sexta-feira, 8 de junho de 2007

Alcobaça tem cinco praias de Ouro

Alcobaça tem cinco praias de Ouro. A classificação é da QUERCUS e teve em conta a qualidade da água do mar nos últimos cinco anos

Água de Medeiros, Légua, Pedra do Ouro, Polvoeira, em Pataias, e São Martinho do Porto foram consideradas pela associação ambientalista Quercus como praias excelentes. Para atribuir esta classificação, a QUERCUS exige que as análises à qualidade da água nos últimos cinco anos tenham tido “bom” como resultado mas Francisco Ferreira, dirigente da Associação, garante que os critérios deste organismo são ainda mais exigentes que os que levam à atribuição da bandeira azul que, no entanto, para além da qualidade da água, avalia os acessos, os apoios de praia e a qualidade da areia.

O resultado obtido por Alcobaça neste estudo a nível nacional da QUERCUS foi comentado pelo Presidente da CMA como uma prova de que acções de despoluição e dos avultados investimentos no tratamento dos esgotos no concelho de Alcobaça têm compensado. Apesar de admitir que existem algumas situações para resolver nas praias classificadas de “ouro” pela QUERCUS, Gonçalves Sapinho considera que estes galardões, agora atribuidos, motivam a Câmara a continuar a investir nas Estações de Tratamento de Águas residuais para os esgotos domésticos e das pecuárias, que existem às centenas no concelho de Alcobaça e que têm contribuido para a poluição dos solos e linhas de água.

Para além das praias de Alcobaça, a QUERCUS também considerou de ouro as praias da Nazaré e S. Pedro de Moel, na Marinha Grande.
In Rádio Cister

Os Alcobacenses e o Mosteiro

Da colega Lúcia Duarte, do Comentar a Nossa Terra retirei um post que considero pertinente. Aqui vai:


Alcobaça tem muitas maravilhas que podem e devem ser mostradas aos turistas e principalmente aos alcobacenses.
partilho a ideia de um colega nosso de blogs, onde ele pergunta - quantos alcobacenses conhecem o mosteiro?
e vão votar nele só pela fachada?
NÂO!

então vou ter de deixar aqui uma critica (que espero que vejam como construitiva).

Em Lisboa, quem provar que lá reside não paga entrada.
Aqui, para ver o mosteiro (e notem, sem ninguém que os acompanhe e conte a sua história) cada cidadão paga 4.50€.

quem é que vai com a familia ver o mosteiro, sair de lá sem sequer o conhecer, ir para casa e votar nele?

parece lógico?

alunos e professores não pagam (e, com sorte esses professores até lhes contam a história e chamam a atenção para alguns pormenores arquitectónicos)

7 Maravilhas - Quer ir ao Estádio da Luz, dia 7 de Julho, assistir ao espectáculo final das 7W?

Por iniciativa da C.M.A.

Quer ir ao Estádio da Luz, dia 7 de Julho, assistir à Cerimónia de Consagração das 7 Novas Maravilhas Nacionais e do Mundo, com bilhete pago e transporte?

Então, é fácil!

O TRUQUE É VOTAR!

Até 30 de Junho, vote no Mosteiro de Alcobaça o máximo de vezes possíveis e, nesse mesmo dia, apresente-nos as suas facturas telefónicas detalhadas.

Os dez maiores votantes ganham um bilhete para a Cerimónia de 07/07/07 no Estádio da Luz.

Regulamento do concurso:
- Concurso válido apenas para residentes no Concelho de Alcobaça;
- Apenas são consideradas válidas facturas detalhadas, independentemente do operador telefónico;
- Cada concorrente só poderá apresentar facturas de um único número telefónico, independentemente dos meses em questão;
- Os vencedores deverão estar disponíveis para estar em Lisboa no dia 6 de Julho, às 17 horas, para o ensaio geral, e no dia 7 de Julho às 17horas.

Para além da participação os intervenientes poderão, depois, ocupar um local nas primeiras filas do Estádio de forma a acompanharem a cerimónia das 7 Maravilhas do Mundo.

A organização responsabilizar-se-á, pela alimentação no dia 7 de Julho e garantirá o acesso à cerimónia.

As autarquias serão responsáveis pelo transporte e alimentação, no dia 6 de Julho, e pelo traje que caracterizará cada um dos monumentos.

Os vencedores comprometem-se a vestir o traje alusivo ao Mosteiro de Alcobaça (túnica branca) durante a cerimónia e nos ensaios.

Os bilhetes serão entregues à entrada do autocarro, em Alcobaça, no dia 7 de Julho.

A Câmara Municipal divulgará através do seu site o local onde devem ser apresentadas as facturas, no dia 30 de Junho.

Garanta já o seu lugar!

quarta-feira, 6 de junho de 2007

Prémio De Revelação Artística "D. Benta de Aguiar"

PRADBA 2007

ENSAIO – TEXTO LITERÁRIO – PINTURA – DESENHO
ESCULTURA – FOTOGRAFIA – VÍDEO

1º Classificado – 1 500 Euros
2º Classificado - 750 Euros
3º Classificado - 250 Euros
Menções honrosas - 150 Euros cada

DATA LIMITE PARA A RECEPÇÃO DOS TRABALHOS: 31 de Dezembro de 2007
CERIMÓNIA DE ENTREGA DO PRÉMIO: 7 de Junho de 2008
EXIBIÇÃO DOS TRABALHOS: 14 de Junho a 31 de Julho de 2008
LEVANTAMENTO DOS TRABALHOS: 1 a 17 de Agosto de 2008

Regulamento disponível em www.bazardasmonjas.blogspot.com

Informações
Bazar das Monjas de Coz
R. Prof. José dos Santos Teodoro, 24
2460–396 Coz, Alcobaça, Portugal
Tel. & Fax 262 544 227
bazardasmonjas@gmail.com

OBJECTIVO
O Prémio de Revelação Artística D. Benta de Aguiar (PRADBA), instituído pelo Bazar das Monjas de Coz no dia do seu 3º Aniversário, a 5 de Junho de 2007, pretende contribuir simultaneamente para a descoberta de novos valores no campo das artes e para a divulgação da riqueza cultural e patrimonial existente na Freguesia de Coz, Concelho de Alcobaça, onde pontifica o Mosteiro de Santa Maria de Coz, monumento fundado em 1279 e que, no século XVI, viria a ser transformado na casa conventual das monjas da Ordem feminina de Cister, situação em que se manteve até à extinção das ordens religiosas ocorrida em 1834.

RAZÃO HISTÓRICA
Sobressai na história do Mosteiro de Sta. Maria de Coz o período fulgente de 1530 a 1578, durante o qual as monjas de Coz foram governadas por Dona Benta de Aguiar. Mulher austera, descendente de famílias “antigas e luzidas” com solar em São Paio da Pousada, nas proximidades de Braga, foi nomeada abadessa por mandado de D. João III com apenas vinte e sete anos de idade. Como sustentam os historiadores , D. Benta de Aguiar representa o tipo de monja integrada nos padrões da piedade e da mística conventuais próprios do catolicismo da segunda metade do século XVI. Tal como Teresa de Ávila (1515-1582), também Benta de Aguiar se entregava a frequentes jejuns e outras penitências, cumprindo zelosamente todos os rituais associados à vida conventual. A sua fé e fervorosa devoção ao culto religioso fizeram com que se acumulassem em seu redor os indícios místicos do miraculoso, existindo mesmo alguns registos de milagres por si supostamente realizados. D. Benta atraiu deste modo a atenção do Cardeal D. Henrique que se aproveitava dos seus “sanctos conselhos” e se encomendava às suas orações. Nas vésperas da batalha de Alcácer Quibir, em que D. Sebastião acabaria por desaparecer, D. Benta de Aguiar terá entre sonhos prenunciado o desastre das tropas portuguesas: Beati mortui, qui in Domino moriuntur, terá ouvido dizer em sonho, ao que se terá seguido a visão de um “campo alastrado de corpos mortos e despedaçados”. Tendo comunicado tal visão ao Cardeal D. Henrique este terá, segundo os registos históricos, ficado muito “triste e melancolizado”. A abadessa foi sepultada em 1578 no centro do coro monástico onde posteriormente receberia a veneração piedosa das monjas. Do seu epitáfio consta a frase Benta na Vida e Águia na subida ao Ceo, palavras que traduzem bem o prestígio e a aura milagrosa que rodeou esta mulher.

CISTERMUSICA // Este fim-de-semana...


[Clique para ampliar]

www.cistermusica.com

Bilhetes/Reservas no Cine-Teatro de Alcobaça e no local do espectáculo (no próprio dia).
Preço único por concerto: 5€ Assinatura: 25€

Entrada Livre no Concerto dos Pequenos Violinos da Metropolitana.

CINE-TEATRO: HORÁRIO DA BILHETEIRA/RECEPÇÃO
Terça a Sexta > 13h30 às 18h00
Sábado > 15h00 às 18h00
Encerra aos Feriados

Dias de espectáculo:
Espectáculos à tarde (sábados, domingos e feriados): das 15h00 até 30 minutos após o início do espectáculo
Espectáculos à noite: das 19h30 até 30 minutos após o início do espectáculo

Dias de Cinema:
Domingos > 15h00 às 16h30 // 20h00 às 22h00
Segundas-feiras > 20h00 às 22h00

Telefone 262 580 890 / 885

terça-feira, 5 de junho de 2007

Campanha “O Truque é Votar” nos autocarros da Rodoviária

Em resultado de uma parceria entre a Câmara Municipal de Alcobaça e a Rodoviária do Tejo, a Campanha “O Truque é Votar” apanha boleia da carreira rápida que faz todos os dias o trajecto Alcobaça - Lisboa | Lisboa - Alcobaça.

Assim, o cartaz de “O Truque é votar” viaja na traseira do autocarro que faz a ligação entre Alcobaça e a capital, nas carreiras das 6h25 e 14h10, e percurso inverso às 12h00 e 18h00.
Esta é mais uma iniciativa que visa um lugar no top 7 das Maravilhas Nacionais. A mesma imagem figura já também noutras duas carreiras rápidas que partem todos os dias de Caldas da Rainha em direcção a Lisboa.

A Campanha “7 Maravilhas - O Truque é Votar” marcou presença, como Parceiro Associado, na II Gala Empresarial da Revista INVEST - Revista de Negócios, Política e Desenvolvimento Regional (Leiria), no dia 31 de Maio, no Casino da Figueira da Foz.
O Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça esteve representado através de um stand-up ilustrativo da campanha desenvolvida pelo Município de Alcobaça, para tornar o monumento numa das maravilhas mais votadas.
O próprio Mosteiro passou esta semana a exibir um conjunto de painéis situados junto às bilheteiras, na nave central, apelando ao voto.

A votação, por telefone e por Internet, continua em aberto até ao dia 6 de Julho.
In Oeste Online

PITER incentiva dinamização do turismo

A Região de Turismo Leiria/Fátima (RTL/F) e várias autarquias, entre as quais Alcobaça e Nazaré, assinaram na passada semana o Acordo de Colaboração no âmbito do apoio a Projectos de Natureza Pública do Programas Integrados Turísticos de Natureza Estruturante de Base Regional (PITER) Leiria / Fátima.

segunda-feira, 4 de junho de 2007

"A Caixa de Pandora", Estreia Nacional dia 8 de Junho - Co-produção S.A. Marionetas

Estreia Nacional dia 8 de Junho no Cine-Teatro de Alcobaça pelas 21.30h.



CINE-TEATRO DE ALCOBAÇA
8 e 9 de Junho – 21h30

EUROPARQUE – SANTA MARIA DA FEIRA
13 de Junho – 10h30 – 14h30 – 21h30

TEATRO MIGUEL FRANCO – LEIRIA
16 e 17 de Junho – 21h30 -17h30

"A Caixa de Pandora"
No reino dos deuses, certa vez alguém roubou o fogo para o dar aos homens, que viviam na terra, o grande Zeus ficou muito chateado com tamanha atitude.

No entretanto epimeteu irmão de prometeu casou com uma linda senhora que se chamava Pandora, receberam uma caixa de presente de casamento mas prometeu pediu ao irmão para nunca a abrir pois não confiava nada em Zeus. Claro que a nossa amiga Pandora como era muito curiosa, lá conseguiu abrir a caixa, foi nessa altura que tudo aconteceu….

A utilização de bonecos para representar histórias de deuses e humanos, remonta ao início da civilização; mesmo antes de utilizar o seu corpo para representar, o homem já utilizava marionetas para retratar os seus medos e glórias.

Vários autores escreveram sobre este mito, uns acrescentando outros omitindo partes dele. Mas os mitos no fundo vivem de se acreditar neles sendo essa a razão da sua existência. Não tendo a intenção de aumentar toda a discussão em volta desta história, assim fomos beber um pouco a cada uma das versões mais conhecidas criando esta versão, que pretende isso sim, apresentar de uma forma nunca antes representada a história da Caixa de Pandora, utilizando marionetas e bailarinos.

A junção destas duas formas de arte, a dança contemporânea e o teatro de marionetas, só por si rara, levou-nos a apostar na procura de semelhanças entre estas duas artes do gesto por excelência recontando a história de Pandora (pan=todos, dora=presente).

Ficha Artística
Ideia original - José Gil
Encenação - António Rodrigues – CeDeCe / Jo sé Gil - S.A.Marionetas
Coreografia - António Rodrigues

Manipulação - José Gil, Sofia Vinagre e Natacha Costa Pereira
Construção das Marionetas - José Gil
Figurinos das Marionetas - Sofia Vinagre
Figurinos dos Bailarinos - João Taborda
Bailarinos - Margarida Brito, Charly Corcy, Kleber Cândido, Catarina Correia, Erica Gawley (Aluna da ADC em estágio), Amandine Leleu, Camila Moreira, Joana Puntel, Patrícia Silva, Luís Sousa, Vanessa Vieira.
Pintura das Marionetas - Natacha Costa Pereira
Fotografia – Sofia Vinagre

Estruturas Cénicas - José Gil
Desenho de Luzes da Produção - António Rodrigues

Co-Produção de CeDeCe - Companhia de Dança Contemporânea e S.A.Marionetas-Teatro & Bonecos

S.A.Marionetas - Teatro & Bonecos
Apartado 622
2461-901 Alcobaça. Portugal
Tel.: (+351) 967 086 609
Fax.: (+351) 262 597 014
www.samarionetas.com
sam@samarionetas.com

A Linha do Oeste, o TGV e o Aeroporto da Ota

Um artigo publicado por Mário Lopes muito interessante sobre os projectos da Linha do Oeste, o TGV e o Aeroporto da Ota. No entanto não posso concordar com alguns pontos focados no artigo.

Sobre os comboios convencionais, é referida a sua baixa rentabilidade e competitividade face aos concorrentes. É um facto que isso acontece, mas não pelos factos apresentados, como a comodidade e velocidade mas sim pela degradada rede ferroviária esquecida nas últimas décadas. O comboio caíu em desuso por ser muito pouco prático e porque não se foi adaptando à realidade das regiões. Os traçados mantiveram-se e muitas vezes as próprias auto-motoras também, como no caso da linha do Oeste. Ao contrário dos nossos parceiros europeus, em Portugal perdeu-se a cultura do comboio. Não porque sejamos diferentes, mas porque investimos muito numa rede viária e pouco ou nada na rede ferroviária.

O combóio pode ser um meio de transporte muito mais cómodo que os automóveis ou autocarros dada a liberdade conferida aos passageiros. Um condutor de um automóvel não pode aproveitar o tempo de viagem para nada, a não ser para estar atento à condução. Num combóio pode-se fazer tudo, desde ler, estudar, conversar e até trabalhar, com uma rentabilização do tempo muito mais eficaz.
É um meio de transporte nada sujeito a congestionamentos e por isso pode garantir horários e tempos de viagem.
Por outro lado, a utilização do combóio não está sujeita apenas aos passageiros, mas sim também a mercadorias e essa deveria ser a sua principal atenção. Em Portugal é incrível a quantidade de camiões a circular nas estradas. Isso acarreta imensas despesas com a manutenção das mesmas, dado que são estes veículos a principal causa da sua degradação. Isto sem falar na sinistralidade associada ao excesso deste tipo de veículos nas estradas.

Com a crise dos combustíveis, espera-se também uma gradual afirmação do transporte ferroviário. Os consecutivos aumentos nos preços dos combustíveis começam a relegar para segundo plano a opção da viatura própria. E não nos esqueçamos que dentro de algumas décadas os combustíveis fósseis estarão definitivamente esgotados.

Especialistas apontam os combóios como o meio de transporte do futuro e constatamos realmente que para lá caminhamos.

O T.G.V. partilha da mesma filosofia, mas para viagens de muito longa distância e entre meios urbanos de grande dimensão. Não faz, por exemplo sentido o investimento neste tipo de infra-estrutura entre Lisboa e Porto e muito menos entre Lisboa e cidades como Leiria ou Coimbra, quando existe já uma opção de viagem que utiliza a linha convencional e atinge velocidades superiores a 200Km/h, como o combóio Pendular. T.G.V sim, quando faz sentido no caso de Lisboa - Madrid. Não como meio de transporte regional num país pequeno como Portugal.

Em relação à Ota, partilho do mesmo princípio do Mário Lopes, da defesa do interesse nacional em deterimento da "defesa dos interesses da região". No entanto o meu ponto de vista é precisamento o oposto.

Pensando nos interesses nacionais, nunca poderemos optar pela solução com um custo várias vezes superior ao das concorrentes. O custo da Ota é exorbitante dada a complexidade da obra. É referido que não há alternativa mas não há nada mais errado. Existem mais do que uma alternativa e muito mais válidas. Não são comprometidas pelo impacto ambiental como se faz crer, dado que as possibilidades mais a sul estão bem longe do estuário do Tejo e fora da rota das aves migratórias.

A opção da Ota localiza-se a cerca de 50Km de Lisboa, a capital do país e principal alvo. A grande Lisboa vais ser a principal fonte de passageiros do novo Aeroporto. As restantes opções estão a cerca de metade da distância.

Se nas hipóteses a Sul se considera a implicação da construção de raiz de infra-estruturas pesadas e a deslocalização de dezenas de milhar de pessoas e empresas, o que não dizer da Ota que é bem mais longe?

E os acessos? O acesso a norte, a A1 é uma das entradas/saídas mais congestionadas de Lisboa e sem qualquer possibilidade de alargamento. As entradas/saídas ferroviárias também. No único corredor ferroviário para norte, passam todas as linhas de acesso ao norte do país, ao interior, Espanha e ainda a linha sub-urbana da Azambuja. O corredor possui uma linha quádrupla também sem hipóteses de alargamente e perto da capacidade máxima. Onde passará então o combóio rápido de ligação entre o centro de Lisboa e o novo aeroporto?
A sul, a A12 é uma auto-estrada bastante desafogada. A nova ponte Chelas - Barreiro beneficiará o sul de mais um excelente acesso ferroviário.

Falando do ministro, uma pessoa num lugar de extrema importância como o seu jamais se poderá referir a uma zona do país como "um deserto". Mesmo que fosse. Na margem sul vivem e trabalham centenas de milhares de pessoas, não só na zona ribeirinha mas também em toda a faixa costeira e mais a sul no eixo Quinta do Conde - Palmela - Setúbal. E a Ota? Que infra-estruturas possui melhores que as do Sul? Onde estão as escolas, hospitais, hotéis?
Foi de facto uma afirmação infeliz, talvez não suficiente para julgar o ministro mas que ao juntar com tantas outras possa ter algum peso. Tenho bem presente uma entrevista concedida a um canal de televisão em que o ministro não conseguiu responder a nenhuma das dúvidas sobre os projectos da Ota e T.G.V., dúvidas essas fundamentais para o sucesso de ambos os projectos.

Infelizmente para todos o ministro Mário Lino é uma mancha no desempenho do nosso governo. Pior é mesmo a actuação da oposição, que neste caso é triste e nada coerente. Muitas falhas à volta de projectos tão importantes para o país.

Investigador alcobacense propõe um método que elimina os resíduos provenientes da produção do azeite

Um investigador alcobacense, docente na Universidade de Trás-os-Montes propõe um método inovador que vai permitir eliminar as consequências ambientais dos resíduos provenientes da produção do azeite transformando-os numa matéria reaproveitável.

João Claro viu nos resíduos ambientais uma oportunidade de negócio já que dois resíduos - o do azeite e o pó da cortiça - passam a ter valor comercial para a unidade que vier a implementar o sistema. A nova técnica vai ser testada pela Cooperativa de Olivicultores de Murça que está, segundo este investigador, a avaliar o tamanho da unidade a colocar em funcionamento.

A expectativa é de utilizar o processo à escala nacional e apresentá-lo também além fronteiras.
In Rádio Cister

Novo Blogue

Joaquim Marques inicio-se nos blogues e não pára! Parabéns!
Alcobaça e não Só, num browser perto de si!

7 Maravilhas

Mosteiro entre os dez monumentos preferidos.

É pena é que para a história só vão ficar os 7. Força com os votos!!!

Emigrante Alfeizerense fez oferta ao Hospital de Alcobaça

José António da Silva Matos Correia, natural de Alfeizerão, trabalha há cerca de 15 anos na Cklínik Valens, no cantão de St. Gallen, na Suiça. Sabendo que esta clínica iria modernizar parte do seu equipamento e estava na disposição de o oferecer, pensou em o transferir para Portugal, dado que o mesmo se encontrava em óptimas condições.

Assim, contactou a direcção do Hospital de Alcobaça no sentido de saber se estaria interessados naquele material. A resposta, naturalmente, foi positiva e o José Matos fechou imediatamente “o negócio” com o director da clínica. Dieter Nigg.

A assistente Eveline Scheidegger teve o mérito de ajudá-lo em todas as formalidades e respectiva documentação inerente ao processo de forma a que o transporte fosse efectuado para o Hospital de Alcobaça, o que, entretanto, aconteceu.

Deste modo, aquela instituição recebeu gratuitamente incluindo custos de transporte o seguinte equipamento: 18 camas de comando eléctrico, 26 mesas de cabeceira, 8 colchões, 1 cadeira de rodas fixas, 4 mesas de cabeceira com tabuleiros de refeições, além de outros materiais de menor valor, mas bastante úteis. De referir que todo este equipamento está, praticamente, novo. Tratou-se de um “espólio” de uma clínica de grande luxo, que acolhe pessoas de alta finança de vários países.

O Hospital de Alcobaça ficou muito grato pela iniciativa do nosso conterrâneo, porque se trata de uma doação extremamente importante, segundo afirmou a Drª Maria Adelaide Afonso, directora desta unidade hospitalar.
In Gazeta das Caldas
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Há atitudes que são sempre de louvar!

quinta-feira, 31 de maio de 2007

Pousada da Juventude de Alfeizerão pode reabrir no final de Junho

Decorrem a bom ritmo os trabalhos de remodelação da Pousada da Juventude de Alfeizerão. A obra, lançada no início do Verão de 2006, está já em fase adiantada, e Helena Alves, presidente da Direcção da Movijovem, definiu como objectivo reabrir a Pousada até final do mês de Junho.

A remodelação em curso aumentou a capacidade de alojamento da Pousada, quer em número de quartos, quer em número de camas. Foram ainda mantidos os mesmos traços arquitectónicos, procurando-se recuperar e utilizar os materiais originais, conferindo um maior nível de conforto a este espaço.

Para a Movijovem e para o Município de Alcobaça, a existência da parceria entre ambas as entidades reveste-se de grande importância, atendendo a que a rentabilização de um equipamento deste género, com uma utilização de certa forma sazonal é, por vezes, difícil de atingir.

A Direcção da Movijovem deslocou-se ao local a 15 de Maio, onde era aguardada pelo presidente da Câmara de Alcobaça e presidentes das Juntas de Freguesia de Alfeizerão e São Martinho do Porto.

Durante a estada da directora da Movijovem, o Município reiterou todos os compromissos do protocolo assinado em 2004, e lançou o desafio de, juntamente com a instituição e com a EP – Estradas de Portugal, encontrar uma solução para os arranjos exteriores (junto à EN-8).
In Oeste Online

Aprovada candidatura a polidesportivo

Na Benedita
A vila da Benedita vai ter um novo recinto desportivo, um espaço a céu aberto de relva sintética, de forma a permitir a prática de actividades polidesportivas.

Resultado de uma candidatura feita em 2006 pela Câmara Municipal de Alcobaça (CMA) a um programa do Instituto do Desporto de Portugal, o polidesportivo da Benedita foi, até agora, a única proposta aprovada, de 12 apresentadas pela autarquia para o concelho. O novo espaço vai ser construído num terreno que goza de localização central na vila e as obras deverão avançar em breve.

De acordo com José Vinagre, vereador do Desporto da CMA, na base da decisão do Instituto do Desporto de Portugal terão estado questões que se prendem com a disponibilidade do terreno, a densidade populacional da vila e a proximidade à junta de freguesia e às escolas.

José Vinagre espera, no entanto, que depois do recinto da Benedita, outras candidaturas venham a ser aprovadas para o concelho de Alcobaça, salientando a importância de existirem espaços como estes disponíveis aos jovens.
In Oeste Online

quarta-feira, 30 de maio de 2007

Festa da Criança e do Ambiente em Alcobaça começa amanhã!

31 de Maio a 6 Junho 2007 no MercoAlcobaça



Vai decorrer mais uma vez, a Festa da Criança e do Ambiente, de 31 de Maio a 6 de Junho de 2007 todas as crianças vão ter oportunidade de participar em variadíssimas actividades que despertam a sua criatividade, curiosidade e sensibilidades para temas como o ambiente, a cidadania e a solidariedade.

Actividades diversas: pintura, desporto, culinária, cabeleireiro, e muita animação....
...um mundo de brincadeiras onde tens muito para aprender!

Horário:
09h00 - 13h00 / 14h00 - 18h30
Sab. e Dom.: 14h30 - 19h00

Entrada Livre

Organização: Câmara Municipal de Alcobaça
Apoios: Águas Caramulo; Águas Luso; Bel Portugal - Queijo Limiano; Caixa Geral de Depósitos; Compal; Doces da Carla; Lidl; L’Oreal; Modelo; Panrico Lda.; União Alcobacense de Panificação; Vieira & Jacob;

Colaboração: Academia de Música de Alcobaça; ADEPA; Águas do Oeste; Biblioteca Municipal de Alcobaça; CEERIA; Centro de Assistência Paroquial de Pataias; Centro de Bem Estar Social da Maiorga; Centro Paroquial Nossa Sr.ª da Ajuda da Vestiaria; Centro de Saúde de Alcobaça; Centro Social Paroquial do Bárrio; Centro Social Paroquial da Benedita; CIQ – Centro Informático da Quinta; CPCJ – Alcobaça; Europdirect; Frubaça; Fundação Maria e Oliveira; Fundação Vida Nova; Gabinete Veterinário; Hospital Distrital de Alcobaça; ILC- Interlearning Centre; Jardim Zoológico de Lisboa; Mosteiro de Alcobaça; Prevenção Rodoviária Portuguesa; Protecção Civil; Quinta da Lezíria; Santa Casa da Misericórdia do Vimeiro

A Educação Alcobacense

Os nossos governantes locais ficaram muito indignados com as estatísticas que colocam Alcobaça na cauda de um país em crescendo nestas questões da educação e formação, prometendo medidas que deveriam ter sido implementadas no máximo há 15 anos atrás.

Após muitos anos percebeu-se que os níveis de educação em Alcobaça são baixíssimos. Os níveis de formação dos Alcobacenses estão muito abaixo da média nacional e o impacto social e económico no concelho é gigantesco. Pena é que mais uma vez se tenha percebido tarde.

Nos meus tempos de estudante nos antigos "Ciclo" e "ESA", era já degradante a quantidade de alunos que abandonavam a escola. A grande maioria mesmo passava as aulas apenas a ver o tempo passar porque o grande objectivo era sempre começar a trabalhar.
Nessa altura já se percebia o flagelo que afectava a juventude Alcobacense, mas infelizmente náda se fez.

Passaram muitos anos e esses jovens são agora os nossos profissionais, a nossa mão de obra que pela má formação acaba por ser um travão no crescimento económico de uma região que se vê cada vez mais longe da média nacional.

É óbvio que não podemos forçar níveis elevados de estudos para todos. Acabam todos por ter o seu papel na sociedade e são sempre necessárias pessoas com vários estágios de formação. No entanto não podemos manter o baixo limiar.

Alguns progressos foram feitos ao longo dos tempos, também relacionados com a própria evolução da sociedade. Progressos esses que ainda assim são insuficientes para atigir os objectivos mínimos.

Não se pode porventura culpar as escolas por este insucesso, pois em Alcobaça há grandes exemplos de grandes estudantes e actualmente grandes profissionais com carreiras brilhantes em algumas das maiores empresas nacionais e do mundo. Esse poderá ser também outro factor que contribui para a baixa escolaridade dos Alcobacenses. Quem na realidade estudou e atingiu níveis de formação superiores rumou a outras paragens fazendo o seu contributo fora de Alcobaça.
A causa é também devida à falta de emprego qualificado, assunto já discutido inúmeras vezes.

Talvez uma "pescadinha de rabo na boca": Má formação dos profissionais não atrai empresas que possibilitem a criação de emprego qualificado. A falta dessas empresas obriga quem depende desse tipo de empregos a partir rumo a outros destinos...

Aconteça o que acontecer, sejam tomadas as medidas que forem tomadas, uma certeza fica: Serão precisos ainda longos anos para colher os frutos das acções tomadas agora. Tempo muito precioso e que corre contra nós!

Ota pára IC9

Segundo parece o elevado investimento previsto para a Ota vai implicar alguns cortes orçamentais em muitas outras obras previstas para a região Oeste. O IC9, uma das vias mais aguardadas por Alcobaça é uma delas estando a sua contrução já suspensa.
Se por um lado o turismo beneficiaria com a proximidade do novo aeroporto, por outro acaba por ser prejudicado pela dificuldade no acesso aos polos de interesse turístico.
A Ota poderá não ser o que se espera, saíndo de vez defraldadas as espectativas de uma região que há muito anseia por um "empurrão".

Dar com uma mão para tirar com a outra não é o que queremos, mas também estamos conscientes do deserto de ideias que fluem (ou não) na cabeça do nosso ministro.

3º Aniversário do Bazar das Monjas de Coz

À beira do seu 3º aniversário, o Bazar das Monjas de Coz reserva uma surpresa comemorativa. Não a revelaremos antes do dia 5 de Junho, mas ficam aqui algumas pistas para aqueles que tentarem adivilhar o que vai ser:

1) Algo que visa trazer jovens a Coz, levando a que descubram por si próprios as preciosidades desta magnífica Aldeia e sua Freguesia e, dessa forma, levando a que por elas se possam apaixonar;

2) Algo que interessa a todos aqueles que sonham, e que sonhando através da arte permitem que o futuro se construa e que a esperança exista;

3) Algo que permitirá elevar o nível de conhecimento e a diversidade das perspectivas relativamente a esta Aldeia e ao seu futuro impregnado de presente e de passado histórico.
In Bazar das Monjas de Coz

terça-feira, 29 de maio de 2007

Estão criadas condições para a aquisição de Várias casas em Cós e andamento do processo de requalificação

A Câmara de Alcobaça afirma que “estão criadas condições para algumas aquisições em Cós” e andamento do processo de requalificação da envolvente do Convento.

A intenção da Câmara é a aquisição de várias casas, actualmente em ruína, que ficam nas imediações do Convento de Cós para poder arrancar com o processo de requalificação do local e do monumento que faz parte do conjunto de património cisterciense.

A aquisição de algumas das habitações e a requalificação da envolvente do convento pode, contudo, ser um processo demorado devido à necessidade de se estudarem as várias alternativas de financiamento. Segundo afirmou o Presidente da Câmara, Gonçalves Sapinho, o “importante é dar um sinal” do interesse da Câmara em resolver este assunto que, como admitiu, pode “demorar um ou mais anos” até se chegar à obra propriamente dita.
In Rádio Cister