O Serviço Municipal de Protecção Civil (SMPC) lança um alerta a todos os munícipes para que tomem medidas preventivas perante o frio, de forma a minimizar situações que possam colocar em risco a sua saúde. As pessoas mais vulneráveis são as crianças, os idosos, os doentes do foro cardio-respiratório, indivíduos "sem-abrigo" e habitantes de edifícios com isolamento deficiente.
Assim, o SMPC aconselha as seguintes medidas de prevenção e auto-protecção:
. Use várias camadas de roupa em vez de uma única peça de tecido grosso. Evite as roupas muito justas ou as que o façam transpirar;
. O consumo excessivo de electricidade pode sobrecarregar a rede originando falhas locais de energia. Procure poupar energia, desligando os aparelhos eléctricos que não sejam necessários;
. Tenha cuidado com as lareiras, braseiras e aquecedores a gás, devido ao risco de acidentes domésticos. Em lugares fechados, sem renovação de ar, a combustão pode originar a produção de monóxido de carbono, um gás letal, assim como queimaduras, choques eléctricos, incêndios domésticos e/ou produção de monóxido de carbono;
. Ouça e preste atenção aos avisos e recomendações das autoridades competentes.
A mensagem é: "Colabore! A protecção começa em si".
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 843/61
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
Região de Turismo de Leiria Fátima Vai Ser Extinta
O Conselho de Ministros aprovou esta quinta-feira o diploma que reduz de 19 para apenas 5 as regiões de turismo em Portugal.
Alguns concelhos que fazem parte da estrutura de Leiria-Fátima serão integrados em Lisboa, como Alcobaça e Nazaré e a cidade de Fátima. Os restantes passarão a ser promovidos pela Região de Turismo do Centro (Porto de Mós, Marinha Grande, Batalha, Leiria, Pombal).
Miguel Sousinha, responsável pela Região de Turismo de Leiria/Fátima aguarda, agora, pelo documento oficial da composição das futuras regiões mas, como adiantou à Rádio Cister, o documento aprovado pelo Conselho de Ministros não corresponde ao que tinha sido acordado com as Regiões de Turismo. Miguel Sousinha espera que não se estejam a criar comissões sem fundos ou competências de actuação.
Alcobaça passará, ao que tudo indica, a pertencer à Região de Turismo de Lisboa. A opção, garante Gonçalves Sapinho, Presidente da Câmara, já tinha sido pensada quando o concelho decidiu passar a pertencer à Comunidade Urbana do Oeste e não à Área Metropolitana de Leiria.
A reestruturação das regiões avança, para já, com a comissão instaladora de cada uma das cinco regiões. O processo deverá estar concluído a tempo da época alta, no Verão.
In Rádio Cister
Alguns concelhos que fazem parte da estrutura de Leiria-Fátima serão integrados em Lisboa, como Alcobaça e Nazaré e a cidade de Fátima. Os restantes passarão a ser promovidos pela Região de Turismo do Centro (Porto de Mós, Marinha Grande, Batalha, Leiria, Pombal).
Miguel Sousinha, responsável pela Região de Turismo de Leiria/Fátima aguarda, agora, pelo documento oficial da composição das futuras regiões mas, como adiantou à Rádio Cister, o documento aprovado pelo Conselho de Ministros não corresponde ao que tinha sido acordado com as Regiões de Turismo. Miguel Sousinha espera que não se estejam a criar comissões sem fundos ou competências de actuação.
Alcobaça passará, ao que tudo indica, a pertencer à Região de Turismo de Lisboa. A opção, garante Gonçalves Sapinho, Presidente da Câmara, já tinha sido pensada quando o concelho decidiu passar a pertencer à Comunidade Urbana do Oeste e não à Área Metropolitana de Leiria.
A reestruturação das regiões avança, para já, com a comissão instaladora de cada uma das cinco regiões. O processo deverá estar concluído a tempo da época alta, no Verão.
In Rádio Cister
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
SEXTAS DO DOCUMENTÁRIO :: Alteração de Filmes :: 14 Dezembro 2007
SEXTAS DO DOCUMENTÁRIO
Em colaboração com o DocLisboa - Festival Internacional de Cinema Documental de Lisboa

PEDIMOS A VOSSA ATENÇÃO ESPECIAL PARA UMA ALTERAÇÃO DE ÚLTIMA HORA
Por questões de ordem pessoal que limitam a vinda do realizador Bruno Cabral no dia 14 de Dezembro ao Cine-Teatro de Alcobaça para a apresentação do filme "Metamorfoses", foi decidido substituir a próxima sessão das "Sextas do Documentário" por outra obra presente na última edição do DocLisboa 2007.
Teremos então já nesta sexta-feira, o filme-homenagem a Zeca Afonso "Não me obriguem a vir para a rua gritar", realizado por João Pedro Moreira e produzido pela Subfilmes - produtora responsável pela criação de vários programas de televisão como o "86-60-86" e "Pop Up", videoclips de Gomo, Boss AC, Blind Zero ou Blasted Mechanism, e o documentário "Lusofonia, a [ R]Evolução" (exibido igualmente em Alcobaça durante este ano)
Pelo facto, a Câmara Municipal de Alcobaça e a direcção do DocLisboa - Festival Internacional de Cinema Documental de Lisboa pedem as suas mais sinceras desculpas e a promessa de que o filme "Metamorfoses" terá uma nova programação definida na agenda do Cine-Teatro de Alcobaça nos primeiros meses do ano de 2008.
Tem sido assim, uma vez por mês e sempre à sexta-feira, a oportunidade única de observar durante os últimos meses alguns dos filmes portugueses mais importantes presentes na última edição.
Relembramos ainda que o DocLisboa é o único festival de cinema em Portugal dedicado ao documentário e que em 2007 trouxe novamente a Lisboa, em primeira-mão, o melhor da produção nacional e internacional de documentário: onze dias de projecções em regime intensivo, ainda com mais filmes, mais secções e mais actividades complementares do que nas anteriores edições.

TEXTO DE APRESENTAÇÃO
Tem sido assim: uma vez por mês e sempre numa sexta-feira perto de si. As "Sextas do Documentário", em colaboração com o Doclisboa - Festival Internacional de Cinema Documental de Lisboa, prosseguem a sua rubrica mensal dedicada ao melhor do documentário nacional, tornando a reafirmar o género documental como uma das mais estimulantes formas de expressão no cinema. O espírito mantém-se: observar as diferentes realidades do mundo e abrir caminho ao debate e à discussão das imagens, instituindo com regularidade uma maior exposição do género que nos últimos anos (e talvez desde sempre) mais nos tem dito sobre quem somos e o que nos rodeia. Sem ficções nem fantasias, e numa sexta a meio de cada mês, o documentário marca presença no Grande Auditório do Cine-Teatro de Alcobaça.
PROGRAMAÇÃO
14 DEZEMBRO SEXTA 21 H 30
NÃO ME OBRIGUEM A VIR PARA A RUA GRITAR
de João Pedro Moreira I 61´ I Portugal I 2007
"Eu sou aquilo que fiz." Zeca Afonso deu-nos tanto que agora é a nossa vez de lhe darmos algo. A SubFilmes convidou vários artistas de áreas criativas contemporâneas para criarem uma obra de arte especialmente para Zeca Afonso - um filme, uma música, um desenho, uma animação de motion graphics. Este filme-homenagem revela o quanto este autor está vivo e é referência para as novas gerações. Assim, temos uma colagem de um artista de street art, uma reinterpretação de um tema do Zeca ou uma produção de teatro. Rádio Macau, Nancy Vieira, Couple Coffee, Vicious 5, Raquel Tavares - na música; a companhia de teatro Primeiros Sintomas; a dupla de videojamming Daltonic Brothers; Target e Mosaik no street art; ou os Quebra-Diskos no turntablism.
LINKS PARA DOWNLOAD DE FOTOS DO FILME
CONTACTOS
DIRECÇÃO ARTÍSTICA
Ana Isabel Santos Strindberg
anaisabel@doclisboa.org
PROMOTOR LOCAL
David Mariano
davidmariano@gmx.net
Tlm.: 91 844 04 64
CINE-TEATRO MUNICIPAL DE ALCOBAÇA
Rua Afonso de Albuquerque
2460-061 Alcobaça
cine.teatro@cm-alcobaca.pt
Tlf.: 262 580 890 / 885 / 892
Para mais informação sobre SEXTAS DO DOCUMENTÁRIO
Para mais informação sobre o DOCLISBOA:
www.doclisboa.org
Em colaboração com o DocLisboa - Festival Internacional de Cinema Documental de Lisboa

PEDIMOS A VOSSA ATENÇÃO ESPECIAL PARA UMA ALTERAÇÃO DE ÚLTIMA HORA
Por questões de ordem pessoal que limitam a vinda do realizador Bruno Cabral no dia 14 de Dezembro ao Cine-Teatro de Alcobaça para a apresentação do filme "Metamorfoses", foi decidido substituir a próxima sessão das "Sextas do Documentário" por outra obra presente na última edição do DocLisboa 2007.
Teremos então já nesta sexta-feira, o filme-homenagem a Zeca Afonso "Não me obriguem a vir para a rua gritar", realizado por João Pedro Moreira e produzido pela Subfilmes - produtora responsável pela criação de vários programas de televisão como o "86-60-86" e "Pop Up", videoclips de Gomo, Boss AC, Blind Zero ou Blasted Mechanism, e o documentário "Lusofonia, a [ R]Evolução" (exibido igualmente em Alcobaça durante este ano)
Pelo facto, a Câmara Municipal de Alcobaça e a direcção do DocLisboa - Festival Internacional de Cinema Documental de Lisboa pedem as suas mais sinceras desculpas e a promessa de que o filme "Metamorfoses" terá uma nova programação definida na agenda do Cine-Teatro de Alcobaça nos primeiros meses do ano de 2008.
Tem sido assim, uma vez por mês e sempre à sexta-feira, a oportunidade única de observar durante os últimos meses alguns dos filmes portugueses mais importantes presentes na última edição.
Relembramos ainda que o DocLisboa é o único festival de cinema em Portugal dedicado ao documentário e que em 2007 trouxe novamente a Lisboa, em primeira-mão, o melhor da produção nacional e internacional de documentário: onze dias de projecções em regime intensivo, ainda com mais filmes, mais secções e mais actividades complementares do que nas anteriores edições.

TEXTO DE APRESENTAÇÃO
Tem sido assim: uma vez por mês e sempre numa sexta-feira perto de si. As "Sextas do Documentário", em colaboração com o Doclisboa - Festival Internacional de Cinema Documental de Lisboa, prosseguem a sua rubrica mensal dedicada ao melhor do documentário nacional, tornando a reafirmar o género documental como uma das mais estimulantes formas de expressão no cinema. O espírito mantém-se: observar as diferentes realidades do mundo e abrir caminho ao debate e à discussão das imagens, instituindo com regularidade uma maior exposição do género que nos últimos anos (e talvez desde sempre) mais nos tem dito sobre quem somos e o que nos rodeia. Sem ficções nem fantasias, e numa sexta a meio de cada mês, o documentário marca presença no Grande Auditório do Cine-Teatro de Alcobaça.
PROGRAMAÇÃO
14 DEZEMBRO SEXTA 21 H 30
NÃO ME OBRIGUEM A VIR PARA A RUA GRITAR
de João Pedro Moreira I 61´ I Portugal I 2007
"Eu sou aquilo que fiz." Zeca Afonso deu-nos tanto que agora é a nossa vez de lhe darmos algo. A SubFilmes convidou vários artistas de áreas criativas contemporâneas para criarem uma obra de arte especialmente para Zeca Afonso - um filme, uma música, um desenho, uma animação de motion graphics. Este filme-homenagem revela o quanto este autor está vivo e é referência para as novas gerações. Assim, temos uma colagem de um artista de street art, uma reinterpretação de um tema do Zeca ou uma produção de teatro. Rádio Macau, Nancy Vieira, Couple Coffee, Vicious 5, Raquel Tavares - na música; a companhia de teatro Primeiros Sintomas; a dupla de videojamming Daltonic Brothers; Target e Mosaik no street art; ou os Quebra-Diskos no turntablism.
LINKS PARA DOWNLOAD DE FOTOS DO FILME
CONTACTOS
DIRECÇÃO ARTÍSTICA
Ana Isabel Santos Strindberg
anaisabel@doclisboa.org
PROMOTOR LOCAL
David Mariano
davidmariano@gmx.net
Tlm.: 91 844 04 64
CINE-TEATRO MUNICIPAL DE ALCOBAÇA
Rua Afonso de Albuquerque
2460-061 Alcobaça
cine.teatro@cm-alcobaca.pt
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Variante Externa a Alcobaça Vai Mesmo Ser Construída
O IC9 e a variante externa de Alcobaça vão ser lançados a concurso público internacional no primeiro semestre de 2008. É o que está publicado, desde esta terça-feira, em Diário da República.
O primeiro concurso do IC9, o Itinerário Turístico que vai ligar nove concelhos do interior ao litoral com património natural e arquitectónico, tinha sido anulado devido a problemas de impacte ambiental no concelho da Nazaré.
O Presidente da Câmara de Alcobaça, Gonçalves Sapinho, ficou satisfeito com a notícia da publicação em Diário da República da obrigação do IEP lançar o IC9 e a Variante Externa de Alcobaça, lembrando que está em causa a ligação da VCI - Variante Municipal, já concluída mas ainda não aberta na totalidade ao trânsito, e do IC9 à nova acessibilidade.
A variante externa era uma promessa de há vários anos a Alcobaça. A Câmara decidiu avançar para a construção de uma VCI para o desvio do trânsito de atravessamento do Rossio mas anunciou, na altura, que não iria desistir de lutar por uma variante externa que fizesse a ligação da sede do concelho às restantes acessibilidades no Plano Rodoviário Nacional.
In Rádio Cister
Mais uma vez a dificuldade será grande para encontrar um corredor para passar estas duas vias. É certo que não estamos perante um caso tão delicado e exigente como o TGV, mas a polémica poderá não ser muito diferente. Como estão a saír caros os erros de falta de planeamento!
O primeiro concurso do IC9, o Itinerário Turístico que vai ligar nove concelhos do interior ao litoral com património natural e arquitectónico, tinha sido anulado devido a problemas de impacte ambiental no concelho da Nazaré.
O Presidente da Câmara de Alcobaça, Gonçalves Sapinho, ficou satisfeito com a notícia da publicação em Diário da República da obrigação do IEP lançar o IC9 e a Variante Externa de Alcobaça, lembrando que está em causa a ligação da VCI - Variante Municipal, já concluída mas ainda não aberta na totalidade ao trânsito, e do IC9 à nova acessibilidade.
A variante externa era uma promessa de há vários anos a Alcobaça. A Câmara decidiu avançar para a construção de uma VCI para o desvio do trânsito de atravessamento do Rossio mas anunciou, na altura, que não iria desistir de lutar por uma variante externa que fizesse a ligação da sede do concelho às restantes acessibilidades no Plano Rodoviário Nacional.
In Rádio Cister
Mais uma vez a dificuldade será grande para encontrar um corredor para passar estas duas vias. É certo que não estamos perante um caso tão delicado e exigente como o TGV, mas a polémica poderá não ser muito diferente. Como estão a saír caros os erros de falta de planeamento!
sábado, 8 de dezembro de 2007
SPAL Cativa Mercado Venezuelano
A empresa Iskia apresentou, na quinta-feira à noite, em Caracas, 14 novas colecções de louças da portuguesa Spal, sedeada em Alcobaça, após um «plano piloto» de uma linha que «fascinou» os venezuelanos, iniciativa apoiada pela Embaixada de Portugal, revela a agência Lusa.
«Temos mais de 40 anos no mercado, somos a casa que tem mais modelos, representamos casas italianas, inglesas e alemãs e em exclusiva a Spal», explicou à Agência Lusa Yolanda Blanco Uribe, gerente da Iskia para a Venezuela.
Yolanda explicou que as louças portuguesas «causaram uma maravilhosa impressão nos clientes venezuelanos» porque «os desenhos das suas linhas são espectaculares, têm uma mistura dos estilos moderno e elegante, que é difícil de conseguir, porque as louças ou são modernas ou elegantes».
As louças portuguesas salientam-se também «pela decoração, boa qualidade, preço intermédio e por serem adequadas ao mercado» local, disse.
Interesse na marca surgiu nas exposições de Lisboa e Frankfurt
Yolanda Blanco Uribe confidenciou à Lusa que se sentiu atraída pela «gardenpari» (linha) porque «tem muitas cores e representa a alegria da vida» enquanto que alguns clientes procuram a «inari» que é «super exótica, mistura tons cítricos com castanhos» e também a «fall» com «desenhos de flores que se misturam com riscas». Por outro lado, explicou que o interesse pela marca Spal surgiu durante duas exposições, uma em Lisboa e outra em Frankfurt.
Segundo o embaixador de Portugal em Caracas, João Caetano da Silva, «a Iskia é uma das lojas de maior prestígio deste sector. Há meses, surgiu o projecto que se concretizou agora» com a apresentação das louças. O embaixador sublinhou ainda que «é muito importante (para Portugal) termos parceiros que façam a melhor divulgação dos produtos portugueses».
«Temos, por um lado, de introduzir produtos e por outro consolidar os produtos que já existem, descobrindo e contactando, estabelecendo parcerias com os melhores parceiros locais que existam, sejam eles portugueses, venezuelanos«, disse.
In Leiria Económica
«Temos mais de 40 anos no mercado, somos a casa que tem mais modelos, representamos casas italianas, inglesas e alemãs e em exclusiva a Spal», explicou à Agência Lusa Yolanda Blanco Uribe, gerente da Iskia para a Venezuela.
Yolanda explicou que as louças portuguesas «causaram uma maravilhosa impressão nos clientes venezuelanos» porque «os desenhos das suas linhas são espectaculares, têm uma mistura dos estilos moderno e elegante, que é difícil de conseguir, porque as louças ou são modernas ou elegantes».
As louças portuguesas salientam-se também «pela decoração, boa qualidade, preço intermédio e por serem adequadas ao mercado» local, disse.
Interesse na marca surgiu nas exposições de Lisboa e Frankfurt
Yolanda Blanco Uribe confidenciou à Lusa que se sentiu atraída pela «gardenpari» (linha) porque «tem muitas cores e representa a alegria da vida» enquanto que alguns clientes procuram a «inari» que é «super exótica, mistura tons cítricos com castanhos» e também a «fall» com «desenhos de flores que se misturam com riscas». Por outro lado, explicou que o interesse pela marca Spal surgiu durante duas exposições, uma em Lisboa e outra em Frankfurt.
Segundo o embaixador de Portugal em Caracas, João Caetano da Silva, «a Iskia é uma das lojas de maior prestígio deste sector. Há meses, surgiu o projecto que se concretizou agora» com a apresentação das louças. O embaixador sublinhou ainda que «é muito importante (para Portugal) termos parceiros que façam a melhor divulgação dos produtos portugueses».
«Temos, por um lado, de introduzir produtos e por outro consolidar os produtos que já existem, descobrindo e contactando, estabelecendo parcerias com os melhores parceiros locais que existam, sejam eles portugueses, venezuelanos«, disse.
In Leiria Económica
Alcobaça Recebe Mercado Natal
Alcobaça enche-se de espírito natalício já no próximo Sábado, dia 8 de Dezembro.
A primeira edição do Mercado Natal, que se prolonga até 16 de Dezembro, irá realizar-se na Praça D. Afonso Henriques, junto ao Mosteiro, tendo como objectivo atrair potenciais compradores ao Centro Histórico de Alcobaça.
Esta é uma nova solução para as compras de Natal, reunindo participantes que vendem produtos específicos do Concelho. Desde a doçaria, aos licores, aos artigos de decoração e de pele, à faiança decorativa e utilitária, passando pela alimentação, vão estar presentes os mais diversos ingredientes típicos da quadra.
Para os mais pequenos, ou para aqueles que ainda acreditam no "Pai Natal", a Praça D. Afonso Henriques vai ser composta pela Casa do Pai Natal para encantar e receber os desejos da "pequenada". De notar que o local terá aquecedores de cogumelos.
A CMA convida-a a visitar o Mercado Natal já este sábado, traga a família e faça as compras de Natal num ambiente diferente.

O Mercado irá funcionar das 10h00 às 20h00.
Para mais informações:
Pelouro da Cultura
Edifício Paços do Concelho
Praça João de Deus Ramos | 2461-501 Alcobaça
Tel. 262 580 857 | Fax. 262 580 865
Email. cultura@cm-alcobaca.pt
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 843/61
A primeira edição do Mercado Natal, que se prolonga até 16 de Dezembro, irá realizar-se na Praça D. Afonso Henriques, junto ao Mosteiro, tendo como objectivo atrair potenciais compradores ao Centro Histórico de Alcobaça.
Esta é uma nova solução para as compras de Natal, reunindo participantes que vendem produtos específicos do Concelho. Desde a doçaria, aos licores, aos artigos de decoração e de pele, à faiança decorativa e utilitária, passando pela alimentação, vão estar presentes os mais diversos ingredientes típicos da quadra.
Para os mais pequenos, ou para aqueles que ainda acreditam no "Pai Natal", a Praça D. Afonso Henriques vai ser composta pela Casa do Pai Natal para encantar e receber os desejos da "pequenada". De notar que o local terá aquecedores de cogumelos.
A CMA convida-a a visitar o Mercado Natal já este sábado, traga a família e faça as compras de Natal num ambiente diferente.

O Mercado irá funcionar das 10h00 às 20h00.
Para mais informações:
Pelouro da Cultura
Edifício Paços do Concelho
Praça João de Deus Ramos | 2461-501 Alcobaça
Tel. 262 580 857 | Fax. 262 580 865
Email. cultura@cm-alcobaca.pt
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 843/61
SEXTAS DO DOCUMENTÁRIO
Em colaboração com o DocLisboa - Festival Internacional de Cinema Documental de Lisboa
Mais uma vez no Grande Auditório do Cine-Teatro de Alcobaça, o Doclisboa e a Câmara Municipal de Alcobaça prosseguem a dar a conhecer algumas das obras presentes na última edição do Festival Internacional de Cinema Documental em 2007.
Tem sido assim, uma vez por mês e sempre à sexta-feira, a oportunidade única de observar durante os últimos meses alguns dos filmes portugueses mais importantes presentes na última edição.
Poucas semanas depois da segunda extensão DocLisboa no Cine-Teatro de Alcobaça, realizada entre os dias 23 e 26 de Novembro, as "Sextas do Documentário" voltam em Dezembro com mais um filme e mais documentário.
Já no próximo dia 14 de Dezembro, teremos então "Metamorfoses" uma obra de Bruno Cabral que aborda o quotidiano da Companhia Crinabel Teatro, a qual existe há cerca de 20 anos, e neste filme protagonizam a encenação de uma peça inspirada em "Metamorfose" de Franz Kafka.
Relembramos ainda que o DocLisboa é o único festival de cinema em Portugal dedicado ao documentário e que em 2007 trouxe novamente a Lisboa, em primeira-mão, o melhor da produção nacional e internacional de documentário: onze dias de projecções em regime intensivo, ainda com mais filmes, mais secções e mais actividades complementares do que nas anteriores edições.
Em Dezembro, a "Sextas do Documentário" será mais uma vez um ponto de encontro privilegiado do público com o documentário e um fórum aberto de reflexão e discussão sobre o estado do mundo e a situação do cinema documental contemporâneo.

TEXTO DE APRESENTAÇÃO
Tem sido assim: uma vez por mês e sempre numa sexta-feira perto de si. As "Sextas do Documentário", em colaboração com o Doclisboa - Festival Internacional de Cinema Documental de Lisboa, prosseguem a sua rubrica mensal dedicada ao melhor do documentário nacional, tornando a reafirmar o género documental como uma das mais estimulantes formas de expressão no cinema. O espírito mantém-se: observar as diferentes realidades do mundo e abrir caminho ao debate e à discussão das imagens, instituindo com regularidade uma maior exposição do género que nos últimos anos (e talvez desde sempre) mais nos tem dito sobre quem somos e o que nos rodeia. Sem ficções nem fantasias, e numa sexta a meio de cada mês, o documentário marca presença no Grande Auditório do Cine-Teatro de Alcobaça.
PROGRAMAÇÃO
14 DEZEMBRO SEXTA 21 H 30
METAMORFOSES
de Bruno Cabral I 48´ I Portugal I 2007
Tó e Tuxa fazem parte da Companhia Crinabel Teatro há 20 anos. Carolina é muito mais nova e tem muitas ambições. Nelson passou o casting para protagonizar a próxima peça, inspirada na "Metamorfose", de Kafka. Os laços entre os membros desta companhia atípica são muito fortes: todos têm constrangimentos e fragilidades. Num ambiente de grande envolvimento, os ensaios começam.
Para mais informação sobre SEXTAS DO DOCUMENTÁRIO:
http://www.cm-alcobaca.pt/index.php?ID=2490
Para mais informação sobre o DOCLISBOA:
http://www.doclisboa.org/
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt 262 580 843/61
Mais uma vez no Grande Auditório do Cine-Teatro de Alcobaça, o Doclisboa e a Câmara Municipal de Alcobaça prosseguem a dar a conhecer algumas das obras presentes na última edição do Festival Internacional de Cinema Documental em 2007.
Tem sido assim, uma vez por mês e sempre à sexta-feira, a oportunidade única de observar durante os últimos meses alguns dos filmes portugueses mais importantes presentes na última edição.
Poucas semanas depois da segunda extensão DocLisboa no Cine-Teatro de Alcobaça, realizada entre os dias 23 e 26 de Novembro, as "Sextas do Documentário" voltam em Dezembro com mais um filme e mais documentário.
Já no próximo dia 14 de Dezembro, teremos então "Metamorfoses" uma obra de Bruno Cabral que aborda o quotidiano da Companhia Crinabel Teatro, a qual existe há cerca de 20 anos, e neste filme protagonizam a encenação de uma peça inspirada em "Metamorfose" de Franz Kafka.
Relembramos ainda que o DocLisboa é o único festival de cinema em Portugal dedicado ao documentário e que em 2007 trouxe novamente a Lisboa, em primeira-mão, o melhor da produção nacional e internacional de documentário: onze dias de projecções em regime intensivo, ainda com mais filmes, mais secções e mais actividades complementares do que nas anteriores edições.
Em Dezembro, a "Sextas do Documentário" será mais uma vez um ponto de encontro privilegiado do público com o documentário e um fórum aberto de reflexão e discussão sobre o estado do mundo e a situação do cinema documental contemporâneo.

TEXTO DE APRESENTAÇÃO
Tem sido assim: uma vez por mês e sempre numa sexta-feira perto de si. As "Sextas do Documentário", em colaboração com o Doclisboa - Festival Internacional de Cinema Documental de Lisboa, prosseguem a sua rubrica mensal dedicada ao melhor do documentário nacional, tornando a reafirmar o género documental como uma das mais estimulantes formas de expressão no cinema. O espírito mantém-se: observar as diferentes realidades do mundo e abrir caminho ao debate e à discussão das imagens, instituindo com regularidade uma maior exposição do género que nos últimos anos (e talvez desde sempre) mais nos tem dito sobre quem somos e o que nos rodeia. Sem ficções nem fantasias, e numa sexta a meio de cada mês, o documentário marca presença no Grande Auditório do Cine-Teatro de Alcobaça.
PROGRAMAÇÃO
14 DEZEMBRO SEXTA 21 H 30
METAMORFOSES
de Bruno Cabral I 48´ I Portugal I 2007
Tó e Tuxa fazem parte da Companhia Crinabel Teatro há 20 anos. Carolina é muito mais nova e tem muitas ambições. Nelson passou o casting para protagonizar a próxima peça, inspirada na "Metamorfose", de Kafka. Os laços entre os membros desta companhia atípica são muito fortes: todos têm constrangimentos e fragilidades. Num ambiente de grande envolvimento, os ensaios começam.
Para mais informação sobre SEXTAS DO DOCUMENTÁRIO:
http://www.cm-alcobaca.pt/index.php?ID=2490
Para mais informação sobre o DOCLISBOA:
http://www.doclisboa.org/
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt 262 580 843/61
Trial 4X4 em Alcobaça Dia 16 de Dezembro
Os amantes e praticantes de provas de Todo-o-Terreno podem, no próximo dia 16 de Dezembro, assistir a mais uma prova do Campeonato Nacional de Trial Aventura 4X4, na envolvente do MercoAlcobaça.
Pela estratégica posição geográfica, pela sua simpatia e boa maneira de receber os seus visitantes, pelas suas belezas paisagísticas e monumentais, esta é uma cidade que, segundo a organização, reúne óptimas condições, só por si, para ser um local ideal para a prática desta modalidade.
Por isso, "é hoje um marco e uma referência a nível nacional para todos os admiradores de Trial 4x4", e distingue-se pela organização, na opinião de pilotos, público, comunicação social, assim como de todos os que se encontram envolvidos no meio.
Uma organização da Junta de Freguesia de Turquel e da Federação Portuguesa de Todo o Terreno Turístico, que conta com o apoio do Município de Alcobaça.
CARACTERÍSTICAS DA PROVA
PROGRAMA:
. 08.00 às 09.00 | Secretariado e verificações técnicas
. 09.15 | Briefing
. 09.30/11.30 | Pistas Especiais de Trial
. 12.00 | Almoço no edifício Merco Alcobaça
. 13.00 | Briefing
. 13.30 | Início da PTA
. 16.30 | Final da PTA
. 17.30 | Afixação de resultados e entrega de prémios
. 18:30 | Cocktail de encerramento no edifício do Merco Alcobaça
Prova constituída por:
. 3 Pistas, designadas por PET 1 e PET 2, Pista Trial Aventura;
. Pista Trial Aventura - Desenrola-se por um período de três horas, no terreno compreendido entre o Merco Alcobaça e Quartel dos Bombeiros Voluntários de Alcobaça. É constituída pela transposição de oito obstáculos designados por CPT1 a CPT8;
. PET 1 e PET 2 - Construídas no mesmo terreno e totalmente independentes.
Regulamento
Específico do CNNT 4X4, prova de Alcobaça. Será distribuído no Secretariado.
Número de equipas participantes
Limitado a 30 integradas na classe Trial Aventura.
Inscrições
Trial Aventura 150 Euros.
Inclui: Lembranças, almoço e cocktail de encerramento, seguros FPTT, troféus e prémios monetários para os três primeiros classificados.
Prémios:
Trial Aventura:
1º Classificado - Troféu Personalizado + 500 euros
2º Classificado - Troféu Personalizado + 375 euros
3º Classificado - Troféu Personalizado + 250 euros
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 843/61
Pela estratégica posição geográfica, pela sua simpatia e boa maneira de receber os seus visitantes, pelas suas belezas paisagísticas e monumentais, esta é uma cidade que, segundo a organização, reúne óptimas condições, só por si, para ser um local ideal para a prática desta modalidade.
Por isso, "é hoje um marco e uma referência a nível nacional para todos os admiradores de Trial 4x4", e distingue-se pela organização, na opinião de pilotos, público, comunicação social, assim como de todos os que se encontram envolvidos no meio.
Uma organização da Junta de Freguesia de Turquel e da Federação Portuguesa de Todo o Terreno Turístico, que conta com o apoio do Município de Alcobaça.
CARACTERÍSTICAS DA PROVA
PROGRAMA:
. 08.00 às 09.00 | Secretariado e verificações técnicas
. 09.15 | Briefing
. 09.30/11.30 | Pistas Especiais de Trial
. 12.00 | Almoço no edifício Merco Alcobaça
. 13.00 | Briefing
. 13.30 | Início da PTA
. 16.30 | Final da PTA
. 17.30 | Afixação de resultados e entrega de prémios
. 18:30 | Cocktail de encerramento no edifício do Merco Alcobaça
Prova constituída por:
. 3 Pistas, designadas por PET 1 e PET 2, Pista Trial Aventura;
. Pista Trial Aventura - Desenrola-se por um período de três horas, no terreno compreendido entre o Merco Alcobaça e Quartel dos Bombeiros Voluntários de Alcobaça. É constituída pela transposição de oito obstáculos designados por CPT1 a CPT8;
. PET 1 e PET 2 - Construídas no mesmo terreno e totalmente independentes.
Regulamento
Específico do CNNT 4X4, prova de Alcobaça. Será distribuído no Secretariado.
Número de equipas participantes
Limitado a 30 integradas na classe Trial Aventura.
Inscrições
Trial Aventura 150 Euros.
Inclui: Lembranças, almoço e cocktail de encerramento, seguros FPTT, troféus e prémios monetários para os três primeiros classificados.
Prémios:
Trial Aventura:
1º Classificado - Troféu Personalizado + 500 euros
2º Classificado - Troféu Personalizado + 375 euros
3º Classificado - Troféu Personalizado + 250 euros
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 843/61
S.A.Marionetas Apresenta "A Culpa foi da Inês"
15 de Dezembro 2007 - 21.30h. Cine-Teatro de Alcobaça
A companhia S.A.Marionetas - Teatro & Bonecos, apresenta no palco do Cine-Teatro de Alcobaça, Sábado - dia 15 de Dezembro de 2007 pelas 21.30 horas, "A Culpa foi da Inês" a vida trágica de D. Inês de Castro e D. Pedro I. O espectáculo abarca o período temporal com início no nascimento de D. Pedro I, retratando a universal tragédia romântica, numa perspectiva que procura equilibrar a vertente lendária com a história, mas também, recriar e reinventar o mito ao correlacioná-lo com as suas interpretações mais ou menos contemporâneas. O elenco conta com meia centena de marionetas de José Gil manipuladas por Jaime Leão, José Gil e Sofia Vinagre.

"Reino de Portugal. Corre o ano da Graça de 1320 e na recente nação luta-se ainda com os mouros, lá para sul, nos Algarves, por vezes com os vizinhos de Castela, lá para nascente, e, contra a peste por todo o lado...
O Rei, o bravo D. Afonso IV, tem nessa primavera a melhor notícia do ano: nascera em Coimbra o jovem D. Pedro e tudo levava a crer que desta vez a Providência lhe sorria... o futuro afigurava-se risonho.
Agora, para que o reino medrasse como o filho, bastava tratar já de lhe arranjar esposa. Mas por aí, não iria, certamente, haver problemas..."
Ficha Artistica:
Original de José Gil, Jaime Leão e Sofia Vinagre
Encenação de José Gil,
Cenografia de Alexandre Pring
Figurinos e adereços de Sofia Vinagre e Maria Luísa Gil
Pesquisa de Sofia Vinagre e Jaime Leão
Armeiro: Jaime Leão.
Fotografia de Joaquim Pesqueira
Música original Pedro Marques / João Frazão.
Co-Produção: S.A.Marionetas - Teatro & Bonecos / Associação dos Amigos de D.Pedro e D.Inês
Maiores de 6 anos
O que a imprensa disse...
"A Culpa foi da Inês: a maior e melhor produção de sempre da S.A. Marionetas"
"...Perante uma sala completamente esgotada, a S.A. Marionetas apresentou um espectáculo contemporâneo de grande fôlego, onde o mito da História Universal foi narrado e interpretado com muito humor e sensibilidade, contendo mesmo momentos de grande genialidade." in Mário Lopes ( www.tintafesca.com)
"um olhar irónico e divertido sobre o trágico romance"
"...cerca de meia centena de bonecos repõem em palco, quadros e figuras numa recriação livre, irónica e bem humorada. Que nem por isso deixa de constituir um olhar arguto sobre a verdade das coisas e das gentes." in Jornal A voz de Alcobaça
Reservas de bilhetes pelo telefone 262 580 890 (Cine-Teatro de Alcobaça)
MAIS INFORMAÇÕES EM WWW.SAMARIONETAS.COM
A companhia S.A.Marionetas - Teatro & Bonecos, apresenta no palco do Cine-Teatro de Alcobaça, Sábado - dia 15 de Dezembro de 2007 pelas 21.30 horas, "A Culpa foi da Inês" a vida trágica de D. Inês de Castro e D. Pedro I. O espectáculo abarca o período temporal com início no nascimento de D. Pedro I, retratando a universal tragédia romântica, numa perspectiva que procura equilibrar a vertente lendária com a história, mas também, recriar e reinventar o mito ao correlacioná-lo com as suas interpretações mais ou menos contemporâneas. O elenco conta com meia centena de marionetas de José Gil manipuladas por Jaime Leão, José Gil e Sofia Vinagre.

"Reino de Portugal. Corre o ano da Graça de 1320 e na recente nação luta-se ainda com os mouros, lá para sul, nos Algarves, por vezes com os vizinhos de Castela, lá para nascente, e, contra a peste por todo o lado...
O Rei, o bravo D. Afonso IV, tem nessa primavera a melhor notícia do ano: nascera em Coimbra o jovem D. Pedro e tudo levava a crer que desta vez a Providência lhe sorria... o futuro afigurava-se risonho.
Agora, para que o reino medrasse como o filho, bastava tratar já de lhe arranjar esposa. Mas por aí, não iria, certamente, haver problemas..."
Ficha Artistica:
Original de José Gil, Jaime Leão e Sofia Vinagre
Encenação de José Gil,
Cenografia de Alexandre Pring
Figurinos e adereços de Sofia Vinagre e Maria Luísa Gil
Pesquisa de Sofia Vinagre e Jaime Leão
Armeiro: Jaime Leão.
Fotografia de Joaquim Pesqueira
Música original Pedro Marques / João Frazão.
Co-Produção: S.A.Marionetas - Teatro & Bonecos / Associação dos Amigos de D.Pedro e D.Inês
Maiores de 6 anos
O que a imprensa disse...
"A Culpa foi da Inês: a maior e melhor produção de sempre da S.A. Marionetas"
"...Perante uma sala completamente esgotada, a S.A. Marionetas apresentou um espectáculo contemporâneo de grande fôlego, onde o mito da História Universal foi narrado e interpretado com muito humor e sensibilidade, contendo mesmo momentos de grande genialidade." in Mário Lopes ( www.tintafesca.com)
"um olhar irónico e divertido sobre o trágico romance"
"...cerca de meia centena de bonecos repõem em palco, quadros e figuras numa recriação livre, irónica e bem humorada. Que nem por isso deixa de constituir um olhar arguto sobre a verdade das coisas e das gentes." in Jornal A voz de Alcobaça
Reservas de bilhetes pelo telefone 262 580 890 (Cine-Teatro de Alcobaça)
MAIS INFORMAÇÕES EM WWW.SAMARIONETAS.COM
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
Alcobaça, a Nossa Micro-Economia e o Fantasma da China
A pergunta surgiu-me naturalmente, quando atravessávamos uma das zonas industriais da cidade alemã de Leipzig. _ Não está a industria alemã a ser afectada por esta crescente força de mobilização da produção industrial para a China?
_ Não! _ Respondeu o meu colega nascido nesta mesma província da Saxónia.
Na realidade a indústria alemã atravessa um bom momento, com um aumento de encomendas e consequente volume de exportações.
Os alemães não receiam a China. Aliás, conseguem mesmo ver este grande país do Oriente de outra forma, como um mercado emergente, de grande potencial e uma grande oportunidade de negócio. A China, para além de grande produtor, é também um gigantesco consumidor, em especial de produtos de luxo, mercado em grande expansão e que muito tem atraído as principais marcas mundiais deste segmento. É aí que se torna no alvo preferido de empresas como a Porshe, Audi, Mercedes, etc.
Este é um pequeno exemplo, mas muito expressivo deste fenómeno, que tem transfigurado a economia mundial.
Em Portugal, o lado oposto desta realidade, não se consegue esta percepção e está sempre presente o lado ameaçador do mercado Asiático. E isto porquê? Porque sofre tanto a indústria portuguesa com esta abertura aos novos e emergentes mercados do outro lado do globo? Que diferenças há então entre a nossa indústria e a alemã?
A resposta é simples e a diferença é só uma. Desde sempre que os empresários portugueses, com os alcobacenses incluídos, optaram pela via mais fácil, pela produção em função das encomendas de terceiros, dos grandes grupos, das grandes marcas. Sim, é na criação da Marca que está a diferença. Os nossos empresários nunca conseguiram criar as marcas próprias, a sua identificação do seu produto e a sua imagem. Isto, associado a uma posterior divulgação no mercado nacional e até mesmo exterior, em especial Europeu.
Que interessa produzirmos os melhores sapatos, as melhores roupas, o melhor vidro, se depois esses produtos são vendidos para fora e etiquetados com marcas estrangeiras sem qualquer referência ao nosso país? Que vantagem tem a economia portuguesa, quando esses produtos são vendidos pelas nossas fábricas a preços baixíssimos, com reduzidíssimas margens de lucro? Na realidade o produto chega ao consumidor final com um preço elevado, mas a margem mais significativa, o grande lucro fica na Marca, não em quem produz. Podemos imaginar um telemóvel da Nokia que é produzido numa qualquer fábrica da Ásia por 50€ e que depois é vendido por cerca de 400€. A marca compra barato e vende caro, obtendo assim um lucro bastante expressivo.
A produção industrial quer-se barata e é onde se verifica uma maior competição. As suas margens de lucro são reduzidas aos mínimos para se conseguirem bons contratos e tornam-se assim insignificantes. A maior fatia cabe sempre à marca, que na quase totalidade das vezes é um grande grupo estrangeiro, como a Timberland, a Benetton ou a Lacoste. Todos sabemos que são produzidas cá, mas que nos dão muito pouco...
A somar a este problema da pouca rentabilidade está o também já referido factor da elevada concorrência e grande competição de preços, e que tanta produção tem então levado para a China e países limítrofes.
São estas as grandes desvantagens, e é por isto que a Alemanha não é afectada. As marcas são suas. A Audi, Porshe, Mercedes e outras marcas até como a Siemens são Alemãs. Até podem transferir alguma da sua produção para outros mercados, mas têm controlo nela, e as suas principais fábricas não saem do seu país.
Analisando a realidade de Alcobaça, o filme é o mesmo. Possuímos por exemplo faiança da melhor qualidade mas que no entanto atravessa uma crise implacável. Custa-me ver que produtos lindíssimos como os nossos não tenham grande futuro porque infelizmente falhámos na criação das nossas marcas. Custa-me chegar a grandes armazéns como o Karstadt na Alemanha, as Galerias La Fayette em França ou até mesmo o El Corte Inglês em Portugal ou Espanha e encontrar inúmeras marcas de porcelanas e outros produtos e nenhuma delas ser portuguesa. Ainda mais quando sei que muitos desses produtos até podem ter sido produzidos entre nós.
Poderíamos facilmente lá entrar e encontrar uma secção por exemplo das cerâmicas S. Bernardo, Raul da Bernarda, etc. Podiam ser estas, imagens de marca destes produtos, as formas como as pessoas os identificariam e a confiança que lhes depositariam. Ao invés de termos loiças da "Leonardo" ou "Sander" teríamos das nossas próprias marcas, que venderiam igualmente os seus produtos, a preços bastante superiores ( aos que são vendidos actualmente à marca ) e com margens de lucro obviamente maiores. Positivo para as empresas, para os seus funcionários que até poderiam auferir maiores salários e para a economia do país.
A China, seria então desta forma olhada como mais um potencial mercado de venda. Estou certo que as nossos produtos, se devidamente divulgados e conhecidos seriam facilmente vendidos em lojas da cosmopolita Shangai ou Hong-Kong.
Teria no entanto de haver um outro tipo de gestão e orientação destas empresas, que teriam de deixar a sua estrutura familiar e recrutar grandes "experts" das áreas de marketing, publicidade, comercial, etc. Um outro tipo de investimento cujos frutos trariam um outro tipo de futuro para todos. É isto que também assusta os nossos empresários, que têm medo de perder o controlo daquilo que criaram e de abrir mão de algo que não querem ver nas mãos de outros. É o preço do crescimento e da afirmação.
Felizmente, já vamos assistindo a alguma tendência neste sentido e temos até um bom exemplo em Alcobaça. Após a criação da marca "Maçã de Alcobaça", o seu volume de vendas cresceu significativamente. Conseguimos criar a marca, e conseguimos vendê-la!
Importa agora que sejamos capazes de generalizar este conceito sob pena de perdermos toda a nossa capacidade de criação. Ficaremos num vazio se nada for urgentemente feito e acabaremos por andar à míngua sob a dependência de estranhos que não têm quaisquer preocupações connosco.
_ Não! _ Respondeu o meu colega nascido nesta mesma província da Saxónia.
Na realidade a indústria alemã atravessa um bom momento, com um aumento de encomendas e consequente volume de exportações.
Os alemães não receiam a China. Aliás, conseguem mesmo ver este grande país do Oriente de outra forma, como um mercado emergente, de grande potencial e uma grande oportunidade de negócio. A China, para além de grande produtor, é também um gigantesco consumidor, em especial de produtos de luxo, mercado em grande expansão e que muito tem atraído as principais marcas mundiais deste segmento. É aí que se torna no alvo preferido de empresas como a Porshe, Audi, Mercedes, etc.
Este é um pequeno exemplo, mas muito expressivo deste fenómeno, que tem transfigurado a economia mundial.
Em Portugal, o lado oposto desta realidade, não se consegue esta percepção e está sempre presente o lado ameaçador do mercado Asiático. E isto porquê? Porque sofre tanto a indústria portuguesa com esta abertura aos novos e emergentes mercados do outro lado do globo? Que diferenças há então entre a nossa indústria e a alemã?
A resposta é simples e a diferença é só uma. Desde sempre que os empresários portugueses, com os alcobacenses incluídos, optaram pela via mais fácil, pela produção em função das encomendas de terceiros, dos grandes grupos, das grandes marcas. Sim, é na criação da Marca que está a diferença. Os nossos empresários nunca conseguiram criar as marcas próprias, a sua identificação do seu produto e a sua imagem. Isto, associado a uma posterior divulgação no mercado nacional e até mesmo exterior, em especial Europeu.
Que interessa produzirmos os melhores sapatos, as melhores roupas, o melhor vidro, se depois esses produtos são vendidos para fora e etiquetados com marcas estrangeiras sem qualquer referência ao nosso país? Que vantagem tem a economia portuguesa, quando esses produtos são vendidos pelas nossas fábricas a preços baixíssimos, com reduzidíssimas margens de lucro? Na realidade o produto chega ao consumidor final com um preço elevado, mas a margem mais significativa, o grande lucro fica na Marca, não em quem produz. Podemos imaginar um telemóvel da Nokia que é produzido numa qualquer fábrica da Ásia por 50€ e que depois é vendido por cerca de 400€. A marca compra barato e vende caro, obtendo assim um lucro bastante expressivo.
A produção industrial quer-se barata e é onde se verifica uma maior competição. As suas margens de lucro são reduzidas aos mínimos para se conseguirem bons contratos e tornam-se assim insignificantes. A maior fatia cabe sempre à marca, que na quase totalidade das vezes é um grande grupo estrangeiro, como a Timberland, a Benetton ou a Lacoste. Todos sabemos que são produzidas cá, mas que nos dão muito pouco...
A somar a este problema da pouca rentabilidade está o também já referido factor da elevada concorrência e grande competição de preços, e que tanta produção tem então levado para a China e países limítrofes.
São estas as grandes desvantagens, e é por isto que a Alemanha não é afectada. As marcas são suas. A Audi, Porshe, Mercedes e outras marcas até como a Siemens são Alemãs. Até podem transferir alguma da sua produção para outros mercados, mas têm controlo nela, e as suas principais fábricas não saem do seu país.
Analisando a realidade de Alcobaça, o filme é o mesmo. Possuímos por exemplo faiança da melhor qualidade mas que no entanto atravessa uma crise implacável. Custa-me ver que produtos lindíssimos como os nossos não tenham grande futuro porque infelizmente falhámos na criação das nossas marcas. Custa-me chegar a grandes armazéns como o Karstadt na Alemanha, as Galerias La Fayette em França ou até mesmo o El Corte Inglês em Portugal ou Espanha e encontrar inúmeras marcas de porcelanas e outros produtos e nenhuma delas ser portuguesa. Ainda mais quando sei que muitos desses produtos até podem ter sido produzidos entre nós.
Poderíamos facilmente lá entrar e encontrar uma secção por exemplo das cerâmicas S. Bernardo, Raul da Bernarda, etc. Podiam ser estas, imagens de marca destes produtos, as formas como as pessoas os identificariam e a confiança que lhes depositariam. Ao invés de termos loiças da "Leonardo" ou "Sander" teríamos das nossas próprias marcas, que venderiam igualmente os seus produtos, a preços bastante superiores ( aos que são vendidos actualmente à marca ) e com margens de lucro obviamente maiores. Positivo para as empresas, para os seus funcionários que até poderiam auferir maiores salários e para a economia do país.
A China, seria então desta forma olhada como mais um potencial mercado de venda. Estou certo que as nossos produtos, se devidamente divulgados e conhecidos seriam facilmente vendidos em lojas da cosmopolita Shangai ou Hong-Kong.
Teria no entanto de haver um outro tipo de gestão e orientação destas empresas, que teriam de deixar a sua estrutura familiar e recrutar grandes "experts" das áreas de marketing, publicidade, comercial, etc. Um outro tipo de investimento cujos frutos trariam um outro tipo de futuro para todos. É isto que também assusta os nossos empresários, que têm medo de perder o controlo daquilo que criaram e de abrir mão de algo que não querem ver nas mãos de outros. É o preço do crescimento e da afirmação.
Felizmente, já vamos assistindo a alguma tendência neste sentido e temos até um bom exemplo em Alcobaça. Após a criação da marca "Maçã de Alcobaça", o seu volume de vendas cresceu significativamente. Conseguimos criar a marca, e conseguimos vendê-la!
Importa agora que sejamos capazes de generalizar este conceito sob pena de perdermos toda a nossa capacidade de criação. Ficaremos num vazio se nada for urgentemente feito e acabaremos por andar à míngua sob a dependência de estranhos que não têm quaisquer preocupações connosco.
Alcobaça Recebe Mercado de Natal
Alcobaça enche-se de espírito natalício já no próximo Sábado, dia 8 de Dezembro.
A primeira edição do Mercado Natal, que se prolonga até 16 de Novembro, irá realizar-se na Praça D. Afonso Henriques, junto ao Mosteiro, tendo como objectivo atrair potenciais compradores ao Centro Histórico de Alcobaça.
Esta é uma nova solução para as compras de Natal, reunindo participantes que vendem produtos específicos do Concelho. Desde a doçaria à faiança decorativa e utilitária, passando pela alimentação, vão estar presentes os mais diversos ingredientes típicos da quadra.

O Mercado irá funcionar das 10h00 às 20h00.
Para mais informações:
Pelouro da Cultura
Edifício Paços do Concelho
Praça João de Deus Ramos | 2461-501 Alcobaça
Tel. 262 580 857 | Fax. 262 580 865
Email. cultura@cm-alcobaca.pt
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 843/61
A primeira edição do Mercado Natal, que se prolonga até 16 de Novembro, irá realizar-se na Praça D. Afonso Henriques, junto ao Mosteiro, tendo como objectivo atrair potenciais compradores ao Centro Histórico de Alcobaça.
Esta é uma nova solução para as compras de Natal, reunindo participantes que vendem produtos específicos do Concelho. Desde a doçaria à faiança decorativa e utilitária, passando pela alimentação, vão estar presentes os mais diversos ingredientes típicos da quadra.

O Mercado irá funcionar das 10h00 às 20h00.
Para mais informações:
Pelouro da Cultura
Edifício Paços do Concelho
Praça João de Deus Ramos | 2461-501 Alcobaça
Tel. 262 580 857 | Fax. 262 580 865
Email. cultura@cm-alcobaca.pt
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 843/61
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
“Alcobaça revisitada - vivências e património” em Exposição
Inaugura, a 9 de Dezembro, Domingo, pelas 16 horas, na Galeria de Exposições Temporárias do Mosteiro de Alcobaça, a exposição fotográfica de memórias do Concelho de Alcobaça no Século XX intitulada: "Alcobaça Revisitada - Vivências e Património".

Nada foi deixado ao acaso, e todos os pormenores serão retratados. Desde os episódios sociais das diversas décadas, às visitas oficiais, que em tempos, eram correntes na cidade, tudo estará patente durante um mês, na Ala Sul do Mosteiro de Alcobaça, como afirma o Comissário da exposição, Doutor Jorge Pereira Sampaio.
Mais informação

Nada foi deixado ao acaso, e todos os pormenores serão retratados. Desde os episódios sociais das diversas décadas, às visitas oficiais, que em tempos, eram correntes na cidade, tudo estará patente durante um mês, na Ala Sul do Mosteiro de Alcobaça, como afirma o Comissário da exposição, Doutor Jorge Pereira Sampaio.
Mais informação
Primeiro Centro Escolar de Alcobaça Começa a Ser Construído no Início do Próximo Ano
A CCR de Lisboa e Vale do Tejo autorizou a suspensão parcial do Plano de Pormenor da Cova da Onça para que a Câmara possa construir o primeiro Centro Escolar previsto na Carta Educativa.
O Centro Educativo de Alcobaça vai ocupar uma grande área da Quinta da Cova da Onça. Vai ser constituído por 20 salas do 1º ciclo e 4 Jardins de Infância.
O PS não contesta esta suspensão. Daniel Adrião diz que se trata de cumprir um requisito do futuro, os centros escolares.
Já a CDU tem opinião contrária. Rogério Raimundo discorda não só da suspensão como também dos centros escolares de grande dimensão, como o que está previsto em Alcobaça, onde se vão concentrar crianças de várias freguesias vizinhas da sede do concelho.
Segundo a CDU, o centro escolar vai ser responsável pelo esvaziamento das actuais escolas primárias e pelo seu consequente encerramento.
O vereador responsável pelo urbanismo e pelos planos de ordenamento, Carlos Bonifácio, vai enviar o assunto à Assembleia Municipal para depois a suspensão do Plano de Pormenor ser publicada em Diário da República e a construção do Centro Escolar poder começar no inicio do próximo ano.
In Rádio Cister
O Centro Educativo de Alcobaça vai ocupar uma grande área da Quinta da Cova da Onça. Vai ser constituído por 20 salas do 1º ciclo e 4 Jardins de Infância.
O PS não contesta esta suspensão. Daniel Adrião diz que se trata de cumprir um requisito do futuro, os centros escolares.
Já a CDU tem opinião contrária. Rogério Raimundo discorda não só da suspensão como também dos centros escolares de grande dimensão, como o que está previsto em Alcobaça, onde se vão concentrar crianças de várias freguesias vizinhas da sede do concelho.
Segundo a CDU, o centro escolar vai ser responsável pelo esvaziamento das actuais escolas primárias e pelo seu consequente encerramento.
O vereador responsável pelo urbanismo e pelos planos de ordenamento, Carlos Bonifácio, vai enviar o assunto à Assembleia Municipal para depois a suspensão do Plano de Pormenor ser publicada em Diário da República e a construção do Centro Escolar poder começar no inicio do próximo ano.
In Rádio Cister
Via de Cintura Interna Vai Ficar Ligada à Quinta da Cova da Onça
A Via de Cintura Interna de Alcobaça vai ficar ligada à Quinta da Cova da Onça através de uma grande Avenida que a Câmara se prepara para construir.
A ligação será feita em viaduto e vai dar, segundo adiantou o vereador do ordenamento, Carlos Bonifácio, "uma nova centralidade à cidade".
A CCR de Lisboa e Vale do Tejo autorizou a suspensão parcial do Plano de Pormenor da Cova da Onça, propriedade da Câmara.
A Câmara acredita que é a partir da Cova da Onça e da Quinta da Barrada que vão formar-se as novas centralidades da sede do concelho, e as acessibilidades são, por isso, uma prioridade.
In Rádio Cister
A ligação será feita em viaduto e vai dar, segundo adiantou o vereador do ordenamento, Carlos Bonifácio, "uma nova centralidade à cidade".
A CCR de Lisboa e Vale do Tejo autorizou a suspensão parcial do Plano de Pormenor da Cova da Onça, propriedade da Câmara.
A Câmara acredita que é a partir da Cova da Onça e da Quinta da Barrada que vão formar-se as novas centralidades da sede do concelho, e as acessibilidades são, por isso, uma prioridade.
In Rádio Cister
Bom exemplo
Golden Fibra Aposta no Mercado Espanhol e Italiano
A Golden Fibra, uma empresa de Charneca do Carvalhal de Turquel, vai em 2008, ano em que assinalará 10 anos de existência, apostar no mercado espanhol e italiano.
Segundo Paulo Subtil, a empresa vai apostar no mercado externo com um sistema de saneamento básico que monitoriza a capacidade da Etar impedindo a sua sobrecarga. Esta inovação permite também, através de SMS, a ter conhecimento em tempo real de eventuais avarias que aconteçam no sistema criado pela Golden Fibra.
Por outro lado, a empresa vai inaugurar um laboratório, um armazém e um auditório no próximo dia 15 de Dezembro, preparando-se desta forma para continuar a crescer, depois de ter aumentado em mais de 50 por cento o volume de negócios em 2006, tendo atingido uma facturação superior a 1,2 milhões de euros.
In Rádio Cister
A Golden Fibra, uma empresa de Charneca do Carvalhal de Turquel, vai em 2008, ano em que assinalará 10 anos de existência, apostar no mercado espanhol e italiano.
Segundo Paulo Subtil, a empresa vai apostar no mercado externo com um sistema de saneamento básico que monitoriza a capacidade da Etar impedindo a sua sobrecarga. Esta inovação permite também, através de SMS, a ter conhecimento em tempo real de eventuais avarias que aconteçam no sistema criado pela Golden Fibra.
Por outro lado, a empresa vai inaugurar um laboratório, um armazém e um auditório no próximo dia 15 de Dezembro, preparando-se desta forma para continuar a crescer, depois de ter aumentado em mais de 50 por cento o volume de negócios em 2006, tendo atingido uma facturação superior a 1,2 milhões de euros.
In Rádio Cister
Município Promove Casal da Areia na EXPO CALL CENTER´07
O Municipio de Alcobaça participou, nos passados dias 27 a 29, na Expo Call Center´07, realizada no Centro de Congressos do Casino Estoril.
Com o objectivo de incentivar os investimentos no Concelho de Alcobaça, o stand da CMA promoveu e divulgou o Gabinete de Apoio ao Empreendedor e a Zona Industrial do Casal da Areia.

A exposição, considerada uma das maiores nos salões ibéricos especializados na gestão de Call Centers, permitiu o contacto directo com empresários e eventuais empreendedores, que se mostraram muito interessados em investimentos na região.
No Centro de Congressos estiveram presentes as empresas: ACITEL, ADECCO, COMUNYCARSE, EGOR, GRUPÊS/IZO SYSTEM, IBERVOICE, L2F, LOQUENDO, LUSOCEDE, MEDIAFONE, MRA TELECOM, SITEL, TELEPERFORMANCE, TELERESOURCES.
A Expo Call Center´07 compreendeu um ciclo de conferências e uma área de exposição, e teve o intuito de demonstrar o potencial de desenvolvimento do sector, projectos inovadores implementados ou em fase avançada de implementação, as actuais técnicas de gestão e as últimas novidades tecnológicas, foi organizada, em Portugal, pela IFE- International Faculty for Executives.
A IFE - International Faculty for Executives é a filial portuguesa da multinacional francesa EFE (Éditions Formation Enterprise), um importante actor europeu na área da gestão do conhecimento, fundado em 1989 por Patrice Bougon. Actualmente o grupo EFE está presente em seis países europeus - França, Bélgica, Luxemburgo, Suíça, Espanha e Portugal.
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 843/61
Com o objectivo de incentivar os investimentos no Concelho de Alcobaça, o stand da CMA promoveu e divulgou o Gabinete de Apoio ao Empreendedor e a Zona Industrial do Casal da Areia.

A exposição, considerada uma das maiores nos salões ibéricos especializados na gestão de Call Centers, permitiu o contacto directo com empresários e eventuais empreendedores, que se mostraram muito interessados em investimentos na região.
No Centro de Congressos estiveram presentes as empresas: ACITEL, ADECCO, COMUNYCARSE, EGOR, GRUPÊS/IZO SYSTEM, IBERVOICE, L2F, LOQUENDO, LUSOCEDE, MEDIAFONE, MRA TELECOM, SITEL, TELEPERFORMANCE, TELERESOURCES.
A Expo Call Center´07 compreendeu um ciclo de conferências e uma área de exposição, e teve o intuito de demonstrar o potencial de desenvolvimento do sector, projectos inovadores implementados ou em fase avançada de implementação, as actuais técnicas de gestão e as últimas novidades tecnológicas, foi organizada, em Portugal, pela IFE- International Faculty for Executives.
A IFE - International Faculty for Executives é a filial portuguesa da multinacional francesa EFE (Éditions Formation Enterprise), um importante actor europeu na área da gestão do conhecimento, fundado em 1989 por Patrice Bougon. Actualmente o grupo EFE está presente em seis países europeus - França, Bélgica, Luxemburgo, Suíça, Espanha e Portugal.
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
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DJ SET de PAULO ASCENSO MATEUS Anima Exposição - ZOMBIE 5/12: THE RETURN FOF THE LIVING DEAD! THIS IS NOT A MOVIE... - no Próximo Sábado
A bem sucedida inauguração, ontem à tarde, da minha exposição de fotografias Zombie 5/12: The Return of The Living Dead! This is Not a Movie..., patente até ao próximo dia 15 de Dezembro, em Coz , no acolhedor e simpático Bazar das Monjas, contou uma intervenção musical por mim concebida em apoio àquele acto inaugural. Essa intervenção musical incluiu música de Constança Capdeville (Libera Me), Duarte Lôbo (Requiem Para Seis Vozes), Fernando Lopes-Graça (Requiem Pelas Vítimas do Fascismo em Portugal), Giya Kancheli (Styx), Marc-Antoine Charpentier (Grand Office des Morts), Orlando di Lasso (Missa Pro Defunctis), Witold Lutoslawski (Musique Funébre) e Wolfgang Amadeus Mozart (Requiem in D minor, KV 626), sendo repetida no dia de encerramento daquela exposição (15 de Dezembro), a partir das 16 horas.
Na tarde do próximo sábado, 8 de Dezembro, o espaço daquela minha exposição será animado por um peculiar e interessante DJ/Set de Paulo Ascenso Mateus, que apresentará única e exclusivamente Discos em Vinil dos Últimos Vinte Anos Num Fidedigno Giro-Discos da Velha Guarda. Anuncia-se, entre outras, música dos Pink Floyd, UB 40, Crosby, Stills, Nash & Young, Iron Maiden, Sérgio Godinho e por aí fora... É mesmo imperdível, posso garanti-lo!
In Nas Faldas da Serra
Na tarde do próximo sábado, 8 de Dezembro, o espaço daquela minha exposição será animado por um peculiar e interessante DJ/Set de Paulo Ascenso Mateus, que apresentará única e exclusivamente Discos em Vinil dos Últimos Vinte Anos Num Fidedigno Giro-Discos da Velha Guarda. Anuncia-se, entre outras, música dos Pink Floyd, UB 40, Crosby, Stills, Nash & Young, Iron Maiden, Sérgio Godinho e por aí fora... É mesmo imperdível, posso garanti-lo!
In Nas Faldas da Serra
"The Postcard Brass Band" em Alcobaça
Grande Novidade em Primeira Mão: THE POSTCARD BRASS BAND Actuam em Alcobaça, no Clinic, em 22 De Dezembro!
É mesmo verdade! O Nas Faldas da Serra está muito orgulhoso de aqui deixar, em primeiríssima mão, mais uma grande novidade para os amantes e amadores de jazz alcobacenses: a The Postcard Brass Band (que inclui os nossos conterrâneos e todos eles notáveis e prestigiados músicos: Mário Marques, Ruben Santos e Sérgio Carolino) vai actuar ao vivo e sem rede em Alcobaça, no Clinic, no próximo dia 22 de Dezembro (embora à noite!), apresentando na sua terra natal e mesmo alguns dias antes do Natal, o seu CD The Postcard Brass Band, recentemente lançado em Lisboa, na Lux Jazz Session. Os nossos simpáticos leitores e amigos (até) já sabem que o Nas Faldas da Serra anda a ouvir (muito deliciado!) aquele CD há algumas semanas e que o mínimo que (agora) aqui se pode escrever é quando ouvimos aquele disco em nossa casa a nossa rua da Ataija de Baixo até fica (mesmo) muito parecida com a Bourbon Street de New Orleans, mostrando que aquele CD é coisa fina... É de ir!
In Nas Faldas da Serra
É mesmo verdade! O Nas Faldas da Serra está muito orgulhoso de aqui deixar, em primeiríssima mão, mais uma grande novidade para os amantes e amadores de jazz alcobacenses: a The Postcard Brass Band (que inclui os nossos conterrâneos e todos eles notáveis e prestigiados músicos: Mário Marques, Ruben Santos e Sérgio Carolino) vai actuar ao vivo e sem rede em Alcobaça, no Clinic, no próximo dia 22 de Dezembro (embora à noite!), apresentando na sua terra natal e mesmo alguns dias antes do Natal, o seu CD The Postcard Brass Band, recentemente lançado em Lisboa, na Lux Jazz Session. Os nossos simpáticos leitores e amigos (até) já sabem que o Nas Faldas da Serra anda a ouvir (muito deliciado!) aquele CD há algumas semanas e que o mínimo que (agora) aqui se pode escrever é quando ouvimos aquele disco em nossa casa a nossa rua da Ataija de Baixo até fica (mesmo) muito parecida com a Bourbon Street de New Orleans, mostrando que aquele CD é coisa fina... É de ir!
In Nas Faldas da Serra
Novo Blogue da Benedita
Benedita Alter Ego, um blogue da nossa Benedita desenvolvido na disciplina de Área de Projecto por alunos do 12ºA do Externato Cooperativo da Benedita.
"Mais do que uma simples vila, a Benedita tem uma identidade escondida a revelar. A sua população respira dinamismo, vontade de evoluir, desejo de se distinguir, ambição de inovar.
Não tem um potencial muito elevado a nível material, mas a sua dimensão imaterial é promissora!..."
Endereço: http://alter-ego.blogs.sapo.pt/
"Mais do que uma simples vila, a Benedita tem uma identidade escondida a revelar. A sua população respira dinamismo, vontade de evoluir, desejo de se distinguir, ambição de inovar.
Não tem um potencial muito elevado a nível material, mas a sua dimensão imaterial é promissora!..."
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