Informação do CEPAE:
O Departamento de Ciências da Terra da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra está a promover em S. Martinho do Porto, no âmbito da Geologia no Verão, uma iniciativa da Ciência Viva - Agência Nacional para a Divulgação Científica e Tecnológica.
Trata-se de uma acção de divulgação científica, de acesso gratuito e aberta a todos os cidadãos.
Participe!
________________________________________
Título: Geoevoluções em S. Martinho - o Porto, a lagoa e o mar.
Responsável: Jorge M. L. Dinis
Descrição da acção: A concha de S. Martinho do Porto é o que resta de uma vasta laguna costeira, que há apenas alguns milénios se estendia muito para o interior. Este abrigo natural tem grande tradição náutica, cujo expoente máximo são o porto e estaleiro de Alfeizerão, com papel relevante na saga dos Descobrimentos portugueses. No passeio veremos a estrutura geológica da região e a sua evolução, criadora da morfologia regional. Em relação à laguna, será explicada a invasão do mar e o seu recuo por um assoreamento que reflecte as alterações climáticas globais - glaciação e degelo, bem como mudanças menores - e está ligado à história das comunidades que sucessivamente foram ocupando a região, desde o Neolítico, com destaque para o impacto da Reconquista Cristã. Será ainda explicada a curiosa forma em concha e referida a erosão que afecta a zona costeira de Portugal.
Descrição sintética: A concha de S. Martinho do Porto é o que resta de uma vasta laguna costeira, que há alguns milénios passava de Alfeizerão, onde existiram porto e estaleiro. Veremos a estrutura geológica e a morfologia regional, será explicada a invasão do mar e o seu recuo pelo assoreamento marcado pelas alterações climáticas (glaciações e mudanças menores) e ligado à história das comunidades ocuparam a região.
Ponto de Encontro: Na marginal, frente à Capitania
Itinerário: Subida ao farolim do norte da barra - percurso ao longo da baía - miradouro de Salir do Porto
Notas: Usar roupa e calçado de passeio, em rochas e areia, chapéu, protector solar, líquidos. Recomenda-se pequeno farnel, binóculos e câmara fotográfica e/ou de vídeo...para mais tarde recordar. Fato de banho, opcional, para terminar com uma experiência hidrodinâmica de iniciativa individual.
Data/Hora: 4 de Agosto de 2007, 10:00
Duração: 5 horas
Nº Max. Participantes: 30
Nº de participantes extra: 10
Inscrições GRÁTIS online, na página da Ciência Viva http://www.cienciaviva.pt/veraocv/ ou linha Azul 808 200 205
________________________________________
CEPAE - Centro do Património da Estremadura
Edifício Mouzinho de Albuquerque, 2.º Andar - Sala 1
Apartado 188
2440-901 Batalha
Tel / Fax: 244 766 199
E_Mail: cepae@sapo.pt
Visite-nos em www.cepae.pt
sexta-feira, 3 de agosto de 2007
quarta-feira, 1 de agosto de 2007
Feira Medieval de Aljubarrota
12 a 15 de AGOSTO

[Clique para ampliar]
[ PROGRAMA ]
De 12 a 15 de Agosto, a Câmara Municipal de Alcobaça e as Freguesias de Prazeres e São Vicente comemoram, ao vivo, a Batalha de Aljubarrota.
A data histórica, 14 de Agosto, que marca a vitória das tropas portuguesas comandadas por D. João I de Portugal e o seu condestável D. Nuno Álvares Pereira, sobre o exército castelhano de D. Juan I de Castela, que se deu no campo de S. Jorge, entre as localidades de Leiria e Alcobaça, é festejada na Vila de Aljubarrota com a realização da Feira Medieval.
Entre muita animação de rua: teatro, malabarismos, música, rábulas, figurantes, entre outras actividades, a época medieval será recriada a rigor, a partir de indumentárias próprias, criação de cenários apropriados, através da construção de tavernas com refeições, da presença de feiticeiras e cartomantes, da montagem de tendas árabes, armas de madeira, grinaldas, espaços de cerâmica, olaria, tecelagem e bordados, sem esquecer os deliciosos sabores do pão da padeira, do mel, dos licores, das compotas, dos produtos hortícolas, das fogaças, entre muitas outras relíquias.
A organização convida a população a participar e a vestir-se com fatos próprios da época. A entrada é livre, basta trazer boa disposição, vontade de conhecer um pouco mais a história, e juntar-se à festa.
HOMENAGEM
Este ano, o programa da Feira Medieval está ainda mais completo, destacando-se a homenagem ao arquitecto de grande relevo nacional, Eugénio dos Santos, a quem será dedicada a inauguração do seu Busto.
O arquitecto nasceu na Vila de Aljubarrota, em 1711, e foi o autor do projecto de reconstrução da Baixa Pombalina após o terramoto de 1755. A sua obra, o Terreiro do Paço e a Baixa, permanece como testemunho de uma época, e constitui "uma das obras maiores da cultura nacional", segundo o historiador José Augusto França.
PRÉMIO ARQUITECTURA "EUGÉNIO DOS SANTOS"
Para além da animação e da homenagem a Eugénio dos Santos, a Câmara Municipal de Alcobaça aproveita o dia 14 para proceder à entrega dos galardões da 1.ª Edição do Prémio de Arquitectura "Eugénio dos Santos".
Uma condecoração que premeia "proprietários, promotores e arquitectos que assumam a genuína preocupação em promover a qualidade da construção de raiz e a recuperação de edifícios, numa Cidade e num Concelho, onde há um assinalável equilíbrio urbanístico e onde, nos últimos anos, a exigência da qualidade "ganhou" lugar de relevo nas discussões e decisões tomadas", segundo as palavras de Gonçalves Sapinho, Presidente da Câmara de Alcobaça.
A cerimónia de entrega decorre à margem de Aljubarrota, uma vez que o arquitecto que dá nome ao troféu era natural da Vila.
FEIRA MEDIEVAL SEM FRONTEIRAS CULTURAIS
Pela primeira vez na história desta feira, o Concelho recebe o grupo francês "Les Compagnons de Camelot", pertencente ao Comité de Geminações, uma associação de evocação medieval, que se dedica à recriação histórica (desde o século XII ao século XV), de Aubergenville, cidade geminada com Alcobaça.
Mais informações em (http://www.compagnons-de-camelot.com/).
Numa batalha em que os franceses estiveram do lado dos castelhanos, este grupo vem "acampar" na Feira Medieval de Aljubarrota, acompanhados de uma tenda, material e fatos épicos, onde serão figurantes e participantes desta grande festa.
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas
girp@cm-alcobaca.pt 262 580 825

[Clique para ampliar]
[ PROGRAMA ]
De 12 a 15 de Agosto, a Câmara Municipal de Alcobaça e as Freguesias de Prazeres e São Vicente comemoram, ao vivo, a Batalha de Aljubarrota.
A data histórica, 14 de Agosto, que marca a vitória das tropas portuguesas comandadas por D. João I de Portugal e o seu condestável D. Nuno Álvares Pereira, sobre o exército castelhano de D. Juan I de Castela, que se deu no campo de S. Jorge, entre as localidades de Leiria e Alcobaça, é festejada na Vila de Aljubarrota com a realização da Feira Medieval.
Entre muita animação de rua: teatro, malabarismos, música, rábulas, figurantes, entre outras actividades, a época medieval será recriada a rigor, a partir de indumentárias próprias, criação de cenários apropriados, através da construção de tavernas com refeições, da presença de feiticeiras e cartomantes, da montagem de tendas árabes, armas de madeira, grinaldas, espaços de cerâmica, olaria, tecelagem e bordados, sem esquecer os deliciosos sabores do pão da padeira, do mel, dos licores, das compotas, dos produtos hortícolas, das fogaças, entre muitas outras relíquias.
A organização convida a população a participar e a vestir-se com fatos próprios da época. A entrada é livre, basta trazer boa disposição, vontade de conhecer um pouco mais a história, e juntar-se à festa.
HOMENAGEM
Este ano, o programa da Feira Medieval está ainda mais completo, destacando-se a homenagem ao arquitecto de grande relevo nacional, Eugénio dos Santos, a quem será dedicada a inauguração do seu Busto.
O arquitecto nasceu na Vila de Aljubarrota, em 1711, e foi o autor do projecto de reconstrução da Baixa Pombalina após o terramoto de 1755. A sua obra, o Terreiro do Paço e a Baixa, permanece como testemunho de uma época, e constitui "uma das obras maiores da cultura nacional", segundo o historiador José Augusto França.
PRÉMIO ARQUITECTURA "EUGÉNIO DOS SANTOS"
Para além da animação e da homenagem a Eugénio dos Santos, a Câmara Municipal de Alcobaça aproveita o dia 14 para proceder à entrega dos galardões da 1.ª Edição do Prémio de Arquitectura "Eugénio dos Santos".
Uma condecoração que premeia "proprietários, promotores e arquitectos que assumam a genuína preocupação em promover a qualidade da construção de raiz e a recuperação de edifícios, numa Cidade e num Concelho, onde há um assinalável equilíbrio urbanístico e onde, nos últimos anos, a exigência da qualidade "ganhou" lugar de relevo nas discussões e decisões tomadas", segundo as palavras de Gonçalves Sapinho, Presidente da Câmara de Alcobaça.
A cerimónia de entrega decorre à margem de Aljubarrota, uma vez que o arquitecto que dá nome ao troféu era natural da Vila.
FEIRA MEDIEVAL SEM FRONTEIRAS CULTURAIS
Pela primeira vez na história desta feira, o Concelho recebe o grupo francês "Les Compagnons de Camelot", pertencente ao Comité de Geminações, uma associação de evocação medieval, que se dedica à recriação histórica (desde o século XII ao século XV), de Aubergenville, cidade geminada com Alcobaça.
Mais informações em (http://www.compagnons-de-camelot.com/).
Numa batalha em que os franceses estiveram do lado dos castelhanos, este grupo vem "acampar" na Feira Medieval de Aljubarrota, acompanhados de uma tenda, material e fatos épicos, onde serão figurantes e participantes desta grande festa.
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas
girp@cm-alcobaca.pt 262 580 825
segunda-feira, 30 de julho de 2007
Novos Blogues Alcobacenses
Cada vez mais rica a nossa blogosfera regional, em especial com o contributo destes dois novos blogues bastante interessantes:
. Sítio dos Pais ( http://sitiodospais.blogspot.com/ ), de Andreia Mendes
. Confraria do Retalho ( http://confrariadoretalho.blogspot.com ), de Carlos Mendes
Bem-vindos!!!
. Sítio dos Pais ( http://sitiodospais.blogspot.com/ ), de Andreia Mendes
. Confraria do Retalho ( http://confrariadoretalho.blogspot.com ), de Carlos Mendes
Bem-vindos!!!
CMA Com Política Correcta na Aposta do Património
O Presidente da Câmara Municipal de Alcobaça (CMA) reuniu, no passado dia 26 de Julho, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, com a Direcção do IGESPAR - Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico, representada pela vice-presidente Andreia Galvão.
Uma reunião que surge na sequência de contactos prévios, relacionados com os dossiers: Mosteiro de Cós, Logradores do Mosteiro de Alcobaça: Capela do Desterro Obelisco e Levadinhas/Sistema hidráulico.
Objectivo da reunião
O desenrolar do encontro centrou-se no assunto que está em cima da mesa, que é a possibilidade de candidatura, em parceria (CMA/IGESPAR), ao QREN e aos programas temáticos, para requalificação das áreas envolventes, de ambos os mosteiros.
Segundo a dirigente do IGESPAR, o Município de Alcobaça prossegue uma política correcta, de aposta no património, referindo-se à inversão no processo histórico, da ocupação da zona envolvente ao Mosteiro de Cós, encetada recentemente, com a negociação de terrenos nas suas imediações.
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 825
Uma reunião que surge na sequência de contactos prévios, relacionados com os dossiers: Mosteiro de Cós, Logradores do Mosteiro de Alcobaça: Capela do Desterro Obelisco e Levadinhas/Sistema hidráulico.
Objectivo da reunião
O desenrolar do encontro centrou-se no assunto que está em cima da mesa, que é a possibilidade de candidatura, em parceria (CMA/IGESPAR), ao QREN e aos programas temáticos, para requalificação das áreas envolventes, de ambos os mosteiros.
Segundo a dirigente do IGESPAR, o Município de Alcobaça prossegue uma política correcta, de aposta no património, referindo-se à inversão no processo histórico, da ocupação da zona envolvente ao Mosteiro de Cós, encetada recentemente, com a negociação de terrenos nas suas imediações.
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 825
Grandes e Pequenos “Descobridores” Passam Temporada no Castelo de Alcobaça
Com o apoio da Câmara Municipal, desde então, os "descobridores" estão de novo na cidade, durante 15 dias, trabalhando das 9h00 às 18h00, na Cooperativa Agrícola de Alcobaça, estando a partida marcada para dia 28 de Julho. Alojados na Escola D. Inês de Castro, este grupo é marcado pela diversidade de nacionalidades, formação profissional e idade dos participantes.
Para os mais leigos, à primeira vista, os pequenos objectos espalhados pela mesa são apenas cacos. Passados alguns minutos de conversa com Jorge António, é visível a riqueza do material, fragmentos de cerâmica vidrada simples, de barro vermelho ou de faiança, que datam de finais do século XVII e princípios do século XVIII.
Um trabalho que envolve escavações, limpeza de materiais, colagens, entre outras actividades, "um jogo de paciência e de persistência", conta Jorge António. O arqueólogo, adianta que é um prazer trabalhar com miúdos, uma vez que é uma forma de incentivar os mais velhos, porque "normalmente as pessoas não têm muita sensibilidade e os pequenos levam os ensinamentos para casa".
Este ano, o grupo de intervenção decidiu parar de recolher objectos, e está a recuperá-los, pois segundo Jorge António, "este material precisa de ir para o laboratório, para ser colado e limpo com maior rigor". Com o término da campanha, o arqueólogo pretende apresentar um relatório final à vereadora da Cultura e ao IPA - Instituto Português de Arqueologia.
Grande parte do material encontrado, desde potes de barro, moedas, dedais, amostras de carvão, cavilhas, pregos, fivelas, anéis, a tigelas de louça, do último alcaide a executar funções no Castelo, Bento Luís Correia de Melo, aquando o terramoto de 1755, são autênticas peças valiosas que, apesar da distância temporal, se assemelham em muito aos objectos utilizados nos dias de hoje.
Num futuro não muito longínquo, é de aguardar uma apresentação pública dos achados, que constituem uma importante ferramenta para a compreensão do passado de Alcobaça.
Fonte: C.M.A.
quinta-feira, 26 de julho de 2007
Gilberto Gil ao Vivo em Alcobaça
07 de Agosto - 22h - Zona Envolvente do Mosteiro
Entrada Livre

Gilberto Gil e a Banda Larga
Gilberto Gil prepara-se para uma nova turnê no Verão europeu. Até aí nenhuma novidade, pois suas incursões anuais ao Velho Mundo já se tornaram uma tradição. A grande diferença está na bandeira que o artista ostenta desta vez, para marcar mais uma guinada em sua rica e incansável trajectória: "GILBERTO GIL - BANDA LARGA".
Gil está mergulhando de vez e de cabeça nas águas vertiginosas da revolução digital e de suas infovias aceleradas...
O tema perpassa toda a carreira do artista: dos tempos da Tropicália, com "Cérebro Eletrônico" e "Futurível" (1969), passando por "Cibernética" (1974), "Parabolicamará" (1991), e desaguando, em 1997, no álbum duplo "Quanta", onde reuniu boa parte de suas reflexões sobre arte/ciência e as novas tecnologias. O disco foi precedido pela abertura pioneira de seu web site, em abril de 1996, e pela transmissão online, no mesmo ano, de "Pela Internet", primeira música brasileira a ser oficialmente lançada pela Internet.
De lá para cá, seu interesse não só aumentou, como se multiplicaram seus interlocutores. Inclusão digital, Creative Commons, Software Livre são apenas alguns dos conceitos que já há algum tempo saíram do mundo das ideias para alavancar as actividades e conversações do homem público Gilberto Gil.
"BANDA LARGA" vem anunciar o engajamento irreversível e definitivo do artista com as novas réguas e compassos do universo de bits e bytes, abraçado com todos os seus riscos e desafios. Se o tema já o fascinava há mais de 30 anos, agora se trata, para Gil, de mergulhar fundo na práxis, num processo que já se delineava na turnê anterior "Eletracústico", quando cantou na ONU para uma plateia entusiasmada que mal conseguia acreditar no que estava vendo/ouvindo no sisudo plenário. "O que eu quero é fazer política!", Gil afirma em alto e bom som.
Entrada Livre

Gilberto Gil e a Banda Larga
Gilberto Gil prepara-se para uma nova turnê no Verão europeu. Até aí nenhuma novidade, pois suas incursões anuais ao Velho Mundo já se tornaram uma tradição. A grande diferença está na bandeira que o artista ostenta desta vez, para marcar mais uma guinada em sua rica e incansável trajectória: "GILBERTO GIL - BANDA LARGA".
Gil está mergulhando de vez e de cabeça nas águas vertiginosas da revolução digital e de suas infovias aceleradas...
O tema perpassa toda a carreira do artista: dos tempos da Tropicália, com "Cérebro Eletrônico" e "Futurível" (1969), passando por "Cibernética" (1974), "Parabolicamará" (1991), e desaguando, em 1997, no álbum duplo "Quanta", onde reuniu boa parte de suas reflexões sobre arte/ciência e as novas tecnologias. O disco foi precedido pela abertura pioneira de seu web site, em abril de 1996, e pela transmissão online, no mesmo ano, de "Pela Internet", primeira música brasileira a ser oficialmente lançada pela Internet.
De lá para cá, seu interesse não só aumentou, como se multiplicaram seus interlocutores. Inclusão digital, Creative Commons, Software Livre são apenas alguns dos conceitos que já há algum tempo saíram do mundo das ideias para alavancar as actividades e conversações do homem público Gilberto Gil.
"BANDA LARGA" vem anunciar o engajamento irreversível e definitivo do artista com as novas réguas e compassos do universo de bits e bytes, abraçado com todos os seus riscos e desafios. Se o tema já o fascinava há mais de 30 anos, agora se trata, para Gil, de mergulhar fundo na práxis, num processo que já se delineava na turnê anterior "Eletracústico", quando cantou na ONU para uma plateia entusiasmada que mal conseguia acreditar no que estava vendo/ouvindo no sisudo plenário. "O que eu quero é fazer política!", Gil afirma em alto e bom som.
Música&Dança - Mosteiro de Alcobaça Maravilha de Portugal
A época balnear já começou, e o Município de Alcobaça não está alheio à situação.
Por isso, a Câmara Municipal de Alcobaça (CMA), por intermédio dos Pelouros da Cultura, Turismo e Desporto, em conjunto com diversas entidades, preparam um completo programa de actividades culturais e musicais, como forma de dinamizar e promover o Concelho, durante a época estival.
Depois de conhecido o veredicto final no concurso das "7 Maravilhas de Portugal", e assumida a aposta da CMA em dinamizar a zona envolvente ao Mosteiro de Santa Maria, a autarquia arranca, já no mês de Julho, com o programa "Música&Dança - Mosteiro de Alcobaça Maravilha de Portugal", que se prolonga até 2008. Um programa recheado de actividades culturais e muita música.
Gabinete de Informação e Relações Públicas
262 580 825
Por isso, a Câmara Municipal de Alcobaça (CMA), por intermédio dos Pelouros da Cultura, Turismo e Desporto, em conjunto com diversas entidades, preparam um completo programa de actividades culturais e musicais, como forma de dinamizar e promover o Concelho, durante a época estival.
Depois de conhecido o veredicto final no concurso das "7 Maravilhas de Portugal", e assumida a aposta da CMA em dinamizar a zona envolvente ao Mosteiro de Santa Maria, a autarquia arranca, já no mês de Julho, com o programa "Música&Dança - Mosteiro de Alcobaça Maravilha de Portugal", que se prolonga até 2008. Um programa recheado de actividades culturais e muita música.
Gabinete de Informação e Relações Públicas
262 580 825
quarta-feira, 25 de julho de 2007
Embaixador Nazim Ahmad de Visita a Alcobaça
Em resposta a um convite formulado pelo Presidente da Câmara, Gonçalves Sapinho, o embaixador Nazim Ahmad, representante diplomático de Sua Alteza, o Príncipe Aga Khan e também Presidente do Concelho Nacional da Fundação Aga Khan (AKF), deslocou-se a Alcobaça, no passado dia 21 de Julho, numa visita destinada a aprofundar o conhecimento mútuo entre o Município e a Fundação, bem como o estreitamento de relações.
Da visita a Alcobaça constou uma passagem pelo Mosteiro de Santa Maria, onde, na ausência do Director do Mosteiro, se fizeram acompanhar por Cecília Gil, Técnica Superior do Mosteiro. Presentes estiveram ainda Paulo Bernardino, da Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) e Acácio Catarino, antigo Assessor de Jorge Sampaio.
O que é a Aga Khan
A Fundação AKF é uma agência privada de desenvolvimento internacional, vocacionada para o apoio às comunidades mais carenciadas, independentemente da sua raça, etnia, religião ou língua. A sua missão é promover soluções criativas e sustentáveis, para responder aos problemas de pobreza e exclusão social.
A AKF concentra a sua actuação em quatro áreas fundamentais para o bem-estar das comunidades mais desfavorecidas como o: desenvolvimento rural/urbano, a educação, a saúde e a capacitação de organizações da sociedade civil.
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 825
Da visita a Alcobaça constou uma passagem pelo Mosteiro de Santa Maria, onde, na ausência do Director do Mosteiro, se fizeram acompanhar por Cecília Gil, Técnica Superior do Mosteiro. Presentes estiveram ainda Paulo Bernardino, da Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) e Acácio Catarino, antigo Assessor de Jorge Sampaio.
O que é a Aga Khan
A Fundação AKF é uma agência privada de desenvolvimento internacional, vocacionada para o apoio às comunidades mais carenciadas, independentemente da sua raça, etnia, religião ou língua. A sua missão é promover soluções criativas e sustentáveis, para responder aos problemas de pobreza e exclusão social.
A AKF concentra a sua actuação em quatro áreas fundamentais para o bem-estar das comunidades mais desfavorecidas como o: desenvolvimento rural/urbano, a educação, a saúde e a capacitação de organizações da sociedade civil.
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 825
Prémio de Revelação Artística D. Benta de Aguiar (PRADBA) 2007
Anuncia Mais Dois Elementos do Seu Júri
Após o anúncio na data da sua apresentação do historiador Pedro Penteado como um dos elementos do Júri do concurso PRADBA 2007, a organização anunciou agora o nome de mais dois elementos a integrar no Júri. Catarina Mateus, artista de representação visual e Helena Barros, técnica de fotografia.
Após o anúncio na data da sua apresentação do historiador Pedro Penteado como um dos elementos do Júri do concurso PRADBA 2007, a organização anunciou agora o nome de mais dois elementos a integrar no Júri. Catarina Mateus, artista de representação visual e Helena Barros, técnica de fotografia.
Mafalda Veiga ao vivo em São Martinho do Porto
A cantora vai estar dia 28 de Julho, pelas 22h00, na Baía de São Martinho do Porto.
Um espectáculo organizado pela Câmara Municipal de Alcobaça, Inserido na programação do "Verão de São Martinho do Porto".
É esperada a presença de centenas de fãs e curiosos, em mais uma "noite para recordar e comemorar".
A entrada é livre.
In C.M.A.
Um espectáculo organizado pela Câmara Municipal de Alcobaça, Inserido na programação do "Verão de São Martinho do Porto".
É esperada a presença de centenas de fãs e curiosos, em mais uma "noite para recordar e comemorar".
A entrada é livre.
In C.M.A.
terça-feira, 24 de julho de 2007
Google com Informação Actualizada das Ruas de Alcobaça
Uma das mais fantásticas ferramentas disponibilizadas pelo Google foi recentemente actualizada com informação relativa às ruas de Alcobaças e estradas regionais. Tanto o Google Earth como até o Google Maps já fornecem informação detalhada sobre as artérias da cidade e restantes vias nacionais, municipais e até regionais para o restante concelho.

O Google Earth é um interessantíssimo programa desenvolvido e distribuído pelo Google e que apresenta um modelo tridimensional do planeta, construído a partir de fotografias de satélite. O programa pode ser usado simplesmente para visualizar mapas bidimensionais e fotografias de satélite ou então como um simulador das diversas paisagens terrestres. Facilmente se identificam lugares, construções, cidades e paisagens, entre outros.

O Google Earth é um interessantíssimo programa desenvolvido e distribuído pelo Google e que apresenta um modelo tridimensional do planeta, construído a partir de fotografias de satélite. O programa pode ser usado simplesmente para visualizar mapas bidimensionais e fotografias de satélite ou então como um simulador das diversas paisagens terrestres. Facilmente se identificam lugares, construções, cidades e paisagens, entre outros.
Tampinhas transformaram-se em materiais ortopédicos
Em Alcobaça
A "Campanha de Recolha de Tampinhas de Plástico" foi um sucesso em Alcobaça. A prova foi a entrega, ontem, de materiais ortopédicos a crianças e instituições.
Duas mil e 400. Foi este o número de garrafões cheios de tampinhas recolhidos pelos alunos das escolas do concelho de Alcobaça, através da "Campanha de Recolha de Tampinhas de Plástico", realizada pelo pelouro do Ambiente da Câmara Municipal de Alcobaça, no âmbito do projecto anual de Educação Ambiental.
Esses quilos e quilos de plástico transformaram-se, ontem, em materiais ortopédicos para os utentes do Centro de Educação Especial, Reabilitação e Integração de Alcobaça (CEERIA), e para Marco António, uma criança de sete anos, residente na Benedita, que recebeu uma cadeira de rodas e duas talas de imobilização tíbio-társica.
[Ler mais, no Diário As Beiras]
A "Campanha de Recolha de Tampinhas de Plástico" foi um sucesso em Alcobaça. A prova foi a entrega, ontem, de materiais ortopédicos a crianças e instituições.
Duas mil e 400. Foi este o número de garrafões cheios de tampinhas recolhidos pelos alunos das escolas do concelho de Alcobaça, através da "Campanha de Recolha de Tampinhas de Plástico", realizada pelo pelouro do Ambiente da Câmara Municipal de Alcobaça, no âmbito do projecto anual de Educação Ambiental.
Esses quilos e quilos de plástico transformaram-se, ontem, em materiais ortopédicos para os utentes do Centro de Educação Especial, Reabilitação e Integração de Alcobaça (CEERIA), e para Marco António, uma criança de sete anos, residente na Benedita, que recebeu uma cadeira de rodas e duas talas de imobilização tíbio-társica.
[Ler mais, no Diário As Beiras]
Orquestra de Saxofones da Academia de Música de Alcobaça Apresenta o Seu 1º CD Esta Semana
Na próxima quarta-feira, 25 de Julho, às 19 horas, o Auditório Geral da Biblioteca Municipal de Alcobaça acolherá a apresentação do 1º CD gravado e editado pela Orquestra de Saxofones da Academia de Música de Alcobaça. O espectáculo será de entrada livre e tem também o particular interesse de as receitas nele conseguidas com a venda daquele CD reverterem para a aquisição de um saxofone barítono, belíssimo instrumento musical cujos refinados exemplares custam mesmo uma nota (bem) preta! É de ir, ouvir e comprar!
In Nas Faldas da Serra
In Nas Faldas da Serra
segunda-feira, 23 de julho de 2007
Limpeza do Rossio
Mais uma vez chamo a atenção para este assunto, relacionado com a limpeza do Rossio na zona das esplanadas.
Não necessariamente por culpa de alguém, mas a zona onde estão instaladas as esplanadas do Rossio está frequentemente bastante suja, repleta de guardanapos e outros papéis, invólucros de gelados, etc. Facilmente uma pequena aragem arrasta consigo das mesas das esplanadas ou dos cinzeiros, estes e muitos outros detritos para o chão que por ali permanecem.
É claro que a imagem que fica é má, denotando uma falta de limpeza e cuidado.
Creio que deveriam ser desenvolvidos esforços conjuntos entre os proprietários dos estabelecimentos e as autoridade de modo evitar este tipo de situações, aumentando a atenção na recolha destes detritos mais leves das mesas e a limpeza frequente da rua. Existem pequenos aspiradores com este fim já utilizados em muitas outras cidades.
Não necessariamente por culpa de alguém, mas a zona onde estão instaladas as esplanadas do Rossio está frequentemente bastante suja, repleta de guardanapos e outros papéis, invólucros de gelados, etc. Facilmente uma pequena aragem arrasta consigo das mesas das esplanadas ou dos cinzeiros, estes e muitos outros detritos para o chão que por ali permanecem.
É claro que a imagem que fica é má, denotando uma falta de limpeza e cuidado.
Creio que deveriam ser desenvolvidos esforços conjuntos entre os proprietários dos estabelecimentos e as autoridade de modo evitar este tipo de situações, aumentando a atenção na recolha destes detritos mais leves das mesas e a limpeza frequente da rua. Existem pequenos aspiradores com este fim já utilizados em muitas outras cidades.
A Realidade Virtual
Gostei de ver a animação em Alcobaça durante este fim-de-semana. Gostei das esplanadas da Travessa da Cadeia cheias de turistas a almoçarem, gostei de ver durante todo o dia as esplanadas do Rossio repletas de Alcobacenses e visitantes a disfrutarem da bela vista sobre uma das 7 Maravilhas de Portugal. Gostei de ver centenas de pessoas a entrar e a saír do Mosteiro, a passearem por Alcobaça e a fotografarem muitas das lindíssimas vistas da nossa cidade.
É claro que isto parece não ser real... Segundo muitos dos nossos conterrâneos, depois da requalificação da zona histórica de Alcobaça, o Rossio e zonas envolventes ficaram às moscas. Dizem eles...
Sendo assim só posso dizer que o que vi deverá ser uma... Realidade Virtual?!
É claro que isto parece não ser real... Segundo muitos dos nossos conterrâneos, depois da requalificação da zona histórica de Alcobaça, o Rossio e zonas envolventes ficaram às moscas. Dizem eles...
Sendo assim só posso dizer que o que vi deverá ser uma... Realidade Virtual?!
sexta-feira, 20 de julho de 2007
Coz ou Cós?
por Raquel Romão, Valdemar Rodrigues e J. Elias Jorge
Uma das questões mais interessantes na nossa freguesia tem a ver com o grafismo do seu nome. Actualmente coexistem duas variantes, "Cós" e "Coz", parecendo haver alguma confusão quanto à forma correcta da designação. De forma a clarificarmos este assunto, procurámos investigar sobre o tema e chegámos a algumas observações curiosas.
Desde logo que o nome evoluiu ao longo do tempo e que a sua origem é incerta. Historiadores como Pedro Barbosa e Maria da Luz Moreira não excluem a hipótese de o nome ter uma origem árabe, podendo derivar de "al-qos", que significaria “célula de eremita”, de onde teria derivado também o topónimo "Alcouce". Outros autores, como José Pedro Machado, referem uma possível origem grega do nome: Kôs, pelo latim Cos (ao lado de Coos e Cous). Para percebermos a evolução do nome ao longo do tempo é importante que passemos brevemente em revista a história da ortografia da língua portuguesa. Nela é possível reconhecer três períodos distintos:
a) o período fonético, que prevaleceu até ao século XVI, e durante o qual se procurava representar foneticamente os sons da fala. São desta fase as designações que aparecem na documentação alcobacense latino-medieval "Quod", "Cod", "Côod", "Quos" e "Coz", tal como referem os historiadores Cristina Sousa e Saul Gomes. É também deste período a carta de doação de 1153 feita por D. Afonso Henriques à Ordem de Cister, na qual aparece a designação "Coz": "quomodo partit cum ipso Andano et ferit in ipsam aquam de Coz";
b) o segundo período da história da ortografia da língua portuguesa é designado por autores como Manuel Mendes de Carvalho por período pseudo-etimológico, e estende-se desde o século XVI até 1911. Ele caracterizou-se pela influência crescente do Latim na escrita, resultado da tendência, muito patente no Renascimento, de admiração pelos tempos clássicos e, em particular, pelo Latim. Daqui resultou o aparecimento de inúmeras consoantes duplas, o aparecimento dos grupos ph, ch, th, rh, que antes praticamente ninguém usava (o grafismo do topónimo "Nazareth" remonta a este período). Durante este período o topónimo escrevia-se "Coz" mas também já "Cós", como aparece por exemplo em alguns documentos históricos conventuais datados de 1823;
c) o terceiro período corresponde ao período moderno, e vai grosseiramente desde 1911 até à actualidade. A proliferação das grafias complicadas e a anarquia ortográfica, cujo apogeu acontece nos finais do século XIX, levam em 1911 o Governo a nomear uma comissão para estabelecer a ortografia a usar nas publicações oficiais. Desta comissão fazia parte o insigne foneticista Gonçalves Viana, tendo a nova ortografia sido oficializada por portaria de 1 de Setembro de 1911. Esta reforma (republicana) da ortografia, a primeira oficial em Portugal, foi profunda e modificou completamente o aspecto da língua escrita. Teve, como seria inevitável, muitas reacções adversas na sociedade. É deste período o grafismo oficial de "Cós", que até hoje se mantém.
Curioso foi o facto recente, de há talvez menos de duas décadas, de algumas instituições terem feito renascer o antigo topónimo "Coz", talvez em virtude da sua maior simplicidade gráfica. O facto é que hoje os dois grafismos coexistem, algo erradamente portanto. Porém a nível oficial a designação correcta deverá ser "Cós" e não "Coz". A utilização hodierna do topónimo "Coz" parece-nos todavia desculpável no contexto, se assim quisermos designá-lo, da "sociedade civil". Isto se levarmos em conta por um lado a irrazoabilidade de se alterarem por decreto os nomes próprios de lugares (o que veio a acontecer também durante o Estado Novo), e por outro o facto de o topónimo "Coz", além de ter uma reconhecida fundamentação histórica, ter sido poupado às "modas" latinizantes do período pseudo-etimológico.
Desde logo que o nome evoluiu ao longo do tempo e que a sua origem é incerta. Historiadores como Pedro Barbosa e Maria da Luz Moreira não excluem a hipótese de o nome ter uma origem árabe, podendo derivar de "al-qos", que significaria “célula de eremita”, de onde teria derivado também o topónimo "Alcouce". Outros autores, como José Pedro Machado, referem uma possível origem grega do nome: Kôs, pelo latim Cos (ao lado de Coos e Cous). Para percebermos a evolução do nome ao longo do tempo é importante que passemos brevemente em revista a história da ortografia da língua portuguesa. Nela é possível reconhecer três períodos distintos:
a) o período fonético, que prevaleceu até ao século XVI, e durante o qual se procurava representar foneticamente os sons da fala. São desta fase as designações que aparecem na documentação alcobacense latino-medieval "Quod", "Cod", "Côod", "Quos" e "Coz", tal como referem os historiadores Cristina Sousa e Saul Gomes. É também deste período a carta de doação de 1153 feita por D. Afonso Henriques à Ordem de Cister, na qual aparece a designação "Coz": "quomodo partit cum ipso Andano et ferit in ipsam aquam de Coz";
b) o segundo período da história da ortografia da língua portuguesa é designado por autores como Manuel Mendes de Carvalho por período pseudo-etimológico, e estende-se desde o século XVI até 1911. Ele caracterizou-se pela influência crescente do Latim na escrita, resultado da tendência, muito patente no Renascimento, de admiração pelos tempos clássicos e, em particular, pelo Latim. Daqui resultou o aparecimento de inúmeras consoantes duplas, o aparecimento dos grupos ph, ch, th, rh, que antes praticamente ninguém usava (o grafismo do topónimo "Nazareth" remonta a este período). Durante este período o topónimo escrevia-se "Coz" mas também já "Cós", como aparece por exemplo em alguns documentos históricos conventuais datados de 1823;
c) o terceiro período corresponde ao período moderno, e vai grosseiramente desde 1911 até à actualidade. A proliferação das grafias complicadas e a anarquia ortográfica, cujo apogeu acontece nos finais do século XIX, levam em 1911 o Governo a nomear uma comissão para estabelecer a ortografia a usar nas publicações oficiais. Desta comissão fazia parte o insigne foneticista Gonçalves Viana, tendo a nova ortografia sido oficializada por portaria de 1 de Setembro de 1911. Esta reforma (republicana) da ortografia, a primeira oficial em Portugal, foi profunda e modificou completamente o aspecto da língua escrita. Teve, como seria inevitável, muitas reacções adversas na sociedade. É deste período o grafismo oficial de "Cós", que até hoje se mantém.
Curioso foi o facto recente, de há talvez menos de duas décadas, de algumas instituições terem feito renascer o antigo topónimo "Coz", talvez em virtude da sua maior simplicidade gráfica. O facto é que hoje os dois grafismos coexistem, algo erradamente portanto. Porém a nível oficial a designação correcta deverá ser "Cós" e não "Coz". A utilização hodierna do topónimo "Coz" parece-nos todavia desculpável no contexto, se assim quisermos designá-lo, da "sociedade civil". Isto se levarmos em conta por um lado a irrazoabilidade de se alterarem por decreto os nomes próprios de lugares (o que veio a acontecer também durante o Estado Novo), e por outro o facto de o topónimo "Coz", além de ter uma reconhecida fundamentação histórica, ter sido poupado às "modas" latinizantes do período pseudo-etimológico.
quinta-feira, 19 de julho de 2007
Alcobaça merece mais!
ALCOBAÇA - Património da Humanidade, classificado pela UNESCO.
ALCOBAÇA - Património Nacional alicerce fundamental da identidade nacional.
ALCOBAÇA - Agora maravilha e bem porque o seu lugar é justo e merecido.
Mas Alcobaça merece mais!
Interessante intervenção de Dulce Bagagem na última reunião de Câmara.
ALCOBAÇA - Património Nacional alicerce fundamental da identidade nacional.
ALCOBAÇA - Agora maravilha e bem porque o seu lugar é justo e merecido.
Mas Alcobaça merece mais!
Interessante intervenção de Dulce Bagagem na última reunião de Câmara.
Alcobacense Parlatório Café Apresenta a Nova Banda Alcobacense SIDEWALKER'S ao Vivo, no Sábado
Mais uma nova banda surgiu (absolutamente) em Alcobaça! Desta vez, o rock foi o estilo (por si) escolhido, e quem já os ouviu diz que ainda se vai ouvir falar muito desses rapazes. On verra... Eles chamam-se Sidewalker's e actuarão no Parlatório Café no próximo sábado, 21 de Julho, às 23 e 30. A entrada é (absolutamente) gratuita e é sempre bonito (ver e) ouvir as noves vozes do chamado rock alcobacense! É de ir (absolutamente)!
In Nas Faldas da Serra
In Nas Faldas da Serra
Portugal sem fogos depende de todos – Campanha em Alcobaça
A campanha "Portugal sem fogos depende de todos" vai passar por várias localidades do concelho de Alcobaça com a missão de sensibilizar proprietários, e população em geral, para a Floresta até ao final deste mês.
A APFA, uma das parceiras destas sessões de esclarecimento, diz que é preciso voltar a ver a floresta como "um aliado financeiro das famílias e um amigo da comunidade".
O abandono da floresta, o depósito ilegal de lixos e as mudanças climáticas têm contribuído para aumento do número de incêndios florestais que, todos os anos, destroem centenas de hectares. Foi por isso que a lei mudou e se prepara para penalizar os proprietários que não limparem as suas propriedades. Pedro Calado defende que é preciso, no entanto, evitar os conflitos legais ou até os problemas a famílias de fracos recursos financeiros, apelando, assim, à participação de todos nesta missão de proteger a floresta.
Depois de Prazeres de Aljubarrota (esta quarta-feira à noite), seguem-se a Benedita (19-07), Alfeizerão (20-07), Turquel (23-07) e a Cela (24-07) na lista das sessões de sensibilização acompanhadas pelo Gabinete Técnico Florestal do Município, as Organizações de Produtores Florestais (APFRA - Associação dos Produtores Florestais da Região de Alcobaça, APFCAN – Associação dos Produtores Florestas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré e APFOE - Associação dos Produtores Florestais do Oeste e Estremadura ), a Guarda Nacional Republicana, a Direcção Geral dos Recursos Florestais e o Instituto de Conservação da Natureza (sempre que existam áreas protegidas).
In Rádio Cister
A APFA, uma das parceiras destas sessões de esclarecimento, diz que é preciso voltar a ver a floresta como "um aliado financeiro das famílias e um amigo da comunidade".
O abandono da floresta, o depósito ilegal de lixos e as mudanças climáticas têm contribuído para aumento do número de incêndios florestais que, todos os anos, destroem centenas de hectares. Foi por isso que a lei mudou e se prepara para penalizar os proprietários que não limparem as suas propriedades. Pedro Calado defende que é preciso, no entanto, evitar os conflitos legais ou até os problemas a famílias de fracos recursos financeiros, apelando, assim, à participação de todos nesta missão de proteger a floresta.
Depois de Prazeres de Aljubarrota (esta quarta-feira à noite), seguem-se a Benedita (19-07), Alfeizerão (20-07), Turquel (23-07) e a Cela (24-07) na lista das sessões de sensibilização acompanhadas pelo Gabinete Técnico Florestal do Município, as Organizações de Produtores Florestais (APFRA - Associação dos Produtores Florestais da Região de Alcobaça, APFCAN – Associação dos Produtores Florestas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré e APFOE - Associação dos Produtores Florestais do Oeste e Estremadura ), a Guarda Nacional Republicana, a Direcção Geral dos Recursos Florestais e o Instituto de Conservação da Natureza (sempre que existam áreas protegidas).
In Rádio Cister
Conhecer o Património Natural do Concelho de Alcobaça
À semelhança dos anos anteriores, este Verão, a Agência CIÊNCIA VIVA apresenta, a
nível nacional, a iniciativa BIOLOGIA NO VERÃO, que visa promover e divulgar a
investigação e a cultura científicas.
Nesse sentido, o Município de Alcobaça promove três visitas de estudo ao Concelho,
orientadas por técnicos do Pelouro do Ambiente da Câmara Municipal. São visitas
informais abertas a todos os estratos etários e que visam, entre outros aspectos,
desmistificar os procedimentos científicos e dar a conhecer a sua utilidade na
conservação do património natural local.
ACTIVIDADES
Litoral Norte
"Intrusos no Litoral"
24 de Agosto_9H00
Pataias
Lagoa de Pataias
"A saga continua"
28 de Agosto_9H00
Pataias
Vale da Ribeira do Mogo
"Um vale especial"
23 de Agosto_14H00
Alcobaça

A participação é gratuita e alargada à população em geral.
Inscrição (até 15 de Agosto) para:
Pelouro do Ambiente
Sofia Quaresma ( 262 580 800 ) ou directamente na página da entidade coordenadora
www.cienciaviva.pt
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 825
nível nacional, a iniciativa BIOLOGIA NO VERÃO, que visa promover e divulgar a
investigação e a cultura científicas.
Nesse sentido, o Município de Alcobaça promove três visitas de estudo ao Concelho,
orientadas por técnicos do Pelouro do Ambiente da Câmara Municipal. São visitas
informais abertas a todos os estratos etários e que visam, entre outros aspectos,
desmistificar os procedimentos científicos e dar a conhecer a sua utilidade na
conservação do património natural local.
ACTIVIDADES
Litoral Norte
"Intrusos no Litoral"
24 de Agosto_9H00
Pataias
Lagoa de Pataias
"A saga continua"
28 de Agosto_9H00
Pataias
Vale da Ribeira do Mogo
"Um vale especial"
23 de Agosto_14H00
Alcobaça
A participação é gratuita e alargada à população em geral.
Inscrição (até 15 de Agosto) para:
Pelouro do Ambiente
Sofia Quaresma ( 262 580 800 ) ou directamente na página da entidade coordenadora
www.cienciaviva.pt
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 825
quarta-feira, 18 de julho de 2007
O Estatuto Especial
Há um determinado grupo de pessoas em Alcobaça que goza de um Estatuto Especial, que lhes confere um conjunto de vantajosos direitos, diferentes dos acessíveis aos restantes cidadãos. A esse grupo, entre muitas outras coisas, é-lhes permitido o direito de conduzir sem carta de condução, de possuirem viaturas sem necessidades de inspecção e de poderem infringir todas as regras de trânsito, em especial a de poderem circular com as crianças nos bancos da frente. Esse grupo, pode vender livremente artigos na via pública sejam eles de contrafacção ou não, podem burlar idosos e até espancar os pais dos colegas dos filhos à porta da escola se acharem que estes foram menos correctos com os seus descendentes. Têm permissão para vender substâncias proibidas em quaisquer locais que considerem favoráveis ao negócio.
Durante muitos anos foi-lhes fornecida gratuitamente água e energia eléctrica sem qualquer controlo. Impostos nunca pagaram e ainda recebem subsídios para ajudar nas despesas que não têm.
A este grupo, é também adjudicada a liberdade de fazerem a própria justiça, podendo punir por sua iniciativa os que os rodeiam de acordo com as suas vontades.
Recentemente, e em resposta a mais uma das suas necessidades, foram-lhes "oferecidos" apartamentos, sem quaisquer rendas ou outro tipo de custos.
Como me sinto discriminado!
Durante muitos anos foi-lhes fornecida gratuitamente água e energia eléctrica sem qualquer controlo. Impostos nunca pagaram e ainda recebem subsídios para ajudar nas despesas que não têm.
A este grupo, é também adjudicada a liberdade de fazerem a própria justiça, podendo punir por sua iniciativa os que os rodeiam de acordo com as suas vontades.
Recentemente, e em resposta a mais uma das suas necessidades, foram-lhes "oferecidos" apartamentos, sem quaisquer rendas ou outro tipo de custos.
Como me sinto discriminado!
Famílias ciganas não pagam rendas há meses
A Câmara admite recorrer à penhora para a regularização das rendas sociais em atraso no bairro das famílias de etnia cigana. Há vários meses de renda em atraso.
Algumas famílias de etnia cigana deixaram de pagar as rendas praticamente desde que se mudaram das barracas de madeira para o novo bairro. O caso foi analisado na reunião do executivo desta semana onde o vereador da CDU criticou a maioria PSD por ter deixado a situação chegar a este ponto já que há casos de famílias que não pagam há, pelo menos, segundo Rogério Raimundo, dez meses. Para o vereador, a situação pode dever-se à "falta de acompanhamento" destas famílias durante o processo de adaptação às novas regras.
O Presidente da Câmara, Gonçalves Sapinho, desdramatiza o assunto mas admite recorrer a todos os mecanismos existentes na lei que estiverem ao alcance da autarquia para resolver a situação, nomeadamente através da "penhora" dos bens.
O autarca garante que executará todas as medidas que ficaram acordadas aquando do realojamento destas famílias e que passavam, nomeadamente, pela proibição de mais elementos da etnia se estabelecerem na cidade ou da construção de novas barracas pela cidade. Como exemplo dessa determinação, o autarca fala do despacho que assinou esta semana a exigir a demolição de um anexo construído numa barraca na Cova da Onça (propriedade da Câmara) que pertence a uma das famílias que vai ser realojada pela Fundação Maria e Oliveira, ao que tudo indica, dentro de menos de um ano.
O PS já veio apelar a uma solução "diplomática" para evitar conflitos. A vereadora Dulce Bagagem acredita que a maioria dos casos de rendas em atraso esteja relacionada com "um braço de ferro" de algumas famílias com a Câmara depois desta não lhes ter respondido ao pedido para baixar as rendas. Segundo a vereadora, o caso pode ter chegado a este ponto devido a alguma "falta de acompanhamento" destas famílias nas suas novas residências.
A Câmara Municipal de Alcobaça já começou a notificar os incumpridores. Para os que têm três meses de rendas em atraso, a Câmara estipula um prazo de dez dias, a contar do aviso, para a regularização da situação. Para os que apresentem os nove meses de incumprimento, a Câmara admite aplicar o que ficou estipulado no contrato com as famílias de etnia cigana.
As 32 famílias de etnia cigana foram realojadas no verão do ano passado e muitas não pagam a renda socialmente baixa desde praticamente essa altura. A renda mais alta aplicada a estas famílias ronda os cerca de 70 euros.
In Rádio Cister
Algumas famílias de etnia cigana deixaram de pagar as rendas praticamente desde que se mudaram das barracas de madeira para o novo bairro. O caso foi analisado na reunião do executivo desta semana onde o vereador da CDU criticou a maioria PSD por ter deixado a situação chegar a este ponto já que há casos de famílias que não pagam há, pelo menos, segundo Rogério Raimundo, dez meses. Para o vereador, a situação pode dever-se à "falta de acompanhamento" destas famílias durante o processo de adaptação às novas regras.
O Presidente da Câmara, Gonçalves Sapinho, desdramatiza o assunto mas admite recorrer a todos os mecanismos existentes na lei que estiverem ao alcance da autarquia para resolver a situação, nomeadamente através da "penhora" dos bens.
O autarca garante que executará todas as medidas que ficaram acordadas aquando do realojamento destas famílias e que passavam, nomeadamente, pela proibição de mais elementos da etnia se estabelecerem na cidade ou da construção de novas barracas pela cidade. Como exemplo dessa determinação, o autarca fala do despacho que assinou esta semana a exigir a demolição de um anexo construído numa barraca na Cova da Onça (propriedade da Câmara) que pertence a uma das famílias que vai ser realojada pela Fundação Maria e Oliveira, ao que tudo indica, dentro de menos de um ano.
O PS já veio apelar a uma solução "diplomática" para evitar conflitos. A vereadora Dulce Bagagem acredita que a maioria dos casos de rendas em atraso esteja relacionada com "um braço de ferro" de algumas famílias com a Câmara depois desta não lhes ter respondido ao pedido para baixar as rendas. Segundo a vereadora, o caso pode ter chegado a este ponto devido a alguma "falta de acompanhamento" destas famílias nas suas novas residências.
A Câmara Municipal de Alcobaça já começou a notificar os incumpridores. Para os que têm três meses de rendas em atraso, a Câmara estipula um prazo de dez dias, a contar do aviso, para a regularização da situação. Para os que apresentem os nove meses de incumprimento, a Câmara admite aplicar o que ficou estipulado no contrato com as famílias de etnia cigana.
As 32 famílias de etnia cigana foram realojadas no verão do ano passado e muitas não pagam a renda socialmente baixa desde praticamente essa altura. A renda mais alta aplicada a estas famílias ronda os cerca de 70 euros.
In Rádio Cister
Cedece Apresenta Duetos de Amor, Até 11 de Agosto, no Mosteiro de Alcobaça
Sexta-feira, 20 de Julho, inicia-se no Mosteiro de Alcobaça um novo e aliciante programa de espectáculos da Cedece-Companhia de Dança Contemporâena. Histórias verídicas (como a de Pedro e Inês) ou mitos (como Romeu e Julieta) que tocam o imaginário em cada geração são o mote e o tema desse programa de dança intitulado e inspirado em Duetos de Amor. Os Duetos de Amor da (e pela) Cedece serão apresentados no Mosteiro de Alcobaça todas as sextas, sábados e domingos, em duas sessões diárias (às 11 e 30 e às 16 e 30), entre 20 de Julho e 11 de Agosto, prometendo deliciar novamente o público com a habitual qualidade e espectacularidade dos espectáculos da Cedece. É de ir!
In Nas Faldas da Serra
In Nas Faldas da Serra
Parlatório Café de Alcobaça Passa a Abrir Todos os Dias ao Público
É simples, é verdade e é uma boa ideia. A partir de agora o Parlatório Café estará aberto ao público todos os dias: das 22 às 2 da matina, entre domingo a quinta-feira, e das 22 às 4 , à sexta-feira e ao sábado. O Verão tem destas coisas... Boas!
In Nas Faldas da Serra
In Nas Faldas da Serra
Posto dos CTT Aljubarrota vai mudar de localização
Os Correios de Aljubarrota podem mudar-se para o rés-do-chão do edifício da Junta em breve.
As Juntas de Freguesia já começaram a pedir orçamentos e admitem que as obras possam arrancar ainda este ano
O posto dos CTT funcionam num primeiro andar e o acesso não se torna fácil para os que sofrem de mobilidade reduzida.
Numa visita recente à freguesia, o PS contestou o funcionamento do posto dos correios num primeiro andar. Amilcar Raimundo, Presidente da Junta de S Vicente, garante que as obras estavam previstas há muito tempo mas só agora houve disponibilidade financeira para avançar.
In Rádio Cister
As Juntas de Freguesia já começaram a pedir orçamentos e admitem que as obras possam arrancar ainda este ano
O posto dos CTT funcionam num primeiro andar e o acesso não se torna fácil para os que sofrem de mobilidade reduzida.
Numa visita recente à freguesia, o PS contestou o funcionamento do posto dos correios num primeiro andar. Amilcar Raimundo, Presidente da Junta de S Vicente, garante que as obras estavam previstas há muito tempo mas só agora houve disponibilidade financeira para avançar.
In Rádio Cister
SIC exibe reportagem sobre The Gift a 29 de Julho
A 29 de Julho será transmitida uma grande reportagem na SIC sobre os The Gift. A reportagem vai para o ar imediatamente após o "Jornal da Noite".
A reportagem segue a banda de Alcobaça durante uma semana de promoção ao recente "Fácil de Entender".
Imagens de concertos e bastidores bem como entrevistas com a banda farão parte do programa que a SIC exibirá no próximo dia 29, domingo.
In Diário Digital
A reportagem segue a banda de Alcobaça durante uma semana de promoção ao recente "Fácil de Entender".
Imagens de concertos e bastidores bem como entrevistas com a banda farão parte do programa que a SIC exibirá no próximo dia 29, domingo.
In Diário Digital
terça-feira, 17 de julho de 2007
Tenho pena
Que passados 10 dias do reconhecimento do Mosteiro de Alcobaça como uma das 7 Maravilhas de Portugal, que independentemente da legitimidade do concurso e de outras polémicas elevou o nome da nossa cidade e do concelho, e hajam blogues com especial relevo local, como este ou este (apenas exemplos) que não tenham feito qualquer referência a esse facto.
Outros, como este, ainda fizeram pior que foi conseguirem pegar nisso para mostrar ainda mais a sua "mesquinhice".
No entanto houveram excepções e ainda temos bons exemplos como este e este que demonstraram agrado e fecilidade com a eleição.
Viva Alcobaça e o seu Mosteiro como uma das 7 Maravilhas Nacionais!
Outros, como este, ainda fizeram pior que foi conseguirem pegar nisso para mostrar ainda mais a sua "mesquinhice".
No entanto houveram excepções e ainda temos bons exemplos como este e este que demonstraram agrado e fecilidade com a eleição.
Viva Alcobaça e o seu Mosteiro como uma das 7 Maravilhas Nacionais!
Filarmónica de Pataias completou 130 anos
A Banda Filarmónica de Pataias fez este Domingo, 15 de Julho, 130 anos de existência. Os projectos para manter activa esta colectividade centenária passam, a breve prazo, por criar uma Escola de Música "mais abrangente" a todos os lugares da freguesia, em conjunto com o Conservatório de Alcobaça e Junta de Freguesia de Pataias.
António Ascenso, que preside à Filarmónica desde 2004, diz que conseguiu, neste período, criar um grupo de teatro, e qu tenciona criar mais actividades ocupacionais alternativas à tradicional banda de música de modo a que a Colectividade centenária mantenha uma boa dinâmica e não passe pelas dificuldades que a maioria conhece.
In Rádio Cister
António Ascenso, que preside à Filarmónica desde 2004, diz que conseguiu, neste período, criar um grupo de teatro, e qu tenciona criar mais actividades ocupacionais alternativas à tradicional banda de música de modo a que a Colectividade centenária mantenha uma boa dinâmica e não passe pelas dificuldades que a maioria conhece.
In Rádio Cister
Cinema volta a fechar em Agosto
O cine-teatro de Alcobaça volta a encerrar em Agosto. Há três anos que a Câmara opta por encerrar a sala durante um mês para dar férias ao pessoal e fazer a manutenção do equipamento.
A sala de cinema de Alcobaça continua a registar uma boa taxa de afluência de público aos espectáculos que apresenta embora a vereadora da cultura, Alcina Gonçalves, admita que vai ter de ser feito um "esforço maior na promoção" dos seus produtos para enfrentar nova concorrência.
Estão para abrir novas salas de cinema e espectáculos em Leiria e Caldas da Rainha mas Alcobaça acredita que vai manter as “taxas razoáveis” de afluência de público às iniciativas que decorrem dentro da sala.
As salas de cinema do país continuam a registar perdas de espectadores. Em Alcobaça, onde a sala de cinema nunca esgotou, registam-se, segundo dados do Pelouro da Cultura, afluências médias na ordem dos 60%. Dentro da ARTE em Rede, Alcobaça é a sala de cinema e de espectáculos na Região de Lisboa e Vale do Tejo a que mais público atrai o que, segundo a vereadora da Cultura, Alcina Gonçalves, "é um motivo de satisfação".
In Rádio Cister
A sala de cinema de Alcobaça continua a registar uma boa taxa de afluência de público aos espectáculos que apresenta embora a vereadora da cultura, Alcina Gonçalves, admita que vai ter de ser feito um "esforço maior na promoção" dos seus produtos para enfrentar nova concorrência.
Estão para abrir novas salas de cinema e espectáculos em Leiria e Caldas da Rainha mas Alcobaça acredita que vai manter as “taxas razoáveis” de afluência de público às iniciativas que decorrem dentro da sala.
As salas de cinema do país continuam a registar perdas de espectadores. Em Alcobaça, onde a sala de cinema nunca esgotou, registam-se, segundo dados do Pelouro da Cultura, afluências médias na ordem dos 60%. Dentro da ARTE em Rede, Alcobaça é a sala de cinema e de espectáculos na Região de Lisboa e Vale do Tejo a que mais público atrai o que, segundo a vereadora da Cultura, Alcina Gonçalves, "é um motivo de satisfação".
In Rádio Cister
segunda-feira, 16 de julho de 2007
Alcobaça e o Turismo de Praia
O concelho de Alcobaça é um famoso e conceituado local turístico, com uma oferta diversificada tanto a nível cultural e de património, como a nível balnear.
O turismo cultural, e até aqui mais desenvolvido, é impulsionado pelo nosso famoso Mosteiro que atrai milhares de visitantes à cidade de Alcobaça e que a torna conhecida além fronteiras. Muitos outros pontos se destacam a este nível no concelho, embora com um aproveitamento bem menor, infelizmente. Podemos dar os exemplos do Mosteiro de Cós, as Ruínas de Parreitas, os Fornos de Cal de Pataias...
A outra vertente turística, relacionada com os adeptos das praias tem estado ainda pouco explorada, destacando-se apenas o caso da zona balnear de S. Martinho do Porto, estância muito conhecida para este tipo de férias.
Recentemente têm vindo a público várias notícias que dão conta de um súbito interesse na nossa bonita e variada costa, com vários anúncios de contrução de aldeamentos turísticos.
Este interesse pode ser muito positivo para o concelho em termos económicos mas tem de ser estudado cautelosamente. A fome desenfreada pela contrução dos nossos empreiteiros não pode vencer a racionalidade e a futura sustentabilidade e viabilidade dos projectos.
O ponto fundamental é só um, a costa oeste de Portugal não é o Algarve nem tão pouco uma costa como a de Lisboa em termos de potencial. No oeste somos traídos pelo mesmo clima que nos abençoa na agricultura, mas que em termos turísticos é terrível. Nunca conseguiremos ter um turismo de massas nem mesmo um turismo expressivo. Os Europeus ao deslocarem-se para o sul do continente buscam principalmente o sol, o calor e a praia apetecível. Na nossa costa, e como este ano facilmente se constata, as temperaturas não correspondem a essas espectativas. Em Agosto as manhãs e as tardes estão envoltas num denso nevoeiro. As nossas noites são frias e nem sempre a praia está assegurada. Para agravar, o nosso mar apesar de bonito é gélido e traiçoeiro, com ondulação e correntes fortes que nem sempre permitem os banhos. Um turista nunca estará descansado com os seus filhos perto do mar.
Estes factores defraldam por completo as espectativas da grande maioria dos turistas e põe em causa o seu fluxo.
Apesar de tudo, haverá sempre mercado para um grupo mais pequeno de turistas ( poder-se-à vocacionar o investimento para os mercados nórdicos ), que valorizarão a qualidade das infra-estruturas e dos serviços fornecidos, mas que não serão suficientes para ocupações em larga escala.
No fundo acredito que os referidos aldeamentos são positivos para o concelho mas numa perspectiva bastante diminuta. A construção massiva semelhante à que se assiste no Algarve ou no sul de Espanha será um erro muito grave na nossa costa e criará com toda a certeza áreas devolutas e desocupadas. Isto, para não falar em termos ambientais.
A construção de campos de golfe é um forte auxiliar mas que por si só não altera muito este panorama.
Queremos uma Alcobaça turística sim, mas ponderada e adaptada à procura.
O turismo cultural, e até aqui mais desenvolvido, é impulsionado pelo nosso famoso Mosteiro que atrai milhares de visitantes à cidade de Alcobaça e que a torna conhecida além fronteiras. Muitos outros pontos se destacam a este nível no concelho, embora com um aproveitamento bem menor, infelizmente. Podemos dar os exemplos do Mosteiro de Cós, as Ruínas de Parreitas, os Fornos de Cal de Pataias...
A outra vertente turística, relacionada com os adeptos das praias tem estado ainda pouco explorada, destacando-se apenas o caso da zona balnear de S. Martinho do Porto, estância muito conhecida para este tipo de férias.Recentemente têm vindo a público várias notícias que dão conta de um súbito interesse na nossa bonita e variada costa, com vários anúncios de contrução de aldeamentos turísticos.
Este interesse pode ser muito positivo para o concelho em termos económicos mas tem de ser estudado cautelosamente. A fome desenfreada pela contrução dos nossos empreiteiros não pode vencer a racionalidade e a futura sustentabilidade e viabilidade dos projectos.
O ponto fundamental é só um, a costa oeste de Portugal não é o Algarve nem tão pouco uma costa como a de Lisboa em termos de potencial. No oeste somos traídos pelo mesmo clima que nos abençoa na agricultura, mas que em termos turísticos é terrível. Nunca conseguiremos ter um turismo de massas nem mesmo um turismo expressivo. Os Europeus ao deslocarem-se para o sul do continente buscam principalmente o sol, o calor e a praia apetecível. Na nossa costa, e como este ano facilmente se constata, as temperaturas não correspondem a essas espectativas. Em Agosto as manhãs e as tardes estão envoltas num denso nevoeiro. As nossas noites são frias e nem sempre a praia está assegurada. Para agravar, o nosso mar apesar de bonito é gélido e traiçoeiro, com ondulação e correntes fortes que nem sempre permitem os banhos. Um turista nunca estará descansado com os seus filhos perto do mar.
Estes factores defraldam por completo as espectativas da grande maioria dos turistas e põe em causa o seu fluxo.
Apesar de tudo, haverá sempre mercado para um grupo mais pequeno de turistas ( poder-se-à vocacionar o investimento para os mercados nórdicos ), que valorizarão a qualidade das infra-estruturas e dos serviços fornecidos, mas que não serão suficientes para ocupações em larga escala.
No fundo acredito que os referidos aldeamentos são positivos para o concelho mas numa perspectiva bastante diminuta. A construção massiva semelhante à que se assiste no Algarve ou no sul de Espanha será um erro muito grave na nossa costa e criará com toda a certeza áreas devolutas e desocupadas. Isto, para não falar em termos ambientais.
A construção de campos de golfe é um forte auxiliar mas que por si só não altera muito este panorama.
Queremos uma Alcobaça turística sim, mas ponderada e adaptada à procura.
Vespistas doam receitas à CEERIA
As receitas do 4º Encontro de Vespas da Benedita, que se realiza no próximo domingo 22 de Julho, destinam-se ao Centro de Educação Especial, Reabilitação e Integração de Alcobaça (CEERIA), anunciou fonte da organização.
O encontro, iniciativa do clube 'Vespistas da Benedita' conta com 200 Vespas inscritas, entre os vários anos e modelos deste histórico modelo utilitário de duas rodas de marca italiana.
As verbas a serem doadas ao CEERIA destinam-se à aquisição de uma carrinha de transporte de passageiros para servir os alunos da instituição.
Inscrições e informação mais detalhada podem ser obtidas em http://vespistas.benedita.com/
In Correio da Manhã
O encontro, iniciativa do clube 'Vespistas da Benedita' conta com 200 Vespas inscritas, entre os vários anos e modelos deste histórico modelo utilitário de duas rodas de marca italiana.
As verbas a serem doadas ao CEERIA destinam-se à aquisição de uma carrinha de transporte de passageiros para servir os alunos da instituição.
Inscrições e informação mais detalhada podem ser obtidas em http://vespistas.benedita.com/
In Correio da Manhã
Museu Nacional do Vinho fecha em Alcobaça
A Associação de Defesa do Património de Alcobaça (ADEPA) e a Câmara Municipal local contestaram hoje o encerramento do Museu Nacional do Vinho, na sequência da passagem dos funcionários para o quadro de mobilidade especial da função pública.
"Fui surpreendido com essa informação", afirmou à Agência Lusa o presidente da Câmara Municipal, José Gonçalves Sapinho, que critica a decisão da tutela de dispensar os funcionários do museu antes de existir um acordo com a autarquia para a gestão do equipamento.
Na sexta-feira, aquele espaço já não abriu ao público apesar de existirem negociações entre o Estado e a Câmara para que o museu passasse para a tutela da autarquia.
Até ao momento, "ainda não existe nada assinado", pelo que é "incompreensível" a decisão de passar os dois únicos funcionários para o quadro de mobilidade sem garantir a manutenção do museu em funcionamento, afirmou Gonçalves Sapinho.
In Região de Leiria
"Fui surpreendido com essa informação", afirmou à Agência Lusa o presidente da Câmara Municipal, José Gonçalves Sapinho, que critica a decisão da tutela de dispensar os funcionários do museu antes de existir um acordo com a autarquia para a gestão do equipamento.
Na sexta-feira, aquele espaço já não abriu ao público apesar de existirem negociações entre o Estado e a Câmara para que o museu passasse para a tutela da autarquia.
Até ao momento, "ainda não existe nada assinado", pelo que é "incompreensível" a decisão de passar os dois únicos funcionários para o quadro de mobilidade sem garantir a manutenção do museu em funcionamento, afirmou Gonçalves Sapinho.
In Região de Leiria
“Theatrum Puparum” no Mosteiro de Alcobaça
É verdade o espectáculo da companhia S.A.Marionetas - Teatro & Bonecos, "Theatrum Puparum - Inês de Castro" vai estar até ao final de Setembro no Mosteiro de Alcobaça.
As funções do Theatrum Puparum iniciam-se sempre às 15.45 horas, na Sala dos Monges.
Espectáculo integrado no programa de animação do Mosteiro de Alcobaça 2007, organizado pela A.M.A. - Associação Amigos do Mosteiro de Alcobaça.
Entrada - 4.00€ (inclui espectáculo e visita ao Claustro)
"Theatrum Puparum" (teatro de bonecos), bonecos feitos de pau e barro manipulados por duas lindas donzelas, os bonifrates iluminados a candeias de azeite, relatam a História de "Inês de Castro".
"Por ordem do senhor das terras de Aljubarrota que as funções sejam feitas de acordo com a verdade dos acontecimentos e que os bonecos representem fielmente as damas e os senhores dessas historias. Os animadores dos bonecos durante o acto estão proibidos de fazer graças sobre a pessoa do rei e da rainha, das damas, dos cavaleiros e dos senhores dessas historias, ou mesmo ao senhor nosso pai, sobe pena de lhes ser retirada a licença para animar bonecos ou receber um castigo maior citado pelo rei ou pelo senhor destas terras."
Espectáculo para todas as idades
Ficha artística
Original de José Gil, Sofia Vinagre e Natacha Costa Pereira
Encenação: José Gil
Manipulação: Natacha Costa Pereira, José Gil e Sofia Vinagre
Marionetas: Sofia Vinagre
Pintura das Marionetas: Natacha Costa Pereira
Pesquisa: Sofia Vinagre e José Gil
Estruturas: José Gil
Cenários: Natacha Costa Pereira
Figurinos das Marionetas: Sofia Vinagre
Costureira: Maria Luísa Gil
Produção: S.A.Marionetas - Teatro & Bonecos

Julho - 10, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 19, 20, 21, 22, 23, 24, 26, 27, 28, 29, 30, 31
Agosto - 26, 27, 28, 30, 31
Setembro - 20, 21, 22, 23, 24, 25, 27, 28, 29, 30
Reservas e Bilhetes na Bilheteira do Mosteiro de Alcobaça
As funções do Theatrum Puparum iniciam-se sempre às 15.45 horas, na Sala dos Monges.
Espectáculo integrado no programa de animação do Mosteiro de Alcobaça 2007, organizado pela A.M.A. - Associação Amigos do Mosteiro de Alcobaça.
Entrada - 4.00€ (inclui espectáculo e visita ao Claustro)
"Theatrum Puparum" (teatro de bonecos), bonecos feitos de pau e barro manipulados por duas lindas donzelas, os bonifrates iluminados a candeias de azeite, relatam a História de "Inês de Castro".
"Por ordem do senhor das terras de Aljubarrota que as funções sejam feitas de acordo com a verdade dos acontecimentos e que os bonecos representem fielmente as damas e os senhores dessas historias. Os animadores dos bonecos durante o acto estão proibidos de fazer graças sobre a pessoa do rei e da rainha, das damas, dos cavaleiros e dos senhores dessas historias, ou mesmo ao senhor nosso pai, sobe pena de lhes ser retirada a licença para animar bonecos ou receber um castigo maior citado pelo rei ou pelo senhor destas terras."
Espectáculo para todas as idades
Ficha artística
Original de José Gil, Sofia Vinagre e Natacha Costa Pereira
Encenação: José Gil
Manipulação: Natacha Costa Pereira, José Gil e Sofia Vinagre
Marionetas: Sofia Vinagre
Pintura das Marionetas: Natacha Costa Pereira
Pesquisa: Sofia Vinagre e José Gil
Estruturas: José Gil
Cenários: Natacha Costa Pereira
Figurinos das Marionetas: Sofia Vinagre
Costureira: Maria Luísa Gil
Produção: S.A.Marionetas - Teatro & Bonecos

Julho - 10, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 19, 20, 21, 22, 23, 24, 26, 27, 28, 29, 30, 31
Agosto - 26, 27, 28, 30, 31
Setembro - 20, 21, 22, 23, 24, 25, 27, 28, 29, 30
Reservas e Bilhetes na Bilheteira do Mosteiro de Alcobaça
Alcobaça Ambiente
Um novo blog alcobacense, da autoria de Valdemar Rodrigues, que se pretende totalmente aberto à discussão dos problemas e potencialidades ambientais do concelho de Alcobaça.
O endereço é: http://ambialcobaca.blogspot.com/
Bem-vindo!
O endereço é: http://ambialcobaca.blogspot.com/
Bem-vindo!
terça-feira, 10 de julho de 2007
segunda-feira, 9 de julho de 2007
Campeonato do Mundo de Masters
Comitiva lusa presente no WMOC'07 na Finlândia
A IOF (International Orienteering Federation), durante o Congresso realizado no Japão em Agosto, atribuiu à FPO a organização do "Campeonato do Mundo de Orientação de Masters - 2008" (WMOC'08) que se realizará entre 28 de Junho e 05 de Julho de 2008 na região de Leiria - Marinha Grande - Alcobaça.
O WMOC é o maior evento competitivo de Orientação a nível mundial. É participado por atletas de todo o mundo com números que se situam entre os 4.500 e os 5.000.
A candidatura portuguesa foi iniciada em Setembro de 2004 com a constituição da estrutura base do comité organizador, selecção de possíveis terrenos, avaliação e estudo das diversas envolventes, elaboração da proposta e submissão da mesma à IOF. Temos pois pouco mais de dois anos para preparar e organizar um evento de excelência que trará a Portugal mais de 5.000 cidadãos de todo o mundo, durante 10 a 15 dias.
Em Junho de 2007, o Exmo. Presidente da Republica Portuguesa aceitou ser o Presidente da Comissão de Honra do WMOC 2008, que integrará outras personalidades conhecidas da nossa sociedade.
Seguindo a estratégia de promoção delineada, uma comitiva do WMOC'08 deslocou-se à Finlândia, onde no momento decorre o WMOC'07, com o objectivo de promover e divulgar o evento e fazer do WMOC'08 um evento desportivo de grande sucesso.
In Infordesporto
A IOF (International Orienteering Federation), durante o Congresso realizado no Japão em Agosto, atribuiu à FPO a organização do "Campeonato do Mundo de Orientação de Masters - 2008" (WMOC'08) que se realizará entre 28 de Junho e 05 de Julho de 2008 na região de Leiria - Marinha Grande - Alcobaça.
O WMOC é o maior evento competitivo de Orientação a nível mundial. É participado por atletas de todo o mundo com números que se situam entre os 4.500 e os 5.000.
A candidatura portuguesa foi iniciada em Setembro de 2004 com a constituição da estrutura base do comité organizador, selecção de possíveis terrenos, avaliação e estudo das diversas envolventes, elaboração da proposta e submissão da mesma à IOF. Temos pois pouco mais de dois anos para preparar e organizar um evento de excelência que trará a Portugal mais de 5.000 cidadãos de todo o mundo, durante 10 a 15 dias.
Em Junho de 2007, o Exmo. Presidente da Republica Portuguesa aceitou ser o Presidente da Comissão de Honra do WMOC 2008, que integrará outras personalidades conhecidas da nossa sociedade.
Seguindo a estratégia de promoção delineada, uma comitiva do WMOC'08 deslocou-se à Finlândia, onde no momento decorre o WMOC'07, com o objectivo de promover e divulgar o evento e fazer do WMOC'08 um evento desportivo de grande sucesso.
In Infordesporto
A Capela de Santa Rita de Coz e sua história
Numa verdejante colina, virada para a aldeia de Coz, ergue-se uma pequena capela dedicada a Santa Rita, Santa Rita de Cássia ou a Santa de Todos, como a apelidou João Paulo II, em atenção à enorme influência que exerceu na vida da Igreja e na da sociedade, vivendo intensamente a maternidade física e espiritual. Santa Rita de Cássia. Nasceu em 1381, em Roccaporena, na Úmbria, Itália, e faleceu no mosteiro de Santa Maria Madalena, em Cássia, onde viveu durante 40 anos, no dia 22 de Maio de 1447, com a idade de 74 anos.[Ler mais, no Bazar das Monjas]
domingo, 8 de julho de 2007
quinta-feira, 5 de julho de 2007
Cine-Teatro de Alcobaça // 07 de Julho
Toda a programação em www.cm-alcobaca.pt/index.php?ID=31
Morada: Rua Afonso de Albuquerque, 2460-061 Alcobaça
Telefone 262 580 890
FAX 262 580 891
cine.teatro@cm-alcobaca.pt
domingo, 24 de junho de 2007
Alunos do Juncal elegem Mosteiro de Cós como "Maravilha"
Um estudo elaborado, no âmbito da disciplina área do projecto, por alunos da turma B, do 12.º ano, do Instituto Educativo do Juncal, elegeu o Mosteiro de Santa Maria de Cós, uma das “7 Maravilhas” da região envolvente ao Instituto, que englobou os concelhos de Alcobaça, Batalha e Porto de Mós.
As votações, que decorreram no dia 30 de Maio, envolveram 21 monumentos e locais da região, onde cerca de 200 a 300 pessoas, entre alunos, professores e funcionários do Instituto, consideraram como maravilha não só o Mosteiro de Cós, mas também as Ruínas do Castelo de Alcobaça, o Castelo de Porto de Mós, a Pia do Urso, o Parque Natural da Serra d’Aire e Candeeiros, as Grutas de Mira de Aire e as Grutas de S. Mamede.
Para contemplar o Município de Alcobaça pela eleição do Mosteiro de Cós, três alunos do Instituto Educativo do Juncal, Francisco Ferreira, Tânia Batista e Joana Machado, todos com 18 anos, entregaram a Gonçalves Sapinho um certificado de condecoração.
O acto teve lugar no Salão Nobre dos Paços do Concelho, no dia 22 de Junho, onde o presidente da Câmara não deixou de mostrar grande satisfação.
In Oeste Online
As votações, que decorreram no dia 30 de Maio, envolveram 21 monumentos e locais da região, onde cerca de 200 a 300 pessoas, entre alunos, professores e funcionários do Instituto, consideraram como maravilha não só o Mosteiro de Cós, mas também as Ruínas do Castelo de Alcobaça, o Castelo de Porto de Mós, a Pia do Urso, o Parque Natural da Serra d’Aire e Candeeiros, as Grutas de Mira de Aire e as Grutas de S. Mamede.
Para contemplar o Município de Alcobaça pela eleição do Mosteiro de Cós, três alunos do Instituto Educativo do Juncal, Francisco Ferreira, Tânia Batista e Joana Machado, todos com 18 anos, entregaram a Gonçalves Sapinho um certificado de condecoração.
O acto teve lugar no Salão Nobre dos Paços do Concelho, no dia 22 de Junho, onde o presidente da Câmara não deixou de mostrar grande satisfação.
In Oeste Online
Sobre pelourinho desaparecido - S.M. do Porto
O pelourinho foi erguido em 1518, no reinado de D. Manuel I, no local onde actualmente se encontra a fonte da Rua José Bento da Silva. Simbolizava o poder autárquico do Município e a sua autonomia. Devido a circunstâncias pouco definidas, foi condenado ao seu desaparecimento em 1866 por parte da Câmara Municipal de Alcobaça.
Recentemente, Ernesto Feliciano, membro do PS na Assembleia de Freguesia de São Martinho do Porto, disse ter a garantia da actual câmara social-democrata de que seria colocada uma réplica próximo do local onde originalmente foi construído.
In Oeste Online
Recentemente, Ernesto Feliciano, membro do PS na Assembleia de Freguesia de São Martinho do Porto, disse ter a garantia da actual câmara social-democrata de que seria colocada uma réplica próximo do local onde originalmente foi construído.
In Oeste Online
quarta-feira, 20 de junho de 2007
segunda-feira, 18 de junho de 2007
PS Exige que a Câmara dê o Exemplo no Tratamento das Suas Próprias Propriedades
O PS exige que a Câmara Municipal de Alcobaça dê o exemplo no tratamento das suas próprias propriedades. Um terrreno, no centro da vila de Aljubarrota, é, agora, o alvo.
A vereadora socialista, Dulce Bagagem, diz que há uma casa em mau estado, no centro histórico de Aljubarrota e cujos proprietários não têm planos para a sua reabilitação.
Numa visita recente à freguesia de S. Vicente de Aljubarrota, a vereadora criticou a falta de bermas nas novas estradas que estão a ser construídas na zona dos Casais de Santa Teresa; a falta de sinalização de inúmeros cruzamentos desta localidade, perto da escola, e na Ataíja, o que o PS classificou de autênticas ratoeiras; dificuldades de acesso dos idosos nas deslocações à sede do concelho que, segundo o PS, demonstra ainda falta de acompanhamento social da Câmara; e acesso deficiente dos idosos à estação de correios daquela vila que funciona no primeiro andar do edificio da Junta de Freguesia.
In Rádio Cister
_______________________________________
Há que dar o exemplo, sim senhor, se depois exigem que os proprietários façam o mesmo!
A vereadora socialista, Dulce Bagagem, diz que há uma casa em mau estado, no centro histórico de Aljubarrota e cujos proprietários não têm planos para a sua reabilitação.
Numa visita recente à freguesia de S. Vicente de Aljubarrota, a vereadora criticou a falta de bermas nas novas estradas que estão a ser construídas na zona dos Casais de Santa Teresa; a falta de sinalização de inúmeros cruzamentos desta localidade, perto da escola, e na Ataíja, o que o PS classificou de autênticas ratoeiras; dificuldades de acesso dos idosos nas deslocações à sede do concelho que, segundo o PS, demonstra ainda falta de acompanhamento social da Câmara; e acesso deficiente dos idosos à estação de correios daquela vila que funciona no primeiro andar do edificio da Junta de Freguesia.
In Rádio Cister
_______________________________________
Há que dar o exemplo, sim senhor, se depois exigem que os proprietários façam o mesmo!
A Pousada de Alfeizerão Deverá Abrir Dentro de Dias
A Movijovem e a Câmara de Alcobaça, parceiras nesta empreitada da modernização da Pousada São Martinho, em Alfeizerão, admitem abri-la já no final deste mês, embora, o Presidente da autarquia, Gonçalves Sapinho, tenha admitido à Rádio Cister a necessidade de "obras imprevistas" para melhorar a comunicação do edifício com o exterior, antes da inauguração.
A obra foi lançada no verão de 2006 e permitiu o aumento da capacidade de alojamento, faltando, neste momento, encontrar uma solução para os arranjos exteriores junto à EN8, que deverá ser negociada com as Estradas de Portugal.
In Rádio Cister
A obra foi lançada no verão de 2006 e permitiu o aumento da capacidade de alojamento, faltando, neste momento, encontrar uma solução para os arranjos exteriores junto à EN8, que deverá ser negociada com as Estradas de Portugal.
In Rádio Cister
Luís de Matos Vai Conduzir Visita Guiada Pelo Mosteiro de Alcobaça
Chegou aos (muito) curiosos ouvidinhos deste blogue o zumzum de que o mágico Luis de Matos conduzirá, no próximo dia 30 de Junho, uma original visita guiada pelo Mosteiro de Alcobaça. Essa visita integra-se na campanha pela (corrente) eleição daquele precioso monumento entre as 7 Maravilhas de Portugal e estará aberta ao público em geral, o que não deixa de ser (muito!) simpático. Prometem-se mais novidades sobre o assunto para os próximos dias...
In Nas Faldas da Serra
Ao mesmo tempo que:
JUNTA DE FREGUESIA DE ALCOBAÇA VAI DISTRIBUIR FLYER DE APOIO À CAMPANHA PELA ELEIÇÃO DO MOSTEIRO DE ALCOBAÇA ENTRE AS 7 MARAVILHAS DE PORTUGAL
Numa época em que (institucionalmente) Alcobaça está a jogar tudo por tudo em campanha pela eleição do Mosteiro de Alcobaça como uma das 7 Maravilhas de Portugal, também a Junta de Freguesia de Alcobaça se alia a esse esforço (que não pretendemos inglório), anunciando a distribuição de um flyer de apoio a essa campanha. O Nas Faldas da Serra recebeu uma amostra desse flyer e não se coibe de aqui o divulgar, em primeiríssima mão (como é nosso costume). Reza assim o texto do referido flyer:
"Mosteiro de Alcobaça: Candidato a uma das 7 Maravilhas de Portugal.
À partida parece um equívoco. Mas não é. O Mosteiro de Alcobaça faz parte dum lote de 21 candidatos nacionais a "Maravilha", onde, no final, só 7 serão escolhidos.
Um engano, porque, neste concurso, imposto, de nada serve a classificação de Património Mundial dada pela UNESCO. Todos estão em pé de igualdade, sejam eles monumentos considerados Património Mundial, Nacional ou até Concelhio.
Perante este desafio, e sendo estas as regras do jogo, temos que nos empenhar, para que o Mosteiro de Alcobaça, fique no lugar que merece – entre os 7 primeiros.
A forma de votar é restrita – Internet, SMS ou pelo telefone. O número de vezes que podemos votar não é. Quanto mais vezes votarmos, mais aumentamos a possibilidade da eleição do Mosteiro de Alcobaça.
Daí que, neste desafio, o empenho de TODOS, mais do que necessário, é imprescindível. Será uma demonstração que a unidade, em torno de uma causa, pode trazer resultados surpreendentes e benéficos para todos.
Deste modo, a Junta de Freguesia, pelas razões mencionadas, apela a todos os habitantes da Freguesia de Alcobaça para participarem activamente neste desafio".
Assina a Junta de Freguesia de Alcobaça e subscreve este blogue, acreditando ainda que essa campanha possa conduzir a votação no nosso Mosteiro a bom porto...
In Nas Faldas da Serra
In Nas Faldas da Serra
Ao mesmo tempo que:
JUNTA DE FREGUESIA DE ALCOBAÇA VAI DISTRIBUIR FLYER DE APOIO À CAMPANHA PELA ELEIÇÃO DO MOSTEIRO DE ALCOBAÇA ENTRE AS 7 MARAVILHAS DE PORTUGAL
Numa época em que (institucionalmente) Alcobaça está a jogar tudo por tudo em campanha pela eleição do Mosteiro de Alcobaça como uma das 7 Maravilhas de Portugal, também a Junta de Freguesia de Alcobaça se alia a esse esforço (que não pretendemos inglório), anunciando a distribuição de um flyer de apoio a essa campanha. O Nas Faldas da Serra recebeu uma amostra desse flyer e não se coibe de aqui o divulgar, em primeiríssima mão (como é nosso costume). Reza assim o texto do referido flyer:
"Mosteiro de Alcobaça: Candidato a uma das 7 Maravilhas de Portugal.
À partida parece um equívoco. Mas não é. O Mosteiro de Alcobaça faz parte dum lote de 21 candidatos nacionais a "Maravilha", onde, no final, só 7 serão escolhidos.
Um engano, porque, neste concurso, imposto, de nada serve a classificação de Património Mundial dada pela UNESCO. Todos estão em pé de igualdade, sejam eles monumentos considerados Património Mundial, Nacional ou até Concelhio.
Perante este desafio, e sendo estas as regras do jogo, temos que nos empenhar, para que o Mosteiro de Alcobaça, fique no lugar que merece – entre os 7 primeiros.
A forma de votar é restrita – Internet, SMS ou pelo telefone. O número de vezes que podemos votar não é. Quanto mais vezes votarmos, mais aumentamos a possibilidade da eleição do Mosteiro de Alcobaça.
Daí que, neste desafio, o empenho de TODOS, mais do que necessário, é imprescindível. Será uma demonstração que a unidade, em torno de uma causa, pode trazer resultados surpreendentes e benéficos para todos.
Deste modo, a Junta de Freguesia, pelas razões mencionadas, apela a todos os habitantes da Freguesia de Alcobaça para participarem activamente neste desafio".
Assina a Junta de Freguesia de Alcobaça e subscreve este blogue, acreditando ainda que essa campanha possa conduzir a votação no nosso Mosteiro a bom porto...
In Nas Faldas da Serra
Projectos de Turismo na Região Leiria/Fátima recebem apoio financeiro
A Região de Turismo Leiria/Fátima (RTL/F) e as Câmaras Municipais de Alcobaça, Leiria, Marinha Grande, Nazaré, Ourém, Pombal e Porto Mós e a Junta de Freguesia do Carriço assinaram no dia 31 de Maio um acordo de colaboração e apoio financeiro a Projectos de Natureza Pública do PITER (Programas Integrados Turísticos de Natureza Estruturante).
Este protocolo pretende reforçar as sinergias de cooperação no sector do turismo entre os vários intervenientes que actuam no território de Leiria/Fátima, através da associação de investimentos de natureza privada e pública com vista ao desenvolvimento turístico regional.
Dos projectos públicos abrangidos destacam-se a acção sobre a Estrada Atlântica, a envolvente do Mosteiro de Alcobaça, a Estrada Florestal Paredes-Pataias e a Casa da Cultura e valorização do Largo Bastião Fernandes na Nazaré.
O projecto desenvolvido na Estrada Atlântica é um projecto conjunto das Câmaras Municipais da Nazaré, Alcobaça, Marinha Grande, Leiria e Pombal que contribuirá para a requalificação e desenvolvimento turístico do Pinhal Litoral. Com uma extensão de 65 quilómetros esta será uma das novas imagens de promoção turística da região, com um circuito devidamente sinalizado, que contribui para a integração da orla costeira nos roteiros turísticos temáticos.
A Estrada Atlântica é constituída por uma via rodoviária paralela à costa, acompanhada por uma ciclovia valorizada por equipamentos de interpretação ambiental, miradouros, parques de merendas e circuitos de manutenção.
A requalificação da envolvente do Mosteiro já foi efectuada através do desvio do tráfego automóvel para uma via circular que foi construída, devolvendo aos cidadãos aquele espaço. Assim, a praça em frente ao Mosteiro deixou de ser uma zona de estacionamento, optando-se pela implementação de espaços arborizados e pela introdução de caleiras de água corrente.
Também a requalificação da estrada que liga Paredes da Vitória a Pataias (10,3 quilómetros de extensão) está concluída. O plano de intervenção comporta os seguintes aspectos: a recuperação da Casa do Guarda, onde se instalará um Centro de Interpretação Ambiental e o Museu do Resineiro, a requalificação do parque de merendas, bem como a instalação de um parque infantil, a criação de dois miradouros e a criação de três zonas de descanso dotadas de equipamento desportivo, o melhoramento do acesso pedonal à lagoa de Pataias e a construção de uma ciclovia, em toda a extensão da via.
(...)
O PITER Leiria/Fátima teve início em Janeiro de 2002 e prevê-se a sua conclusão em Dezembro de 2008. Conta com um investimento total de 109.762.801 euros, dos quais 62.065.198 euros, o que equivale a 57%, são investimento privado e 47.697.603 euros, isto é 43%, é investimento público.
Apoio financeiro do Turismo de Portugal aos promotores dos vários projectos:
Estrada Atlântica (CM Alcobaça): investimento total – 2.717.339€; apoio – 142.116,21€
Requalificação da zona envolvente do Mosteiro de Alcobaça: investimento total – 6.331.659€; apoio – 781.704,50€
Estrada Atlântica (CM Leiria): investimento total – 2.213.785,25€; apoio – 199.240,67€
Valor. do património natural da Lagoa da Ervideira: investimento total – 74.990€; apoio – 4.499,40€
Estrada Atlântica (CM Marinha Grande): investimento total – 2.065.074,07€; apoio – 154.880,56€
Arranjos paisagísticos da marginal da Praia da Vieira: investimento total – 664.807,11€; apoio – 39.888,43€
Casa da Cultura e valorização do Largo Bastião Fernandes: investimento total – 246.573,06€; apoio – 14.195,32€
Requalificação do Urbanismo Comercial de Fátima: investimento total – 1.151.952,94€; apoio – 132.736,99€
Museu Marquês de Pombal: investimento total – 263.873,93€; apoio – 14.017,43€
Apoios balneares na Praia do Osso da Baleia: investimento total – 127.814,41€; apoio – 7.363,63€
Revitalização dos espaços públicos do centro histórico de Porto de Mós: investimento total: 331.589€; apoio – 19.895,34€
Estrada Florestal Paredes/Pataias: investimento previsto – 1.000.000€ integralmente pela Câmara de Alcobaça
In Gazeta das Caldas
Este protocolo pretende reforçar as sinergias de cooperação no sector do turismo entre os vários intervenientes que actuam no território de Leiria/Fátima, através da associação de investimentos de natureza privada e pública com vista ao desenvolvimento turístico regional.
Dos projectos públicos abrangidos destacam-se a acção sobre a Estrada Atlântica, a envolvente do Mosteiro de Alcobaça, a Estrada Florestal Paredes-Pataias e a Casa da Cultura e valorização do Largo Bastião Fernandes na Nazaré.
O projecto desenvolvido na Estrada Atlântica é um projecto conjunto das Câmaras Municipais da Nazaré, Alcobaça, Marinha Grande, Leiria e Pombal que contribuirá para a requalificação e desenvolvimento turístico do Pinhal Litoral. Com uma extensão de 65 quilómetros esta será uma das novas imagens de promoção turística da região, com um circuito devidamente sinalizado, que contribui para a integração da orla costeira nos roteiros turísticos temáticos.
A Estrada Atlântica é constituída por uma via rodoviária paralela à costa, acompanhada por uma ciclovia valorizada por equipamentos de interpretação ambiental, miradouros, parques de merendas e circuitos de manutenção.
A requalificação da envolvente do Mosteiro já foi efectuada através do desvio do tráfego automóvel para uma via circular que foi construída, devolvendo aos cidadãos aquele espaço. Assim, a praça em frente ao Mosteiro deixou de ser uma zona de estacionamento, optando-se pela implementação de espaços arborizados e pela introdução de caleiras de água corrente.
Também a requalificação da estrada que liga Paredes da Vitória a Pataias (10,3 quilómetros de extensão) está concluída. O plano de intervenção comporta os seguintes aspectos: a recuperação da Casa do Guarda, onde se instalará um Centro de Interpretação Ambiental e o Museu do Resineiro, a requalificação do parque de merendas, bem como a instalação de um parque infantil, a criação de dois miradouros e a criação de três zonas de descanso dotadas de equipamento desportivo, o melhoramento do acesso pedonal à lagoa de Pataias e a construção de uma ciclovia, em toda a extensão da via.
(...)
O PITER Leiria/Fátima teve início em Janeiro de 2002 e prevê-se a sua conclusão em Dezembro de 2008. Conta com um investimento total de 109.762.801 euros, dos quais 62.065.198 euros, o que equivale a 57%, são investimento privado e 47.697.603 euros, isto é 43%, é investimento público.
Apoio financeiro do Turismo de Portugal aos promotores dos vários projectos:
Estrada Atlântica (CM Alcobaça): investimento total – 2.717.339€; apoio – 142.116,21€
Requalificação da zona envolvente do Mosteiro de Alcobaça: investimento total – 6.331.659€; apoio – 781.704,50€
Estrada Atlântica (CM Leiria): investimento total – 2.213.785,25€; apoio – 199.240,67€
Valor. do património natural da Lagoa da Ervideira: investimento total – 74.990€; apoio – 4.499,40€
Estrada Atlântica (CM Marinha Grande): investimento total – 2.065.074,07€; apoio – 154.880,56€
Arranjos paisagísticos da marginal da Praia da Vieira: investimento total – 664.807,11€; apoio – 39.888,43€
Casa da Cultura e valorização do Largo Bastião Fernandes: investimento total – 246.573,06€; apoio – 14.195,32€
Requalificação do Urbanismo Comercial de Fátima: investimento total – 1.151.952,94€; apoio – 132.736,99€
Museu Marquês de Pombal: investimento total – 263.873,93€; apoio – 14.017,43€
Apoios balneares na Praia do Osso da Baleia: investimento total – 127.814,41€; apoio – 7.363,63€
Revitalização dos espaços públicos do centro histórico de Porto de Mós: investimento total: 331.589€; apoio – 19.895,34€
Estrada Florestal Paredes/Pataias: investimento previsto – 1.000.000€ integralmente pela Câmara de Alcobaça
In Gazeta das Caldas
Pelourinho de S. Martinho do Porto
Sábado, 23 de Junho de 2007 - 21h30
SESSÃO PÚBLICA DE APRESENTAÇÃO NA CASA DA CULTURA JOSÉ BENTO DA SILVA
Noticias do desaparecido Pelourinho de S. Martinho do Porto
CASA DA CULTURA JOSÉ BENTO DA SILVA
Rua Professor Eliseu, 2 2460-676 S. Martinho do Porto
Tel 262 980 885 Fax 262 980 886
SESSÃO PÚBLICA DE APRESENTAÇÃO NA CASA DA CULTURA JOSÉ BENTO DA SILVA
Noticias do desaparecido Pelourinho de S. Martinho do Porto
CASA DA CULTURA JOSÉ BENTO DA SILVA
Rua Professor Eliseu, 2 2460-676 S. Martinho do Porto
Tel 262 980 885 Fax 262 980 886
quinta-feira, 14 de junho de 2007
Faianças VESTAL
Lembram-se das Faianças VESTAL?
Aí estão elas com direito a blogue e tudo!
Bem-vindos à Blogosfera Alcobacense!
Aí estão elas com direito a blogue e tudo!
Bem-vindos à Blogosfera Alcobacense!
Campanha Pela Eleição do Mosteiro de Alcobaça Entre as 7 Maravilhas de Portugal Abriu Hoje um Site Oficial de Campanha
Já aqui haviamos escrito que a Câmara Municipal de Alcobaça está agora a apostar tudo por tudo na sua campanha O Truque é Votar pela eleição do Mosteiro de Alcobaça entre as 7 Maravilhas de Portugal na votação cujo resultado final será anunciado em 7 de Julho, em Lisboa, no Estádio da Luz. Hoje, a novidade do dia nessa campanha é a abertura de um site oficial de promoção, cujo endereço cibernáutico é: http://mosteiro.alcobaca.pt
Nesse site podem encontrar-se dados sobre o Mosteiro, sobre o concelho e até sobre Luis de Matos, que agora se tornou a face mais visível e mediática dessa campanha. Podem lá também encontrar-se fotos e contactos do Mosteiro, bem como notícias sobre o andamento da campanha e da votação e até mesmo recortes de imprensa. É claro que nesse site também se ensina a votar naquela eleição, publicando-se mesmo um apontamento com 7 Razões Para Votar no Mosteiro de Alcobaça. Continuamos a pensar que tudo isto já vem um pouco tarde, mas a verdade é que a coisa até poderá resultar, o que até teria aguma piada!
In Nas Faldas da Serra
Nesse site podem encontrar-se dados sobre o Mosteiro, sobre o concelho e até sobre Luis de Matos, que agora se tornou a face mais visível e mediática dessa campanha. Podem lá também encontrar-se fotos e contactos do Mosteiro, bem como notícias sobre o andamento da campanha e da votação e até mesmo recortes de imprensa. É claro que nesse site também se ensina a votar naquela eleição, publicando-se mesmo um apontamento com 7 Razões Para Votar no Mosteiro de Alcobaça. Continuamos a pensar que tudo isto já vem um pouco tarde, mas a verdade é que a coisa até poderá resultar, o que até teria aguma piada!
In Nas Faldas da Serra
Jantar com Mozart no Refeitório do Mosteiro de Alcobaça
Divulgamos hoje em primeira mão um inovador e delicioso evento que decorrerá em Alcobaça, no Refeitório do Mosteiro de Santa Maria, em 22 de Junho. Trata-se de um acontecimento que sob o título/tema Venha Jantar Com Mozart, promoverá nesse dia, às 20 e 30, um Jantar/Teatro que recriará naquele local a ambiência de uma festa dos finais de 1700 na corte do Imperador José II, cujo anfitrião será (supostamente) o próprio Wolfgang Amadeus Mozart. Esse elegante jantar/espectáculo setecentista tem inscrições limitadas, exige traje escuro e custa 65 euros por pessoa, aceitando-se reservas até ao dia 15 de Junho pelos telefones 966321534 e 262505128. Será certamente uma noite diferente em Alcobaça, que durante algumas horas poderá (tentar) rivalizar com Viena e Salzburgo!
In Nas Faldas da Serra
In Nas Faldas da Serra
“Inauguração do Eco-Percurso da Maçã de Alcobaça”
Associação de Produtores da Maçã de Alcobaça
Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Cister
“Inauguração do Eco-Percurso da Maçã de Alcobaça”
“Largada de Joaninhas”
A Associação de Produtores da Maçã de Alcobaça (APMA) e a Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Cister (EPADRC) convidam V/Exas., para estar presente no dia 15 de Junho, pelas 10h30m, na EPADRC, em Alcobaça, para a apresentação do Eco-Percurso da Maçã de Alcobaça e para uma Largada de Joaninhas, lançadas por cerca de 200 crianças e jovens de Alcobaça, numa acção simbólica, celebrando assim a relação de cooperação que existe entre o ambiente e os nossos fruticultores.
O Eco-Percurso da Maçã de Alcobaça é um percurso pedagógico que visa receber grupos de estudantes e consumidores/turistas e têm como objectivo promover a Maçã de Alcobaça e o sistema ambiental em que são produzidas.
Este é um percurso demonstrativo da Protecção/Produção Integrada, processo de produção inovador, racional e controlado em que se privilegia a protecção da cultura recorrendo a meios alternativos, como a utilização de organismos auxiliares, a monitorização e a responsabilização técnica. Estas técnicas permitem melhorar a qualidade das maçãs, proporcionam segurança alimentar e contribuem para o equilíbrio do meio ambiente.
Esta iniciativa também pretende sensibilizar para a importância dos que trabalham respeitando o ambiente, como o caso dos produtores da Maçã de Alcobaça, com enorme impacto em termos de recuperação do ecossistema do pomar, do reequilíbrio ambiental e da produção de alimentos seguros.
Venham celebrar connosco esta parceria com o ambiente, lançando também uma joaninha sobre um pomar de Maçã de Alcobaça!!!
Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Cister
“Inauguração do Eco-Percurso da Maçã de Alcobaça”
“Largada de Joaninhas”
A Associação de Produtores da Maçã de Alcobaça (APMA) e a Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Cister (EPADRC) convidam V/Exas., para estar presente no dia 15 de Junho, pelas 10h30m, na EPADRC, em Alcobaça, para a apresentação do Eco-Percurso da Maçã de Alcobaça e para uma Largada de Joaninhas, lançadas por cerca de 200 crianças e jovens de Alcobaça, numa acção simbólica, celebrando assim a relação de cooperação que existe entre o ambiente e os nossos fruticultores.
O Eco-Percurso da Maçã de Alcobaça é um percurso pedagógico que visa receber grupos de estudantes e consumidores/turistas e têm como objectivo promover a Maçã de Alcobaça e o sistema ambiental em que são produzidas.
Este é um percurso demonstrativo da Protecção/Produção Integrada, processo de produção inovador, racional e controlado em que se privilegia a protecção da cultura recorrendo a meios alternativos, como a utilização de organismos auxiliares, a monitorização e a responsabilização técnica. Estas técnicas permitem melhorar a qualidade das maçãs, proporcionam segurança alimentar e contribuem para o equilíbrio do meio ambiente.
Esta iniciativa também pretende sensibilizar para a importância dos que trabalham respeitando o ambiente, como o caso dos produtores da Maçã de Alcobaça, com enorme impacto em termos de recuperação do ecossistema do pomar, do reequilíbrio ambiental e da produção de alimentos seguros.
Venham celebrar connosco esta parceria com o ambiente, lançando também uma joaninha sobre um pomar de Maçã de Alcobaça!!!
Quanto Custa a Promoção? Porquê? É Muito?
Noticiou o jornal Público na sua edição de 11/06:
Quanto dinheiro é preciso para "criar" uma maravilha de Portugal?
Falta menos de um mês para serem conhecidos os "sete magníficos". Investimento das autarquias na promoção dos seus monumentos vai do oito ao 80
Há monumentos que falam mais alto do que outros. A Torre de Belém, o Templo de Diana e o Convento de Mafra têm voz mais grossa que o Castelo de Almourol ou a Fortaleza de Sagres. Esta talvez seja uma das razões pelas quais uns precisem mais do que outros de publicidade para angariar votos que os levem ao pódio na eleição das 7 Maravilhas de Portugal. A menos de um mês de o país conhecer os nomes das suas jóias da coroa, o PÚBLICO quis saber quanto investiram em promoção as câmaras municipais onde estão instalados os 21 monumentos finalistas do concurso. Primeira conclusão: o investimento vai do oito ao 80. Ou, no caso, dos zero aos 150 mil euros.
(...)
De todas as câmaras contactadas, a de Alcobaça foi a única que reconheceu ter apostado forte na promoção do seu mosteiro. "Não há problema nenhum em assumirmos que investimos", comenta Eduardo Nogueira, adjunto do presidente da câmara. Quanto? "Entre 100 a 150 mil euros." A autarquia recorreu aos serviços de uma empresa de consultoria que definiu os moldes da campanha. (Vítor Frutuoso, presidente da Câmara Municipal de Marvão, adianta que também foi contactado por uma empresa que pretendia promover o castelo. O preço-base era 50 mil euros. O autarca declinou e revela que a única coisa que o município fez foi publicidade na imprensa e distribuição de postais. O investimento, garante, ficou na ordem dos dez mil euros.)
Em Alcobaça, aquele montante foi também utilizado para pagar os direitos de imagem de Luís de Matos, que dá a cara pelo mosteiro. O contrato com o mágico prevê ainda a realização de um espectáculo em 2008. "Será a maior metamorfose de todos os tempos aqui no mosteiro", garante Eduardo Nogueira. E mais não diz - o segredo é a alma do negócio.
[Ler notícia completa no Público]
____________________________________________
Antes de entrarmos em discussão aqui fica o comentário deixado pelo Eduardo Nogueira num post anterior:
Relativamente aos valores dispendidos pelo Municipio na Campanha das 7W, confirmo os valores avançados ao jornal “Público”.
A Câmara Municipal de Alcobaça tem relativamente às questões de natureza financeira uma prática de transparência e seriedade. Ao contrário de outros Municípios, que não responderam, ou atiraram para o ar valores totalmente irreais, quando contrapostos às acções levadas a cabo por si, nós optámos pela verdade. É uma forma de estar!
A Campanha das 7W é a campanha “do preso por ter cão e preso por não o ter”. Se a Câmara cruzasse os braços e nada fizesse, seria acusada de nada fazer, de não ter visão, de ser tacanha, de ser miserabilista, pindérica, economicista, de só pensar em Pataias, de só pensar na Benedita, de só pensar em São Martinho, … Assim, como a Câmara se chegou à frente e decidiu apostar na divulgação do Mosteiro de Alcobaça, com uma campanha profissional, pensada, com uma linha condutora, com uma imagem cuidada: “Aqui d’el rei! É um escândalo!”
Ao contrário do que já li, algures, por aí, na blogoesfera, as verbas dispendidas pela CMA não são nenhum escândalo. Escândalo seria se o Município estivesse tão endividado e tão sem folga financeira que não pudesse investir (atenção, eu disse investir, não disse gastar; é diferente, sabem?) menos que 0,5% do seu orçamento real anual (sim, é menos que meio ponto percentual do nosso orçamento)numa acção de divulgação de um Monumento que até é Património da Humanidade (algo que outros candidatos gostariam de ser) e que se chama Mosteiro de Alcobaça.
Independentemente de, num futuro imediato, este esforço se poder vir a revelar infrutífero no que toca aos resultados da votação, há duas coisas que ninguém poderá negar: a Câmara poderá ficar de consciência tranquila, pois cumpriu a sua parte; a notoriedade e conhecimento público em torno do Mosteiro de Alcobaça terá aumentado, algo que é essencial, uma vez que existe um gritante desconhecimento do Mosteiro por parte, inclusivamente, dos habitantes do concelho.
Promover o que é nosso nunca é escandaloso. Escandaloso é não valorizarmos o que temos!
Eduardo Nogueira 06.13.07 - 5:11 pm
____________________________________________
Aqui entra claramente a questão das opiniões pessoais de cada um e das prioridades daí resultantes. Para uns poderá ser uma absurdo este apoio enquanto que para outros é fundamental. Há no entanto que respeitar as opiniões opostas.
Muito se tem falado e criticado na blogosfera esta tomada de posição da C.M.A., e numa coisa estou inteiramente de acordo com o Eduardo, é a campanha "do preso por ter cão e preso por não o ter". No início choveram críticas por nada se fazer lembram-se?
Fico também com a ideia que a campanha poderá não custar o montante máximo que se referiu e que poderá ficar bem abaixo. No caso de o Mosteiro não ser eleito (e continuando o panorama como está...), não haverá "Luís de Matos" que creio ser a fatia maior deste bolo...
Aparte disto, e pondo as polémicas de fora, creio que a primeira pergunta que deveria surgir é: _Haverá retorno deste investimento? Valerá a pena investir-se uma verba desta grandeza?
A mim parece-me que não (apesar de não saber o montante investido sem o espectáculo do LM), e poderíamos ser um pouco mais contidos, vendo a relação investimento/lucro. O retorno não será significativo à excepção do título obtido, o que não trará grandes lucros ao município. O Mosteiro de Alcobaça é excessivamente belo e será sempre visitado seja ou não uma maravilha nacional.
Entra também a questão da fiabilidade do título e do resultado como promoção turística que já aqui pus em causa.
Quanto dinheiro é preciso para "criar" uma maravilha de Portugal?
Falta menos de um mês para serem conhecidos os "sete magníficos". Investimento das autarquias na promoção dos seus monumentos vai do oito ao 80
Há monumentos que falam mais alto do que outros. A Torre de Belém, o Templo de Diana e o Convento de Mafra têm voz mais grossa que o Castelo de Almourol ou a Fortaleza de Sagres. Esta talvez seja uma das razões pelas quais uns precisem mais do que outros de publicidade para angariar votos que os levem ao pódio na eleição das 7 Maravilhas de Portugal. A menos de um mês de o país conhecer os nomes das suas jóias da coroa, o PÚBLICO quis saber quanto investiram em promoção as câmaras municipais onde estão instalados os 21 monumentos finalistas do concurso. Primeira conclusão: o investimento vai do oito ao 80. Ou, no caso, dos zero aos 150 mil euros.
(...)
De todas as câmaras contactadas, a de Alcobaça foi a única que reconheceu ter apostado forte na promoção do seu mosteiro. "Não há problema nenhum em assumirmos que investimos", comenta Eduardo Nogueira, adjunto do presidente da câmara. Quanto? "Entre 100 a 150 mil euros." A autarquia recorreu aos serviços de uma empresa de consultoria que definiu os moldes da campanha. (Vítor Frutuoso, presidente da Câmara Municipal de Marvão, adianta que também foi contactado por uma empresa que pretendia promover o castelo. O preço-base era 50 mil euros. O autarca declinou e revela que a única coisa que o município fez foi publicidade na imprensa e distribuição de postais. O investimento, garante, ficou na ordem dos dez mil euros.)
Em Alcobaça, aquele montante foi também utilizado para pagar os direitos de imagem de Luís de Matos, que dá a cara pelo mosteiro. O contrato com o mágico prevê ainda a realização de um espectáculo em 2008. "Será a maior metamorfose de todos os tempos aqui no mosteiro", garante Eduardo Nogueira. E mais não diz - o segredo é a alma do negócio.
[Ler notícia completa no Público]
____________________________________________
Antes de entrarmos em discussão aqui fica o comentário deixado pelo Eduardo Nogueira num post anterior:
Relativamente aos valores dispendidos pelo Municipio na Campanha das 7W, confirmo os valores avançados ao jornal “Público”.
A Câmara Municipal de Alcobaça tem relativamente às questões de natureza financeira uma prática de transparência e seriedade. Ao contrário de outros Municípios, que não responderam, ou atiraram para o ar valores totalmente irreais, quando contrapostos às acções levadas a cabo por si, nós optámos pela verdade. É uma forma de estar!
A Campanha das 7W é a campanha “do preso por ter cão e preso por não o ter”. Se a Câmara cruzasse os braços e nada fizesse, seria acusada de nada fazer, de não ter visão, de ser tacanha, de ser miserabilista, pindérica, economicista, de só pensar em Pataias, de só pensar na Benedita, de só pensar em São Martinho, … Assim, como a Câmara se chegou à frente e decidiu apostar na divulgação do Mosteiro de Alcobaça, com uma campanha profissional, pensada, com uma linha condutora, com uma imagem cuidada: “Aqui d’el rei! É um escândalo!”
Ao contrário do que já li, algures, por aí, na blogoesfera, as verbas dispendidas pela CMA não são nenhum escândalo. Escândalo seria se o Município estivesse tão endividado e tão sem folga financeira que não pudesse investir (atenção, eu disse investir, não disse gastar; é diferente, sabem?) menos que 0,5% do seu orçamento real anual (sim, é menos que meio ponto percentual do nosso orçamento)numa acção de divulgação de um Monumento que até é Património da Humanidade (algo que outros candidatos gostariam de ser) e que se chama Mosteiro de Alcobaça.
Independentemente de, num futuro imediato, este esforço se poder vir a revelar infrutífero no que toca aos resultados da votação, há duas coisas que ninguém poderá negar: a Câmara poderá ficar de consciência tranquila, pois cumpriu a sua parte; a notoriedade e conhecimento público em torno do Mosteiro de Alcobaça terá aumentado, algo que é essencial, uma vez que existe um gritante desconhecimento do Mosteiro por parte, inclusivamente, dos habitantes do concelho.
Promover o que é nosso nunca é escandaloso. Escandaloso é não valorizarmos o que temos!
Eduardo Nogueira 06.13.07 - 5:11 pm
____________________________________________
Aqui entra claramente a questão das opiniões pessoais de cada um e das prioridades daí resultantes. Para uns poderá ser uma absurdo este apoio enquanto que para outros é fundamental. Há no entanto que respeitar as opiniões opostas.
Muito se tem falado e criticado na blogosfera esta tomada de posição da C.M.A., e numa coisa estou inteiramente de acordo com o Eduardo, é a campanha "do preso por ter cão e preso por não o ter". No início choveram críticas por nada se fazer lembram-se?
Fico também com a ideia que a campanha poderá não custar o montante máximo que se referiu e que poderá ficar bem abaixo. No caso de o Mosteiro não ser eleito (e continuando o panorama como está...), não haverá "Luís de Matos" que creio ser a fatia maior deste bolo...
Aparte disto, e pondo as polémicas de fora, creio que a primeira pergunta que deveria surgir é: _Haverá retorno deste investimento? Valerá a pena investir-se uma verba desta grandeza?
A mim parece-me que não (apesar de não saber o montante investido sem o espectáculo do LM), e poderíamos ser um pouco mais contidos, vendo a relação investimento/lucro. O retorno não será significativo à excepção do título obtido, o que não trará grandes lucros ao município. O Mosteiro de Alcobaça é excessivamente belo e será sempre visitado seja ou não uma maravilha nacional.
Entra também a questão da fiabilidade do título e do resultado como promoção turística que já aqui pus em causa.
segunda-feira, 11 de junho de 2007
AACD faz história ao sagrar-se vice-campeã nacional
A equipa feminina de Hóquei em Patins da Associação Alcobacense de Cultura e Desporto (AACD) sagrou-se vice-campeã nacional.
Embora tenha perdido, por 4-1, frente ao Carvalhos, na última jornada que se realizou no dia 9 de Junho, a Alcobacense tinha, na quinta-feira anterior, garantido o vice-título, depois de empatar com o Mealhada, que ficou em 3º lugar.
Este foi o melhor resultado de sempre por parte o hóquei feminino de Alcobaça, um resultado que deixa o treinador Sérgio Nunes satisfeito com o seu grupo de trabahlo, acreditando, contudo, que a sua equipa quer e pode fazer “ainda mais”.
A AACD ficou a 9 pontos da Fundação Nortecoope, a nova campeã nacional.
In Rádio Cister
________________________________________
Muitos parabéns à A.A.C.D. pelo feito e que muitos mais títulos venham a caminho!
Embora tenha perdido, por 4-1, frente ao Carvalhos, na última jornada que se realizou no dia 9 de Junho, a Alcobacense tinha, na quinta-feira anterior, garantido o vice-título, depois de empatar com o Mealhada, que ficou em 3º lugar.
Este foi o melhor resultado de sempre por parte o hóquei feminino de Alcobaça, um resultado que deixa o treinador Sérgio Nunes satisfeito com o seu grupo de trabahlo, acreditando, contudo, que a sua equipa quer e pode fazer “ainda mais”.
A AACD ficou a 9 pontos da Fundação Nortecoope, a nova campeã nacional.
In Rádio Cister
________________________________________
Muitos parabéns à A.A.C.D. pelo feito e que muitos mais títulos venham a caminho!
sexta-feira, 8 de junho de 2007
Contratenor Luís Peças inicia nova temporada no Mosteiro de Alcobaça
Luís Peças volta a proporcionar, pelo segundo ano consecutivo, momentos musicais aos visitantes do Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça, um projecto que tem o apoio do município de Alcobaça em parceria com o IPPAR. Este projecto teve início em Abril e prolongar-se-á até ao fim de Setembro com sessões de 2ª a 6ª feira das 11h às 12h e das 15h às 16h. Com o contratenor alcobacense estão dois intérpretes alternadamente: João Santos ao piano e Israel Costa Pereira na guitarra clássica.
[Ler mais, no Tinta Fresca]
[Ler mais, no Tinta Fresca]
Alcobaça tem cinco praias de Ouro
Alcobaça tem cinco praias de Ouro. A classificação é da QUERCUS e teve em conta a qualidade da água do mar nos últimos cinco anos
Água de Medeiros, Légua, Pedra do Ouro, Polvoeira, em Pataias, e São Martinho do Porto foram consideradas pela associação ambientalista Quercus como praias excelentes. Para atribuir esta classificação, a QUERCUS exige que as análises à qualidade da água nos últimos cinco anos tenham tido “bom” como resultado mas Francisco Ferreira, dirigente da Associação, garante que os critérios deste organismo são ainda mais exigentes que os que levam à atribuição da bandeira azul que, no entanto, para além da qualidade da água, avalia os acessos, os apoios de praia e a qualidade da areia.
O resultado obtido por Alcobaça neste estudo a nível nacional da QUERCUS foi comentado pelo Presidente da CMA como uma prova de que acções de despoluição e dos avultados investimentos no tratamento dos esgotos no concelho de Alcobaça têm compensado. Apesar de admitir que existem algumas situações para resolver nas praias classificadas de “ouro” pela QUERCUS, Gonçalves Sapinho considera que estes galardões, agora atribuidos, motivam a Câmara a continuar a investir nas Estações de Tratamento de Águas residuais para os esgotos domésticos e das pecuárias, que existem às centenas no concelho de Alcobaça e que têm contribuido para a poluição dos solos e linhas de água.
Para além das praias de Alcobaça, a QUERCUS também considerou de ouro as praias da Nazaré e S. Pedro de Moel, na Marinha Grande.
In Rádio Cister
Água de Medeiros, Légua, Pedra do Ouro, Polvoeira, em Pataias, e São Martinho do Porto foram consideradas pela associação ambientalista Quercus como praias excelentes. Para atribuir esta classificação, a QUERCUS exige que as análises à qualidade da água nos últimos cinco anos tenham tido “bom” como resultado mas Francisco Ferreira, dirigente da Associação, garante que os critérios deste organismo são ainda mais exigentes que os que levam à atribuição da bandeira azul que, no entanto, para além da qualidade da água, avalia os acessos, os apoios de praia e a qualidade da areia.
O resultado obtido por Alcobaça neste estudo a nível nacional da QUERCUS foi comentado pelo Presidente da CMA como uma prova de que acções de despoluição e dos avultados investimentos no tratamento dos esgotos no concelho de Alcobaça têm compensado. Apesar de admitir que existem algumas situações para resolver nas praias classificadas de “ouro” pela QUERCUS, Gonçalves Sapinho considera que estes galardões, agora atribuidos, motivam a Câmara a continuar a investir nas Estações de Tratamento de Águas residuais para os esgotos domésticos e das pecuárias, que existem às centenas no concelho de Alcobaça e que têm contribuido para a poluição dos solos e linhas de água.
Para além das praias de Alcobaça, a QUERCUS também considerou de ouro as praias da Nazaré e S. Pedro de Moel, na Marinha Grande.
In Rádio Cister
Os Alcobacenses e o Mosteiro
Da colega Lúcia Duarte, do Comentar a Nossa Terra retirei um post que considero pertinente. Aqui vai:
Alcobaça tem muitas maravilhas que podem e devem ser mostradas aos turistas e principalmente aos alcobacenses.
partilho a ideia de um colega nosso de blogs, onde ele pergunta - quantos alcobacenses conhecem o mosteiro?
e vão votar nele só pela fachada?
NÂO!
então vou ter de deixar aqui uma critica (que espero que vejam como construitiva).
Em Lisboa, quem provar que lá reside não paga entrada.
Aqui, para ver o mosteiro (e notem, sem ninguém que os acompanhe e conte a sua história) cada cidadão paga 4.50€.
quem é que vai com a familia ver o mosteiro, sair de lá sem sequer o conhecer, ir para casa e votar nele?
parece lógico?
alunos e professores não pagam (e, com sorte esses professores até lhes contam a história e chamam a atenção para alguns pormenores arquitectónicos)
Alcobaça tem muitas maravilhas que podem e devem ser mostradas aos turistas e principalmente aos alcobacenses.
partilho a ideia de um colega nosso de blogs, onde ele pergunta - quantos alcobacenses conhecem o mosteiro?
e vão votar nele só pela fachada?
NÂO!
então vou ter de deixar aqui uma critica (que espero que vejam como construitiva).
Em Lisboa, quem provar que lá reside não paga entrada.
Aqui, para ver o mosteiro (e notem, sem ninguém que os acompanhe e conte a sua história) cada cidadão paga 4.50€.
quem é que vai com a familia ver o mosteiro, sair de lá sem sequer o conhecer, ir para casa e votar nele?
parece lógico?
alunos e professores não pagam (e, com sorte esses professores até lhes contam a história e chamam a atenção para alguns pormenores arquitectónicos)
7 Maravilhas - Quer ir ao Estádio da Luz, dia 7 de Julho, assistir ao espectáculo final das 7W?
Por iniciativa da C.M.A.
Quer ir ao Estádio da Luz, dia 7 de Julho, assistir à Cerimónia de Consagração das 7 Novas Maravilhas Nacionais e do Mundo, com bilhete pago e transporte?
Então, é fácil!
O TRUQUE É VOTAR!
Até 30 de Junho, vote no Mosteiro de Alcobaça o máximo de vezes possíveis e, nesse mesmo dia, apresente-nos as suas facturas telefónicas detalhadas.
Os dez maiores votantes ganham um bilhete para a Cerimónia de 07/07/07 no Estádio da Luz.
Regulamento do concurso:
- Concurso válido apenas para residentes no Concelho de Alcobaça;
- Apenas são consideradas válidas facturas detalhadas, independentemente do operador telefónico;
- Cada concorrente só poderá apresentar facturas de um único número telefónico, independentemente dos meses em questão;
- Os vencedores deverão estar disponíveis para estar em Lisboa no dia 6 de Julho, às 17 horas, para o ensaio geral, e no dia 7 de Julho às 17horas.
Para além da participação os intervenientes poderão, depois, ocupar um local nas primeiras filas do Estádio de forma a acompanharem a cerimónia das 7 Maravilhas do Mundo.
A organização responsabilizar-se-á, pela alimentação no dia 7 de Julho e garantirá o acesso à cerimónia.
As autarquias serão responsáveis pelo transporte e alimentação, no dia 6 de Julho, e pelo traje que caracterizará cada um dos monumentos.
Os vencedores comprometem-se a vestir o traje alusivo ao Mosteiro de Alcobaça (túnica branca) durante a cerimónia e nos ensaios.
Os bilhetes serão entregues à entrada do autocarro, em Alcobaça, no dia 7 de Julho.
A Câmara Municipal divulgará através do seu site o local onde devem ser apresentadas as facturas, no dia 30 de Junho.
Garanta já o seu lugar!
Quer ir ao Estádio da Luz, dia 7 de Julho, assistir à Cerimónia de Consagração das 7 Novas Maravilhas Nacionais e do Mundo, com bilhete pago e transporte?
Então, é fácil!
O TRUQUE É VOTAR!
Até 30 de Junho, vote no Mosteiro de Alcobaça o máximo de vezes possíveis e, nesse mesmo dia, apresente-nos as suas facturas telefónicas detalhadas.
Os dez maiores votantes ganham um bilhete para a Cerimónia de 07/07/07 no Estádio da Luz.
Regulamento do concurso:
- Concurso válido apenas para residentes no Concelho de Alcobaça;
- Apenas são consideradas válidas facturas detalhadas, independentemente do operador telefónico;
- Cada concorrente só poderá apresentar facturas de um único número telefónico, independentemente dos meses em questão;
- Os vencedores deverão estar disponíveis para estar em Lisboa no dia 6 de Julho, às 17 horas, para o ensaio geral, e no dia 7 de Julho às 17horas.
Para além da participação os intervenientes poderão, depois, ocupar um local nas primeiras filas do Estádio de forma a acompanharem a cerimónia das 7 Maravilhas do Mundo.
A organização responsabilizar-se-á, pela alimentação no dia 7 de Julho e garantirá o acesso à cerimónia.
As autarquias serão responsáveis pelo transporte e alimentação, no dia 6 de Julho, e pelo traje que caracterizará cada um dos monumentos.
Os vencedores comprometem-se a vestir o traje alusivo ao Mosteiro de Alcobaça (túnica branca) durante a cerimónia e nos ensaios.
Os bilhetes serão entregues à entrada do autocarro, em Alcobaça, no dia 7 de Julho.
A Câmara Municipal divulgará através do seu site o local onde devem ser apresentadas as facturas, no dia 30 de Junho.
Garanta já o seu lugar!
quarta-feira, 6 de junho de 2007
Prémio De Revelação Artística "D. Benta de Aguiar"
PRADBA 2007
ENSAIO – TEXTO LITERÁRIO – PINTURA – DESENHO
ESCULTURA – FOTOGRAFIA – VÍDEO
1º Classificado – 1 500 Euros
2º Classificado - 750 Euros
3º Classificado - 250 Euros
Menções honrosas - 150 Euros cada
DATA LIMITE PARA A RECEPÇÃO DOS TRABALHOS: 31 de Dezembro de 2007
CERIMÓNIA DE ENTREGA DO PRÉMIO: 7 de Junho de 2008
EXIBIÇÃO DOS TRABALHOS: 14 de Junho a 31 de Julho de 2008
LEVANTAMENTO DOS TRABALHOS: 1 a 17 de Agosto de 2008
Regulamento disponível em www.bazardasmonjas.blogspot.com
Informações
Bazar das Monjas de Coz
R. Prof. José dos Santos Teodoro, 24
2460–396 Coz, Alcobaça, Portugal
Tel. & Fax 262 544 227
bazardasmonjas@gmail.com
OBJECTIVO
O Prémio de Revelação Artística D. Benta de Aguiar (PRADBA), instituído pelo Bazar das Monjas de Coz no dia do seu 3º Aniversário, a 5 de Junho de 2007, pretende contribuir simultaneamente para a descoberta de novos valores no campo das artes e para a divulgação da riqueza cultural e patrimonial existente na Freguesia de Coz, Concelho de Alcobaça, onde pontifica o Mosteiro de Santa Maria de Coz, monumento fundado em 1279 e que, no século XVI, viria a ser transformado na casa conventual das monjas da Ordem feminina de Cister, situação em que se manteve até à extinção das ordens religiosas ocorrida em 1834.
RAZÃO HISTÓRICA
Sobressai na história do Mosteiro de Sta. Maria de Coz o período fulgente de 1530 a 1578, durante o qual as monjas de Coz foram governadas por Dona Benta de Aguiar. Mulher austera, descendente de famílias “antigas e luzidas” com solar em São Paio da Pousada, nas proximidades de Braga, foi nomeada abadessa por mandado de D. João III com apenas vinte e sete anos de idade. Como sustentam os historiadores , D. Benta de Aguiar representa o tipo de monja integrada nos padrões da piedade e da mística conventuais próprios do catolicismo da segunda metade do século XVI. Tal como Teresa de Ávila (1515-1582), também Benta de Aguiar se entregava a frequentes jejuns e outras penitências, cumprindo zelosamente todos os rituais associados à vida conventual. A sua fé e fervorosa devoção ao culto religioso fizeram com que se acumulassem em seu redor os indícios místicos do miraculoso, existindo mesmo alguns registos de milagres por si supostamente realizados. D. Benta atraiu deste modo a atenção do Cardeal D. Henrique que se aproveitava dos seus “sanctos conselhos” e se encomendava às suas orações. Nas vésperas da batalha de Alcácer Quibir, em que D. Sebastião acabaria por desaparecer, D. Benta de Aguiar terá entre sonhos prenunciado o desastre das tropas portuguesas: Beati mortui, qui in Domino moriuntur, terá ouvido dizer em sonho, ao que se terá seguido a visão de um “campo alastrado de corpos mortos e despedaçados”. Tendo comunicado tal visão ao Cardeal D. Henrique este terá, segundo os registos históricos, ficado muito “triste e melancolizado”. A abadessa foi sepultada em 1578 no centro do coro monástico onde posteriormente receberia a veneração piedosa das monjas. Do seu epitáfio consta a frase Benta na Vida e Águia na subida ao Ceo, palavras que traduzem bem o prestígio e a aura milagrosa que rodeou esta mulher.
ENSAIO – TEXTO LITERÁRIO – PINTURA – DESENHOESCULTURA – FOTOGRAFIA – VÍDEO
1º Classificado – 1 500 Euros
2º Classificado - 750 Euros
3º Classificado - 250 Euros
Menções honrosas - 150 Euros cada
DATA LIMITE PARA A RECEPÇÃO DOS TRABALHOS: 31 de Dezembro de 2007
CERIMÓNIA DE ENTREGA DO PRÉMIO: 7 de Junho de 2008
EXIBIÇÃO DOS TRABALHOS: 14 de Junho a 31 de Julho de 2008
LEVANTAMENTO DOS TRABALHOS: 1 a 17 de Agosto de 2008
Regulamento disponível em www.bazardasmonjas.blogspot.com
Informações
Bazar das Monjas de Coz
R. Prof. José dos Santos Teodoro, 24
2460–396 Coz, Alcobaça, Portugal
Tel. & Fax 262 544 227
bazardasmonjas@gmail.com
OBJECTIVO
O Prémio de Revelação Artística D. Benta de Aguiar (PRADBA), instituído pelo Bazar das Monjas de Coz no dia do seu 3º Aniversário, a 5 de Junho de 2007, pretende contribuir simultaneamente para a descoberta de novos valores no campo das artes e para a divulgação da riqueza cultural e patrimonial existente na Freguesia de Coz, Concelho de Alcobaça, onde pontifica o Mosteiro de Santa Maria de Coz, monumento fundado em 1279 e que, no século XVI, viria a ser transformado na casa conventual das monjas da Ordem feminina de Cister, situação em que se manteve até à extinção das ordens religiosas ocorrida em 1834.
RAZÃO HISTÓRICA
Sobressai na história do Mosteiro de Sta. Maria de Coz o período fulgente de 1530 a 1578, durante o qual as monjas de Coz foram governadas por Dona Benta de Aguiar. Mulher austera, descendente de famílias “antigas e luzidas” com solar em São Paio da Pousada, nas proximidades de Braga, foi nomeada abadessa por mandado de D. João III com apenas vinte e sete anos de idade. Como sustentam os historiadores , D. Benta de Aguiar representa o tipo de monja integrada nos padrões da piedade e da mística conventuais próprios do catolicismo da segunda metade do século XVI. Tal como Teresa de Ávila (1515-1582), também Benta de Aguiar se entregava a frequentes jejuns e outras penitências, cumprindo zelosamente todos os rituais associados à vida conventual. A sua fé e fervorosa devoção ao culto religioso fizeram com que se acumulassem em seu redor os indícios místicos do miraculoso, existindo mesmo alguns registos de milagres por si supostamente realizados. D. Benta atraiu deste modo a atenção do Cardeal D. Henrique que se aproveitava dos seus “sanctos conselhos” e se encomendava às suas orações. Nas vésperas da batalha de Alcácer Quibir, em que D. Sebastião acabaria por desaparecer, D. Benta de Aguiar terá entre sonhos prenunciado o desastre das tropas portuguesas: Beati mortui, qui in Domino moriuntur, terá ouvido dizer em sonho, ao que se terá seguido a visão de um “campo alastrado de corpos mortos e despedaçados”. Tendo comunicado tal visão ao Cardeal D. Henrique este terá, segundo os registos históricos, ficado muito “triste e melancolizado”. A abadessa foi sepultada em 1578 no centro do coro monástico onde posteriormente receberia a veneração piedosa das monjas. Do seu epitáfio consta a frase Benta na Vida e Águia na subida ao Ceo, palavras que traduzem bem o prestígio e a aura milagrosa que rodeou esta mulher.
CISTERMUSICA // Este fim-de-semana...

[Clique para ampliar]
www.cistermusica.com
Bilhetes/Reservas no Cine-Teatro de Alcobaça e no local do espectáculo (no próprio dia).
Preço único por concerto: 5€ Assinatura: 25€
Entrada Livre no Concerto dos Pequenos Violinos da Metropolitana.
CINE-TEATRO: HORÁRIO DA BILHETEIRA/RECEPÇÃO
Terça a Sexta > 13h30 às 18h00
Sábado > 15h00 às 18h00
Encerra aos Feriados
Dias de espectáculo:
Espectáculos à tarde (sábados, domingos e feriados): das 15h00 até 30 minutos após o início do espectáculo
Espectáculos à noite: das 19h30 até 30 minutos após o início do espectáculo
Dias de Cinema:
Domingos > 15h00 às 16h30 // 20h00 às 22h00
Segundas-feiras > 20h00 às 22h00
Telefone 262 580 890 / 885
terça-feira, 5 de junho de 2007
Campanha “O Truque é Votar” nos autocarros da Rodoviária
Em resultado de uma parceria entre a Câmara Municipal de Alcobaça e a Rodoviária do Tejo, a Campanha “O Truque é Votar” apanha boleia da carreira rápida que faz todos os dias o trajecto Alcobaça - Lisboa | Lisboa - Alcobaça.Assim, o cartaz de “O Truque é votar” viaja na traseira do autocarro que faz a ligação entre Alcobaça e a capital, nas carreiras das 6h25 e 14h10, e percurso inverso às 12h00 e 18h00.
Esta é mais uma iniciativa que visa um lugar no top 7 das Maravilhas Nacionais. A mesma imagem figura já também noutras duas carreiras rápidas que partem todos os dias de Caldas da Rainha em direcção a Lisboa.
A Campanha “7 Maravilhas - O Truque é Votar” marcou presença, como Parceiro Associado, na II Gala Empresarial da Revista INVEST - Revista de Negócios, Política e Desenvolvimento Regional (Leiria), no dia 31 de Maio, no Casino da Figueira da Foz.
O Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça esteve representado através de um stand-up ilustrativo da campanha desenvolvida pelo Município de Alcobaça, para tornar o monumento numa das maravilhas mais votadas.
O próprio Mosteiro passou esta semana a exibir um conjunto de painéis situados junto às bilheteiras, na nave central, apelando ao voto.
A votação, por telefone e por Internet, continua em aberto até ao dia 6 de Julho.
In Oeste Online
segunda-feira, 4 de junho de 2007
"A Caixa de Pandora", Estreia Nacional dia 8 de Junho - Co-produção S.A. Marionetas
Estreia Nacional dia 8 de Junho no Cine-Teatro de Alcobaça pelas 21.30h.

CINE-TEATRO DE ALCOBAÇA
8 e 9 de Junho – 21h30
EUROPARQUE – SANTA MARIA DA FEIRA
13 de Junho – 10h30 – 14h30 – 21h30
TEATRO MIGUEL FRANCO – LEIRIA
16 e 17 de Junho – 21h30 -17h30
"A Caixa de Pandora"
No reino dos deuses, certa vez alguém roubou o fogo para o dar aos homens, que viviam na terra, o grande Zeus ficou muito chateado com tamanha atitude.
No entretanto epimeteu irmão de prometeu casou com uma linda senhora que se chamava Pandora, receberam uma caixa de presente de casamento mas prometeu pediu ao irmão para nunca a abrir pois não confiava nada em Zeus. Claro que a nossa amiga Pandora como era muito curiosa, lá conseguiu abrir a caixa, foi nessa altura que tudo aconteceu….
A utilização de bonecos para representar histórias de deuses e humanos, remonta ao início da civilização; mesmo antes de utilizar o seu corpo para representar, o homem já utilizava marionetas para retratar os seus medos e glórias.
Vários autores escreveram sobre este mito, uns acrescentando outros omitindo partes dele. Mas os mitos no fundo vivem de se acreditar neles sendo essa a razão da sua existência. Não tendo a intenção de aumentar toda a discussão em volta desta história, assim fomos beber um pouco a cada uma das versões mais conhecidas criando esta versão, que pretende isso sim, apresentar de uma forma nunca antes representada a história da Caixa de Pandora, utilizando marionetas e bailarinos.
A junção destas duas formas de arte, a dança contemporânea e o teatro de marionetas, só por si rara, levou-nos a apostar na procura de semelhanças entre estas duas artes do gesto por excelência recontando a história de Pandora (pan=todos, dora=presente).
Ficha Artística
Ideia original - José Gil
Encenação - António Rodrigues – CeDeCe / Jo sé Gil - S.A.Marionetas
Coreografia - António Rodrigues
Manipulação - José Gil, Sofia Vinagre e Natacha Costa Pereira
Construção das Marionetas - José Gil
Figurinos das Marionetas - Sofia Vinagre
Figurinos dos Bailarinos - João Taborda
Bailarinos - Margarida Brito, Charly Corcy, Kleber Cândido, Catarina Correia, Erica Gawley (Aluna da ADC em estágio), Amandine Leleu, Camila Moreira, Joana Puntel, Patrícia Silva, Luís Sousa, Vanessa Vieira.
Pintura das Marionetas - Natacha Costa Pereira
Fotografia – Sofia Vinagre
Estruturas Cénicas - José Gil
Desenho de Luzes da Produção - António Rodrigues
Co-Produção de CeDeCe - Companhia de Dança Contemporânea e S.A.Marionetas-Teatro & Bonecos
S.A.Marionetas - Teatro & Bonecos
Apartado 622
2461-901 Alcobaça. Portugal
Tel.: (+351) 967 086 609
Fax.: (+351) 262 597 014
www.samarionetas.com
sam@samarionetas.com

CINE-TEATRO DE ALCOBAÇA
8 e 9 de Junho – 21h30
EUROPARQUE – SANTA MARIA DA FEIRA
13 de Junho – 10h30 – 14h30 – 21h30
TEATRO MIGUEL FRANCO – LEIRIA
16 e 17 de Junho – 21h30 -17h30
"A Caixa de Pandora"
No reino dos deuses, certa vez alguém roubou o fogo para o dar aos homens, que viviam na terra, o grande Zeus ficou muito chateado com tamanha atitude.
No entretanto epimeteu irmão de prometeu casou com uma linda senhora que se chamava Pandora, receberam uma caixa de presente de casamento mas prometeu pediu ao irmão para nunca a abrir pois não confiava nada em Zeus. Claro que a nossa amiga Pandora como era muito curiosa, lá conseguiu abrir a caixa, foi nessa altura que tudo aconteceu….
A utilização de bonecos para representar histórias de deuses e humanos, remonta ao início da civilização; mesmo antes de utilizar o seu corpo para representar, o homem já utilizava marionetas para retratar os seus medos e glórias.
Vários autores escreveram sobre este mito, uns acrescentando outros omitindo partes dele. Mas os mitos no fundo vivem de se acreditar neles sendo essa a razão da sua existência. Não tendo a intenção de aumentar toda a discussão em volta desta história, assim fomos beber um pouco a cada uma das versões mais conhecidas criando esta versão, que pretende isso sim, apresentar de uma forma nunca antes representada a história da Caixa de Pandora, utilizando marionetas e bailarinos.
A junção destas duas formas de arte, a dança contemporânea e o teatro de marionetas, só por si rara, levou-nos a apostar na procura de semelhanças entre estas duas artes do gesto por excelência recontando a história de Pandora (pan=todos, dora=presente).
Ficha Artística
Ideia original - José Gil
Encenação - António Rodrigues – CeDeCe / Jo sé Gil - S.A.Marionetas
Coreografia - António Rodrigues
Manipulação - José Gil, Sofia Vinagre e Natacha Costa Pereira
Construção das Marionetas - José Gil
Figurinos das Marionetas - Sofia Vinagre
Figurinos dos Bailarinos - João Taborda
Bailarinos - Margarida Brito, Charly Corcy, Kleber Cândido, Catarina Correia, Erica Gawley (Aluna da ADC em estágio), Amandine Leleu, Camila Moreira, Joana Puntel, Patrícia Silva, Luís Sousa, Vanessa Vieira.
Pintura das Marionetas - Natacha Costa Pereira
Fotografia – Sofia Vinagre
Estruturas Cénicas - José Gil
Desenho de Luzes da Produção - António Rodrigues
Co-Produção de CeDeCe - Companhia de Dança Contemporânea e S.A.Marionetas-Teatro & Bonecos
S.A.Marionetas - Teatro & Bonecos
Apartado 622
2461-901 Alcobaça. Portugal
Tel.: (+351) 967 086 609
Fax.: (+351) 262 597 014
www.samarionetas.com
sam@samarionetas.com
A Linha do Oeste, o TGV e o Aeroporto da Ota
Um artigo publicado por Mário Lopes muito interessante sobre os projectos da Linha do Oeste, o TGV e o Aeroporto da Ota. No entanto não posso concordar com alguns pontos focados no artigo.
Sobre os comboios convencionais, é referida a sua baixa rentabilidade e competitividade face aos concorrentes. É um facto que isso acontece, mas não pelos factos apresentados, como a comodidade e velocidade mas sim pela degradada rede ferroviária esquecida nas últimas décadas. O comboio caíu em desuso por ser muito pouco prático e porque não se foi adaptando à realidade das regiões. Os traçados mantiveram-se e muitas vezes as próprias auto-motoras também, como no caso da linha do Oeste. Ao contrário dos nossos parceiros europeus, em Portugal perdeu-se a cultura do comboio. Não porque sejamos diferentes, mas porque investimos muito numa rede viária e pouco ou nada na rede ferroviária.
O combóio pode ser um meio de transporte muito mais cómodo que os automóveis ou autocarros dada a liberdade conferida aos passageiros. Um condutor de um automóvel não pode aproveitar o tempo de viagem para nada, a não ser para estar atento à condução. Num combóio pode-se fazer tudo, desde ler, estudar, conversar e até trabalhar, com uma rentabilização do tempo muito mais eficaz.
É um meio de transporte nada sujeito a congestionamentos e por isso pode garantir horários e tempos de viagem.
Por outro lado, a utilização do combóio não está sujeita apenas aos passageiros, mas sim também a mercadorias e essa deveria ser a sua principal atenção. Em Portugal é incrível a quantidade de camiões a circular nas estradas. Isso acarreta imensas despesas com a manutenção das mesmas, dado que são estes veículos a principal causa da sua degradação. Isto sem falar na sinistralidade associada ao excesso deste tipo de veículos nas estradas.
Com a crise dos combustíveis, espera-se também uma gradual afirmação do transporte ferroviário. Os consecutivos aumentos nos preços dos combustíveis começam a relegar para segundo plano a opção da viatura própria. E não nos esqueçamos que dentro de algumas décadas os combustíveis fósseis estarão definitivamente esgotados.
Especialistas apontam os combóios como o meio de transporte do futuro e constatamos realmente que para lá caminhamos.
O T.G.V. partilha da mesma filosofia, mas para viagens de muito longa distância e entre meios urbanos de grande dimensão. Não faz, por exemplo sentido o investimento neste tipo de infra-estrutura entre Lisboa e Porto e muito menos entre Lisboa e cidades como Leiria ou Coimbra, quando existe já uma opção de viagem que utiliza a linha convencional e atinge velocidades superiores a 200Km/h, como o combóio Pendular. T.G.V sim, quando faz sentido no caso de Lisboa - Madrid. Não como meio de transporte regional num país pequeno como Portugal.
Em relação à Ota, partilho do mesmo princípio do Mário Lopes, da defesa do interesse nacional em deterimento da "defesa dos interesses da região". No entanto o meu ponto de vista é precisamento o oposto.
Pensando nos interesses nacionais, nunca poderemos optar pela solução com um custo várias vezes superior ao das concorrentes. O custo da Ota é exorbitante dada a complexidade da obra. É referido que não há alternativa mas não há nada mais errado. Existem mais do que uma alternativa e muito mais válidas. Não são comprometidas pelo impacto ambiental como se faz crer, dado que as possibilidades mais a sul estão bem longe do estuário do Tejo e fora da rota das aves migratórias.
A opção da Ota localiza-se a cerca de 50Km de Lisboa, a capital do país e principal alvo. A grande Lisboa vais ser a principal fonte de passageiros do novo Aeroporto. As restantes opções estão a cerca de metade da distância.
Se nas hipóteses a Sul se considera a implicação da construção de raiz de infra-estruturas pesadas e a deslocalização de dezenas de milhar de pessoas e empresas, o que não dizer da Ota que é bem mais longe?
E os acessos? O acesso a norte, a A1 é uma das entradas/saídas mais congestionadas de Lisboa e sem qualquer possibilidade de alargamento. As entradas/saídas ferroviárias também. No único corredor ferroviário para norte, passam todas as linhas de acesso ao norte do país, ao interior, Espanha e ainda a linha sub-urbana da Azambuja. O corredor possui uma linha quádrupla também sem hipóteses de alargamente e perto da capacidade máxima. Onde passará então o combóio rápido de ligação entre o centro de Lisboa e o novo aeroporto?
A sul, a A12 é uma auto-estrada bastante desafogada. A nova ponte Chelas - Barreiro beneficiará o sul de mais um excelente acesso ferroviário.
Falando do ministro, uma pessoa num lugar de extrema importância como o seu jamais se poderá referir a uma zona do país como "um deserto". Mesmo que fosse. Na margem sul vivem e trabalham centenas de milhares de pessoas, não só na zona ribeirinha mas também em toda a faixa costeira e mais a sul no eixo Quinta do Conde - Palmela - Setúbal. E a Ota? Que infra-estruturas possui melhores que as do Sul? Onde estão as escolas, hospitais, hotéis?
Foi de facto uma afirmação infeliz, talvez não suficiente para julgar o ministro mas que ao juntar com tantas outras possa ter algum peso. Tenho bem presente uma entrevista concedida a um canal de televisão em que o ministro não conseguiu responder a nenhuma das dúvidas sobre os projectos da Ota e T.G.V., dúvidas essas fundamentais para o sucesso de ambos os projectos.
Infelizmente para todos o ministro Mário Lino é uma mancha no desempenho do nosso governo. Pior é mesmo a actuação da oposição, que neste caso é triste e nada coerente. Muitas falhas à volta de projectos tão importantes para o país.
Sobre os comboios convencionais, é referida a sua baixa rentabilidade e competitividade face aos concorrentes. É um facto que isso acontece, mas não pelos factos apresentados, como a comodidade e velocidade mas sim pela degradada rede ferroviária esquecida nas últimas décadas. O comboio caíu em desuso por ser muito pouco prático e porque não se foi adaptando à realidade das regiões. Os traçados mantiveram-se e muitas vezes as próprias auto-motoras também, como no caso da linha do Oeste. Ao contrário dos nossos parceiros europeus, em Portugal perdeu-se a cultura do comboio. Não porque sejamos diferentes, mas porque investimos muito numa rede viária e pouco ou nada na rede ferroviária.
O combóio pode ser um meio de transporte muito mais cómodo que os automóveis ou autocarros dada a liberdade conferida aos passageiros. Um condutor de um automóvel não pode aproveitar o tempo de viagem para nada, a não ser para estar atento à condução. Num combóio pode-se fazer tudo, desde ler, estudar, conversar e até trabalhar, com uma rentabilização do tempo muito mais eficaz.
É um meio de transporte nada sujeito a congestionamentos e por isso pode garantir horários e tempos de viagem.
Por outro lado, a utilização do combóio não está sujeita apenas aos passageiros, mas sim também a mercadorias e essa deveria ser a sua principal atenção. Em Portugal é incrível a quantidade de camiões a circular nas estradas. Isso acarreta imensas despesas com a manutenção das mesmas, dado que são estes veículos a principal causa da sua degradação. Isto sem falar na sinistralidade associada ao excesso deste tipo de veículos nas estradas.
Com a crise dos combustíveis, espera-se também uma gradual afirmação do transporte ferroviário. Os consecutivos aumentos nos preços dos combustíveis começam a relegar para segundo plano a opção da viatura própria. E não nos esqueçamos que dentro de algumas décadas os combustíveis fósseis estarão definitivamente esgotados.
Especialistas apontam os combóios como o meio de transporte do futuro e constatamos realmente que para lá caminhamos.
O T.G.V. partilha da mesma filosofia, mas para viagens de muito longa distância e entre meios urbanos de grande dimensão. Não faz, por exemplo sentido o investimento neste tipo de infra-estrutura entre Lisboa e Porto e muito menos entre Lisboa e cidades como Leiria ou Coimbra, quando existe já uma opção de viagem que utiliza a linha convencional e atinge velocidades superiores a 200Km/h, como o combóio Pendular. T.G.V sim, quando faz sentido no caso de Lisboa - Madrid. Não como meio de transporte regional num país pequeno como Portugal.
Em relação à Ota, partilho do mesmo princípio do Mário Lopes, da defesa do interesse nacional em deterimento da "defesa dos interesses da região". No entanto o meu ponto de vista é precisamento o oposto.
Pensando nos interesses nacionais, nunca poderemos optar pela solução com um custo várias vezes superior ao das concorrentes. O custo da Ota é exorbitante dada a complexidade da obra. É referido que não há alternativa mas não há nada mais errado. Existem mais do que uma alternativa e muito mais válidas. Não são comprometidas pelo impacto ambiental como se faz crer, dado que as possibilidades mais a sul estão bem longe do estuário do Tejo e fora da rota das aves migratórias.
A opção da Ota localiza-se a cerca de 50Km de Lisboa, a capital do país e principal alvo. A grande Lisboa vais ser a principal fonte de passageiros do novo Aeroporto. As restantes opções estão a cerca de metade da distância.
Se nas hipóteses a Sul se considera a implicação da construção de raiz de infra-estruturas pesadas e a deslocalização de dezenas de milhar de pessoas e empresas, o que não dizer da Ota que é bem mais longe?
E os acessos? O acesso a norte, a A1 é uma das entradas/saídas mais congestionadas de Lisboa e sem qualquer possibilidade de alargamento. As entradas/saídas ferroviárias também. No único corredor ferroviário para norte, passam todas as linhas de acesso ao norte do país, ao interior, Espanha e ainda a linha sub-urbana da Azambuja. O corredor possui uma linha quádrupla também sem hipóteses de alargamente e perto da capacidade máxima. Onde passará então o combóio rápido de ligação entre o centro de Lisboa e o novo aeroporto?
A sul, a A12 é uma auto-estrada bastante desafogada. A nova ponte Chelas - Barreiro beneficiará o sul de mais um excelente acesso ferroviário.
Falando do ministro, uma pessoa num lugar de extrema importância como o seu jamais se poderá referir a uma zona do país como "um deserto". Mesmo que fosse. Na margem sul vivem e trabalham centenas de milhares de pessoas, não só na zona ribeirinha mas também em toda a faixa costeira e mais a sul no eixo Quinta do Conde - Palmela - Setúbal. E a Ota? Que infra-estruturas possui melhores que as do Sul? Onde estão as escolas, hospitais, hotéis?
Foi de facto uma afirmação infeliz, talvez não suficiente para julgar o ministro mas que ao juntar com tantas outras possa ter algum peso. Tenho bem presente uma entrevista concedida a um canal de televisão em que o ministro não conseguiu responder a nenhuma das dúvidas sobre os projectos da Ota e T.G.V., dúvidas essas fundamentais para o sucesso de ambos os projectos.
Infelizmente para todos o ministro Mário Lino é uma mancha no desempenho do nosso governo. Pior é mesmo a actuação da oposição, que neste caso é triste e nada coerente. Muitas falhas à volta de projectos tão importantes para o país.
Investigador alcobacense propõe um método que elimina os resíduos provenientes da produção do azeite
Um investigador alcobacense, docente na Universidade de Trás-os-Montes propõe um método inovador que vai permitir eliminar as consequências ambientais dos resíduos provenientes da produção do azeite transformando-os numa matéria reaproveitável.
João Claro viu nos resíduos ambientais uma oportunidade de negócio já que dois resíduos - o do azeite e o pó da cortiça - passam a ter valor comercial para a unidade que vier a implementar o sistema. A nova técnica vai ser testada pela Cooperativa de Olivicultores de Murça que está, segundo este investigador, a avaliar o tamanho da unidade a colocar em funcionamento.
A expectativa é de utilizar o processo à escala nacional e apresentá-lo também além fronteiras.
In Rádio Cister
João Claro viu nos resíduos ambientais uma oportunidade de negócio já que dois resíduos - o do azeite e o pó da cortiça - passam a ter valor comercial para a unidade que vier a implementar o sistema. A nova técnica vai ser testada pela Cooperativa de Olivicultores de Murça que está, segundo este investigador, a avaliar o tamanho da unidade a colocar em funcionamento.
A expectativa é de utilizar o processo à escala nacional e apresentá-lo também além fronteiras.
In Rádio Cister
Subscrever:
Mensagens (Atom)







