A Caixa Geral de Depósitos (CGD) convidou a Orquestra Metropolitana de Lisboa (OML) e os The Gift a partilhar o palco, numa série de três concertos inéditos, no âmbito do Projecto Orquestras, do qual também fazem parte a Orquestra do Algarve, Orquestra do Norte e Orquestra Clássica do Centro.
O primeiro espectáculo acontecerá no próximo dia 10 de Abril, no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, seguindo-se o Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, dia 11 e, por fim, o concerto na Arena de Évora, a 13 de Abril, todos eles com entrada gratuita, limitada a um máximo de dois bilhetes por pessoa, que serão disponibilizados a partir do dia 7 do mesmo mês.
«Existem canções antigas, podem haver novas ou ainda estreias, nada se sabe sobre um momento que será único», afirmou John Gonçalves, músico da banda de Alcobaça, garantindo que o alinhamento dos concertos será «uma total surpresa», podendo mesmo variar ao longo da mini digressão.
«Há muito tempo que sonhamos com uma oportunidade destas e o timing é perfeito», acrescentou o responsável, informando que, depois de encerrado o ciclo do último trabalho do grupo, «Fácil de Entender», em Portugal, «é tempo agora de levar a música dos The Gift a patamares mais nobres».
César Viana, da OML, declarou que «tem sido tradição no colectivo não definir fronteiras no estilo de música», adiantando que «a relevância está no que se tem para dizer e os The Gift dizem-no com muita convicção». Uma das mais importantes formações orquestrais de Portugal apresentar-se-á em palco com cerca de 40 músicos, que interpretarão temas com arranjos de Nuno Gonçalves, fundador da banda.
Actualmente, os The Gift encontram-se a promover «Fácil de Entender», disco de platina a nível nacional, em Espanha, tendo esgotado todas as salas onde realizaram concertos. A tour no país vizinho prolongar-se-á até Setembro deste ano, não sem antes actuarem no Cineteatro Municipal de Estarreja, no próximo dia 27, no âmbito dos Concertos Íntimos.
In Diário Digital
segunda-feira, 10 de março de 2008
Boa Notícia Para Cós
Centro histórico de Cós constituído dentro de um ano
A delimitação do centro histórico de Cós, em Alcobaça, pode estar concluída dentro de um ano.
Alcobaça tem, neste momento, três centros históricos, o que torna o concelho único no país, mas está a trabalhar para ter, pelo menos, mais um.
Segundo o vereador do Urbanismo, a aquisição de imóveis e de terrenos na envolvente ao Convento já começou com o objectivo de definir uma zona especial de protecção ao Convento, tal como já acontece em Alcobaça, com o Mosteiro de Santa Maria.
A Junta de Freguesia de Cós está bastante confiante no desfecho positivo de um processo que esperou anos. Álvaro Santo admite desconhecer alguns dos planos da Câmara mas diz-se conhecedor do "essencial" que passa pela requalificação de uma área que irá ser inserida em futuros roteiros turísticos oficiais do concelho de Alcobaça. O autarca diz que Cós deve ser visto como um "centro de apoio" à cidade de Alcobaça que se quer afirmar, cada vez mais, como um pólo de atracção turístico.
O próximo Quadro Comunitário de Apoios prevê dotações financeiras para requalificações em aglomerados urbanos onde exista património histórico classificado. A Câmara quer aproveitar para fazer uma zona de protecção especial ao Convento, transformando-a em centro histórico.
In Rádio Cister
A delimitação do centro histórico de Cós, em Alcobaça, pode estar concluída dentro de um ano.
Alcobaça tem, neste momento, três centros históricos, o que torna o concelho único no país, mas está a trabalhar para ter, pelo menos, mais um.
Segundo o vereador do Urbanismo, a aquisição de imóveis e de terrenos na envolvente ao Convento já começou com o objectivo de definir uma zona especial de protecção ao Convento, tal como já acontece em Alcobaça, com o Mosteiro de Santa Maria.
A Junta de Freguesia de Cós está bastante confiante no desfecho positivo de um processo que esperou anos. Álvaro Santo admite desconhecer alguns dos planos da Câmara mas diz-se conhecedor do "essencial" que passa pela requalificação de uma área que irá ser inserida em futuros roteiros turísticos oficiais do concelho de Alcobaça. O autarca diz que Cós deve ser visto como um "centro de apoio" à cidade de Alcobaça que se quer afirmar, cada vez mais, como um pólo de atracção turístico.
O próximo Quadro Comunitário de Apoios prevê dotações financeiras para requalificações em aglomerados urbanos onde exista património histórico classificado. A Câmara quer aproveitar para fazer uma zona de protecção especial ao Convento, transformando-a em centro histórico.
In Rádio Cister
A Música dos The Gift Num Lugar Inesperado Para os Fãs de Sempre
Na noite do passado sábado, os The Gift inscreveram uma nova dimensão na monumentalidade do Mosteiro de Alcobaça. Nas entranhas de um espaço desde sempre reservado ao silêncio, gravaram um registo de modernidade. Não foi a primeira vez que a banda actuou no Mosteiro - em 1995 montaram palco no claustro e em 2001 na fachada principal, lugares há muito acessíveis aos mais diversos géneros musicais. Já a Biblioteca, miolo do edifício, é espaço reservado a que poucos têm acesso. Pela primeira vez, a sala foi aberta para um espectáculo a que os indefectíveis fãs do grupo não quiseram faltar. O espaço tem capacidade para mil pessoas. Não encheu, mas não foi preciso, a avaliar pela cumplicidade entre a banda e a plateia.
De pé, a maior parte apenas lobrigando o que se passava no palco, os fãs ligaram-se pelo fio do som. Logo na segunda música cantavam em uníssono com Sónia Tavares; sem necessidade de artifícios cénicos, as coisas correm ao sabor das músicas. Talvez por instinto - deduz-se pela surpresa de Sónia à pergunta no final do concerto - a imagem angélica da vocalista, criada pela camisa branca com folhos, projectava-se no palco como se quisesse criar um retábulo. "Não foi pensado!", respondia Nuno Gonçalves, explicando: "Quise- mos valer pela música, 60% das luzes estavam fora do palco e em termos de estética, está já sincronizada." Sónia socorre-se do número de concertos, "já são 300", para responder à sincronia que se pode detectar. "E rodeamo-nos dos melhores profissionais", remata.
Na noite de sábado estavam literalmente em casa e a banda sabia que ia ser assim. "Temos que piscar o olho às pessoas que estão há muito connosco", explicava Nuno, dizendo que, por isso, "preparámos um alinhamento especial com músicas que já não tocávamos há muito tempo e dificilmente fazíamos fora de Alcobaça".
Banda e fãs, todos perceberam a opção. O tom geral à saída era de quem recebeu aquilo a que havia adquirido à entrada: duas horas de música que já conhecia, até tem nos discos lá em casa, mas que pretendia ouvir ao vivo, num espaço inesperado.
Para lá chegar, o caminho é labiríntico - sem surpresas num edifício com mais de oito séculos. Imprevisto só se fosse o som, mas era esse o interesse das centenas de pessoas que seguiam como se avançassem por um trilho que os levava a um lugar de culto que rapidamente queriam alcançar. Juntaram-se num espaço por onde circularam, ao longo de décadas, os mendigos que o regime de Salazar arrancou das ruas de Lisboa para esconder a pobreza nacional.
Ontem, a banda retomava os concertos em Espanha, com espectáculo em Alicante. Mas vai ficar por lá mais uns meses e, em Julho, no dia 6, actua em Bilbau - "quase como cabeça de cartaz", orgulha-se Nuno, num festival para 60 mil pessoas.
In Diário de Notícias
De pé, a maior parte apenas lobrigando o que se passava no palco, os fãs ligaram-se pelo fio do som. Logo na segunda música cantavam em uníssono com Sónia Tavares; sem necessidade de artifícios cénicos, as coisas correm ao sabor das músicas. Talvez por instinto - deduz-se pela surpresa de Sónia à pergunta no final do concerto - a imagem angélica da vocalista, criada pela camisa branca com folhos, projectava-se no palco como se quisesse criar um retábulo. "Não foi pensado!", respondia Nuno Gonçalves, explicando: "Quise- mos valer pela música, 60% das luzes estavam fora do palco e em termos de estética, está já sincronizada." Sónia socorre-se do número de concertos, "já são 300", para responder à sincronia que se pode detectar. "E rodeamo-nos dos melhores profissionais", remata.
Na noite de sábado estavam literalmente em casa e a banda sabia que ia ser assim. "Temos que piscar o olho às pessoas que estão há muito connosco", explicava Nuno, dizendo que, por isso, "preparámos um alinhamento especial com músicas que já não tocávamos há muito tempo e dificilmente fazíamos fora de Alcobaça".
Banda e fãs, todos perceberam a opção. O tom geral à saída era de quem recebeu aquilo a que havia adquirido à entrada: duas horas de música que já conhecia, até tem nos discos lá em casa, mas que pretendia ouvir ao vivo, num espaço inesperado.
Para lá chegar, o caminho é labiríntico - sem surpresas num edifício com mais de oito séculos. Imprevisto só se fosse o som, mas era esse o interesse das centenas de pessoas que seguiam como se avançassem por um trilho que os levava a um lugar de culto que rapidamente queriam alcançar. Juntaram-se num espaço por onde circularam, ao longo de décadas, os mendigos que o regime de Salazar arrancou das ruas de Lisboa para esconder a pobreza nacional.
Ontem, a banda retomava os concertos em Espanha, com espectáculo em Alicante. Mas vai ficar por lá mais uns meses e, em Julho, no dia 6, actua em Bilbau - "quase como cabeça de cartaz", orgulha-se Nuno, num festival para 60 mil pessoas.
In Diário de Notícias
sexta-feira, 7 de março de 2008
Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações Reúne Esta Tarde na AMO
O Ministro Mário Lino desloca-se esta tarde às Caldas da Rainha, a sede da AMO - Associação dos Municípios do Oeste, no sentido de dar seguimento ao processo negocial com os autarcas da região, na sequência da alteração da localização do aeroporto internacional de Lisboa, para Alcochete.
Vários assuntos vão estar em cima da mesa, nomeadamente, o Hospital do Oeste Norte e a Rede viária.
Entretanto, o Município de Alcobaça aguarda a visita do Secretário de Estado Adjunto das Obras Públicas, Dr. Paulo Campos, para anunciar algumas obras de beneficiação na Rede Rodoviária Nacional na região.
A Estradas de Portugal avançaram já com a data para publicação dos concursos da concessão Litoral Oeste, fixando-a a 23 de Março.
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 843/61
Vários assuntos vão estar em cima da mesa, nomeadamente, o Hospital do Oeste Norte e a Rede viária.
Entretanto, o Município de Alcobaça aguarda a visita do Secretário de Estado Adjunto das Obras Públicas, Dr. Paulo Campos, para anunciar algumas obras de beneficiação na Rede Rodoviária Nacional na região.
A Estradas de Portugal avançaram já com a data para publicação dos concursos da concessão Litoral Oeste, fixando-a a 23 de Março.
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 843/61
Insatisfeito com quê?
Quem contribuíu para isso?
Relativamente ao "post" abaixo e à indignação do presidente Gonçalves Sapinho sobre a não classificação da maioria das nossas freguesias como rurais, só fica uma pergunta no ar: _ Mas de quem é a culpa?
Se a nossa C.M.A. pretendia manter como rurais muitas das nossas freguesias, então porque não se tomaram medidas com vista à preservação destes lugares para tal fim? Quem licenciou a construção de moradias em tudo quanto é lugar? Quem descaracterizou o concelho que tinha um potencial enorme em termos agrícolas e que agora não serve para nada?
É esta a paisagem de um concelho que se quer agrícola?

Sim, é este o preço a pagar. É esta a triste realidade de um concelho que poderia ser riquíssimo e onde a falta de estratégia se está a pagar cara.
Problemas com a classificação rural, problemas para encontrar um corredor para passar uma linha férrea, problemas futuros para o IC9, Variante Externa e todos os grandes projectos para o concelho. Alcobaça falhou no ordenamento do território e a factura está a chegar agora!
Relativamente ao "post" abaixo e à indignação do presidente Gonçalves Sapinho sobre a não classificação da maioria das nossas freguesias como rurais, só fica uma pergunta no ar: _ Mas de quem é a culpa?
Se a nossa C.M.A. pretendia manter como rurais muitas das nossas freguesias, então porque não se tomaram medidas com vista à preservação destes lugares para tal fim? Quem licenciou a construção de moradias em tudo quanto é lugar? Quem descaracterizou o concelho que tinha um potencial enorme em termos agrícolas e que agora não serve para nada?
É esta a paisagem de um concelho que se quer agrícola?

Sim, é este o preço a pagar. É esta a triste realidade de um concelho que poderia ser riquíssimo e onde a falta de estratégia se está a pagar cara.
Problemas com a classificação rural, problemas para encontrar um corredor para passar uma linha férrea, problemas futuros para o IC9, Variante Externa e todos os grandes projectos para o concelho. Alcobaça falhou no ordenamento do território e a factura está a chegar agora!
Gonçalves Sapinho Insatisfeito Com o PRODER
Arranca amanhã, a terceira edição da Feira Agrícola de Alcobaça, uma organização do Município em conjunto com a AARA - Associação dos Agricultores da Região de Alcobaça. O Município está nesta feira representado com um stand intitulado "Em defesa do mundo rural".
Este tema vem na sequência da apresentação, recentemente, do PRODER - Programa de Desenvolvimento Regional, que apenas contemplou duas freguesias do Concelho de Alcobaça, classificando-as como rurais: São Vicente e Prazeres de Aljubarrota.
Segundo os critérios normalmente utilizados, é considerado rural uma freguesia que tenha um número de habitantes inferior a 150 habitante/km2, critério que, no Concelho de Alcobaça, abrange 13 freguesias das 18, que assentam nesta tipologia.
Esta classificação definida pelo PRODER é claramente penalizadora para o Concelho, que tem uma forte tradição agrícola em freguesias excluídas desta área de intervenção. Exemplos disso são: Cela, Bárrio, Évora de Alcobaça, Vimeiro, Montes, entre outras.
Com esta classificação, o Presidente da Autarquia teme que alguns investimentos na área do Desenvolvimento Rural e Agrícola possam ser limitados ou prejudicados por esta classificação, tendo já feito chegar à Direcção Regional da Agricultura e Pescas de Lisboa e Vale do Tejo o seu veemente protesto.
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 843/61
Este tema vem na sequência da apresentação, recentemente, do PRODER - Programa de Desenvolvimento Regional, que apenas contemplou duas freguesias do Concelho de Alcobaça, classificando-as como rurais: São Vicente e Prazeres de Aljubarrota.
Segundo os critérios normalmente utilizados, é considerado rural uma freguesia que tenha um número de habitantes inferior a 150 habitante/km2, critério que, no Concelho de Alcobaça, abrange 13 freguesias das 18, que assentam nesta tipologia.
Esta classificação definida pelo PRODER é claramente penalizadora para o Concelho, que tem uma forte tradição agrícola em freguesias excluídas desta área de intervenção. Exemplos disso são: Cela, Bárrio, Évora de Alcobaça, Vimeiro, Montes, entre outras.
Com esta classificação, o Presidente da Autarquia teme que alguns investimentos na área do Desenvolvimento Rural e Agrícola possam ser limitados ou prejudicados por esta classificação, tendo já feito chegar à Direcção Regional da Agricultura e Pescas de Lisboa e Vale do Tejo o seu veemente protesto.
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
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260 Milhões Para Novas Estradas em Leiria
É um bolo de 260 milhões de euros, num pacote denominado de concessão Litoral Oeste. O "presente" do Governo para a região começa a desembrulhar-se este mês e traduz-se em asfalto, 80 quilómetros de asfalto.
José Sócrates anunciou no passado dia 29, no Parlamento, esta concessão, que inclui obras de referência na região. Em concreto, para além do IC9 que está a avançar faseadamente e que permitirá ligar o litoral da região a Tomar, e que só entre Nazaré e Fátima compreende 29 quilóemetros de estrada e um investimento na ordem dos 100 milhões de euros, esta concessão responde ainda a duas obras muito reclamadas.
É o caso dos cerca de 14 quilómetros da variante da Batalha, orçada em 33 milhões de euros, que deverá desviar o trânsito do IC2 da frente do Mosteiro. A cereja em cima do bolo é o IC36, que implica um investimento na ordem dos 36 milhões de euros. Contempla 6,5 quilómetros de extensão de uma via que, ao que tudo indica, terá portagens.
Pelas contas do Governo, com o IC9 as deslocações entre a Nazaré e Alcobaça terão tempo de percurso inferior em 25 por cento. De Alcobaça, Porto de Mós ou da Batalha até Fátima, demorar-se-á cerca de metade do tempo que hoje se gasta. O gabinete de Mário Lino aponta ainda para uma poupança para metade no tempo que se gasta a sair da A8 e a entrar na A1.
A concessão que trocará tempo que se ganha nas estradas da região por milhões de euros em investimento vestirá a forma de parceria público-privada.
Portagens, não obrigada. A Câmara de Leiria está satisfeita com o anúncio da realização da obra, mas acha que já vem com um atraso de vários anos. Fernando Carvalho, vereador do Trânsito da autarquia leiriense, reivindica que o trânsito local que utilizar o IC36 não seja sujeito ao pagamento da portagem, que se estima venha a rondar os 80 cêntimos. Defende que existem meios técnicos que permitem discriminar os dois tipos de tráfego, uma vez que, para a população, este novo troço será parte do anel externo da circular de Leiria, permitindo desviar trânsito do centro urbano.
Entretanto, na última quarta-feira, a Distrital de Leiria do PSD alertou que o anúncio do Governo "não esclarece sobre o eventual pagamento de portagens dos troços agora anunciados". A distrital opõe-se a portagens em qualquer um dos troços, IC36 incluído.
In Região de Leiria
José Sócrates anunciou no passado dia 29, no Parlamento, esta concessão, que inclui obras de referência na região. Em concreto, para além do IC9 que está a avançar faseadamente e que permitirá ligar o litoral da região a Tomar, e que só entre Nazaré e Fátima compreende 29 quilóemetros de estrada e um investimento na ordem dos 100 milhões de euros, esta concessão responde ainda a duas obras muito reclamadas.
É o caso dos cerca de 14 quilómetros da variante da Batalha, orçada em 33 milhões de euros, que deverá desviar o trânsito do IC2 da frente do Mosteiro. A cereja em cima do bolo é o IC36, que implica um investimento na ordem dos 36 milhões de euros. Contempla 6,5 quilómetros de extensão de uma via que, ao que tudo indica, terá portagens.
Pelas contas do Governo, com o IC9 as deslocações entre a Nazaré e Alcobaça terão tempo de percurso inferior em 25 por cento. De Alcobaça, Porto de Mós ou da Batalha até Fátima, demorar-se-á cerca de metade do tempo que hoje se gasta. O gabinete de Mário Lino aponta ainda para uma poupança para metade no tempo que se gasta a sair da A8 e a entrar na A1.
A concessão que trocará tempo que se ganha nas estradas da região por milhões de euros em investimento vestirá a forma de parceria público-privada.
Portagens, não obrigada. A Câmara de Leiria está satisfeita com o anúncio da realização da obra, mas acha que já vem com um atraso de vários anos. Fernando Carvalho, vereador do Trânsito da autarquia leiriense, reivindica que o trânsito local que utilizar o IC36 não seja sujeito ao pagamento da portagem, que se estima venha a rondar os 80 cêntimos. Defende que existem meios técnicos que permitem discriminar os dois tipos de tráfego, uma vez que, para a população, este novo troço será parte do anel externo da circular de Leiria, permitindo desviar trânsito do centro urbano.
Entretanto, na última quarta-feira, a Distrital de Leiria do PSD alertou que o anúncio do Governo "não esclarece sobre o eventual pagamento de portagens dos troços agora anunciados". A distrital opõe-se a portagens em qualquer um dos troços, IC36 incluído.
In Região de Leiria
Cine-Teatro de Alcobaça // Ana Moura // 8 Março'08

Bilheteira CTA: 262 580 890/885 Terça a Sexta: 13h30 às 18h Sábado: 15h às 18h (2 horas antes de cada espectáculo)
Feira Agrícola de Alcobaça // Arranca Hoje

- EXPOSIÇÃO PRODUTOS, ANIMAIS E SERVIÇOS
- JORNADAS TÉCNICAS, SEMINÁRIOS E SESSÕES ABERTAS E FECHADAS
- RESTAURANTE ‘A LAREIRA’: ALMOÇOS E JANTARES
- PASSEIOS DE CHARRETE COM PÓNEI NO PICADEIRO; INICIAÇÃO À EQUITAÇÃO
- ANIMAÇÃO MUSICAL COM RANCHOS DO CONCELHO
A Feira Agrícola de Alcobaça tem como objectivos a divulgação do sector Agro-Pecuário e promoção da interacção entre agentes do sector, bem como o incremento da sua capacidade negocial, tentando numa outra vertente entre a comunidade local e os profissionais da região.
A 3.ª edição, a realizar entre 7 e 9 de Março de 2008, contará com uma exposição de produtos e serviços dos sectores Agro-Pecuário, Florestas, Segurança Alimentar e Higiene e Segurança no Trabalho - a decorrer em simultâneo com as Jornadas Técnicas de Suinicultura, Floresta, Fruticultura, Segurança Alimentar e Higiene e Segurança no Trabalho, bem como Sessões Empresariais realizadas pelas empresas presentes no certame.
Assim a Feira Agrícola 2008 continua com a vontade de responder às expectativas criadas em 2006 aquando do início deste certame.
Entrada Livre // MERCOALCOBAÇA (11h00 ÀS 23h00)
Info: www.feiraagricola.com
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
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Autarquia Reúne Com Secretária de Estado dos Transportes
Em discussão o tema TGV
Gonçalves Sapinho reúne, esta tarde, no Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, com a Secretária de Estado dos Transportes - Ana Paula Vitorino.
Nesta reunião, o Presidente da Câmara Municipal de Alcobaça faz-se acompanhar pelo Vice - Presidente Carlos Bonifácio, pelo 1.º subscritor da Petição entregue terça-feira última na Assembleia da República, e ainda pelo líder do movimento Anti-TGV, Bruno Letra.
Em discussão está a ligação Lisboa - Porto em TGV, e a polémica passagem do traçado a Oeste da Serra dos Candeeiros. Uma sessão que conta ainda com a presença de elementos da RAVE.
Aguarda-se com expectativa o desenrolar desta reunião, atendendo-se às declarações do Ministro dos Transportes e Obras Públicas, Mário Lino que admitiu ontem, a possibilidade de se efectuarem alterações ao traçado, devido à mudança da localização do aeroporto, da OTA para Alcochete.
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 843/61
Gonçalves Sapinho reúne, esta tarde, no Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, com a Secretária de Estado dos Transportes - Ana Paula Vitorino.
Nesta reunião, o Presidente da Câmara Municipal de Alcobaça faz-se acompanhar pelo Vice - Presidente Carlos Bonifácio, pelo 1.º subscritor da Petição entregue terça-feira última na Assembleia da República, e ainda pelo líder do movimento Anti-TGV, Bruno Letra.
Em discussão está a ligação Lisboa - Porto em TGV, e a polémica passagem do traçado a Oeste da Serra dos Candeeiros. Uma sessão que conta ainda com a presença de elementos da RAVE.
Aguarda-se com expectativa o desenrolar desta reunião, atendendo-se às declarações do Ministro dos Transportes e Obras Públicas, Mário Lino que admitiu ontem, a possibilidade de se efectuarem alterações ao traçado, devido à mudança da localização do aeroporto, da OTA para Alcochete.
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 843/61
quinta-feira, 6 de março de 2008
Semana Santa de 8 a 23 de Março
São Martinho do Porto

Começam este Sábado, as cerimónias da Semana Santa, em São Martinho do Porto. De 8 a 23 de Março, a Vila evoca a Paixão e a morte de Cristo, que constituem importantes manifestações religiosas.
Um programa marcado pelos cerimoniais da quadra quaresmal e enriquecido por manifestações culturais. Destacam-se a Procissão dos Passos do Senhor e o Descimento da Cruz, seguido de Procissão do Enterro e os Concertos Corais na Igreja Matriz.
Este ano, o programa apresenta uma musicalidade diferente, ao receber um Concerto com o Moscow Piano Quartet, que actuará, no dia 16, pelas 12h00, na Igreja Matriz, e no mesmo dia, pelas 18h00, os visitantes podem ainda assistir à actuação de Luis Peças, cantor lírico.
A organização está a cargo da comissão organizadora constituída pela Câmara Municipal de Alcobaça, Junta de Freguesia de São Martinho do Porto e pela Casa da Cultura José Bento da Silva.
PROGRAMA
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 843/61

Começam este Sábado, as cerimónias da Semana Santa, em São Martinho do Porto. De 8 a 23 de Março, a Vila evoca a Paixão e a morte de Cristo, que constituem importantes manifestações religiosas.
Um programa marcado pelos cerimoniais da quadra quaresmal e enriquecido por manifestações culturais. Destacam-se a Procissão dos Passos do Senhor e o Descimento da Cruz, seguido de Procissão do Enterro e os Concertos Corais na Igreja Matriz.
Este ano, o programa apresenta uma musicalidade diferente, ao receber um Concerto com o Moscow Piano Quartet, que actuará, no dia 16, pelas 12h00, na Igreja Matriz, e no mesmo dia, pelas 18h00, os visitantes podem ainda assistir à actuação de Luis Peças, cantor lírico.
A organização está a cargo da comissão organizadora constituída pela Câmara Municipal de Alcobaça, Junta de Freguesia de São Martinho do Porto e pela Casa da Cultura José Bento da Silva.
PROGRAMA
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
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Blá! Blá Blá!!!
Plano Investimentos no Oeste quase concluído
O Ministro Mário Lino reúne na próxima sexta-feira com os autarcas do Oeste para discutir as medidas que a região quer ver contempladas no plano de investimentos.
De acordo com a AMO, os secretários de estado e o ministro Mário Lino já sabem quais são as exigências da Região, escusando-se, contudo, a adiantar quais as obras de que o Oeste não abdica como compensação pela perda dos investimentos na Ota.
In Rádio Cister
Pode dizer e prometer o que quizer porque já sabe que até lá deixará de ser ministro!
O Ministro Mário Lino reúne na próxima sexta-feira com os autarcas do Oeste para discutir as medidas que a região quer ver contempladas no plano de investimentos.
De acordo com a AMO, os secretários de estado e o ministro Mário Lino já sabem quais são as exigências da Região, escusando-se, contudo, a adiantar quais as obras de que o Oeste não abdica como compensação pela perda dos investimentos na Ota.
In Rádio Cister
Pode dizer e prometer o que quizer porque já sabe que até lá deixará de ser ministro!
quarta-feira, 5 de março de 2008
Com Alcobaça na Liderança...
Estudo: Portugal é o país da UE onde menos se anda a pé
É que andar 400 ou 500m para ir do parque de estacionamento às compras ou ao emprego dá cabo nós, não é?!
É que andar 400 ou 500m para ir do parque de estacionamento às compras ou ao emprego dá cabo nós, não é?!
Rede dos Grandes Mosteiros - Património da Humanidade
Mantém Vontade de Inovar
A determinação em avançar com uma candidatura em Rede, cumprindo a maior parte dos objectivos da candidatura às acções preparatórias do QREN - Redes Urbanas para a Competitividade e Inovação, do Projecto "Rede de Cidades dos Grandes Mosteiros portugueses, Património Mundial da Humanidade: Tomar, Batalha e Alcobaça - Revitalização, Inovação e Sustentabilidade Patrimonial e Urbana", mantém-se.
A decisão foi reafirmada pelos Presidentes dos três municípios, pelo Presidente do IGESPAR e Directores dos Mosteiros envolvidos, na última reunião, que decorreu no passado dia 27 de Fevereiro, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, em Alcobaça.
Obras de conservação e restauro dos monumentos e o fornecimento de melhores e novas condições de visita aos turistas, por intermédio de serviço de guias em diversas línguas, com recurso a meios tecnológicos, são algumas das acções a implementar, no âmbito de uma nova candidatura conjunta, que está já em fase de preparação.
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
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A determinação em avançar com uma candidatura em Rede, cumprindo a maior parte dos objectivos da candidatura às acções preparatórias do QREN - Redes Urbanas para a Competitividade e Inovação, do Projecto "Rede de Cidades dos Grandes Mosteiros portugueses, Património Mundial da Humanidade: Tomar, Batalha e Alcobaça - Revitalização, Inovação e Sustentabilidade Patrimonial e Urbana", mantém-se.
A decisão foi reafirmada pelos Presidentes dos três municípios, pelo Presidente do IGESPAR e Directores dos Mosteiros envolvidos, na última reunião, que decorreu no passado dia 27 de Fevereiro, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, em Alcobaça.
Obras de conservação e restauro dos monumentos e o fornecimento de melhores e novas condições de visita aos turistas, por intermédio de serviço de guias em diversas línguas, com recurso a meios tecnológicos, são algumas das acções a implementar, no âmbito de uma nova candidatura conjunta, que está já em fase de preparação.
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
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segunda-feira, 3 de março de 2008
Escola de Patinagem e Espectáculo em Alfeizerão
Foi inaugurada no passado dia 1 de Março, nas instalações da Casa Do Povo de Alfeizerão a Escola de Patinagem e Espectáculo.

A Escola vai ter varias vertentes de ensino:
.Ensino Patinagem
.Expressão
.Formação de Dança - Ballet,Classica,Moderna
.Arte Teatral
.Espectáculos
A aposta em Alfeizerão foi feita para dar continuidade ao projecto de Espectáculos, que têm sido um sucesso. O elenco já é conhecido em Portugal pelas mais variadas actuações, como no Óbidos Vila Natal, com a Historia "A Princesa e o Açúcar e no Festival de Chocolate - A Casinha De Chocolate", no Free Port em Alcochete com um espectáculo de Pista de Gelo sintética, "Paulina a Girafa Patinadora".
Para mais informações visitem: http://www.escolapatinagemespectaculo.blogspot.com/

A Escola vai ter varias vertentes de ensino:
.Ensino Patinagem
.Expressão
.Formação de Dança - Ballet,Classica,Moderna
.Arte Teatral
.Espectáculos
A aposta em Alfeizerão foi feita para dar continuidade ao projecto de Espectáculos, que têm sido um sucesso. O elenco já é conhecido em Portugal pelas mais variadas actuações, como no Óbidos Vila Natal, com a Historia "A Princesa e o Açúcar e no Festival de Chocolate - A Casinha De Chocolate", no Free Port em Alcochete com um espectáculo de Pista de Gelo sintética, "Paulina a Girafa Patinadora".
Para mais informações visitem: http://www.escolapatinagemespectaculo.blogspot.com/
Novo Hospital Oeste Norte
Câmara negoceia terreno
A Câmara Municipal de Alcobaça (CMA) deliberou, na última reunião ordinária de Executivo, a 25 de Fevereiro, a compra de um terreno em Alfeizerão, destinado à instalação do futuro Hospital Oeste Norte.
Conforme já havia sido noticiado, em Dezembro de 2007, o executivo municipal, por um princípio de prudência, e uma vez que já havia apresentado esta opção à equipa da Escola de Gestão do Porto (EGP), incluiu no PPI - Plano Plurianual de Investimentos uma verba destinada a esta eventual compra.
Esta opção ganhou força com a divulgação oficiosa do estudo realizado pela EGP, coordenado pelo Prof. Daniel Bessa, que define como a melhor solução para a instalação do Hospital Oeste Norte o terreno apresentado pela CMA, localizado na Vila de Alfeizerão, a seiscentos metros da auto-estrada A8. O terreno tem 107 mil metros quadrados e o valor de venda proposto é de 3,5 milhões de Euro.
Perante os factos, o Presidente da Autarquia, Gonçalves Sapinho, considera que "maior que o risco de comprar o terreno e não haver hospital, é não haver hospital por não haver terreno", e defende que "quem compra também tem legitimidade para vender".
Esta proposta, aprovada com a abstenção do vereador do PS e o voto contrário do vereador do PCP, será agora submetida à apreciação da Assembleia Municipal que reunirá, em sessão extraordinária, em data a definir, para esse efeito.
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 843/61
A Câmara Municipal de Alcobaça (CMA) deliberou, na última reunião ordinária de Executivo, a 25 de Fevereiro, a compra de um terreno em Alfeizerão, destinado à instalação do futuro Hospital Oeste Norte.
Conforme já havia sido noticiado, em Dezembro de 2007, o executivo municipal, por um princípio de prudência, e uma vez que já havia apresentado esta opção à equipa da Escola de Gestão do Porto (EGP), incluiu no PPI - Plano Plurianual de Investimentos uma verba destinada a esta eventual compra.
Esta opção ganhou força com a divulgação oficiosa do estudo realizado pela EGP, coordenado pelo Prof. Daniel Bessa, que define como a melhor solução para a instalação do Hospital Oeste Norte o terreno apresentado pela CMA, localizado na Vila de Alfeizerão, a seiscentos metros da auto-estrada A8. O terreno tem 107 mil metros quadrados e o valor de venda proposto é de 3,5 milhões de Euro.
Perante os factos, o Presidente da Autarquia, Gonçalves Sapinho, considera que "maior que o risco de comprar o terreno e não haver hospital, é não haver hospital por não haver terreno", e defende que "quem compra também tem legitimidade para vender".
Esta proposta, aprovada com a abstenção do vereador do PS e o voto contrário do vereador do PCP, será agora submetida à apreciação da Assembleia Municipal que reunirá, em sessão extraordinária, em data a definir, para esse efeito.
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 843/61
Elevador de S. Martinho do Porto Pronto no Verão
O elevador panorâmico de S. Martinho do Porto vai ser quase todo em vidro. A privacidade dos prédios vizinhos está, contudo, e segundo a equipa de arquitectos, garantida.
O arquitecto da obra, Falcão de Campos, decidiu melhorar a perspectiva dos utilizadores do elevador, que vai ligar a marginal ao centro histórico, para permitir o visionamento de grande parte da Baía enquanto se sobe em direcção ao centro histórico ou desce à praia.
Apesar de a obra ainda estar no início, o arquitecto Falcão de Campos acredita que vai ser possível utilizar o elevador ainda este verão, cumprindo-se o calendário de obra previsto. Contudo, admite que "os tempos de cumprimento da obra não dependem da sua equipa".
Esta obra do Posto de Turismo e Elevador Panorâmico da Baía tem sido alvo de criticas por parte do PS. O vereador socialista na Câmara de Alcobaça, Daniel Adrião, considera que a vila tem outras prioridades e dá como exemplo o Centro de Saúde, que reconhece ser obrigação da Administração Central, mas que no seu entender já poderia estar resolvido se a Câmara tivesse empenhado mais vontade neste projecto "em vez de afectar verbas na requalificação".
O socialista esclarecer que não é opositor da Requalificação, sobretudo da Marginal, mas considera exageradas as verbas aplicadas em alguns aspectos, como o Elevador.
Já a CDU considera o elevador um "elemento básico na comunicação desta obra" de requalificação urbana. Rogério Raimundo acha que ele serve os turistas e as pessoas com mobilidade reduzida, quase sempre esquecidas nestas obras de modernização dos centros urbanos.
As obras de requalificação, que já mudaram o aspecto da marginal, prosseguem, agora no edifício do turismo, que passará a ser responsável pela comunicação da praia com o centro histórico através, nomeadamente, do elevador panorâmico. Falta ainda requalificar toda a zona do Outeiro.
A Câmara garantiu, recentemente, verbas importantes de Quadros de Financiamento que lhe permitem estar já a avançar para a renovação do sistema de esgotos na parte alta da vila que, a seguir, será alvo de renovação do pavimento e dos equipamentos públicos de fruição colectiva.
In Rádio Cister
O arquitecto da obra, Falcão de Campos, decidiu melhorar a perspectiva dos utilizadores do elevador, que vai ligar a marginal ao centro histórico, para permitir o visionamento de grande parte da Baía enquanto se sobe em direcção ao centro histórico ou desce à praia.
Apesar de a obra ainda estar no início, o arquitecto Falcão de Campos acredita que vai ser possível utilizar o elevador ainda este verão, cumprindo-se o calendário de obra previsto. Contudo, admite que "os tempos de cumprimento da obra não dependem da sua equipa".
Esta obra do Posto de Turismo e Elevador Panorâmico da Baía tem sido alvo de criticas por parte do PS. O vereador socialista na Câmara de Alcobaça, Daniel Adrião, considera que a vila tem outras prioridades e dá como exemplo o Centro de Saúde, que reconhece ser obrigação da Administração Central, mas que no seu entender já poderia estar resolvido se a Câmara tivesse empenhado mais vontade neste projecto "em vez de afectar verbas na requalificação".
O socialista esclarecer que não é opositor da Requalificação, sobretudo da Marginal, mas considera exageradas as verbas aplicadas em alguns aspectos, como o Elevador.
Já a CDU considera o elevador um "elemento básico na comunicação desta obra" de requalificação urbana. Rogério Raimundo acha que ele serve os turistas e as pessoas com mobilidade reduzida, quase sempre esquecidas nestas obras de modernização dos centros urbanos.
As obras de requalificação, que já mudaram o aspecto da marginal, prosseguem, agora no edifício do turismo, que passará a ser responsável pela comunicação da praia com o centro histórico através, nomeadamente, do elevador panorâmico. Falta ainda requalificar toda a zona do Outeiro.
A Câmara garantiu, recentemente, verbas importantes de Quadros de Financiamento que lhe permitem estar já a avançar para a renovação do sistema de esgotos na parte alta da vila que, a seguir, será alvo de renovação do pavimento e dos equipamentos públicos de fruição colectiva.
In Rádio Cister
Finalmente!
Estão abertos à circulação os 2 km da VCI
Estão abertos à circulação os 2 km da VCI. Demoraram 2 anos. Custaram 4,9 milhões de euros. Esta via permite, a partir de agora, o desvio do trânsito de pesados do interior da cidade.
É uma obra pela qual, segundo o Presidente da Câmara, Gonçalves Sapinho, Alcobaça esperou mais de 30 anos.
Os primeiros 800 metros a ficarem prontos, entre a Estrada de Leiria e a Rotunda da Escola D. Inês de Castro, no Lameirão, foram inaugurados em Agosto de 2005. Os restantes, só agora podem abrir ao público, depois de ultrapassados alguns percalços, como a falência e abandono da obra pelo empreiteiro Cerejo dos Santos, insegurança de algumas das intervenções realizadas até à altura, revisão das condições do pavimento, muros de sustentação, iluminação e os arranjos paisagísticos.
Problemas que não escaparam no rol de críticas da oposição a esta obra. A CDU, que agora acredita estar perante uma via que vai ajudar na fluidez do trânsito, defendeu que esta via devia ter sido construída depois do Governo construir os que tinha prometido a Alcobaça, como a variante externa.
A inauguração da via contou com a presença do Secretário de Estado do Desenvolvimento Regional que elogiou esta nova acessibilidade, dizendo que esta "valoriza uma jóia do país, que é o Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça. O Governante aproveitou para lembrar que chegou ao fim a geração de quadros comunitários de apoio à construção das grandes infra-estruturas e que os próximos se destinam à competitividade das empresas e do território nacional.
Os Municípios, as Empresas e a Administração Central devem mobilizar-se para uma nova geração de projectos de investimento com mais escala e ambição territorial de geração de benefícios mais vasta e com cooperação, quer entre municípios, quer entre empresas ou entre estas e as autarquias, com o apoio da administração central.
A VCI liga a Estrada de Leiria à EN 8, que liga Alcobaça a Caldas da Rainha. Em Março, Alcobaça espera a visita do Secretário de Estado das obras Públicas e pelo anúncio de vários investimentos em acessibilidades ao concelho. O Presidente da Câmara, Gonçalves Sapinho, anunciou que tenciona questionar o governante sobre os investimentos que a autarquia pediu para a Estrada Nacional que liga a sede do concelho à Benedita.
In Rádio Cister
Estão abertos à circulação os 2 km da VCI. Demoraram 2 anos. Custaram 4,9 milhões de euros. Esta via permite, a partir de agora, o desvio do trânsito de pesados do interior da cidade.
É uma obra pela qual, segundo o Presidente da Câmara, Gonçalves Sapinho, Alcobaça esperou mais de 30 anos.
Os primeiros 800 metros a ficarem prontos, entre a Estrada de Leiria e a Rotunda da Escola D. Inês de Castro, no Lameirão, foram inaugurados em Agosto de 2005. Os restantes, só agora podem abrir ao público, depois de ultrapassados alguns percalços, como a falência e abandono da obra pelo empreiteiro Cerejo dos Santos, insegurança de algumas das intervenções realizadas até à altura, revisão das condições do pavimento, muros de sustentação, iluminação e os arranjos paisagísticos.
Problemas que não escaparam no rol de críticas da oposição a esta obra. A CDU, que agora acredita estar perante uma via que vai ajudar na fluidez do trânsito, defendeu que esta via devia ter sido construída depois do Governo construir os que tinha prometido a Alcobaça, como a variante externa.
A inauguração da via contou com a presença do Secretário de Estado do Desenvolvimento Regional que elogiou esta nova acessibilidade, dizendo que esta "valoriza uma jóia do país, que é o Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça. O Governante aproveitou para lembrar que chegou ao fim a geração de quadros comunitários de apoio à construção das grandes infra-estruturas e que os próximos se destinam à competitividade das empresas e do território nacional.
Os Municípios, as Empresas e a Administração Central devem mobilizar-se para uma nova geração de projectos de investimento com mais escala e ambição territorial de geração de benefícios mais vasta e com cooperação, quer entre municípios, quer entre empresas ou entre estas e as autarquias, com o apoio da administração central.
A VCI liga a Estrada de Leiria à EN 8, que liga Alcobaça a Caldas da Rainha. Em Março, Alcobaça espera a visita do Secretário de Estado das obras Públicas e pelo anúncio de vários investimentos em acessibilidades ao concelho. O Presidente da Câmara, Gonçalves Sapinho, anunciou que tenciona questionar o governante sobre os investimentos que a autarquia pediu para a Estrada Nacional que liga a sede do concelho à Benedita.
In Rádio Cister
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