos Volvo V50 e V40, e o tecto de abrir para o Mini da BMW.
In Diário Digital
quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007
Cine-Teatro de Alcobaça // próximos espectáculos | destaques | cinema

[Clique para ampliar]
INFORMAÇÃO:
Por motivos alheios ao Cine-Teatro o espectáculo com os LOTO, previsto para 23 de Fevereiro, foi cancelado.
O CT pede desculpas pelo incómodo.
Bilhetes à venda:
CINE-TEATRO DE ALCOBAÇA (Telf. 262 580 890/885 | www.cm-alcobaca.pt
PLATEIA www.plateia.pt (El Corte Inglés, Livrarias Almedia e Livrarias Bertrand | Telf. 21 4346304 )
Toda a programação em www.cm-alcobaca.pt/index.php?ID=31
Morada: Rua Afonso de Albuquerque, 2460-061 Alcobaça | Telefone 262 580 890 | FAX 262 580 891 | cine.teatro@cm-alcobaca.pt
segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007
Dispersão Alcobacense
Alcobaça prepara-se para o carnaval
Alcobaça chegou a realizar oito desfiles de Carnaval, o maior e mais dispendioso na sede do concelho. Aljubarrota e a cidade de Alcobaça desistiram do evento. Este ano foi a vez de Turquel que deverá, ao que tudo indica, ficar sem o corso de Carnaval. Mantém-se as festas de Pataias, Vimeiro,Maiorga e Alfeizerão durante o dia, e o da Benedita à noite, depois da desistência, logo depois da primeira saída à rua, do desfile nocturno de São Martinho do Porto.
Razões económicas e divergências entre membros das organizações são as mais frequentes para explicar o fim dos projectos públicos de animação, como o Carnaval.
(...)
In Rádio Cister
__________________________________________________
Esta notícia, retirada do sítio internet da Rádio Cister, não é mais que um pequeno exemplo do que se tem passado no nosso concelho nos últimos anos e talvez décadas.
Alcobaça é um concelho desagregado, disperso e sem qualquer esforço de união. Somos o concelho dos 20 clubes de futebol, dos 10 corsos de Carnaval, outros tantos Ranchos Folclóricos e mais alguns clubes de Hóquei em Patins(valores figurativos).
Uma viagem de poucos quilómetros atravessa várias povoações que não se sabe bem onde começam e onde acabam, e que competem entre si no número de equipamentos e organizações. São várias as infra-estruturas "repetidas" em curtas distâncias.
O impacto desta (des)organização é muito significativo e acaba por não trazer quaisquer vantagens para a população, que infelizmente também não se apercebe disto.
Este exemplo do Carnaval traduz bem a nossa realidade. Não conseguimos ter um grande desfile, um desfile marcante e que eleve o nome do concelho. Preferimos ter muitos mini-desfiles, desinteressantes e de fraco contributo. Os orçamentos vão-se dividindo e sub-dividindo e no final a parte que cabe a cada um não dá para mais do que tem sido feito.
Torres Vedras tem um único desfile, assim como a Mealhada, Loulé ou Ovar, entre outros. Preferem ter apenas um desfile, mas que é grande e que não deixa de ser de todos os que lá vivem e em qualquer uma das frequesias. A cidade ganha e o concelho também!
Outro exemplo é o desporto, onde temos, por exemplo, vários pequenos clubes de futebol quando podíamos ter um grande. O concelho de Alcobaça tem potencial para ter uma equipa na Liga de Honra, mas preferimos ter vários clubes na distrital e III Divisão. Não quero com isto dizer que deveríamos acabar com grande parte dos clubes, pois o desporto é muito importante e isso seria um erro, mas centraríamos a nossa representação apenas num clube profissional ou semi-profissional e teríamos os restantes clubes a darem-lhe suporte em especial na formação.
No Hóquei é o mesmo... Ao invés de um grande clube que poderia disputar a I Divisão preferimos dividir os apoios por um clube que acabou com o escalão sénior e por outro que para lá caminha.
Este fenómeno generaliza-se ainda mais noutras áreas tão importantes como a saúde ou o ensino. Vejamos o que se passa com os serviços de saúde de Alcobaça que foram perdendo utentes para as recém criadas mini-unidades de saúde e que passaram para um segundo plano, estando mesmo a perder várias especialidades(que também não são compensadas nas novas unidades de saúde).
Os serviços centrais e de competência têm vindo a ser preteridos por mais, mas menos funcionais polos.
Tudo isto é derivado também do nosso péssimo ordenamento, herança histórica, mas ainda assim poderíamos fazer um pouco mais dentro desta desordem.
Alcobaça e o concelho são apenas um, com as suas gentes, todos Alcobacenses.
Alcobaça chegou a realizar oito desfiles de Carnaval, o maior e mais dispendioso na sede do concelho. Aljubarrota e a cidade de Alcobaça desistiram do evento. Este ano foi a vez de Turquel que deverá, ao que tudo indica, ficar sem o corso de Carnaval. Mantém-se as festas de Pataias, Vimeiro,Maiorga e Alfeizerão durante o dia, e o da Benedita à noite, depois da desistência, logo depois da primeira saída à rua, do desfile nocturno de São Martinho do Porto.
Razões económicas e divergências entre membros das organizações são as mais frequentes para explicar o fim dos projectos públicos de animação, como o Carnaval.
(...)
In Rádio Cister
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Esta notícia, retirada do sítio internet da Rádio Cister, não é mais que um pequeno exemplo do que se tem passado no nosso concelho nos últimos anos e talvez décadas.
Alcobaça é um concelho desagregado, disperso e sem qualquer esforço de união. Somos o concelho dos 20 clubes de futebol, dos 10 corsos de Carnaval, outros tantos Ranchos Folclóricos e mais alguns clubes de Hóquei em Patins(valores figurativos).
Uma viagem de poucos quilómetros atravessa várias povoações que não se sabe bem onde começam e onde acabam, e que competem entre si no número de equipamentos e organizações. São várias as infra-estruturas "repetidas" em curtas distâncias.
O impacto desta (des)organização é muito significativo e acaba por não trazer quaisquer vantagens para a população, que infelizmente também não se apercebe disto.
Este exemplo do Carnaval traduz bem a nossa realidade. Não conseguimos ter um grande desfile, um desfile marcante e que eleve o nome do concelho. Preferimos ter muitos mini-desfiles, desinteressantes e de fraco contributo. Os orçamentos vão-se dividindo e sub-dividindo e no final a parte que cabe a cada um não dá para mais do que tem sido feito.
Torres Vedras tem um único desfile, assim como a Mealhada, Loulé ou Ovar, entre outros. Preferem ter apenas um desfile, mas que é grande e que não deixa de ser de todos os que lá vivem e em qualquer uma das frequesias. A cidade ganha e o concelho também!
Outro exemplo é o desporto, onde temos, por exemplo, vários pequenos clubes de futebol quando podíamos ter um grande. O concelho de Alcobaça tem potencial para ter uma equipa na Liga de Honra, mas preferimos ter vários clubes na distrital e III Divisão. Não quero com isto dizer que deveríamos acabar com grande parte dos clubes, pois o desporto é muito importante e isso seria um erro, mas centraríamos a nossa representação apenas num clube profissional ou semi-profissional e teríamos os restantes clubes a darem-lhe suporte em especial na formação.
No Hóquei é o mesmo... Ao invés de um grande clube que poderia disputar a I Divisão preferimos dividir os apoios por um clube que acabou com o escalão sénior e por outro que para lá caminha.
Este fenómeno generaliza-se ainda mais noutras áreas tão importantes como a saúde ou o ensino. Vejamos o que se passa com os serviços de saúde de Alcobaça que foram perdendo utentes para as recém criadas mini-unidades de saúde e que passaram para um segundo plano, estando mesmo a perder várias especialidades(que também não são compensadas nas novas unidades de saúde).
Os serviços centrais e de competência têm vindo a ser preteridos por mais, mas menos funcionais polos.
Tudo isto é derivado também do nosso péssimo ordenamento, herança histórica, mas ainda assim poderíamos fazer um pouco mais dentro desta desordem.
Alcobaça e o concelho são apenas um, com as suas gentes, todos Alcobacenses.
Alcobacenses Com Novas “Oportunidades de Negócio”
O Fundo para o empreendedorismo poderá ficar disponível na Câmara Municipal de Alcobaça dentro de meses.
O protocolo entre a Câmara e o Ministério da Economia deverá ser assinado dentro de dias, em Peniche, ficando, quase de imediato, disponível para alcobacenses que queiram abrir novas "oportunidades de negócio" e contribuir para a dinamização da economia local.
Esta iniciativa da Câmara, anunciada durante um Seminário do Empreendedorismo em que participaram Belmiro de Azevedo, patrão da SONAE, e Manuela Ferreira Leite, conselheira de Estado, é apoiada pela CDU. O vereador da CDU na Câmara, Rogério Raimundo, diz que se trata de um "importante incentivo" aos que querem iniciar um negócio, nomeadamente jovens recém licenciados, mas que têm dificuldades de acesso ao crédito bancário.
O Presidente da Câmara, Gonçalves Sapinho, desconhece o valor da participação do Governo neste programa de apoio ao empreendedorismo mas garante o contributo da autarquia de 100 mil euros para este fundo, que será facilitado aos que pretenderem abrir pequenas/médias empresas.
In Rádio Cister
O protocolo entre a Câmara e o Ministério da Economia deverá ser assinado dentro de dias, em Peniche, ficando, quase de imediato, disponível para alcobacenses que queiram abrir novas "oportunidades de negócio" e contribuir para a dinamização da economia local.
Esta iniciativa da Câmara, anunciada durante um Seminário do Empreendedorismo em que participaram Belmiro de Azevedo, patrão da SONAE, e Manuela Ferreira Leite, conselheira de Estado, é apoiada pela CDU. O vereador da CDU na Câmara, Rogério Raimundo, diz que se trata de um "importante incentivo" aos que querem iniciar um negócio, nomeadamente jovens recém licenciados, mas que têm dificuldades de acesso ao crédito bancário.
O Presidente da Câmara, Gonçalves Sapinho, desconhece o valor da participação do Governo neste programa de apoio ao empreendedorismo mas garante o contributo da autarquia de 100 mil euros para este fundo, que será facilitado aos que pretenderem abrir pequenas/médias empresas.
In Rádio Cister
Alcobaça Procura a “Maçã Perfeita”
Está em estudo a possibilidade de se iniciar ainda este ano uma investigação pioneira em Alcobaça para aperfeiçoar as qualidades da maçã.
Segundo Jorge Soares, Presidente da Associação dos Produtores de Maçã de Alcobaça (APMA), grande parte da experimentação, que será realizada em colaboração com a Escola Profissional de Agricultura e Centro Operativo de Fruticultura Vieira Natividade, deverá decorrer durante 2008, estando o seu início previsto ainda para este ano. A investigação procurará aperfeiçoar algumas características da maçã de Alcobaça, nomeadamente o tamanho e o sabor com vista à entrada em novos mercados e à fidelização dos clientes já “conquistados”.
A experimentação e o aperfeiçoamento do produto fazem parte de uma série de iniciativas dos Produtores que procuram, segundo Jorge Soares, "ganhar tempo" e conquistar os consumidores antes da chegada dos concorrentes com estudos ou estratégias semelhantes.
Recentemente, a Maçã de Alcobaça entrou nos mercados britânico e irlandês onde conquistou os consumidores pelo sabor e cheiro, características únicas da Maçã de Alcobaça que lhe são conferidas pelas especificidades do solo, clima e proximidade ao oceano, fazendo uma primeira abordagem a mais um dos objectivos da Associação, a internacionalização do produto e da marca.
A Maçã de Alcobaça é dirigida a um cliente exigente, que se preocupa com a sua saúde, a segurança alimentar e o meio ambiente, uma vez que a Associação garante um produto equilibrado, produzido segundo as boas práticas agrícolas, conservado e comercializado segundo os mais exigentes padrões e regras de segurança. (Barbosa, 2006).
In Rádio Cister
Segundo Jorge Soares, Presidente da Associação dos Produtores de Maçã de Alcobaça (APMA), grande parte da experimentação, que será realizada em colaboração com a Escola Profissional de Agricultura e Centro Operativo de Fruticultura Vieira Natividade, deverá decorrer durante 2008, estando o seu início previsto ainda para este ano. A investigação procurará aperfeiçoar algumas características da maçã de Alcobaça, nomeadamente o tamanho e o sabor com vista à entrada em novos mercados e à fidelização dos clientes já “conquistados”.
A experimentação e o aperfeiçoamento do produto fazem parte de uma série de iniciativas dos Produtores que procuram, segundo Jorge Soares, "ganhar tempo" e conquistar os consumidores antes da chegada dos concorrentes com estudos ou estratégias semelhantes.
Recentemente, a Maçã de Alcobaça entrou nos mercados britânico e irlandês onde conquistou os consumidores pelo sabor e cheiro, características únicas da Maçã de Alcobaça que lhe são conferidas pelas especificidades do solo, clima e proximidade ao oceano, fazendo uma primeira abordagem a mais um dos objectivos da Associação, a internacionalização do produto e da marca.
A Maçã de Alcobaça é dirigida a um cliente exigente, que se preocupa com a sua saúde, a segurança alimentar e o meio ambiente, uma vez que a Associação garante um produto equilibrado, produzido segundo as boas práticas agrícolas, conservado e comercializado segundo os mais exigentes padrões e regras de segurança. (Barbosa, 2006).
In Rádio Cister
Segunda vaga de CET’s começa em Março
O FOR.CET do IPL de Alcobaça prepara-se para lançar a segunda vaga de Cursos de Especialização Tecnológica em Alcobaça.
Desta feita, as propostas formativas são "Aplicações Informáticas de Gestão" e "Construção e Administração de Websites". Tudo indica que estes cursos arrancarão no início do mês de Março, estando neste momento, e até 14 de Fevereiro, a decorrer as inscrições. O perfil dos candidatos determinará se os cursos irão funcionar em regime diurno ou nocturno.
O FOR.CET - Centro de Formação para Cursos de Especialização Tecnológica (CET) - de Alcobaça é uma delegação do IPL destinada à promoção de CET’s, com certificação profissional de nível IV e foi inaugurado em 9 de Janeiro de 2006 com o funcionamento de dois cursos: "Serviço Social e Desenvolvimento Comunitário" e "Organização e Planificação do Trabalho", cursos esses cuja vertente curricular terminou recentemente, decorrendo agora os estágios. Já em Outubro passado, dada a grande procura e o sucesso do curso de "Serviço Social e Desenvolvimento Comunitário", o FOR.CET iniciou uma segunda edição do mesmo.
Ao todo, o FOR.CET do IPL em Alcobaça, foi até ao momento, uma resposta formativa para 65 formandos.
Para mais informações, contactar o Instituto Politécnico de Leiria pela linha azul 808 200 310 ou consultar www.ipleiria.pt
Fonte: Gabinete de Imprensa da Câmara Municipal de Alcobaça
Desta feita, as propostas formativas são "Aplicações Informáticas de Gestão" e "Construção e Administração de Websites". Tudo indica que estes cursos arrancarão no início do mês de Março, estando neste momento, e até 14 de Fevereiro, a decorrer as inscrições. O perfil dos candidatos determinará se os cursos irão funcionar em regime diurno ou nocturno.
O FOR.CET - Centro de Formação para Cursos de Especialização Tecnológica (CET) - de Alcobaça é uma delegação do IPL destinada à promoção de CET’s, com certificação profissional de nível IV e foi inaugurado em 9 de Janeiro de 2006 com o funcionamento de dois cursos: "Serviço Social e Desenvolvimento Comunitário" e "Organização e Planificação do Trabalho", cursos esses cuja vertente curricular terminou recentemente, decorrendo agora os estágios. Já em Outubro passado, dada a grande procura e o sucesso do curso de "Serviço Social e Desenvolvimento Comunitário", o FOR.CET iniciou uma segunda edição do mesmo.
Ao todo, o FOR.CET do IPL em Alcobaça, foi até ao momento, uma resposta formativa para 65 formandos.
Para mais informações, contactar o Instituto Politécnico de Leiria pela linha azul 808 200 310 ou consultar www.ipleiria.pt
Fonte: Gabinete de Imprensa da Câmara Municipal de Alcobaça
sexta-feira, 2 de fevereiro de 2007
Blogue do Hóquei Feminino de Alcobaça
O Hóquei Feminino de Alcobaça que tantas alegrias nos tem dado já tem presença na internet através do blogue: http://hpfemininoacb.blogspot.com/
Muitos parabéns à autora e que o blogue venha para ficar!
Muitos parabéns à autora e que o blogue venha para ficar!
Cine-Teatro de Alcobaça // Cinema Fevereiro'07

[Clique para ampliar]
Toda a programação em www.cm-alcobaca.pt/index.php?ID=31
Domingo 16h00 | 21h30 » preço: 4 €
[desconto 10%: estudantes; portadores de cartão jovem; maiores de 65 anos; grupos de 10 ou mais pessoas]
Segunda-feira 21h30 » preço: 3 € [s/ descontos]
segunda-feira, 29 de janeiro de 2007
Às Terças-Feiras com a Cedecê Regressam em 30 de Janeiro
O ciclo Às Terças-Feiras Com a Cedece regressa em 2007, esperando aprofundar o êxito do ano anterior. A primeira sessão desse ciclo em 2007 será apresentada na próxima terça-feira, 30 de Janeiro, no Celeiro do Mosteiro de Alcobaça. Nesta sua primeira Às Terças-Feiras Com a Cedece, a companhia de dança sedeada em Alcobaça dará aos seus visitantes uma belíssima oportunidade de Conhecer de Perto o Velho e Parte do Novo Elenco da Cedece. Merece uma visita!
In Nas Faldas da Serra
In Nas Faldas da Serra
Mais uma?!
Rogério Raimundo considera "vergonhoso" o prolongamento da situação
A CDU defende que é hora da Câmara Municipal de Alcobaça tomar a obra de despoluição do Rio Baça e terminar a empreitada, inacabada por falência do empreiteiro da Benedita.
Rogério Raimundo considera "vergonhoso" o prolongamento da situação actual.
O abandono da obra por parte do empreiteiro está em Tribunal e a Câmara aguarda a decisão judicial. No entanto, e segundo informações dos Serviços Municipalizados, faltarão, neste momento, apenas questões de pormenor para dar a obra de despoluição do Rio Baça por concluída.
In Rádio Cister
________________________________________________
Mais uma obra entregue a uma empresa falidada e que ficou a meio. É caso para dizer que na C.M. Alcobaça não se aprende com os erros... Deve haver sempre muito cuidado na verificação da situação económica das empresas a quem se entregam empreitadas.
A CDU defende que é hora da Câmara Municipal de Alcobaça tomar a obra de despoluição do Rio Baça e terminar a empreitada, inacabada por falência do empreiteiro da Benedita.
Rogério Raimundo considera "vergonhoso" o prolongamento da situação actual.
O abandono da obra por parte do empreiteiro está em Tribunal e a Câmara aguarda a decisão judicial. No entanto, e segundo informações dos Serviços Municipalizados, faltarão, neste momento, apenas questões de pormenor para dar a obra de despoluição do Rio Baça por concluída.
In Rádio Cister
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Mais uma obra entregue a uma empresa falidada e que ficou a meio. É caso para dizer que na C.M. Alcobaça não se aprende com os erros... Deve haver sempre muito cuidado na verificação da situação económica das empresas a quem se entregam empreitadas.
INAG transferiu as responsabilidades sobre a área envolvente à antiga Central Hidroeléctrica
O Instituto Nacional da Água (INAG) transferiu para a Comissão de Coordenação Regional de Lisboa e Vale do Tejo CCRLVT) as responsabilidades sobre a área envolvente à antiga Central Hidroeléctrica da Fervença.
A Câmara Municipal de Alcobaça quer requalificar uma das principais entradas na cidade de Alcobaça mas exige que as entidades responsáveis por parte dos terrenos envolventes da antiga central façam o mesmo.
Até agora a Câmara conseguiu apenas resposta sobre a quem pode pedir responsabilidades pelo estado de abandono do local.
Gonçalves Sapinho adquiriu, recentemente, 3 hectares de terrenos que pertenciam à antiga Fiação e Tecidos, situados na freguesia da Vestiaria, para requalificação ambiental do local e tem em plano a construção de uma ciclovia entre Alcobaça e a Maiorga.
Há um ano que a Câmara Municipal de Alcobaça iniciou contactos com organismos estatais para apurar a propriedade dos terrenos envolventes à antiga Central. Depois de forçar uma visita do Presidente do INAG ao local, a Câmara ficou a saber que cabe à CCR de Lisboa e Vale do Tejo a limpeza e manutenção do vasto espaço envolvente à antiga Central Hidroelectrica, um edíficio em ruína e de onde já desapareceram a maioria das peças que fizeram, em tempos, de Alcobaça, uma das primeiras povoações a ter luz electrica.
In Rádio Cister
__________________________________________
Aguardamos assim com alguma espectativa que seja desta a requalificação de um espaço com tanto potencial e que tanto poderá dignificar Alcobaça.
A Câmara Municipal de Alcobaça quer requalificar uma das principais entradas na cidade de Alcobaça mas exige que as entidades responsáveis por parte dos terrenos envolventes da antiga central façam o mesmo.
Até agora a Câmara conseguiu apenas resposta sobre a quem pode pedir responsabilidades pelo estado de abandono do local.
Gonçalves Sapinho adquiriu, recentemente, 3 hectares de terrenos que pertenciam à antiga Fiação e Tecidos, situados na freguesia da Vestiaria, para requalificação ambiental do local e tem em plano a construção de uma ciclovia entre Alcobaça e a Maiorga.
Há um ano que a Câmara Municipal de Alcobaça iniciou contactos com organismos estatais para apurar a propriedade dos terrenos envolventes à antiga Central. Depois de forçar uma visita do Presidente do INAG ao local, a Câmara ficou a saber que cabe à CCR de Lisboa e Vale do Tejo a limpeza e manutenção do vasto espaço envolvente à antiga Central Hidroelectrica, um edíficio em ruína e de onde já desapareceram a maioria das peças que fizeram, em tempos, de Alcobaça, uma das primeiras povoações a ter luz electrica.
In Rádio Cister
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Aguardamos assim com alguma espectativa que seja desta a requalificação de um espaço com tanto potencial e que tanto poderá dignificar Alcobaça.
Red Line ao Vivo
3 de Fevereiro, sábado, às 13 e 30, nas Piscinas Municipais de Alcobaça.
Esta nova actuação dos Red Line em Alcobaça sucede à sua recente e bem sucedida actuação na antiga Pensão Mosteiro, a 16 de Dezembro, perante uma lotação tão esgotada que muitos fãs da banda tiveram de a ouvir na rua, apesar do frio que fazia
nessa noite...
A oportunidade surge a convite do Clube de Natação de Alcobaça, decorrendo a sua actuação durante o aquecimento dos mais de 400 nadadores que nesse dia participarão na XI Taça da Cidade de Alcobaça. A anunciar ainda mais algumas surpresas musicais para essa tarde.
Os Red Line são formados pelo João Carvalho (vocalista), Luís Ramos (guitarrista), Filipe Damião (guitarrista), José Vasco (baixista) e Diogo Freire (baterista).
nessa noite...
A oportunidade surge a convite do Clube de Natação de Alcobaça, decorrendo a sua actuação durante o aquecimento dos mais de 400 nadadores que nesse dia participarão na XI Taça da Cidade de Alcobaça. A anunciar ainda mais algumas surpresas musicais para essa tarde.
Os Red Line são formados pelo João Carvalho (vocalista), Luís Ramos (guitarrista), Filipe Damião (guitarrista), José Vasco (baixista) e Diogo Freire (baterista).
terça-feira, 23 de janeiro de 2007
Maitê Proença leva peça baseada em seu livro a teatro luso
Lisboa, 15 Jan (Lusa) - A atriz Maitê Proença sobe ao palco do Grande Auditório do Cine-Teatro de Alcobaça (distrito de Leiria, centro de Portugal) dia 24 de fevereiro para apresentar a peça "Achadas e Perdidas", baseada em seu livro "Entre Ossos e a Escrita".
Maitê terá a companhia da atriz Clarisse Derzié Luz. Juntas, interpretarão 23 personagens diferentes, mudando de cenário 12 vezes, sob a direção de Roberto Talma.
"Achadas e Perdidas" é uma comédia que apresenta esquetes sobre assuntos variados, como futebol e morte, sob a ótica feminina.
A apresentação da peça integra uma série de espetáculos agendados para o Cine-Teatro de Alcobaça até o mês de abril, com música clássica, cinema e dança, entre outros temas.
No mês atual, por exemplo, o Doc Lisboa, 4º Festival Internacional de Cinema Documental, exibe no local os filmes premiados em sua edição do ano passado.
In Agência Lusa (Brasil)
Maitê terá a companhia da atriz Clarisse Derzié Luz. Juntas, interpretarão 23 personagens diferentes, mudando de cenário 12 vezes, sob a direção de Roberto Talma.
"Achadas e Perdidas" é uma comédia que apresenta esquetes sobre assuntos variados, como futebol e morte, sob a ótica feminina.
A apresentação da peça integra uma série de espetáculos agendados para o Cine-Teatro de Alcobaça até o mês de abril, com música clássica, cinema e dança, entre outros temas.
No mês atual, por exemplo, o Doc Lisboa, 4º Festival Internacional de Cinema Documental, exibe no local os filmes premiados em sua edição do ano passado.
In Agência Lusa (Brasil)
Cine-Teatro de Alcobaça // [22 a 30 Jan'07]

Cine-Teatro de Alcobaça
Toda a programação em www.cm-alcobaca.pt
Bilhetes à venda:
CINE-TEATRO DE ALCOBAÇA
(Telf. 262 580 890/885 | www.cm-alcobaca.pt)
PLATEIA www.plateia.pt
(El Corte Inglés, Livrarias Almedia e Livrarias Bertrand | Telf. 21 4346304 )
Morada: Rua Afonso de Albuquerque, 2460-061 Alcobaça
Telefone 262 580 890 | FAX 262 580 891
e-mail: cine.teatro@cm-alcobaca.pt | www.cm-alcobaca.pt
Body & Soul no Cine-Teatro
Exposição Fotográfica de Paulo Madeira
19 de Janeiro a 19 de Fevereiro

"A luz é por defeito o agente primordial do universo visual, dela dependem todos os mecanismos de ver e de olhar. Por vezes as relações presentes no meu trabalho passam particularmente pelo registo do tempo num processo criativo, descobrindo a beleza do corpo humano e os seus gestos eróticos nas suas nuanças mais subtis, desde a intimidade silenciosa, meditação até ao desejo confessado e dedicação sem limites."
www.paulomadeira.net
19 de Janeiro a 19 de Fevereiro

"A luz é por defeito o agente primordial do universo visual, dela dependem todos os mecanismos de ver e de olhar. Por vezes as relações presentes no meu trabalho passam particularmente pelo registo do tempo num processo criativo, descobrindo a beleza do corpo humano e os seus gestos eróticos nas suas nuanças mais subtis, desde a intimidade silenciosa, meditação até ao desejo confessado e dedicação sem limites."
www.paulomadeira.net
sexta-feira, 12 de janeiro de 2007
Nova Alcobaça
Está em desenvolvimento o maior empreendimento de sempre em Alcobaça, que prevê a urbanização de 40 hectares da Quinta da Barrada e mais de mil fogos para habitação.
A ideia até parece boa, só falta saber onde vamos encontrar cerca de 4000 pessoas para lá habitarem.
Não nos podemos esquecer que durante vários anos o crescimento populacional da cidade foi quase nulo, a oferta de emprego decresceu e a grande maioria dos nossos jovens partiram para outras cidades. Será possível assim que num curto espaço de tempo se conquiste tamanha quantidade de novos habitantes?
O problema é só um, queremos um grande empreendimento que valorize e dê melhores condições de vida aos Alcobacences, queremos uma Nova Alcobaça. Não uma Alcobaça Fantasma...
A ideia até parece boa, só falta saber onde vamos encontrar cerca de 4000 pessoas para lá habitarem.
Não nos podemos esquecer que durante vários anos o crescimento populacional da cidade foi quase nulo, a oferta de emprego decresceu e a grande maioria dos nossos jovens partiram para outras cidades. Será possível assim que num curto espaço de tempo se conquiste tamanha quantidade de novos habitantes?
O problema é só um, queremos um grande empreendimento que valorize e dê melhores condições de vida aos Alcobacences, queremos uma Nova Alcobaça. Não uma Alcobaça Fantasma...
181 mil pessoas passaram pelo Mosteiro de Alcobaça
O número de visitantes do Mosteiro de Alcobaça cresceu acima dos 8% e a receita acima dos 10%.
181 mil pessoas passaram pelo Património da Humanidade durante 2006 ,segundo Rui Rasquilho, Director do Mosteiro, com um balanço positivo.
As actividades realizadas, nomeadamente as exposições na Ala de São Bernardo, as actuações do cantor Luís Peças durante os meses de Verão e a realização da Mostra dos Doces Conventuais foram um forte contributo para a motivação de mais pessoas na visita ao Monumento classificado património da Humanidade pela UNESCO.
Apesar do balanço positivo e do aumento do número de visitas, o Director do Mosteiro, Rui Rasquilho, admite continuar à de mais formas de aumentar as receitas e as visitas.
Para já, está garantida a continuação da política de abertura do monumento à sociedade civil e a cedência de salas do património à realização de eventos que se enquadrem no espírito do monumento. Esta iniciativa, testada pela primeira vez em 2006 resultou num importante encaixe financeiro para o monumento: 25 mil e 600 euros.
In Rádio Cister
______________________________________________________
Parece que afinal o Rossio não tem estado às moscas nem os turistas nos deixaram de visitar como apregoam alguns... Mais cego é aquele que não quer ver...
181 mil pessoas passaram pelo Património da Humanidade durante 2006 ,segundo Rui Rasquilho, Director do Mosteiro, com um balanço positivo.
As actividades realizadas, nomeadamente as exposições na Ala de São Bernardo, as actuações do cantor Luís Peças durante os meses de Verão e a realização da Mostra dos Doces Conventuais foram um forte contributo para a motivação de mais pessoas na visita ao Monumento classificado património da Humanidade pela UNESCO.
Apesar do balanço positivo e do aumento do número de visitas, o Director do Mosteiro, Rui Rasquilho, admite continuar à de mais formas de aumentar as receitas e as visitas.
Para já, está garantida a continuação da política de abertura do monumento à sociedade civil e a cedência de salas do património à realização de eventos que se enquadrem no espírito do monumento. Esta iniciativa, testada pela primeira vez em 2006 resultou num importante encaixe financeiro para o monumento: 25 mil e 600 euros.
In Rádio Cister
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Parece que afinal o Rossio não tem estado às moscas nem os turistas nos deixaram de visitar como apregoam alguns... Mais cego é aquele que não quer ver...
quarta-feira, 10 de janeiro de 2007
Brad Mehldau inicia em Braga digressão por Portugal
O pianista norte-americano Brad Mehldau inicia no recém restaurado Theatro Circo de Braga, a 23 de Janeiro, uma digressão de concertos de jazz que passa ainda pelo Centro Cultural de Belém, em Lisboa, e o Cine-Teatro de Alcobaça.
Considerado um dos melhores pianistas da actualidade pela sua técnica neste instrumento, que revela influências de estilos tão diversos como Schumann e Keith Jarrett, Brad Mehldau actuará a solo a 23 de Janeiro em Braga, a 24 em Lisboa e a 25 em Alcobaça.
Depois de se ter apresentado a solo em 2004 na Aula Magna de Lisboa, regressou em 2006 a Portugal para actuar em trio com Larry Grenardier e Jeff Ballard.
No ano passado lançou os álbuns «Love Sublime», com a contribuição vocal da soprano Renée Fleming, depois «House on Hill», e «Metheney Mehldau», onde faz uma parceria com o guitarrista Pat Metheney.
O músico norte-americano iniciou os estudos de piano aos seis anos, tendo-se formado em música contemporânea na prestigiada escola de música de Berklee, nos Estados Unidos.
Na música clássica, foi influenciado sobretudo por compositores como Beethoven, Schumann e Schubert e recebeu influências jazzísticas de Bill Evans e Keith Jarrett.
O seu segundo álbum, «The Art of the Trio» (1977), galardoado com um Grammy, foi editado com o apoio de nomes prestigiados do jazz como Pat Metheney e Charlie Haden.
No cinema, participou na criação de bandas sonoras para os filmes «De olhos bem fechados» de Stanley Kubrick, e «Million Dollar Hotel» de Wim Wenders.
In Diário Digital
Considerado um dos melhores pianistas da actualidade pela sua técnica neste instrumento, que revela influências de estilos tão diversos como Schumann e Keith Jarrett, Brad Mehldau actuará a solo a 23 de Janeiro em Braga, a 24 em Lisboa e a 25 em Alcobaça.
Depois de se ter apresentado a solo em 2004 na Aula Magna de Lisboa, regressou em 2006 a Portugal para actuar em trio com Larry Grenardier e Jeff Ballard.
No ano passado lançou os álbuns «Love Sublime», com a contribuição vocal da soprano Renée Fleming, depois «House on Hill», e «Metheney Mehldau», onde faz uma parceria com o guitarrista Pat Metheney.
O músico norte-americano iniciou os estudos de piano aos seis anos, tendo-se formado em música contemporânea na prestigiada escola de música de Berklee, nos Estados Unidos.
Na música clássica, foi influenciado sobretudo por compositores como Beethoven, Schumann e Schubert e recebeu influências jazzísticas de Bill Evans e Keith Jarrett.
O seu segundo álbum, «The Art of the Trio» (1977), galardoado com um Grammy, foi editado com o apoio de nomes prestigiados do jazz como Pat Metheney e Charlie Haden.
No cinema, participou na criação de bandas sonoras para os filmes «De olhos bem fechados» de Stanley Kubrick, e «Million Dollar Hotel» de Wim Wenders.
In Diário Digital
segunda-feira, 8 de janeiro de 2007
Doclisboa exibe documentários premiados em Alcobaça
O Cine-Teatro de Alcobaça vai acolher de 19 a 21 de Janeiro uma extensão do Doclisboa, o único festival de cinema em Portugal exclusivamente dedicado aos documentários.Durante esse fim-de-semana serão exibidos vários filmes premiados na edição deste ano, que teve lugar em Outubro na Culturgest (Lisboa), com destaque para a produção nacional.
Todas as sessões de documentários terão lugar no grande auditório do Cine-Teatro de Alcobaça, que tem capacidade para 315 pessoas. O pequeno auditório, espaço com cerca de 60 lugares, ficará reservado à realização de debates e fóruns de discussão.
O Doclisboa, em 2006, conseguiu trazer às salas da Culturgest cerca de 20 mil espectadores. A realização desta extensão Doclisboa em Alcobaça pretende ser uma forma de descentralizar o maior evento dedicado ao documentário e, ao mesmo tempo, dar uma nova visibilidade ao género documental junto de públicos que mais dificilmente lhe têm acesso.
Programa
19 Janeiro
14h30, projecção dupla
"Onze Burros Caem no Estômago Vazio" de Tiago Pereira | 28´ Portugal 2006
Prémio Tóbis para Melhor Documentário Português de Curta Metragem
"Pintura Habitada" de Joana Ascensão | 52´ Portugal 2006
Grande Prémio Tóbis para o melhor documentário português de longa-metragem
21h30 - "Fora da Lei" de Leonor Areal
Menção Especial do Júri para o Prémio de Distribuição
20 Janeiro
16h00 "Cartas a uma Ditadura" de Inês Medeiros
Prémio de Distribuição Atalanta Filmes para filme português
21h30 - "Brava Dança" de José Pinheiro e Jorge Pires
Sessão Especial com a presença dos realizadores
0h00 - After Party "Brava Dança" no bar Clinic
Projecção de concerto histórico da banda Heróis do Mar que serviu de apresentação ao álbum "Macau", em Fevereiro de 1987, no antigo Voxmania (hoje cinemas King Triplex).
21 de Janeiro
16h00 - "Sombras do Passado" de José Manuel Fernandes
Prémio Sony para Melhor Primeira Obra Portuguesa
21h30 - "Logo Existo" de Graça Castanheira
Menção Especial do Júri para Melhor Documentário Português
In Oeste Online
Sistema informatizado nas urgências de Alcobaça
A partir do final de Março, as urgências do Hospital Bernardino Lopes de Oliveira, em Alcobaça, vão implementar um sistema informatizado que permitirá guardar a informação detalhada dos utentes nos vários computadores existentes.
Os pacientes que entrarem nas urgências do hospital serão fotografados e os seus rostos ficarão arquivados nos ecrãs dos diversos computadores, a fim de dar a conhecer todos os seus passos aos médicos que os assistem.
O sistema permitirá uma melhoria dos cuidados prestados, o que poderá significar a redução do tempo de espera dos utentes, segundo revela o jornal da Região de Cister.
O Ministério da Saúde irá financiar 75% das verbas necessárias à modernização das urgências que, para além da implementação do novo sistema, vão ainda sofrer algumas alterações ao nível dos serviços.
In Fábrica de Conteúdos
Os pacientes que entrarem nas urgências do hospital serão fotografados e os seus rostos ficarão arquivados nos ecrãs dos diversos computadores, a fim de dar a conhecer todos os seus passos aos médicos que os assistem.
O sistema permitirá uma melhoria dos cuidados prestados, o que poderá significar a redução do tempo de espera dos utentes, segundo revela o jornal da Região de Cister.
O Ministério da Saúde irá financiar 75% das verbas necessárias à modernização das urgências que, para além da implementação do novo sistema, vão ainda sofrer algumas alterações ao nível dos serviços.
In Fábrica de Conteúdos
quinta-feira, 4 de janeiro de 2007
Investimentos (Correcção)
Ao que parece e depois de uma correcção efectuada pelo Eduardo Nogueira, a obra mencionada atrás no post "Investimentos" foi adjudicada por 1,072 milhões de Euros (já com Iva) e é comparticipada em 50% pelo FEDER.
É referido também que não se trata de uma mera obra de remodelação de um espaço público e compreende algumas intervenções que a oneram em grande parte: a Recuperação da Central Eléctrica, a recuperação do Pombal e o "enterramento" do Posto de Transformação, que estava nas traseiras da Biblioteca, e que seria inestético manter à superfície.
Assim já me parece um valor razoável e aceitável.
As minhas desculpas pelo erro e o meu agradecimento pela correcção e esclarecimento.
É referido também que não se trata de uma mera obra de remodelação de um espaço público e compreende algumas intervenções que a oneram em grande parte: a Recuperação da Central Eléctrica, a recuperação do Pombal e o "enterramento" do Posto de Transformação, que estava nas traseiras da Biblioteca, e que seria inestético manter à superfície.
Assim já me parece um valor razoável e aceitável.
As minhas desculpas pelo erro e o meu agradecimento pela correcção e esclarecimento.
Pediatria do Hospital de Alcobaça encerrou portas
A unidade de internamento do serviço de pediatria do Hospital Bernardino Lopes de Oliveira, em Alcobaça, foi encerrada antes do início do ano, e as crianças são encaminhadas para os hospitais de Caldas da Rainha e Leiria.
A ordem de encerramento foi assinado pelo secretário de Estado da Saúde e ratificado pelo ministro da Saúde, Correia de campos, no passado mês de Novembro, mas como estavam algumas crianças internadas, a administração decidiu encerrar o serviço três dias antes do Natal.
O serviço estava a funcionar apenas com um pediatra, e a unidade de internamento possuía dois berços pequenos, dois grandes e quatro camas para crianças de mais idade, dos concelhos de Alcobaça e Nazaré.
Apesar do encerramento do serviço, o hospital continua a manter as consultas externas de pediatria, e o mesmo médico - que faz um horário semanal de 35 horas -, apoia os colegas de clínica geral em situações mais complicadas.
O presidente do Conselho de Administração do hospital de Alcobaça, António Ventura, diz encarar com normalidade o encerramento do serviço, em que o número de utentes era "inferior" ao desejado para que funcionasse em pleno.
"Como é sabido, a taxa de natalidade tem diminuído nos últimos 30 anos e, nos concelhos de Alcobaça e Nazaré, é muito notório e com reflexos no serviço de internamento de pediatria", afirma o administrador, adiantando que devido ao reduzido número de crianças internadas, não se justificava a continuidade da unidade de internamento.
Na opinião de António Ventura, a excelência dos serviços de pediatria dos hospitais de Caldas da Rainha e Leiria acabam por ser uma "mais-valia" para a prestação de melhores cuidados de saúde.
"Os serviços daquelas duas unidades hospitalares são muito bons, e como as distância são relativamente curtas, não fazia muito sentido existir este serviço", sublinha.
Espaço destinado aos cuidados paliativos
A administração do hospital vai propor ao Ministério da Saúde a transformação da recém-encerrada unidade de internamento de pediatria, num espaço destinado à prestação de cuidados paliativos. No âmbito desta unidade, é intenção da administração prestar serviços complementares, designadamente cuidados domiciliários por uma equipa médica e de enfermagem, apoio psicológico e espiritual aos utentes e à própria família.
Refira-se que o Hospital de Alcobaça presta apoio domiciliário gratuito há cerca de ano e meio, essencialmente aos utentes que ali foram operados e que tem dificuldades em se deslocar à unidade hospitalar para fazer os tratamentos.
In Diário de Leiria
A ordem de encerramento foi assinado pelo secretário de Estado da Saúde e ratificado pelo ministro da Saúde, Correia de campos, no passado mês de Novembro, mas como estavam algumas crianças internadas, a administração decidiu encerrar o serviço três dias antes do Natal.
O serviço estava a funcionar apenas com um pediatra, e a unidade de internamento possuía dois berços pequenos, dois grandes e quatro camas para crianças de mais idade, dos concelhos de Alcobaça e Nazaré.
Apesar do encerramento do serviço, o hospital continua a manter as consultas externas de pediatria, e o mesmo médico - que faz um horário semanal de 35 horas -, apoia os colegas de clínica geral em situações mais complicadas.
O presidente do Conselho de Administração do hospital de Alcobaça, António Ventura, diz encarar com normalidade o encerramento do serviço, em que o número de utentes era "inferior" ao desejado para que funcionasse em pleno.
"Como é sabido, a taxa de natalidade tem diminuído nos últimos 30 anos e, nos concelhos de Alcobaça e Nazaré, é muito notório e com reflexos no serviço de internamento de pediatria", afirma o administrador, adiantando que devido ao reduzido número de crianças internadas, não se justificava a continuidade da unidade de internamento.
Na opinião de António Ventura, a excelência dos serviços de pediatria dos hospitais de Caldas da Rainha e Leiria acabam por ser uma "mais-valia" para a prestação de melhores cuidados de saúde.
"Os serviços daquelas duas unidades hospitalares são muito bons, e como as distância são relativamente curtas, não fazia muito sentido existir este serviço", sublinha.
Espaço destinado aos cuidados paliativos
A administração do hospital vai propor ao Ministério da Saúde a transformação da recém-encerrada unidade de internamento de pediatria, num espaço destinado à prestação de cuidados paliativos. No âmbito desta unidade, é intenção da administração prestar serviços complementares, designadamente cuidados domiciliários por uma equipa médica e de enfermagem, apoio psicológico e espiritual aos utentes e à própria família.
Refira-se que o Hospital de Alcobaça presta apoio domiciliário gratuito há cerca de ano e meio, essencialmente aos utentes que ali foram operados e que tem dificuldades em se deslocar à unidade hospitalar para fazer os tratamentos.
In Diário de Leiria
quarta-feira, 3 de janeiro de 2007
Semáforos em Aljubarrota
Parece que os tempos vão passando e os semáforos de Aljubarrota continuam sem funcionar devidamente. Voltamos ao problema antigo que é o de já possuirmos os equipamentos mas não os pomos a funcionar...
Aqui fica uma engraçada e irónica chamada de atenção para o problema por parte do blogue vizinho de Aljubarrota.
Aqui fica uma engraçada e irónica chamada de atenção para o problema por parte do blogue vizinho de Aljubarrota.
Investimentos
Retirei do site da Rádio Cister o seguinte:
"A requalificação da zona de entre-os-rios, orçada em 1.200 milhão de euros, recebeu um financiamento de 500 mil euros (40%) ao abrigo de um contrato-programa assinado com a administração central, mas pode vir a beneficiar de 75% de financiamento se lhe forem atribuídas as sobras do III Quadro Comunitário de Apoio, verbas afectas a projectos que outras Câmaras Municipais não chegaram a concretizar."
Uma dúvida... Estamos a falar daquele espaço de 70m x 30m localizado entre a Biblioteca Municipal e a junção dos rios Alcoa e Baça? Ou a área é bem mais abrangente?
Serão necessários 1.200.000 euros de investimento neste pequeno espaço? Os 500.000 euros de subsídio não serão suficientes? Eu faria muito apenas com esta verba naquele espaço...
"A requalificação da zona de entre-os-rios, orçada em 1.200 milhão de euros, recebeu um financiamento de 500 mil euros (40%) ao abrigo de um contrato-programa assinado com a administração central, mas pode vir a beneficiar de 75% de financiamento se lhe forem atribuídas as sobras do III Quadro Comunitário de Apoio, verbas afectas a projectos que outras Câmaras Municipais não chegaram a concretizar."
Uma dúvida... Estamos a falar daquele espaço de 70m x 30m localizado entre a Biblioteca Municipal e a junção dos rios Alcoa e Baça? Ou a área é bem mais abrangente?
Serão necessários 1.200.000 euros de investimento neste pequeno espaço? Os 500.000 euros de subsídio não serão suficientes? Eu faria muito apenas com esta verba naquele espaço...
Turquel despediu-se do Dr. Joaquim Guerra
Centenas de pessoas participaram no último adeus ao médico Joaquim Guerra que faleceu no Sábado, aos 95 anos. O funeral do antigo Presidente do Hóquei clube de Turquel e do Ginásio Clube de Alcobaça realizou-se em Turquel perante centenas de pessoas, entre amigos, atletas e ex-atletas dos clubes que dirigiu, familiares e antigos doentes, que encheram, momentos antes, o Pavilhão do Hóquei Clube de Turquel para a Missa de corpo presente.
Aos seus familiares a Rádio Cister apresenta as suas condolências.
DR. Guerra O médico de Turquel
Começou montado a cavalo no exercício da sua profissão, a curar quem dele precisasse. Em 64 anos sanou muitos males, ajudou 5370 bebés a nascer. E ainda hoje veste a bata e arranca o dente a quem apareça à sua porta aflito de dor.
Joaquim Guerra senta-se numa cadeira forrada a fórmica. Atrás dele, noutra sala, está um pequeno fogão de dois bicos com uma panela que já cozeu muitas dentaduras. Em caixas de papelão, muitos dentinhos artificiais. O médico de Turquel entregou a sua carteira profissional em 2004, aos 93 anos. Ele era uma espécie de João Semana – curou achaques diversos, ajudou muita gente a nascer. E arrancou muitos dentes.
O médico nasceu em 1911 na Quinta de Vale de Ventos, um couto agrícola dos frades do Mosteiro de Alcobaça. Foi o terceiro de dez filhos. O pai dele trabalhava na pecuária e negociava com juntas de bois – ninguém imaginava que Joaquim pudesse um dia chegar à terra, doutor, formado em Coimbra, pronto a curar todos os males.
Sentado no consultório em Turquel, aos 93 anos, o dr. Guerra ainda tem a memória na ponta da língua; conta que na mocidade calcorreava a Serra dos Candeeiros e os campos à volta no lombo de um cavalo: "Sempre fui bom a galope". A habilidade para as coisas equestres deu-lhe na mocidade a alcunha de "O Cavaleiro", quando desfilava em Coimbra, muito aprumado, no Batalhão Universitário da Legião Portuguesa.
Já lá vamos. Acaba de entrar uma paciente antiga que pede ao doutor que a veja com urgência. O lugar do dente que ali tirou há dias dói-lhe como se ele ainda lá estivesse.
O Doutor Guerra não se faz de rogado. A mulher senta-se na cadeira de dentista – uma peça de museu. Os olhos perspicazes do médico brilham por detrás das lentes grossas dos seus óculos. Debruçado na boca da paciente, ele descobre o busílis da questão – o bocado de dente que restara de uma intervenção estomatológica difícil.
Tira da boca da mulher o que lá ficou e de caminho vai também embora uma "pipetazinha na cara". "Ela disse-me que andava apoquentada com aquilo, que ainda tinha de ir para o hospital em Lisboa". Eu disse-lhe: "Que disparate, não custa nada, arranco-lhe isso já aqui!". Assim foi. A paciente sai satisfeita: "Muito obrigada, senhor doutor".
A BATA EM VEZ DA FARDA
Joaquim Guerra remexe na gaveta de uma pequena mesa com pernas de ferro enferrujado, procura a carteira profissional. Não a encontra e fica arreliado. Lá se recompõe. "Eu fiz a instrução primária na Benedita. Ia a cavalo num burro para a escola, aí a uns seis quilómetros."
Quando aprende a ler e escrever, o pai dele acha que basta. Não fosse um curandeiro da terra intervir, Joaquim nunca tinha chegado longe nos bancos da escola. O progenitor convence-se. O rapaz vai de burro apanhar o comboio ao Valado, para ficar internado num colégio na Figueira da Foz.
Feito o quinto ano do liceu, ruma a Santarém para continuar os estudos e depois à capital. "Tinha um tio que era cónego, o Manuel Luís, prior na Sé Patriarcal de Lisboa; de modo que fui fazer os preparatórios para entrar na escola de guerra. Era a minha ideia, mas não tive notas que chegassem."
Ainda hoje, o Doutor Guerra ressente-se com o desaire. Com o nó da gravata muito apertadinho nos colarinhos direitos da entretela, o médico esquece o aprumo e confessa que em jovem não lhe passava pela cabeça curar males alheios - preferia a farda à bata branca. "Mas os meus colegas disseram-me: Vamos lá para o Porto que até é mais barato! Vamos para medicina!..."
Livre como um passarinho, Joaquim ruma à Invicta. "Chegámos sem saber ao que íamos, e ainda lá estive dois anos, tirando o primeiro ano do curso". E então a gente disse: "Vamo-nos embora daqui: isto é muito frio de Inverno e muito quente de Verão, ainda apanhamos alguma doença!"
Premonição certeira. Antes da partida, Joaquim adoece com tuberculose pulmonar. Fado difícil, ainda não há antibióticos.
Lá recupera. Com a cura, vem a aproximação ao Partido Comunista. Nas ruas do Porto olha condoído para as mulheres e raparigas do campo que procuram trabalho. "Era uma pobreza, dormiam em qualquer lado. No chão do corredor da pensão onde estávamos, e até mesmo no chão da rua."
O CAVALEIRO DE COIMBRA
Depressa esquece a política e a pobreza que lhe machuca a alma. Troca o Porto por Coimbra e lá faz os cinco anos do curso para médico. "O meio académico coimbrão não era grande petisco. Muito liberal, de uma liberdade que para os rapazes não é bom serviço."
Joaquim não nega a boa vida. Sentando no seu consultório, ainda hoje se ri malandro. Diz ele, tinha boa figura. "Mas fui sempre sério com as mulheres; nunca tive amantes."
Longe do Porto pobre, na Coimbra das festas estudantis, Joaquim aproveita. Torna-se comandante do Batalhão dos Universitários da Legião Portuguesa. A cavalo participa numa parada. E nisso sim, tira proveito. "E sobressaía! Durante quatro anos também desfilei na Queima das Fitas como cavaleiro tauromáquico. Eu enchia-me de vaidade que é um grande defeito que nos acompanha toda a vida", diz empertigando-se na cadeira, imitando o aprumo de outros tempos. Ele ainda tem o bigodinho à Clark Gable.
As serenatas, a vida nas repúblicas, a camaradagem na associação académica orientam-lhe os dias. Até para estudar, Joaquim prefere o ar livre do Jardim Botânico. Lê as sebentas em voz alta, enquanto o seu amigo Tibério Nunes bebe a ciência de ouvido.
Já pouco se lembra do pesar por ter ficado aquém nos exames para a escola de guerra. O que não impede que quando chega a oportunidade de servir a Pátria, se encha de brios e cumpra afincado dois meses em Estremoz, onde esteve colocado à espera dos comunistas.
Joaquim, que tinha cumprido serviço militar na Infantaria, tinha sido chamado. "A certa altura houve a Guerra Civil de Espanha (1936/1939), e nós fomos colocados junto à fronteira porque se supunha que os comunistas, vencendo, avançavam para Portugal ali por aquela zona. Lá estivemos. Ainda tenho saudades da rapaziada. Confesso que fiz um figurão mas o inimigo, esse nunca o vi".
Joaquim Guerra forma-se no final de 1940. Nesse ano, antes de regressar a casa para exercer clínica, ainda tem tempo para o último desmando da juventude. No dia em que a Académica derrota o Benfica por 5-4 na final da Taça de Portugal, termina a noite na esquadra do Rossio, depois de alcoolizados desacatos na Baixa de Lisboa. Tinha feito a festa pelo desaire benfiquista.
À MINGUA DE DOENTES
Com o canudo na mão, Joaquim Guerra regressa a contragosto a Turquel. Queria dedicar-se à cirurgia, mas o pai não está para lhe alimentar a ambição; corta-lhe a mesada. Cabisbaixo e cheio de saudades de Coimbra lá ruma a Turquel para começar a actividade de clínico em terra pequena.
O tempo passa, a família mima o médico novinho em folha, que de médico tem pouco - não tem doentes. "A minha mãe, coitadinha, condoía-se com o filhinho, tão doutor e sem nada para fazer."
Mas um dia, em casa dos Guerra, lá aparece um homem aflito, a pedir ajuda para o mal de pele que pôs a sua mulher de cama. Aparelha-se o cavalo do doutor. "E lá fui eu, direito que nem um fuso, para tratar a minha primeira paciente."
Na receita passa umas pomadas para a vermelhidão. Em vão. "Quando o homem me aparece a queixar-se que a mulher estava pior, fiquei tão triste..."
O mal acabou com mezinha caseira: óleo de trigo pincelado com uma pena de galinha, receita da mãe do Doutor Guerra. "Eu disse cá comigo: Ora abóbora, andei cinco anos a estudar para isto. Quando voltei a casa da mulher, já não ia tão emproado."
Aplicada a mezinha, a doente melhora a olhos vistos. A fama do doutor espalha-se de Turquel à sede do concelho, Alcobaça.
DO CAVALO AO OPEL
O antigo aluno de medicina em Coimbra lá se habitua à pasmaceira da vida rural - era um médico de aldeia, um João Semana, pau para toda a obra, sem qualquer especialidade. "Um médico no campo tem de saber aplicar um remediozinho nos olhos, nos ouvidos ou na garganta. Saber curar uma dor de barriga, fazer nascer bebés. Tive até de aprender a lidar com a humildade das pessoas". As consultas cobrava-as a cinco escudos, quem as podia pagar. Ao consultório em Turquel, abre outro na Benedita. Em 1954 é a vez de Rio Maior.
O doutor Guerra fez 5370 partos. Grande parte destes bebés foram depois seus afilhados. Um padrinho médico dava jeito - pela vida a fora, o Doutor Guerra nunca lhes cobrou consultas.
Há seis anos Joaquim Guerra, depois de ter tirado estomatologia em Espanha, ainda teve forças para ir às aulas da pós-graduação em ortodôncia na Universidade Moderna. "Para aperfeiçoar o tratamento da boca dos outros."
Longe vão os tempos em que de cavalo, primeiro, bicicleta e Opel à manivela, depois, o doutor ía onde houvesse um doente. No edifício do consultório de Turquel, contíguo à casa onde criou a sua família, Joaquim Guerra reconhece que tem vivido muitos anos na melhor profissão do mundo: a de ser médico e “aliviar quem padece”.
A SANTA IRMÃ
Sobre a lareira de sua casa, Joaquim Guerra tem um porta-retratos com a fotografia de uma Carmelita de seu nome religioso Maria da Conceição. É a sua irmã Isabel, risonha, no dia em que festejou os 50 anos de Carmelo. "Está a ver este sorriso?! Esta dentadura fui eu que lha fiz."
Duas das irmãs de Joaquim Guerra seguiram o Carmelo - Carminda e Isabel. O doutor não esconde a preferência por esta última, e emociona-se de cada vez que se lhe refere. "Ela viveu sempre muito honestamente, e só teve um pretendente: um rapaz muito recatado, que era farmacêutico. Ele nunca lhe tocou e ela era muito formosa, a mais formosa que havia! Era também uma excelente cavaleira e aquilo era preciso equilibrar bem porque eram bestas muito endiabradas."
Ainda hoje lhe custa a compreender porque aquela irmã tão bonita e prendada, aos 30 anos, se retirou. "Tenho pena de não a poder apresentar. Está no céu. Nem quando morreu saiu do Carmelo, ficou lá no cemitério, e pode não acreditar mas quando lhe abriram o caixão, ela resplandecia como luz. E eu disse: "É luz divina, passou por este mundo resplandecente, só quem acredita é que pode compreender."
FILOSOFIA AMOROSA
Joaquim Guerra casou no início da década de 30 com certa pequena de Lisboa que vinha de férias a Turquel. O seu pai era proprietário de uma confeitaria na Rua do Ouro. Três meses a namoriscar Irene Pereira, bastaram. Casou com ela. "Começámos a conversar mais intimamente e pouco depois casámos. Não é não preciso muito tempo para conhecer as pessoas, porque aquelas que andam na verdade e na sinceridade, e na modéstia, a gente conhece-as logo." Joaquim e Irene tiveram cinco filhos e "uma data de netos e bisnetos". Joaquim perdeu Irene há 13 anos.
In Rádio Cister
Text retirado de Correio da Manhã
Aos seus familiares a Rádio Cister apresenta as suas condolências.
DR. Guerra O médico de Turquel
Começou montado a cavalo no exercício da sua profissão, a curar quem dele precisasse. Em 64 anos sanou muitos males, ajudou 5370 bebés a nascer. E ainda hoje veste a bata e arranca o dente a quem apareça à sua porta aflito de dor.
Joaquim Guerra senta-se numa cadeira forrada a fórmica. Atrás dele, noutra sala, está um pequeno fogão de dois bicos com uma panela que já cozeu muitas dentaduras. Em caixas de papelão, muitos dentinhos artificiais. O médico de Turquel entregou a sua carteira profissional em 2004, aos 93 anos. Ele era uma espécie de João Semana – curou achaques diversos, ajudou muita gente a nascer. E arrancou muitos dentes.
O médico nasceu em 1911 na Quinta de Vale de Ventos, um couto agrícola dos frades do Mosteiro de Alcobaça. Foi o terceiro de dez filhos. O pai dele trabalhava na pecuária e negociava com juntas de bois – ninguém imaginava que Joaquim pudesse um dia chegar à terra, doutor, formado em Coimbra, pronto a curar todos os males.
Sentado no consultório em Turquel, aos 93 anos, o dr. Guerra ainda tem a memória na ponta da língua; conta que na mocidade calcorreava a Serra dos Candeeiros e os campos à volta no lombo de um cavalo: "Sempre fui bom a galope". A habilidade para as coisas equestres deu-lhe na mocidade a alcunha de "O Cavaleiro", quando desfilava em Coimbra, muito aprumado, no Batalhão Universitário da Legião Portuguesa.
Já lá vamos. Acaba de entrar uma paciente antiga que pede ao doutor que a veja com urgência. O lugar do dente que ali tirou há dias dói-lhe como se ele ainda lá estivesse.
O Doutor Guerra não se faz de rogado. A mulher senta-se na cadeira de dentista – uma peça de museu. Os olhos perspicazes do médico brilham por detrás das lentes grossas dos seus óculos. Debruçado na boca da paciente, ele descobre o busílis da questão – o bocado de dente que restara de uma intervenção estomatológica difícil.
Tira da boca da mulher o que lá ficou e de caminho vai também embora uma "pipetazinha na cara". "Ela disse-me que andava apoquentada com aquilo, que ainda tinha de ir para o hospital em Lisboa". Eu disse-lhe: "Que disparate, não custa nada, arranco-lhe isso já aqui!". Assim foi. A paciente sai satisfeita: "Muito obrigada, senhor doutor".
A BATA EM VEZ DA FARDA
Joaquim Guerra remexe na gaveta de uma pequena mesa com pernas de ferro enferrujado, procura a carteira profissional. Não a encontra e fica arreliado. Lá se recompõe. "Eu fiz a instrução primária na Benedita. Ia a cavalo num burro para a escola, aí a uns seis quilómetros."
Quando aprende a ler e escrever, o pai dele acha que basta. Não fosse um curandeiro da terra intervir, Joaquim nunca tinha chegado longe nos bancos da escola. O progenitor convence-se. O rapaz vai de burro apanhar o comboio ao Valado, para ficar internado num colégio na Figueira da Foz.
Feito o quinto ano do liceu, ruma a Santarém para continuar os estudos e depois à capital. "Tinha um tio que era cónego, o Manuel Luís, prior na Sé Patriarcal de Lisboa; de modo que fui fazer os preparatórios para entrar na escola de guerra. Era a minha ideia, mas não tive notas que chegassem."
Ainda hoje, o Doutor Guerra ressente-se com o desaire. Com o nó da gravata muito apertadinho nos colarinhos direitos da entretela, o médico esquece o aprumo e confessa que em jovem não lhe passava pela cabeça curar males alheios - preferia a farda à bata branca. "Mas os meus colegas disseram-me: Vamos lá para o Porto que até é mais barato! Vamos para medicina!..."
Livre como um passarinho, Joaquim ruma à Invicta. "Chegámos sem saber ao que íamos, e ainda lá estive dois anos, tirando o primeiro ano do curso". E então a gente disse: "Vamo-nos embora daqui: isto é muito frio de Inverno e muito quente de Verão, ainda apanhamos alguma doença!"
Premonição certeira. Antes da partida, Joaquim adoece com tuberculose pulmonar. Fado difícil, ainda não há antibióticos.
Lá recupera. Com a cura, vem a aproximação ao Partido Comunista. Nas ruas do Porto olha condoído para as mulheres e raparigas do campo que procuram trabalho. "Era uma pobreza, dormiam em qualquer lado. No chão do corredor da pensão onde estávamos, e até mesmo no chão da rua."
O CAVALEIRO DE COIMBRA
Depressa esquece a política e a pobreza que lhe machuca a alma. Troca o Porto por Coimbra e lá faz os cinco anos do curso para médico. "O meio académico coimbrão não era grande petisco. Muito liberal, de uma liberdade que para os rapazes não é bom serviço."
Joaquim não nega a boa vida. Sentando no seu consultório, ainda hoje se ri malandro. Diz ele, tinha boa figura. "Mas fui sempre sério com as mulheres; nunca tive amantes."
Longe do Porto pobre, na Coimbra das festas estudantis, Joaquim aproveita. Torna-se comandante do Batalhão dos Universitários da Legião Portuguesa. A cavalo participa numa parada. E nisso sim, tira proveito. "E sobressaía! Durante quatro anos também desfilei na Queima das Fitas como cavaleiro tauromáquico. Eu enchia-me de vaidade que é um grande defeito que nos acompanha toda a vida", diz empertigando-se na cadeira, imitando o aprumo de outros tempos. Ele ainda tem o bigodinho à Clark Gable.
As serenatas, a vida nas repúblicas, a camaradagem na associação académica orientam-lhe os dias. Até para estudar, Joaquim prefere o ar livre do Jardim Botânico. Lê as sebentas em voz alta, enquanto o seu amigo Tibério Nunes bebe a ciência de ouvido.
Já pouco se lembra do pesar por ter ficado aquém nos exames para a escola de guerra. O que não impede que quando chega a oportunidade de servir a Pátria, se encha de brios e cumpra afincado dois meses em Estremoz, onde esteve colocado à espera dos comunistas.
Joaquim, que tinha cumprido serviço militar na Infantaria, tinha sido chamado. "A certa altura houve a Guerra Civil de Espanha (1936/1939), e nós fomos colocados junto à fronteira porque se supunha que os comunistas, vencendo, avançavam para Portugal ali por aquela zona. Lá estivemos. Ainda tenho saudades da rapaziada. Confesso que fiz um figurão mas o inimigo, esse nunca o vi".
Joaquim Guerra forma-se no final de 1940. Nesse ano, antes de regressar a casa para exercer clínica, ainda tem tempo para o último desmando da juventude. No dia em que a Académica derrota o Benfica por 5-4 na final da Taça de Portugal, termina a noite na esquadra do Rossio, depois de alcoolizados desacatos na Baixa de Lisboa. Tinha feito a festa pelo desaire benfiquista.
À MINGUA DE DOENTES
Com o canudo na mão, Joaquim Guerra regressa a contragosto a Turquel. Queria dedicar-se à cirurgia, mas o pai não está para lhe alimentar a ambição; corta-lhe a mesada. Cabisbaixo e cheio de saudades de Coimbra lá ruma a Turquel para começar a actividade de clínico em terra pequena.
O tempo passa, a família mima o médico novinho em folha, que de médico tem pouco - não tem doentes. "A minha mãe, coitadinha, condoía-se com o filhinho, tão doutor e sem nada para fazer."
Mas um dia, em casa dos Guerra, lá aparece um homem aflito, a pedir ajuda para o mal de pele que pôs a sua mulher de cama. Aparelha-se o cavalo do doutor. "E lá fui eu, direito que nem um fuso, para tratar a minha primeira paciente."
Na receita passa umas pomadas para a vermelhidão. Em vão. "Quando o homem me aparece a queixar-se que a mulher estava pior, fiquei tão triste..."
O mal acabou com mezinha caseira: óleo de trigo pincelado com uma pena de galinha, receita da mãe do Doutor Guerra. "Eu disse cá comigo: Ora abóbora, andei cinco anos a estudar para isto. Quando voltei a casa da mulher, já não ia tão emproado."
Aplicada a mezinha, a doente melhora a olhos vistos. A fama do doutor espalha-se de Turquel à sede do concelho, Alcobaça.
DO CAVALO AO OPEL
O antigo aluno de medicina em Coimbra lá se habitua à pasmaceira da vida rural - era um médico de aldeia, um João Semana, pau para toda a obra, sem qualquer especialidade. "Um médico no campo tem de saber aplicar um remediozinho nos olhos, nos ouvidos ou na garganta. Saber curar uma dor de barriga, fazer nascer bebés. Tive até de aprender a lidar com a humildade das pessoas". As consultas cobrava-as a cinco escudos, quem as podia pagar. Ao consultório em Turquel, abre outro na Benedita. Em 1954 é a vez de Rio Maior.
O doutor Guerra fez 5370 partos. Grande parte destes bebés foram depois seus afilhados. Um padrinho médico dava jeito - pela vida a fora, o Doutor Guerra nunca lhes cobrou consultas.
Há seis anos Joaquim Guerra, depois de ter tirado estomatologia em Espanha, ainda teve forças para ir às aulas da pós-graduação em ortodôncia na Universidade Moderna. "Para aperfeiçoar o tratamento da boca dos outros."
Longe vão os tempos em que de cavalo, primeiro, bicicleta e Opel à manivela, depois, o doutor ía onde houvesse um doente. No edifício do consultório de Turquel, contíguo à casa onde criou a sua família, Joaquim Guerra reconhece que tem vivido muitos anos na melhor profissão do mundo: a de ser médico e “aliviar quem padece”.
A SANTA IRMÃ
Sobre a lareira de sua casa, Joaquim Guerra tem um porta-retratos com a fotografia de uma Carmelita de seu nome religioso Maria da Conceição. É a sua irmã Isabel, risonha, no dia em que festejou os 50 anos de Carmelo. "Está a ver este sorriso?! Esta dentadura fui eu que lha fiz."
Duas das irmãs de Joaquim Guerra seguiram o Carmelo - Carminda e Isabel. O doutor não esconde a preferência por esta última, e emociona-se de cada vez que se lhe refere. "Ela viveu sempre muito honestamente, e só teve um pretendente: um rapaz muito recatado, que era farmacêutico. Ele nunca lhe tocou e ela era muito formosa, a mais formosa que havia! Era também uma excelente cavaleira e aquilo era preciso equilibrar bem porque eram bestas muito endiabradas."
Ainda hoje lhe custa a compreender porque aquela irmã tão bonita e prendada, aos 30 anos, se retirou. "Tenho pena de não a poder apresentar. Está no céu. Nem quando morreu saiu do Carmelo, ficou lá no cemitério, e pode não acreditar mas quando lhe abriram o caixão, ela resplandecia como luz. E eu disse: "É luz divina, passou por este mundo resplandecente, só quem acredita é que pode compreender."
FILOSOFIA AMOROSA
Joaquim Guerra casou no início da década de 30 com certa pequena de Lisboa que vinha de férias a Turquel. O seu pai era proprietário de uma confeitaria na Rua do Ouro. Três meses a namoriscar Irene Pereira, bastaram. Casou com ela. "Começámos a conversar mais intimamente e pouco depois casámos. Não é não preciso muito tempo para conhecer as pessoas, porque aquelas que andam na verdade e na sinceridade, e na modéstia, a gente conhece-as logo." Joaquim e Irene tiveram cinco filhos e "uma data de netos e bisnetos". Joaquim perdeu Irene há 13 anos.
In Rádio Cister
Text retirado de Correio da Manhã
sexta-feira, 29 de dezembro de 2006
Para reflectir...
Um excelente post publicado no Capela do Desterro sobre Alcobaça e o seu papel no concelho.
Uma análise fantástica e de visita obrigatória.
Uma análise fantástica e de visita obrigatória.
2 em 1
Apressar a construção do edifício antiga Casa Espanhola
A Câmara de Alcobaça mandou apressar a construção do edifício que vai ocupar o lugar da antiga Casa Espanhola, em Alcobaça, que ruiu devido ao mau estado de conservação.
O vereador das obras particulares, Carlos Bonifácio, que considera urgente uma solução arquitectónica para aquele local, um dos principais acessos ao Mosteiro, garante ter dado todas as autorizações para o arranque da construção do imóvel que prevê vários fogos de habitação e espaços comerciais.
CDU quer saber do projecto da Junta de Freguesia de Alcobaça
A CDU quer saber o que foi feito do projecto da Câmara para a construção de uma nova sede para a Junta de Freguesia de Alcobaça.
A Câmara anunciou a aquisição de uma vivenda na Rua Raposo Magalhães, em Alcobaça, para a instalação de vários serviços, nomeadamente da Junta de Freguesia.
O vereador Rogério Raimundo quer explicações para o alegado abandono do projecto inicial que previa a construção de um edifício de raíz na Quinta da Conceição.
A Junta de Alcobaça, a funcionar na Rua D. Pedro V, tem falta de espaço e aguarda com expectativa a mudança para novas instalações mas a Presidente Manuela Pombo não se pronuncia ainda sobre esta possível solução em estudo
A antiga casa do "Juiz" de Alcobaça faz parte de uma lista de património do Ministério da Justiça a alienar e a Câmara já mostrou interesse no imóvel, situado perto da EB1 de Alcobaça e da Casa Povo, para instalar alguns serviços, embora tenha pensado, como prioridade, a instalação da Junta de Freguesia de Alcobaça.
In Rádio Cister
_______________________________________________________
Quanto à primeira, considero triste o cenário que assistimos em Alcobaça, uma cidade histórica, onde o património habitacional se vai degradando e mesmo ruíndo sem que se vão tomando medidas significativas. É triste este caso, onde só na mesma rua existem dois buracos resultantes de edifícios em ruína e um deles de valor arquitectónico elevado e que deveria ter sido conservado.
Em relação à Junta de Freguesia, também não concordo com a sua instalação numa vivenda. Sou contra a utilização de espaços que não foram concebidos para o efeito e neste caso concreto a utilização de um edifício de características residenciais para uso de uma instituição de serviços. Existem em Alcobaça edifícios criados exclusivamente para albergar empresas e serviços que estão dotados de melhores qualidades.
A Câmara de Alcobaça mandou apressar a construção do edifício que vai ocupar o lugar da antiga Casa Espanhola, em Alcobaça, que ruiu devido ao mau estado de conservação.
O vereador das obras particulares, Carlos Bonifácio, que considera urgente uma solução arquitectónica para aquele local, um dos principais acessos ao Mosteiro, garante ter dado todas as autorizações para o arranque da construção do imóvel que prevê vários fogos de habitação e espaços comerciais.
CDU quer saber do projecto da Junta de Freguesia de Alcobaça
A CDU quer saber o que foi feito do projecto da Câmara para a construção de uma nova sede para a Junta de Freguesia de Alcobaça.
A Câmara anunciou a aquisição de uma vivenda na Rua Raposo Magalhães, em Alcobaça, para a instalação de vários serviços, nomeadamente da Junta de Freguesia.
O vereador Rogério Raimundo quer explicações para o alegado abandono do projecto inicial que previa a construção de um edifício de raíz na Quinta da Conceição.
A Junta de Alcobaça, a funcionar na Rua D. Pedro V, tem falta de espaço e aguarda com expectativa a mudança para novas instalações mas a Presidente Manuela Pombo não se pronuncia ainda sobre esta possível solução em estudo
A antiga casa do "Juiz" de Alcobaça faz parte de uma lista de património do Ministério da Justiça a alienar e a Câmara já mostrou interesse no imóvel, situado perto da EB1 de Alcobaça e da Casa Povo, para instalar alguns serviços, embora tenha pensado, como prioridade, a instalação da Junta de Freguesia de Alcobaça.
In Rádio Cister
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Quanto à primeira, considero triste o cenário que assistimos em Alcobaça, uma cidade histórica, onde o património habitacional se vai degradando e mesmo ruíndo sem que se vão tomando medidas significativas. É triste este caso, onde só na mesma rua existem dois buracos resultantes de edifícios em ruína e um deles de valor arquitectónico elevado e que deveria ter sido conservado.
Em relação à Junta de Freguesia, também não concordo com a sua instalação numa vivenda. Sou contra a utilização de espaços que não foram concebidos para o efeito e neste caso concreto a utilização de um edifício de características residenciais para uso de uma instituição de serviços. Existem em Alcobaça edifícios criados exclusivamente para albergar empresas e serviços que estão dotados de melhores qualidades.
Vasco Trancoso no Centro Hospitalar até 2010
O médico Vasco Trancoso foi reconduzido pelo ministro da Saúde como presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar das Caldas da Rainha (CHCR), do qual fazem parte o Hospital Distrital e o Hospital Termal.
O despacho do Ministro da Saúde, Correia de Campos, data de 4 de Dezembro, mas o novo mandato contou a partir do dia 23, uma vez que o anterior terminava a 22 deste mês.
Vasco Trancoso diz-se sensibilizado com a sua recondução "pela confiança depositada em mim" e disse ter aceite mais este desafio por considerar que não podia "abandonar o barco" numa altura em que estão para arrancar projectos importantes para o CHCR. Em causa está o projecto de relançamento do termalismo e a reestruturação dos serviços de saúde na região Oeste. Ambas as questões deverão ter um desenlace durante o próximo trimestre. "Este é um mandato quase obrigatório de cumprir", comentou.
A Administração Regional de Saúde do Centro tem estado a estudar qual a proposta a fazer para a concessão das águas termais. Na passada sexta-feira, dia 22, o presidente da ARS esteve nas Caldas reunido com autarcas sobre esta questão. Segundo o presidente da Câmara ainda não existem decisões sobre a matéria.
Daniel Bessa lidera um grupo que está a fazer um estudo para reorganização dos hospitais das Caldas, Alcobaça, Peniche e Torres Vedras. "Vão ser apresentadas soluções a curto, médio e longo prazo", referiu Vasco Trancoso.
O responsável salientou ainda que no primeiro trimestre de 2007 irá estar a funcionar o remodelado serviço de pediatria do Hospital Distrital.
Vasco Trancoso afirmou ao nosso jornal que este será o último mandato que fará como presidente do conselho de administração por considerar que 10 anos são o máximo de tempo em que se deve ocupar este cargo.
O restante elenco do conselho de administração mantém-se em funções até ao final do respectivo mandato, mas poderá haver alterações no início do próximo ano.
In Oeste Online
O despacho do Ministro da Saúde, Correia de Campos, data de 4 de Dezembro, mas o novo mandato contou a partir do dia 23, uma vez que o anterior terminava a 22 deste mês.
Vasco Trancoso diz-se sensibilizado com a sua recondução "pela confiança depositada em mim" e disse ter aceite mais este desafio por considerar que não podia "abandonar o barco" numa altura em que estão para arrancar projectos importantes para o CHCR. Em causa está o projecto de relançamento do termalismo e a reestruturação dos serviços de saúde na região Oeste. Ambas as questões deverão ter um desenlace durante o próximo trimestre. "Este é um mandato quase obrigatório de cumprir", comentou.
A Administração Regional de Saúde do Centro tem estado a estudar qual a proposta a fazer para a concessão das águas termais. Na passada sexta-feira, dia 22, o presidente da ARS esteve nas Caldas reunido com autarcas sobre esta questão. Segundo o presidente da Câmara ainda não existem decisões sobre a matéria.
Daniel Bessa lidera um grupo que está a fazer um estudo para reorganização dos hospitais das Caldas, Alcobaça, Peniche e Torres Vedras. "Vão ser apresentadas soluções a curto, médio e longo prazo", referiu Vasco Trancoso.
O responsável salientou ainda que no primeiro trimestre de 2007 irá estar a funcionar o remodelado serviço de pediatria do Hospital Distrital.
Vasco Trancoso afirmou ao nosso jornal que este será o último mandato que fará como presidente do conselho de administração por considerar que 10 anos são o máximo de tempo em que se deve ocupar este cargo.
O restante elenco do conselho de administração mantém-se em funções até ao final do respectivo mandato, mas poderá haver alterações no início do próximo ano.
In Oeste Online
JS de Alcobaça muito à frente
O Blogue da JS-Alcobaça está tão de olhos no futuro que até os posts já são escritos a partir de lá... :-)
Primeira ETAR para suiniculturas será adjudicada em Janeiro na região Oeste
O processo de saneamento das suiniculturas na região Oeste vai dar o primeiro passo concreto em Janeiro, com a adjudicação da primeira Estação de Tratamento de Águas (ETAR) do Ribatejo, anunciou o governador civil de Leiria.
No final de uma reunião da comissão de acompanhamento do projecto de sa neamento dos efluentes suinícolas nas bacias dos rios Tornada, Real e Arnóia, José Miguel Medeiros revelou que a primeira obra no terreno vai ser adjudicada em Janeiro, cabendo depois ao consórcio vencedor a responsabilidade de concepção e construção da ETAR.
A ETAR de São Martinho do Porto, orçada em seis a sete milhões de euros , será a primeira a ser construída de acordo com o projecto global de saneamento do sector que deverá estar concluído até Julho de 2009.
Segundo Pedro Alves, vice-presidente da Trevoeste - empresa que represe nta as associações de suinicultores da região -, a adjudicação ainda em Janeiro vai permitir obter apoios comunitários ainda do actual Quadro Comunitário de Apo io, estando prevista uma comparticipação estatal de 30 por cento, através dos mi nistérios do Ambiente e Agricultura.
Houve uma "janela de oportunidade" para obter apoios comunitários pelo que os suinicultores decidiram acelerar a adjudicação da ETAR de São Martinho do Porto, explicou Pedro Alves.
Até Julho de 2007, deverão ser adjudicadas as outras duas ETAR`s do pro jecto, em Tornada (entre 15 e 17 milhões de euros) e no rio Real/Arnóia (entre 0 7 e 09 milhões).
Por seu turno, o governador civil considerou que a "Trevoeste tem feito um excelente trabalho", recuperando o tempo perdido que havia em relação ao pro jecto de Leiria, que também já arrancou.
No Oeste, existem cerca de 500 suinicultores com cerca de 290 mil anima is, a maior parte deles concentrados nos concelhos de Alcobaça e Caldas da Rainh a.
Até que as ETAR entrem em funcionamento, a Direcção Regional de Agric ultura e a Trevoeste estão a preparar um "processo simplificado" para regulariza ção das explorações e as descargas nesta fase intermédia, seja por despejo em me io hídrico ou espalhamento em terrenos agrícolas como adubo.
"Depois do sistema estar a funcionar, quem não aderir e não tratar os s eus efluentes vai ter de fechar" a exploração, avisou José Miguel Medeiros, que promete uma "fiscalização apertadíssima" junto de quem desrespeite as normas até porque se trata de um "caso de saúde pública", considerou o governador civil.
In Lusa
No final de uma reunião da comissão de acompanhamento do projecto de sa neamento dos efluentes suinícolas nas bacias dos rios Tornada, Real e Arnóia, José Miguel Medeiros revelou que a primeira obra no terreno vai ser adjudicada em Janeiro, cabendo depois ao consórcio vencedor a responsabilidade de concepção e construção da ETAR.
A ETAR de São Martinho do Porto, orçada em seis a sete milhões de euros , será a primeira a ser construída de acordo com o projecto global de saneamento do sector que deverá estar concluído até Julho de 2009.
Segundo Pedro Alves, vice-presidente da Trevoeste - empresa que represe nta as associações de suinicultores da região -, a adjudicação ainda em Janeiro vai permitir obter apoios comunitários ainda do actual Quadro Comunitário de Apo io, estando prevista uma comparticipação estatal de 30 por cento, através dos mi nistérios do Ambiente e Agricultura.
Houve uma "janela de oportunidade" para obter apoios comunitários pelo que os suinicultores decidiram acelerar a adjudicação da ETAR de São Martinho do Porto, explicou Pedro Alves.
Até Julho de 2007, deverão ser adjudicadas as outras duas ETAR`s do pro jecto, em Tornada (entre 15 e 17 milhões de euros) e no rio Real/Arnóia (entre 0 7 e 09 milhões).
Por seu turno, o governador civil considerou que a "Trevoeste tem feito um excelente trabalho", recuperando o tempo perdido que havia em relação ao pro jecto de Leiria, que também já arrancou.
No Oeste, existem cerca de 500 suinicultores com cerca de 290 mil anima is, a maior parte deles concentrados nos concelhos de Alcobaça e Caldas da Rainh a.
Até que as ETAR entrem em funcionamento, a Direcção Regional de Agric ultura e a Trevoeste estão a preparar um "processo simplificado" para regulariza ção das explorações e as descargas nesta fase intermédia, seja por despejo em me io hídrico ou espalhamento em terrenos agrícolas como adubo.
"Depois do sistema estar a funcionar, quem não aderir e não tratar os s eus efluentes vai ter de fechar" a exploração, avisou José Miguel Medeiros, que promete uma "fiscalização apertadíssima" junto de quem desrespeite as normas até porque se trata de um "caso de saúde pública", considerou o governador civil.
In Lusa
Cine-Teatro de Alcobaça // [Jan'07]

[Clique para ampliar]
Cine-Teatro Municipal de Alcobaça
Morada: Rua Afonso de Albuquerque, 2460-061 Alcobaça
Telefone 262 580 890 | FAX 262 580 891
e-mail: cine.teatro@cm-alcobaca.pt
www.cm-alcobaca.pt
terça-feira, 26 de dezembro de 2006
Município de Alcobaça adere a Fundo de Apoio às Micro-empresas
Conforme havia sido anunciado pela voz do Presidente da Câmara, Gonçalves Sapinho, na Sessão de Abertura do Seminário de Empreendedorismo e Inovação do Oeste, no passado mês de Outubro, o Município de Alcobaça deliberou assinar o Protocolo de Adesão ao Programa Finicia. Este programa do IAPMEI, com implementação regional coordenada por parte da ADRO, tem por objectivo colocar à disposição das Micro e Pequenas Empresas do Concelho de Alcobaça um produto financeiro inovador e atractivo quando comparado com os produtos da mesma natureza disponibilizados pelo mercado.
Assim, será constituído um Fundo no valor de 500.000€, no qual o Município comparticipa com 100.000€, estando essa verba prevista no Orçamento da Despesa para 2007 aprovado na Assembleia Municipal de 14 de Dezembro passado. Este Fundo aplica-se à área geográfica do Concelho de Alcobaça, destinando-se a ser utilizado no financiamento de pequenos projectos de investimento nos sectores da Indústria, Comércio, Turismo, Construção e Serviços. Podem ser objecto de financiamento pelo Fundo os projectos de micro e pequenas empresas, tal como definidas na Recomendação da Comissão Europeia 2003/361/CE, de 06/05/2003. Os investimentos a realizar por empresas já constituídas e em actividade será financiado pelo Fundo em até 100% das despesas definidas nos termos do artigo 7º e com um limite máximo de 45.000 € por projecto.
Para recepção das candidaturas e prestação de informação aos interessados será criado um Gabinete de Apoio ao Empreendedor que prestará ainda informações de diversa natureza, todas elas relacionadas com o mundo empresarial e negócios.
Trata-se de uma medida de incentivo ao empreendedorismo que visa incentivar a criação de postos de trabalho e dinamizar o sector empresarial concelhio ao nível das micro-empresas.
(Para mais informações contactar o Gabinete de Apoio ao Empreendedor da CMA, a partir de 2 de Janeiro 2007)
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
Assim, será constituído um Fundo no valor de 500.000€, no qual o Município comparticipa com 100.000€, estando essa verba prevista no Orçamento da Despesa para 2007 aprovado na Assembleia Municipal de 14 de Dezembro passado. Este Fundo aplica-se à área geográfica do Concelho de Alcobaça, destinando-se a ser utilizado no financiamento de pequenos projectos de investimento nos sectores da Indústria, Comércio, Turismo, Construção e Serviços. Podem ser objecto de financiamento pelo Fundo os projectos de micro e pequenas empresas, tal como definidas na Recomendação da Comissão Europeia 2003/361/CE, de 06/05/2003. Os investimentos a realizar por empresas já constituídas e em actividade será financiado pelo Fundo em até 100% das despesas definidas nos termos do artigo 7º e com um limite máximo de 45.000 € por projecto.
Para recepção das candidaturas e prestação de informação aos interessados será criado um Gabinete de Apoio ao Empreendedor que prestará ainda informações de diversa natureza, todas elas relacionadas com o mundo empresarial e negócios.
Trata-se de uma medida de incentivo ao empreendedorismo que visa incentivar a criação de postos de trabalho e dinamizar o sector empresarial concelhio ao nível das micro-empresas.
(Para mais informações contactar o Gabinete de Apoio ao Empreendedor da CMA, a partir de 2 de Janeiro 2007)
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
domingo, 24 de dezembro de 2006
segunda-feira, 18 de dezembro de 2006
quinta-feira, 14 de dezembro de 2006
Red Line ao Vivo na Pensão Mosteiro

A novíssima banda alcobacense Red Line, vai dar um espectáculo na noite do próximo sábado, 16 de Dezembro, em Alcobaça, na Pensão Mosteiro. Esse concerto está integrado na Festa de Natal da Associação de Estudantes da Escola Secundária D. Pedro I, em Alcobaça.
Comunidade dos Países de Língua oficial Portuguesa escolheu Alcobaça
A CPLP – Comunidade dos Países de Língua oficial Portuguesa - escolheu Alcobaça para o arranque de um conjunto de iniciativas que, nos próximos meses, vão assinalar os 10 anos deste grupo de países.
Lauro Moreira, embaixador da Missão do Brasil junto da CPLP, veio até a Alcobaça para apresentar a nova embaixada em Lisboa e presidir ao arranque das comemorações dos 10 anos da Comunidade.
A missão do embaixador vai ser a de aproximar os oito países da Comunidade através da língua, da cultura e da história que os une, embora as diferenças sejam, ainda, um obstáculo dificil de ultrapassar.
Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe constituem a CPLP. A defesa da unidade essencial da língua portuguesa foi alvo, em 1990, de um acordo ortográfico com vista à normalização do vocabulário que, apesar de soar igual, se escreve de maneira diferente nestes 8 países que usam a mesma língua.
In Rádio Cister
Lauro Moreira, embaixador da Missão do Brasil junto da CPLP, veio até a Alcobaça para apresentar a nova embaixada em Lisboa e presidir ao arranque das comemorações dos 10 anos da Comunidade.
A missão do embaixador vai ser a de aproximar os oito países da Comunidade através da língua, da cultura e da história que os une, embora as diferenças sejam, ainda, um obstáculo dificil de ultrapassar.
Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe constituem a CPLP. A defesa da unidade essencial da língua portuguesa foi alvo, em 1990, de um acordo ortográfico com vista à normalização do vocabulário que, apesar de soar igual, se escreve de maneira diferente nestes 8 países que usam a mesma língua.
In Rádio Cister
terça-feira, 12 de dezembro de 2006
Cine-Teatro de Alcobaça // [17 A 27 dez '06]

[Clique na imagem para ampliar]
O Cine-Teatro deseja-lhe um FELIZ NATAL e próspero 2007!
http://www.cm-alcobaca.pt/index.php?ID=31
Festa de Natal no Clinic
O bar Clinic em Alcobaça vai realizar no próximo dia 22 de Dezembro a segunda edição da sua festa de Natal. O cartaz é muito bem recheado e conta com os nomes Norton, The Gift, Rodrigo Leão, Mesa, Loto e Cindy Kat. A não perder!!!
Os bilhetes estão à venda no local e custam 10 euros.
Os bilhetes estão à venda no local e custam 10 euros.
segunda-feira, 11 de dezembro de 2006
Brad Mehldau a solo em Janeiro em três palcos portugueses
O pianista esgotou o Grande Auditório do CCB em 2005O pianista Brad Mehldau realiza três espectáculos a solo em Portugal no próximo mês de Janeiro, deslocando-se a Braga, Lisboa e Alcobaça.
Brad Mehldau actua dia 23 de Janeiro no Theatro Circo, em Braga, no dia seguinte no Grande Auditório do Centro Cultural de Belém (CCB), em Lisboa, e encerra esta digressão em Alcobaça, dia 25, no Cine-Teatro local.
O pianista, com formação clássica, apresentou-se no ano passado em Lisboa, em trio, tendo esgotado o Grande Auditório do CCB.
Dedicado ao jazz, Mehldau faz uma fusão musical nas teclas do seu piano, onde se notam referências de Beethoven, Schumann, Bill Evans ou Keith Jarret.
Desde 1995 editou já 15 álbuns, a solo, em trio, ou em duo com outros músicos ou cantores, como recentemente com a soprano Renée Fleming.
"Love sublime" foi o título do seu álbum com Fleming, editado no ano passado, quando lançou também "House on hill" com o seu trio e ainda "Metheny Mehldau" com o guitarrista Pat Metheny.
O pianista, de 37 anos, tem também participado em várias bandas sonoras e fez já uma "revisão pessoal" de temas dos Radiohead, Beatles, Paul Simon e Nick Drake.
A solo, a sua composição espraia-se pelos mais diferentes territórios musicais acentuando o improviso.
A crítica especializada tem-no qualificado de "músico mais arrojado" e aponta-o como "um dos mais inovadores".
In Diario de Notícias(Funchal)
Brad Mehldau actua dia 23 de Janeiro no Theatro Circo, em Braga, no dia seguinte no Grande Auditório do Centro Cultural de Belém (CCB), em Lisboa, e encerra esta digressão em Alcobaça, dia 25, no Cine-Teatro local.
O pianista, com formação clássica, apresentou-se no ano passado em Lisboa, em trio, tendo esgotado o Grande Auditório do CCB.
Dedicado ao jazz, Mehldau faz uma fusão musical nas teclas do seu piano, onde se notam referências de Beethoven, Schumann, Bill Evans ou Keith Jarret.
Desde 1995 editou já 15 álbuns, a solo, em trio, ou em duo com outros músicos ou cantores, como recentemente com a soprano Renée Fleming.
"Love sublime" foi o título do seu álbum com Fleming, editado no ano passado, quando lançou também "House on hill" com o seu trio e ainda "Metheny Mehldau" com o guitarrista Pat Metheny.
O pianista, de 37 anos, tem também participado em várias bandas sonoras e fez já uma "revisão pessoal" de temas dos Radiohead, Beatles, Paul Simon e Nick Drake.
A solo, a sua composição espraia-se pelos mais diferentes territórios musicais acentuando o improviso.
A crítica especializada tem-no qualificado de "músico mais arrojado" e aponta-o como "um dos mais inovadores".
In Diario de Notícias(Funchal)
Galeria do Mosteiro de Alcobaça inaugura exposição de presépios
O Mosteiro de Alcobaça inaugurou, no dia 8 de Dezembro, uma exposição sobre presépios na Galeria de Exposições Temporárias da Ala Sul que se prolonga até 6 de Janeiro, Dia de Reis. A mostra inclui presépios de artistas portugueses consagrados, como José Aurélio ou Ferreira da Silva, mas também presépios de outros artistas nacionais e estrangeiros, nomeadamente, Brasil, Alemanha e Peru, e uma homenagem ao ceramista João Santos, recentemente desaparecido. Numa das alas, a organização reservou também um espaço para presépios construídos por alunos das escolas primárias do concelho.
[Ler mais, no Tinta Fresca]
Pode consultar algumas fotografias do evento no blogue Comentar a nossa terra.
[Ler mais, no Tinta Fresca]
Pode consultar algumas fotografias do evento no blogue Comentar a nossa terra.
The Gift no CCB: Calor Alcobacense
"Fácil de Entender" foi o mote para a estreia em nome próprio dos The Gift no Grande Auditório do Centro Cultural de Belém, em Lisboa. Em noite gelada, valeu aos presentes o calor transmitido pelas canções dos quatro de Alcobaça, que parecem prolongar em palco toda a boa forma patenteada na recente edição.
[Ler mais, no Disco Digital]
[Ler mais, no Disco Digital]
sexta-feira, 8 de dezembro de 2006
Mosteiro de Alcobaça
Como uma das 7 Maravilhas de Portugal
Tal como mencionado no post anterior, o Mosteiro de Alcobaça é um dos candidatos disponíveis para votação na eleição das 7 maravilhas nacionais.
Num desafio proposto por um alcobacense, Henrique Bértolo, poderíamos mobilizar toda a comunidade Alcobacense que vê o nosso mosteiro como um justo eleito, e contribuír para a votação que está a decorrer. Os resultados serão apresentados no dia 07/07/2007.
Vamos lá participar e elevar o nome do nosso concelho!
A votação pode ser feita aqui: http://www.7maravilhas.pt/index.html
Tal como mencionado no post anterior, o Mosteiro de Alcobaça é um dos candidatos disponíveis para votação na eleição das 7 maravilhas nacionais.
Num desafio proposto por um alcobacense, Henrique Bértolo, poderíamos mobilizar toda a comunidade Alcobacense que vê o nosso mosteiro como um justo eleito, e contribuír para a votação que está a decorrer. Os resultados serão apresentados no dia 07/07/2007.
Vamos lá participar e elevar o nome do nosso concelho!
A votação pode ser feita aqui: http://www.7maravilhas.pt/index.html
"Sete Maravilhas de Portugal"
Pena, Jerónimos e Fortaleza de Sagres entre candidatos
O Palácio Nacional da Pena, em Sintra, o mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa, e a Fortaleza de Sagres são três dos 21 monumentos nacionais candidatos às "Sete Maravilhas de Portugal", cuja lista foi divulgada hoje.
A lista foi divulgada no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, numa cerimónia que contou com a presença da ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima, que foi a primeira a votar na eleição das "Novas Sete Maravilhas do Mundo", que arrancou em paralelo com a votação dos monumentos nacionais.
O castelos de Almourol, Guimarães, Marvão e Óbidos, o Convento de Cristo, o Convento e Basílica de Mafra, as Fortificações de Monsaraz, a Igreja de São Francisco, a Igreja e Torre dos Clérigos e os Mosteiros da Batalha e de Alcobaça são outros monumentos em que os portugueses podem votar a partir de hoje.
Na lista marcam também presença o Paço Ducal de Vila Viçosa, os Paços da Universidade, o Palácio de Mateus, o Palácio Nacional de Queluz, as Ruínas de Conímbriga, o Templo Romano de Évora e a Torre de São Vicente de Belém.
Com apoio do Ministério da Cultura, duas empresas portuguesas decidiram lançar uma votação nacional para envolver e motivar os portugueses a participar na votação global.
Cada pessoa pode votar sete vezes em sete candidatos diferentes para eleger as sete maravilhas arquitectónicas, arqueológicas ou religiosas existentes em Portugal.
A pré-selecção dos monumentos funcionou de forma semelhante para ambas as votações.
De um universo de 793 candidatos, uma equipa de sete especialistas na área do património escolheu um leque de 77 monumentos nacionais.
Um conselho mais alargado, constituído por arquitectos, historiadores, cientistas, arqueólogos, professores e figuras ligadas às artes e à política, reduziu para 21 os monumentos candidatos às Sete Maravilhas de Portugal.
A votação é semelhante para as duas iniciativas, gratuitamente nos sites www.7maravilhas.pt (nacional) ou em www.new7wonders.com (internacional) ou, por dois dólares (cerca de 1,5 euros), via telefone ou SMS.
In SIC Online
O Palácio Nacional da Pena, em Sintra, o mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa, e a Fortaleza de Sagres são três dos 21 monumentos nacionais candidatos às "Sete Maravilhas de Portugal", cuja lista foi divulgada hoje.
A lista foi divulgada no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, numa cerimónia que contou com a presença da ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima, que foi a primeira a votar na eleição das "Novas Sete Maravilhas do Mundo", que arrancou em paralelo com a votação dos monumentos nacionais.
O castelos de Almourol, Guimarães, Marvão e Óbidos, o Convento de Cristo, o Convento e Basílica de Mafra, as Fortificações de Monsaraz, a Igreja de São Francisco, a Igreja e Torre dos Clérigos e os Mosteiros da Batalha e de Alcobaça são outros monumentos em que os portugueses podem votar a partir de hoje.
Na lista marcam também presença o Paço Ducal de Vila Viçosa, os Paços da Universidade, o Palácio de Mateus, o Palácio Nacional de Queluz, as Ruínas de Conímbriga, o Templo Romano de Évora e a Torre de São Vicente de Belém.
Com apoio do Ministério da Cultura, duas empresas portuguesas decidiram lançar uma votação nacional para envolver e motivar os portugueses a participar na votação global.
Cada pessoa pode votar sete vezes em sete candidatos diferentes para eleger as sete maravilhas arquitectónicas, arqueológicas ou religiosas existentes em Portugal.
A pré-selecção dos monumentos funcionou de forma semelhante para ambas as votações.
De um universo de 793 candidatos, uma equipa de sete especialistas na área do património escolheu um leque de 77 monumentos nacionais.
Um conselho mais alargado, constituído por arquitectos, historiadores, cientistas, arqueólogos, professores e figuras ligadas às artes e à política, reduziu para 21 os monumentos candidatos às Sete Maravilhas de Portugal.
A votação é semelhante para as duas iniciativas, gratuitamente nos sites www.7maravilhas.pt (nacional) ou em www.new7wonders.com (internacional) ou, por dois dólares (cerca de 1,5 euros), via telefone ou SMS.
In SIC Online
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