Gostei de ver a animação em Alcobaça durante este fim-de-semana. Gostei das esplanadas da Travessa da Cadeia cheias de turistas a almoçarem, gostei de ver durante todo o dia as esplanadas do Rossio repletas de Alcobacenses e visitantes a disfrutarem da bela vista sobre uma das 7 Maravilhas de Portugal. Gostei de ver centenas de pessoas a entrar e a saír do Mosteiro, a passearem por Alcobaça e a fotografarem muitas das lindíssimas vistas da nossa cidade.
É claro que isto parece não ser real... Segundo muitos dos nossos conterrâneos, depois da requalificação da zona histórica de Alcobaça, o Rossio e zonas envolventes ficaram às moscas. Dizem eles...
Sendo assim só posso dizer que o que vi deverá ser uma... Realidade Virtual?!
segunda-feira, 23 de julho de 2007
sexta-feira, 20 de julho de 2007
Coz ou Cós?
por Raquel Romão, Valdemar Rodrigues e J. Elias Jorge
Uma das questões mais interessantes na nossa freguesia tem a ver com o grafismo do seu nome. Actualmente coexistem duas variantes, "Cós" e "Coz", parecendo haver alguma confusão quanto à forma correcta da designação. De forma a clarificarmos este assunto, procurámos investigar sobre o tema e chegámos a algumas observações curiosas.
Desde logo que o nome evoluiu ao longo do tempo e que a sua origem é incerta. Historiadores como Pedro Barbosa e Maria da Luz Moreira não excluem a hipótese de o nome ter uma origem árabe, podendo derivar de "al-qos", que significaria “célula de eremita”, de onde teria derivado também o topónimo "Alcouce". Outros autores, como José Pedro Machado, referem uma possível origem grega do nome: Kôs, pelo latim Cos (ao lado de Coos e Cous). Para percebermos a evolução do nome ao longo do tempo é importante que passemos brevemente em revista a história da ortografia da língua portuguesa. Nela é possível reconhecer três períodos distintos:
a) o período fonético, que prevaleceu até ao século XVI, e durante o qual se procurava representar foneticamente os sons da fala. São desta fase as designações que aparecem na documentação alcobacense latino-medieval "Quod", "Cod", "Côod", "Quos" e "Coz", tal como referem os historiadores Cristina Sousa e Saul Gomes. É também deste período a carta de doação de 1153 feita por D. Afonso Henriques à Ordem de Cister, na qual aparece a designação "Coz": "quomodo partit cum ipso Andano et ferit in ipsam aquam de Coz";
b) o segundo período da história da ortografia da língua portuguesa é designado por autores como Manuel Mendes de Carvalho por período pseudo-etimológico, e estende-se desde o século XVI até 1911. Ele caracterizou-se pela influência crescente do Latim na escrita, resultado da tendência, muito patente no Renascimento, de admiração pelos tempos clássicos e, em particular, pelo Latim. Daqui resultou o aparecimento de inúmeras consoantes duplas, o aparecimento dos grupos ph, ch, th, rh, que antes praticamente ninguém usava (o grafismo do topónimo "Nazareth" remonta a este período). Durante este período o topónimo escrevia-se "Coz" mas também já "Cós", como aparece por exemplo em alguns documentos históricos conventuais datados de 1823;
c) o terceiro período corresponde ao período moderno, e vai grosseiramente desde 1911 até à actualidade. A proliferação das grafias complicadas e a anarquia ortográfica, cujo apogeu acontece nos finais do século XIX, levam em 1911 o Governo a nomear uma comissão para estabelecer a ortografia a usar nas publicações oficiais. Desta comissão fazia parte o insigne foneticista Gonçalves Viana, tendo a nova ortografia sido oficializada por portaria de 1 de Setembro de 1911. Esta reforma (republicana) da ortografia, a primeira oficial em Portugal, foi profunda e modificou completamente o aspecto da língua escrita. Teve, como seria inevitável, muitas reacções adversas na sociedade. É deste período o grafismo oficial de "Cós", que até hoje se mantém.
Curioso foi o facto recente, de há talvez menos de duas décadas, de algumas instituições terem feito renascer o antigo topónimo "Coz", talvez em virtude da sua maior simplicidade gráfica. O facto é que hoje os dois grafismos coexistem, algo erradamente portanto. Porém a nível oficial a designação correcta deverá ser "Cós" e não "Coz". A utilização hodierna do topónimo "Coz" parece-nos todavia desculpável no contexto, se assim quisermos designá-lo, da "sociedade civil". Isto se levarmos em conta por um lado a irrazoabilidade de se alterarem por decreto os nomes próprios de lugares (o que veio a acontecer também durante o Estado Novo), e por outro o facto de o topónimo "Coz", além de ter uma reconhecida fundamentação histórica, ter sido poupado às "modas" latinizantes do período pseudo-etimológico.
Desde logo que o nome evoluiu ao longo do tempo e que a sua origem é incerta. Historiadores como Pedro Barbosa e Maria da Luz Moreira não excluem a hipótese de o nome ter uma origem árabe, podendo derivar de "al-qos", que significaria “célula de eremita”, de onde teria derivado também o topónimo "Alcouce". Outros autores, como José Pedro Machado, referem uma possível origem grega do nome: Kôs, pelo latim Cos (ao lado de Coos e Cous). Para percebermos a evolução do nome ao longo do tempo é importante que passemos brevemente em revista a história da ortografia da língua portuguesa. Nela é possível reconhecer três períodos distintos:
a) o período fonético, que prevaleceu até ao século XVI, e durante o qual se procurava representar foneticamente os sons da fala. São desta fase as designações que aparecem na documentação alcobacense latino-medieval "Quod", "Cod", "Côod", "Quos" e "Coz", tal como referem os historiadores Cristina Sousa e Saul Gomes. É também deste período a carta de doação de 1153 feita por D. Afonso Henriques à Ordem de Cister, na qual aparece a designação "Coz": "quomodo partit cum ipso Andano et ferit in ipsam aquam de Coz";
b) o segundo período da história da ortografia da língua portuguesa é designado por autores como Manuel Mendes de Carvalho por período pseudo-etimológico, e estende-se desde o século XVI até 1911. Ele caracterizou-se pela influência crescente do Latim na escrita, resultado da tendência, muito patente no Renascimento, de admiração pelos tempos clássicos e, em particular, pelo Latim. Daqui resultou o aparecimento de inúmeras consoantes duplas, o aparecimento dos grupos ph, ch, th, rh, que antes praticamente ninguém usava (o grafismo do topónimo "Nazareth" remonta a este período). Durante este período o topónimo escrevia-se "Coz" mas também já "Cós", como aparece por exemplo em alguns documentos históricos conventuais datados de 1823;
c) o terceiro período corresponde ao período moderno, e vai grosseiramente desde 1911 até à actualidade. A proliferação das grafias complicadas e a anarquia ortográfica, cujo apogeu acontece nos finais do século XIX, levam em 1911 o Governo a nomear uma comissão para estabelecer a ortografia a usar nas publicações oficiais. Desta comissão fazia parte o insigne foneticista Gonçalves Viana, tendo a nova ortografia sido oficializada por portaria de 1 de Setembro de 1911. Esta reforma (republicana) da ortografia, a primeira oficial em Portugal, foi profunda e modificou completamente o aspecto da língua escrita. Teve, como seria inevitável, muitas reacções adversas na sociedade. É deste período o grafismo oficial de "Cós", que até hoje se mantém.
Curioso foi o facto recente, de há talvez menos de duas décadas, de algumas instituições terem feito renascer o antigo topónimo "Coz", talvez em virtude da sua maior simplicidade gráfica. O facto é que hoje os dois grafismos coexistem, algo erradamente portanto. Porém a nível oficial a designação correcta deverá ser "Cós" e não "Coz". A utilização hodierna do topónimo "Coz" parece-nos todavia desculpável no contexto, se assim quisermos designá-lo, da "sociedade civil". Isto se levarmos em conta por um lado a irrazoabilidade de se alterarem por decreto os nomes próprios de lugares (o que veio a acontecer também durante o Estado Novo), e por outro o facto de o topónimo "Coz", além de ter uma reconhecida fundamentação histórica, ter sido poupado às "modas" latinizantes do período pseudo-etimológico.
quinta-feira, 19 de julho de 2007
Alcobaça merece mais!
ALCOBAÇA - Património da Humanidade, classificado pela UNESCO.
ALCOBAÇA - Património Nacional alicerce fundamental da identidade nacional.
ALCOBAÇA - Agora maravilha e bem porque o seu lugar é justo e merecido.
Mas Alcobaça merece mais!
Interessante intervenção de Dulce Bagagem na última reunião de Câmara.
ALCOBAÇA - Património Nacional alicerce fundamental da identidade nacional.
ALCOBAÇA - Agora maravilha e bem porque o seu lugar é justo e merecido.
Mas Alcobaça merece mais!
Interessante intervenção de Dulce Bagagem na última reunião de Câmara.
Alcobacense Parlatório Café Apresenta a Nova Banda Alcobacense SIDEWALKER'S ao Vivo, no Sábado
Mais uma nova banda surgiu (absolutamente) em Alcobaça! Desta vez, o rock foi o estilo (por si) escolhido, e quem já os ouviu diz que ainda se vai ouvir falar muito desses rapazes. On verra... Eles chamam-se Sidewalker's e actuarão no Parlatório Café no próximo sábado, 21 de Julho, às 23 e 30. A entrada é (absolutamente) gratuita e é sempre bonito (ver e) ouvir as noves vozes do chamado rock alcobacense! É de ir (absolutamente)!
In Nas Faldas da Serra
In Nas Faldas da Serra
Portugal sem fogos depende de todos – Campanha em Alcobaça
A campanha "Portugal sem fogos depende de todos" vai passar por várias localidades do concelho de Alcobaça com a missão de sensibilizar proprietários, e população em geral, para a Floresta até ao final deste mês.
A APFA, uma das parceiras destas sessões de esclarecimento, diz que é preciso voltar a ver a floresta como "um aliado financeiro das famílias e um amigo da comunidade".
O abandono da floresta, o depósito ilegal de lixos e as mudanças climáticas têm contribuído para aumento do número de incêndios florestais que, todos os anos, destroem centenas de hectares. Foi por isso que a lei mudou e se prepara para penalizar os proprietários que não limparem as suas propriedades. Pedro Calado defende que é preciso, no entanto, evitar os conflitos legais ou até os problemas a famílias de fracos recursos financeiros, apelando, assim, à participação de todos nesta missão de proteger a floresta.
Depois de Prazeres de Aljubarrota (esta quarta-feira à noite), seguem-se a Benedita (19-07), Alfeizerão (20-07), Turquel (23-07) e a Cela (24-07) na lista das sessões de sensibilização acompanhadas pelo Gabinete Técnico Florestal do Município, as Organizações de Produtores Florestais (APFRA - Associação dos Produtores Florestais da Região de Alcobaça, APFCAN – Associação dos Produtores Florestas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré e APFOE - Associação dos Produtores Florestais do Oeste e Estremadura ), a Guarda Nacional Republicana, a Direcção Geral dos Recursos Florestais e o Instituto de Conservação da Natureza (sempre que existam áreas protegidas).
In Rádio Cister
A APFA, uma das parceiras destas sessões de esclarecimento, diz que é preciso voltar a ver a floresta como "um aliado financeiro das famílias e um amigo da comunidade".
O abandono da floresta, o depósito ilegal de lixos e as mudanças climáticas têm contribuído para aumento do número de incêndios florestais que, todos os anos, destroem centenas de hectares. Foi por isso que a lei mudou e se prepara para penalizar os proprietários que não limparem as suas propriedades. Pedro Calado defende que é preciso, no entanto, evitar os conflitos legais ou até os problemas a famílias de fracos recursos financeiros, apelando, assim, à participação de todos nesta missão de proteger a floresta.
Depois de Prazeres de Aljubarrota (esta quarta-feira à noite), seguem-se a Benedita (19-07), Alfeizerão (20-07), Turquel (23-07) e a Cela (24-07) na lista das sessões de sensibilização acompanhadas pelo Gabinete Técnico Florestal do Município, as Organizações de Produtores Florestais (APFRA - Associação dos Produtores Florestais da Região de Alcobaça, APFCAN – Associação dos Produtores Florestas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré e APFOE - Associação dos Produtores Florestais do Oeste e Estremadura ), a Guarda Nacional Republicana, a Direcção Geral dos Recursos Florestais e o Instituto de Conservação da Natureza (sempre que existam áreas protegidas).
In Rádio Cister
Conhecer o Património Natural do Concelho de Alcobaça
À semelhança dos anos anteriores, este Verão, a Agência CIÊNCIA VIVA apresenta, a
nível nacional, a iniciativa BIOLOGIA NO VERÃO, que visa promover e divulgar a
investigação e a cultura científicas.
Nesse sentido, o Município de Alcobaça promove três visitas de estudo ao Concelho,
orientadas por técnicos do Pelouro do Ambiente da Câmara Municipal. São visitas
informais abertas a todos os estratos etários e que visam, entre outros aspectos,
desmistificar os procedimentos científicos e dar a conhecer a sua utilidade na
conservação do património natural local.
ACTIVIDADES
Litoral Norte
"Intrusos no Litoral"
24 de Agosto_9H00
Pataias
Lagoa de Pataias
"A saga continua"
28 de Agosto_9H00
Pataias
Vale da Ribeira do Mogo
"Um vale especial"
23 de Agosto_14H00
Alcobaça

A participação é gratuita e alargada à população em geral.
Inscrição (até 15 de Agosto) para:
Pelouro do Ambiente
Sofia Quaresma ( 262 580 800 ) ou directamente na página da entidade coordenadora
www.cienciaviva.pt
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 825
nível nacional, a iniciativa BIOLOGIA NO VERÃO, que visa promover e divulgar a
investigação e a cultura científicas.
Nesse sentido, o Município de Alcobaça promove três visitas de estudo ao Concelho,
orientadas por técnicos do Pelouro do Ambiente da Câmara Municipal. São visitas
informais abertas a todos os estratos etários e que visam, entre outros aspectos,
desmistificar os procedimentos científicos e dar a conhecer a sua utilidade na
conservação do património natural local.
ACTIVIDADES
Litoral Norte
"Intrusos no Litoral"
24 de Agosto_9H00
Pataias
Lagoa de Pataias
"A saga continua"
28 de Agosto_9H00
Pataias
Vale da Ribeira do Mogo
"Um vale especial"
23 de Agosto_14H00
Alcobaça
A participação é gratuita e alargada à população em geral.
Inscrição (até 15 de Agosto) para:
Pelouro do Ambiente
Sofia Quaresma ( 262 580 800 ) ou directamente na página da entidade coordenadora
www.cienciaviva.pt
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 825
quarta-feira, 18 de julho de 2007
O Estatuto Especial
Há um determinado grupo de pessoas em Alcobaça que goza de um Estatuto Especial, que lhes confere um conjunto de vantajosos direitos, diferentes dos acessíveis aos restantes cidadãos. A esse grupo, entre muitas outras coisas, é-lhes permitido o direito de conduzir sem carta de condução, de possuirem viaturas sem necessidades de inspecção e de poderem infringir todas as regras de trânsito, em especial a de poderem circular com as crianças nos bancos da frente. Esse grupo, pode vender livremente artigos na via pública sejam eles de contrafacção ou não, podem burlar idosos e até espancar os pais dos colegas dos filhos à porta da escola se acharem que estes foram menos correctos com os seus descendentes. Têm permissão para vender substâncias proibidas em quaisquer locais que considerem favoráveis ao negócio.
Durante muitos anos foi-lhes fornecida gratuitamente água e energia eléctrica sem qualquer controlo. Impostos nunca pagaram e ainda recebem subsídios para ajudar nas despesas que não têm.
A este grupo, é também adjudicada a liberdade de fazerem a própria justiça, podendo punir por sua iniciativa os que os rodeiam de acordo com as suas vontades.
Recentemente, e em resposta a mais uma das suas necessidades, foram-lhes "oferecidos" apartamentos, sem quaisquer rendas ou outro tipo de custos.
Como me sinto discriminado!
Durante muitos anos foi-lhes fornecida gratuitamente água e energia eléctrica sem qualquer controlo. Impostos nunca pagaram e ainda recebem subsídios para ajudar nas despesas que não têm.
A este grupo, é também adjudicada a liberdade de fazerem a própria justiça, podendo punir por sua iniciativa os que os rodeiam de acordo com as suas vontades.
Recentemente, e em resposta a mais uma das suas necessidades, foram-lhes "oferecidos" apartamentos, sem quaisquer rendas ou outro tipo de custos.
Como me sinto discriminado!
Famílias ciganas não pagam rendas há meses
A Câmara admite recorrer à penhora para a regularização das rendas sociais em atraso no bairro das famílias de etnia cigana. Há vários meses de renda em atraso.
Algumas famílias de etnia cigana deixaram de pagar as rendas praticamente desde que se mudaram das barracas de madeira para o novo bairro. O caso foi analisado na reunião do executivo desta semana onde o vereador da CDU criticou a maioria PSD por ter deixado a situação chegar a este ponto já que há casos de famílias que não pagam há, pelo menos, segundo Rogério Raimundo, dez meses. Para o vereador, a situação pode dever-se à "falta de acompanhamento" destas famílias durante o processo de adaptação às novas regras.
O Presidente da Câmara, Gonçalves Sapinho, desdramatiza o assunto mas admite recorrer a todos os mecanismos existentes na lei que estiverem ao alcance da autarquia para resolver a situação, nomeadamente através da "penhora" dos bens.
O autarca garante que executará todas as medidas que ficaram acordadas aquando do realojamento destas famílias e que passavam, nomeadamente, pela proibição de mais elementos da etnia se estabelecerem na cidade ou da construção de novas barracas pela cidade. Como exemplo dessa determinação, o autarca fala do despacho que assinou esta semana a exigir a demolição de um anexo construído numa barraca na Cova da Onça (propriedade da Câmara) que pertence a uma das famílias que vai ser realojada pela Fundação Maria e Oliveira, ao que tudo indica, dentro de menos de um ano.
O PS já veio apelar a uma solução "diplomática" para evitar conflitos. A vereadora Dulce Bagagem acredita que a maioria dos casos de rendas em atraso esteja relacionada com "um braço de ferro" de algumas famílias com a Câmara depois desta não lhes ter respondido ao pedido para baixar as rendas. Segundo a vereadora, o caso pode ter chegado a este ponto devido a alguma "falta de acompanhamento" destas famílias nas suas novas residências.
A Câmara Municipal de Alcobaça já começou a notificar os incumpridores. Para os que têm três meses de rendas em atraso, a Câmara estipula um prazo de dez dias, a contar do aviso, para a regularização da situação. Para os que apresentem os nove meses de incumprimento, a Câmara admite aplicar o que ficou estipulado no contrato com as famílias de etnia cigana.
As 32 famílias de etnia cigana foram realojadas no verão do ano passado e muitas não pagam a renda socialmente baixa desde praticamente essa altura. A renda mais alta aplicada a estas famílias ronda os cerca de 70 euros.
In Rádio Cister
Algumas famílias de etnia cigana deixaram de pagar as rendas praticamente desde que se mudaram das barracas de madeira para o novo bairro. O caso foi analisado na reunião do executivo desta semana onde o vereador da CDU criticou a maioria PSD por ter deixado a situação chegar a este ponto já que há casos de famílias que não pagam há, pelo menos, segundo Rogério Raimundo, dez meses. Para o vereador, a situação pode dever-se à "falta de acompanhamento" destas famílias durante o processo de adaptação às novas regras.
O Presidente da Câmara, Gonçalves Sapinho, desdramatiza o assunto mas admite recorrer a todos os mecanismos existentes na lei que estiverem ao alcance da autarquia para resolver a situação, nomeadamente através da "penhora" dos bens.
O autarca garante que executará todas as medidas que ficaram acordadas aquando do realojamento destas famílias e que passavam, nomeadamente, pela proibição de mais elementos da etnia se estabelecerem na cidade ou da construção de novas barracas pela cidade. Como exemplo dessa determinação, o autarca fala do despacho que assinou esta semana a exigir a demolição de um anexo construído numa barraca na Cova da Onça (propriedade da Câmara) que pertence a uma das famílias que vai ser realojada pela Fundação Maria e Oliveira, ao que tudo indica, dentro de menos de um ano.
O PS já veio apelar a uma solução "diplomática" para evitar conflitos. A vereadora Dulce Bagagem acredita que a maioria dos casos de rendas em atraso esteja relacionada com "um braço de ferro" de algumas famílias com a Câmara depois desta não lhes ter respondido ao pedido para baixar as rendas. Segundo a vereadora, o caso pode ter chegado a este ponto devido a alguma "falta de acompanhamento" destas famílias nas suas novas residências.
A Câmara Municipal de Alcobaça já começou a notificar os incumpridores. Para os que têm três meses de rendas em atraso, a Câmara estipula um prazo de dez dias, a contar do aviso, para a regularização da situação. Para os que apresentem os nove meses de incumprimento, a Câmara admite aplicar o que ficou estipulado no contrato com as famílias de etnia cigana.
As 32 famílias de etnia cigana foram realojadas no verão do ano passado e muitas não pagam a renda socialmente baixa desde praticamente essa altura. A renda mais alta aplicada a estas famílias ronda os cerca de 70 euros.
In Rádio Cister
Cedece Apresenta Duetos de Amor, Até 11 de Agosto, no Mosteiro de Alcobaça
Sexta-feira, 20 de Julho, inicia-se no Mosteiro de Alcobaça um novo e aliciante programa de espectáculos da Cedece-Companhia de Dança Contemporâena. Histórias verídicas (como a de Pedro e Inês) ou mitos (como Romeu e Julieta) que tocam o imaginário em cada geração são o mote e o tema desse programa de dança intitulado e inspirado em Duetos de Amor. Os Duetos de Amor da (e pela) Cedece serão apresentados no Mosteiro de Alcobaça todas as sextas, sábados e domingos, em duas sessões diárias (às 11 e 30 e às 16 e 30), entre 20 de Julho e 11 de Agosto, prometendo deliciar novamente o público com a habitual qualidade e espectacularidade dos espectáculos da Cedece. É de ir!
In Nas Faldas da Serra
In Nas Faldas da Serra
Parlatório Café de Alcobaça Passa a Abrir Todos os Dias ao Público
É simples, é verdade e é uma boa ideia. A partir de agora o Parlatório Café estará aberto ao público todos os dias: das 22 às 2 da matina, entre domingo a quinta-feira, e das 22 às 4 , à sexta-feira e ao sábado. O Verão tem destas coisas... Boas!
In Nas Faldas da Serra
In Nas Faldas da Serra
Posto dos CTT Aljubarrota vai mudar de localização
Os Correios de Aljubarrota podem mudar-se para o rés-do-chão do edifício da Junta em breve.
As Juntas de Freguesia já começaram a pedir orçamentos e admitem que as obras possam arrancar ainda este ano
O posto dos CTT funcionam num primeiro andar e o acesso não se torna fácil para os que sofrem de mobilidade reduzida.
Numa visita recente à freguesia, o PS contestou o funcionamento do posto dos correios num primeiro andar. Amilcar Raimundo, Presidente da Junta de S Vicente, garante que as obras estavam previstas há muito tempo mas só agora houve disponibilidade financeira para avançar.
In Rádio Cister
As Juntas de Freguesia já começaram a pedir orçamentos e admitem que as obras possam arrancar ainda este ano
O posto dos CTT funcionam num primeiro andar e o acesso não se torna fácil para os que sofrem de mobilidade reduzida.
Numa visita recente à freguesia, o PS contestou o funcionamento do posto dos correios num primeiro andar. Amilcar Raimundo, Presidente da Junta de S Vicente, garante que as obras estavam previstas há muito tempo mas só agora houve disponibilidade financeira para avançar.
In Rádio Cister
SIC exibe reportagem sobre The Gift a 29 de Julho
A 29 de Julho será transmitida uma grande reportagem na SIC sobre os The Gift. A reportagem vai para o ar imediatamente após o "Jornal da Noite".
A reportagem segue a banda de Alcobaça durante uma semana de promoção ao recente "Fácil de Entender".
Imagens de concertos e bastidores bem como entrevistas com a banda farão parte do programa que a SIC exibirá no próximo dia 29, domingo.
In Diário Digital
A reportagem segue a banda de Alcobaça durante uma semana de promoção ao recente "Fácil de Entender".
Imagens de concertos e bastidores bem como entrevistas com a banda farão parte do programa que a SIC exibirá no próximo dia 29, domingo.
In Diário Digital
terça-feira, 17 de julho de 2007
Tenho pena
Que passados 10 dias do reconhecimento do Mosteiro de Alcobaça como uma das 7 Maravilhas de Portugal, que independentemente da legitimidade do concurso e de outras polémicas elevou o nome da nossa cidade e do concelho, e hajam blogues com especial relevo local, como este ou este (apenas exemplos) que não tenham feito qualquer referência a esse facto.
Outros, como este, ainda fizeram pior que foi conseguirem pegar nisso para mostrar ainda mais a sua "mesquinhice".
No entanto houveram excepções e ainda temos bons exemplos como este e este que demonstraram agrado e fecilidade com a eleição.
Viva Alcobaça e o seu Mosteiro como uma das 7 Maravilhas Nacionais!
Outros, como este, ainda fizeram pior que foi conseguirem pegar nisso para mostrar ainda mais a sua "mesquinhice".
No entanto houveram excepções e ainda temos bons exemplos como este e este que demonstraram agrado e fecilidade com a eleição.
Viva Alcobaça e o seu Mosteiro como uma das 7 Maravilhas Nacionais!
Filarmónica de Pataias completou 130 anos
A Banda Filarmónica de Pataias fez este Domingo, 15 de Julho, 130 anos de existência. Os projectos para manter activa esta colectividade centenária passam, a breve prazo, por criar uma Escola de Música "mais abrangente" a todos os lugares da freguesia, em conjunto com o Conservatório de Alcobaça e Junta de Freguesia de Pataias.
António Ascenso, que preside à Filarmónica desde 2004, diz que conseguiu, neste período, criar um grupo de teatro, e qu tenciona criar mais actividades ocupacionais alternativas à tradicional banda de música de modo a que a Colectividade centenária mantenha uma boa dinâmica e não passe pelas dificuldades que a maioria conhece.
In Rádio Cister
António Ascenso, que preside à Filarmónica desde 2004, diz que conseguiu, neste período, criar um grupo de teatro, e qu tenciona criar mais actividades ocupacionais alternativas à tradicional banda de música de modo a que a Colectividade centenária mantenha uma boa dinâmica e não passe pelas dificuldades que a maioria conhece.
In Rádio Cister
Cinema volta a fechar em Agosto
O cine-teatro de Alcobaça volta a encerrar em Agosto. Há três anos que a Câmara opta por encerrar a sala durante um mês para dar férias ao pessoal e fazer a manutenção do equipamento.
A sala de cinema de Alcobaça continua a registar uma boa taxa de afluência de público aos espectáculos que apresenta embora a vereadora da cultura, Alcina Gonçalves, admita que vai ter de ser feito um "esforço maior na promoção" dos seus produtos para enfrentar nova concorrência.
Estão para abrir novas salas de cinema e espectáculos em Leiria e Caldas da Rainha mas Alcobaça acredita que vai manter as “taxas razoáveis” de afluência de público às iniciativas que decorrem dentro da sala.
As salas de cinema do país continuam a registar perdas de espectadores. Em Alcobaça, onde a sala de cinema nunca esgotou, registam-se, segundo dados do Pelouro da Cultura, afluências médias na ordem dos 60%. Dentro da ARTE em Rede, Alcobaça é a sala de cinema e de espectáculos na Região de Lisboa e Vale do Tejo a que mais público atrai o que, segundo a vereadora da Cultura, Alcina Gonçalves, "é um motivo de satisfação".
In Rádio Cister
A sala de cinema de Alcobaça continua a registar uma boa taxa de afluência de público aos espectáculos que apresenta embora a vereadora da cultura, Alcina Gonçalves, admita que vai ter de ser feito um "esforço maior na promoção" dos seus produtos para enfrentar nova concorrência.
Estão para abrir novas salas de cinema e espectáculos em Leiria e Caldas da Rainha mas Alcobaça acredita que vai manter as “taxas razoáveis” de afluência de público às iniciativas que decorrem dentro da sala.
As salas de cinema do país continuam a registar perdas de espectadores. Em Alcobaça, onde a sala de cinema nunca esgotou, registam-se, segundo dados do Pelouro da Cultura, afluências médias na ordem dos 60%. Dentro da ARTE em Rede, Alcobaça é a sala de cinema e de espectáculos na Região de Lisboa e Vale do Tejo a que mais público atrai o que, segundo a vereadora da Cultura, Alcina Gonçalves, "é um motivo de satisfação".
In Rádio Cister
segunda-feira, 16 de julho de 2007
Alcobaça e o Turismo de Praia
O concelho de Alcobaça é um famoso e conceituado local turístico, com uma oferta diversificada tanto a nível cultural e de património, como a nível balnear.
O turismo cultural, e até aqui mais desenvolvido, é impulsionado pelo nosso famoso Mosteiro que atrai milhares de visitantes à cidade de Alcobaça e que a torna conhecida além fronteiras. Muitos outros pontos se destacam a este nível no concelho, embora com um aproveitamento bem menor, infelizmente. Podemos dar os exemplos do Mosteiro de Cós, as Ruínas de Parreitas, os Fornos de Cal de Pataias...
A outra vertente turística, relacionada com os adeptos das praias tem estado ainda pouco explorada, destacando-se apenas o caso da zona balnear de S. Martinho do Porto, estância muito conhecida para este tipo de férias.
Recentemente têm vindo a público várias notícias que dão conta de um súbito interesse na nossa bonita e variada costa, com vários anúncios de contrução de aldeamentos turísticos.
Este interesse pode ser muito positivo para o concelho em termos económicos mas tem de ser estudado cautelosamente. A fome desenfreada pela contrução dos nossos empreiteiros não pode vencer a racionalidade e a futura sustentabilidade e viabilidade dos projectos.
O ponto fundamental é só um, a costa oeste de Portugal não é o Algarve nem tão pouco uma costa como a de Lisboa em termos de potencial. No oeste somos traídos pelo mesmo clima que nos abençoa na agricultura, mas que em termos turísticos é terrível. Nunca conseguiremos ter um turismo de massas nem mesmo um turismo expressivo. Os Europeus ao deslocarem-se para o sul do continente buscam principalmente o sol, o calor e a praia apetecível. Na nossa costa, e como este ano facilmente se constata, as temperaturas não correspondem a essas espectativas. Em Agosto as manhãs e as tardes estão envoltas num denso nevoeiro. As nossas noites são frias e nem sempre a praia está assegurada. Para agravar, o nosso mar apesar de bonito é gélido e traiçoeiro, com ondulação e correntes fortes que nem sempre permitem os banhos. Um turista nunca estará descansado com os seus filhos perto do mar.
Estes factores defraldam por completo as espectativas da grande maioria dos turistas e põe em causa o seu fluxo.
Apesar de tudo, haverá sempre mercado para um grupo mais pequeno de turistas ( poder-se-à vocacionar o investimento para os mercados nórdicos ), que valorizarão a qualidade das infra-estruturas e dos serviços fornecidos, mas que não serão suficientes para ocupações em larga escala.
No fundo acredito que os referidos aldeamentos são positivos para o concelho mas numa perspectiva bastante diminuta. A construção massiva semelhante à que se assiste no Algarve ou no sul de Espanha será um erro muito grave na nossa costa e criará com toda a certeza áreas devolutas e desocupadas. Isto, para não falar em termos ambientais.
A construção de campos de golfe é um forte auxiliar mas que por si só não altera muito este panorama.
Queremos uma Alcobaça turística sim, mas ponderada e adaptada à procura.
O turismo cultural, e até aqui mais desenvolvido, é impulsionado pelo nosso famoso Mosteiro que atrai milhares de visitantes à cidade de Alcobaça e que a torna conhecida além fronteiras. Muitos outros pontos se destacam a este nível no concelho, embora com um aproveitamento bem menor, infelizmente. Podemos dar os exemplos do Mosteiro de Cós, as Ruínas de Parreitas, os Fornos de Cal de Pataias...
A outra vertente turística, relacionada com os adeptos das praias tem estado ainda pouco explorada, destacando-se apenas o caso da zona balnear de S. Martinho do Porto, estância muito conhecida para este tipo de férias.Recentemente têm vindo a público várias notícias que dão conta de um súbito interesse na nossa bonita e variada costa, com vários anúncios de contrução de aldeamentos turísticos.
Este interesse pode ser muito positivo para o concelho em termos económicos mas tem de ser estudado cautelosamente. A fome desenfreada pela contrução dos nossos empreiteiros não pode vencer a racionalidade e a futura sustentabilidade e viabilidade dos projectos.
O ponto fundamental é só um, a costa oeste de Portugal não é o Algarve nem tão pouco uma costa como a de Lisboa em termos de potencial. No oeste somos traídos pelo mesmo clima que nos abençoa na agricultura, mas que em termos turísticos é terrível. Nunca conseguiremos ter um turismo de massas nem mesmo um turismo expressivo. Os Europeus ao deslocarem-se para o sul do continente buscam principalmente o sol, o calor e a praia apetecível. Na nossa costa, e como este ano facilmente se constata, as temperaturas não correspondem a essas espectativas. Em Agosto as manhãs e as tardes estão envoltas num denso nevoeiro. As nossas noites são frias e nem sempre a praia está assegurada. Para agravar, o nosso mar apesar de bonito é gélido e traiçoeiro, com ondulação e correntes fortes que nem sempre permitem os banhos. Um turista nunca estará descansado com os seus filhos perto do mar.
Estes factores defraldam por completo as espectativas da grande maioria dos turistas e põe em causa o seu fluxo.
Apesar de tudo, haverá sempre mercado para um grupo mais pequeno de turistas ( poder-se-à vocacionar o investimento para os mercados nórdicos ), que valorizarão a qualidade das infra-estruturas e dos serviços fornecidos, mas que não serão suficientes para ocupações em larga escala.
No fundo acredito que os referidos aldeamentos são positivos para o concelho mas numa perspectiva bastante diminuta. A construção massiva semelhante à que se assiste no Algarve ou no sul de Espanha será um erro muito grave na nossa costa e criará com toda a certeza áreas devolutas e desocupadas. Isto, para não falar em termos ambientais.
A construção de campos de golfe é um forte auxiliar mas que por si só não altera muito este panorama.
Queremos uma Alcobaça turística sim, mas ponderada e adaptada à procura.
Vespistas doam receitas à CEERIA
As receitas do 4º Encontro de Vespas da Benedita, que se realiza no próximo domingo 22 de Julho, destinam-se ao Centro de Educação Especial, Reabilitação e Integração de Alcobaça (CEERIA), anunciou fonte da organização.
O encontro, iniciativa do clube 'Vespistas da Benedita' conta com 200 Vespas inscritas, entre os vários anos e modelos deste histórico modelo utilitário de duas rodas de marca italiana.
As verbas a serem doadas ao CEERIA destinam-se à aquisição de uma carrinha de transporte de passageiros para servir os alunos da instituição.
Inscrições e informação mais detalhada podem ser obtidas em http://vespistas.benedita.com/
In Correio da Manhã
O encontro, iniciativa do clube 'Vespistas da Benedita' conta com 200 Vespas inscritas, entre os vários anos e modelos deste histórico modelo utilitário de duas rodas de marca italiana.
As verbas a serem doadas ao CEERIA destinam-se à aquisição de uma carrinha de transporte de passageiros para servir os alunos da instituição.
Inscrições e informação mais detalhada podem ser obtidas em http://vespistas.benedita.com/
In Correio da Manhã
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