Ora aí está o novo blogue Fleming de Oliveira (http://flemingdeoliveira.blogspot.com/), um novo espaço inaugurado no dia 4 de Dezembro de 2008 com a colaboração de José Alberto Vasco. Neste blogue vai colaborar também a melómana, dançarina e estudante Ana Cláudia Nunes. Um blogue que "pretende dar conhecimento de alguns apontamentos históricos de Alcobaça e do país, bem como profissionais e até familiares".
Que seja Bem-vindo!
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Alcobaça Prepara Época de Natal Com Concertos | 14 e 20 de Dezembro
CONCERTO DE NATAL " Bach & Händel"
Integrado na programação da Câmara Municipal de Alcobaça para o Natal, este Domingo, o Mosteiro de Cós recebe, pelas 18h30, o concerto "Bach & Händel", interpretado pela Orquestra Camerata Antiqua e a classe de Canto da Universidade de Aveiro.

Sobre a direcção musical do maestro Vasco Negreiros, o espectáculo promete oferecer momentos de celebração e espiritualidade. Do programa constam o salmo «Laudate pueri Dominum» e a Música Aquática, de Händel, e o 1.º Concerto Brandemburguês e a cantata «Fallt mit Danken, fallt mit loben», de Bach.
A entrada é livre.
ACADEMIA DE MÚSICA DE ALCOBAÇA
No dia 20 de Dezembro, sábado, 21h30, no Cine-Teatro, é a vez da Academia de Música de Alcobaça apresentar o já habitual Concerto de Natal. Este ano pretende-se fazer uma grande produção envolvendo narrador, orquestra e coro que faça sonhar o público neste período tão especial.

Preço: 3€ (S/ DESCONTOS)
Entrada livre a sócios
M/ 6
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 843/61
Integrado na programação da Câmara Municipal de Alcobaça para o Natal, este Domingo, o Mosteiro de Cós recebe, pelas 18h30, o concerto "Bach & Händel", interpretado pela Orquestra Camerata Antiqua e a classe de Canto da Universidade de Aveiro.

Sobre a direcção musical do maestro Vasco Negreiros, o espectáculo promete oferecer momentos de celebração e espiritualidade. Do programa constam o salmo «Laudate pueri Dominum» e a Música Aquática, de Händel, e o 1.º Concerto Brandemburguês e a cantata «Fallt mit Danken, fallt mit loben», de Bach.
A entrada é livre.
ACADEMIA DE MÚSICA DE ALCOBAÇA
No dia 20 de Dezembro, sábado, 21h30, no Cine-Teatro, é a vez da Academia de Música de Alcobaça apresentar o já habitual Concerto de Natal. Este ano pretende-se fazer uma grande produção envolvendo narrador, orquestra e coro que faça sonhar o público neste período tão especial.

Preço: 3€ (S/ DESCONTOS)
Entrada livre a sócios
M/ 6
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 843/61
Rastreios Oftalmológicos Infantis no Concelho de 10 a 12 de Dezembro
RASTREIOS OFTALMOLÓGICOS EM ÉPOCA NATALÍCIA
Os rastreios oftalmológicos infantis voltam ao Concelho de Alcobaça de 10 a 12 de Dezembro. Um trabalho conjunto da Cruz Vermelha Portuguesa e do Gabinete Médico Veterinário da Câmara Municipal de Alcobaça, que vai abranger crianças com idades compreendidas entre os 2 e os 3 anos frequentadoras das IPSS's do Concelho.
Trata-se de uma campanha a nível nacional, com o objectivo de detectar, precocemente, problemas oculares típicos das crianças - estrabismo, miopia, astigmatismo, hipermetropia e doenças de maior gravidade - ambliopia, cataratas congénitas e retinoblastomas (tumor ocular frequente na infância). Não sendo detectadas e tratadas nestas idades, estas doenças podem provocar atrasos irrecuperáveis no desenvolvimento do sistema visual.
Mais Informação
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 843/61
Os rastreios oftalmológicos infantis voltam ao Concelho de Alcobaça de 10 a 12 de Dezembro. Um trabalho conjunto da Cruz Vermelha Portuguesa e do Gabinete Médico Veterinário da Câmara Municipal de Alcobaça, que vai abranger crianças com idades compreendidas entre os 2 e os 3 anos frequentadoras das IPSS's do Concelho.Trata-se de uma campanha a nível nacional, com o objectivo de detectar, precocemente, problemas oculares típicos das crianças - estrabismo, miopia, astigmatismo, hipermetropia e doenças de maior gravidade - ambliopia, cataratas congénitas e retinoblastomas (tumor ocular frequente na infância). Não sendo detectadas e tratadas nestas idades, estas doenças podem provocar atrasos irrecuperáveis no desenvolvimento do sistema visual.
Mais Informação
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 843/61
ESPÍRITO NATALÍCIO NA PRAÇA 25 DE ABRIL | De 6 a 14 Dezembro | Alcobaça
Inaugurou no passado dia 6 de Dezembro, pelas 11h00, a 2.ª edição do Mercado de Natal de Alcobaça. O local escolhido para o evento foi a Praça 25 de Abril, frente ao Mosteiro de Alcobaça, e prolonga-se até 14 de Dezembro.

Este pequeno mercado destina-se a atrair potenciais compradores ao Centro Histórico da cidade, e serve de convite às famílias do Concelho e da região para fazerem as compras de Natal num ambiente diferente, e com espírito natalício. Os produtos que estarão expostos e comercializados serão de origem nacional.
Para além da venda de produtos de pele, doces, licores, vinhos, azeite, queijos, fruta (maçã e pêra), cristal e porcelana, o Mercado Natal conta ainda com expositores de artesanato, um Atelier Infantil, a "Casa do Pai Natal", insufláveis, animação de rua e o regresso do Comboio turístico.
Horário:
Todos os dias: Das 11h00 às 20h00
Nota: O insuflável estará apenas em Alcobaça nos dias 8, 12, 13 e 14 de Dezembro.
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 843/61

Este pequeno mercado destina-se a atrair potenciais compradores ao Centro Histórico da cidade, e serve de convite às famílias do Concelho e da região para fazerem as compras de Natal num ambiente diferente, e com espírito natalício. Os produtos que estarão expostos e comercializados serão de origem nacional.
Para além da venda de produtos de pele, doces, licores, vinhos, azeite, queijos, fruta (maçã e pêra), cristal e porcelana, o Mercado Natal conta ainda com expositores de artesanato, um Atelier Infantil, a "Casa do Pai Natal", insufláveis, animação de rua e o regresso do Comboio turístico.
Horário:
Todos os dias: Das 11h00 às 20h00
Nota: O insuflável estará apenas em Alcobaça nos dias 8, 12, 13 e 14 de Dezembro.
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 843/61
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Boa Prenda de Natal Para Cós
Cós recupera Farmácia que perdeu há 8 anos
Cós deverá recuperar, em breve, a farmácia que perdeu há oito anos.Foram publicados em Diário da República as farmácias candidatas admitidas a concurso público.
Há 15 interessados em abrir uma farmácia naquela freguesia.O concurso para a reabertura da Farmácia em Cós, da responsabilidade da Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde I.P. (Infarmed), foi uma exigência da Junta de Freguesia de Cós, presidida por Álvaro Santo e da Câmara Municipal de Alcobaça.
O Presidente da autarquia, Gonçalves Sapinho, diz que o concurso é uma «conquista que resulta do trabalho e pressão desenvolvidos por Alcobaça». A população de Cós tem utilizado as farmácias de Alcobaça, Pataias e Juncal bem como a ajuda do Centro de Bem Estar Social de Cós, que se responsabiliza pelas receitas médicas dos utentes. Uma situação que, em breve, deixará de ser necessária.
In Rádio Cister
Cós deverá recuperar, em breve, a farmácia que perdeu há oito anos.Foram publicados em Diário da República as farmácias candidatas admitidas a concurso público.
Há 15 interessados em abrir uma farmácia naquela freguesia.O concurso para a reabertura da Farmácia em Cós, da responsabilidade da Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde I.P. (Infarmed), foi uma exigência da Junta de Freguesia de Cós, presidida por Álvaro Santo e da Câmara Municipal de Alcobaça.
O Presidente da autarquia, Gonçalves Sapinho, diz que o concurso é uma «conquista que resulta do trabalho e pressão desenvolvidos por Alcobaça». A população de Cós tem utilizado as farmácias de Alcobaça, Pataias e Juncal bem como a ajuda do Centro de Bem Estar Social de Cós, que se responsabiliza pelas receitas médicas dos utentes. Uma situação que, em breve, deixará de ser necessária.
In Rádio Cister
Quinzenário "O Alcoa" Já Está a Oferecer os Seus Emblemáticos Presépios de Natal
É verdade! Os responsáveis do venerando quinzenário Alcoa voltaram a ter a brilhante ideia de mandar fazer uns curiosos presépios de montar, em papel, que oferecem a todas as crianças (e não só...) que os procurem na sede daquele jornal. Esses presépios são apenas compostos pelas suas tradicionais e elementares personagens, propondo-se que sejam montados em grutas ou cabanas cuja edificação estética fica ao cuidado da própria criançada, que assim se poderá lançar muito facilmente no mundo da cenografia... A ideia é mesmo boa e bastante criativa, bastando aqui acrescentar (para quem não sabe) que a sede daquele ilustre quinzenário se situa no nº 4 da Rua Miguel Bombarda, em Alcobaça. Feliz ideia!
In Nas Faldas da Serra
In Nas Faldas da Serra
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Vanda Furtado Marques Lança a Padeira de Aljubarrota, Em Alcobaça, no Armazém das Artes
A escritora alcobacense Vanda Furtado Marques vai lançar no próximo sábado, 29 de Novembro, o seu terceiro livro: A Padeira de Aljubarrota, editado pela 7 Dias 6 Noites. O lançamento terá lugar em Alcobaça, no Armazém das Artes, às 17 horas, sendo o novo livro apresentado pelo escultor José Aurélio. Nesta sua nova odisseia literária A Padeira de Aljubarrota, Vanda Furtado Marques tem a colaboração da ilustradora Susanne Estêvão da Silva, prometendo não deixar novamente por mãos alheias os seus créditos de (muito) bem sucedida autora: é de ir e fruir!
In Nas Faldas da Serra
In Nas Faldas da Serra
Terceira Idade Debatida em Alcobaça
Na próxima sexta-feira, dia 28, a Biblioteca Municipal de Alcobaça acolhe uma palestra subordinada aos temas "A afectividade na Terceira Idade", onde será abordada a vida sexual, e "Terceira Idade e o Exercício (pleno) da Cidadania".
Numa organização da USALCOA - Universidade Sénior de Alcobaça, esta é a primeira de várias palestras e conferências a realizar nos próximos meses no âmbito da disciplina Formação para a Cidadania e abertas a todos os interessados. Desta feita, tem a palavra Maria do Rosário Ermida, enfermeira-chefe do Centro de Saúde de Santa Clara - Coimbra.
A palestra tem início marcado para as 15h00 e a entrada é livre.
In Gazeta das Caldas
Numa organização da USALCOA - Universidade Sénior de Alcobaça, esta é a primeira de várias palestras e conferências a realizar nos próximos meses no âmbito da disciplina Formação para a Cidadania e abertas a todos os interessados. Desta feita, tem a palavra Maria do Rosário Ermida, enfermeira-chefe do Centro de Saúde de Santa Clara - Coimbra.
A palestra tem início marcado para as 15h00 e a entrada é livre.
In Gazeta das Caldas
terça-feira, 25 de novembro de 2008
X Mostra de Doces e Licores Conventuais - Rescaldo
Mais de 30 mil visitantes passaram pelo Mosteiro de Alcobaça
Terminou com sucesso a X Mostra Internacional de Doces e Licores Conventuais que decorreu de 13 a 16 de Novembro, no Mosteiro de Alcobaça. Mais de 30 mil visitantes encheram o Refeitório, a Sala dos Monges e Sala do Capítulo do Mosteiro de Alcobaça.
Jornal Tinta Fresca
Mais de 30 mil visitantes provaram doces conventuais
Reportagem na Oeste TV
Terminou com sucesso a X Mostra Internacional de Doces e Licores Conventuais que decorreu de 13 a 16 de Novembro, no Mosteiro de Alcobaça. Mais de 30 mil visitantes encheram o Refeitório, a Sala dos Monges e Sala do Capítulo do Mosteiro de Alcobaça.
Jornal Tinta Fresca
Mais de 30 mil visitantes provaram doces conventuais
Reportagem na Oeste TV
Mercado Natal | 6 a 14 de Dezembro | Alcobaça
A 2.ª edição do Mercado de Natal volta às ruas da cidade de Alcobaça de 6 a 14 de Dezembro. Este ano, o local escolhido é a Praça 25 de Abril, frente ao Mosteiro de Santa Maria.

As candidaturas à participação no evento podem ainda ser feitas até final desta semana, 28 de Novembro, e os interessados devem entregar o boletim de inscrição pessoalmente na Secção de Expediente Geral da CMA ou enviar por correio registado para:
Pelouro da Cultura da Câmara Municipal de Alcobaça
Mercado de Natal
Praça João de Deus Ramos
2461-501 Alcobaça
Os produtos a expor e comercializar deverão ser de origem nacional, sendo que a organização dará preferência aos produtos específicos da zona de Alcobaça.
A Ficha de candidatura, e as normas podem ser levantadas e consultadas no site www.cm-alcobaca.pt e nos serviços de atendimento da CMA.
O Mercado de Natal destina-se a atrair potenciais compradores ao Centro Histórico da cidade, e vai decorrer todos os dias das 11H00 às 20H00. Uma iniciativa que convida as famílias a fazerem as compras de Natal num ambiente diferente, e com espírito natalício.
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 843/61
--
Só espero que não se esqueçam disto, referido no ano passado.

As candidaturas à participação no evento podem ainda ser feitas até final desta semana, 28 de Novembro, e os interessados devem entregar o boletim de inscrição pessoalmente na Secção de Expediente Geral da CMA ou enviar por correio registado para:
Pelouro da Cultura da Câmara Municipal de Alcobaça
Mercado de Natal
Praça João de Deus Ramos
2461-501 Alcobaça
Os produtos a expor e comercializar deverão ser de origem nacional, sendo que a organização dará preferência aos produtos específicos da zona de Alcobaça.
A Ficha de candidatura, e as normas podem ser levantadas e consultadas no site www.cm-alcobaca.pt e nos serviços de atendimento da CMA.
O Mercado de Natal destina-se a atrair potenciais compradores ao Centro Histórico da cidade, e vai decorrer todos os dias das 11H00 às 20H00. Uma iniciativa que convida as famílias a fazerem as compras de Natal num ambiente diferente, e com espírito natalício.
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 843/61
--
Só espero que não se esqueçam disto, referido no ano passado.
Luz Verde Para NOSE | Município de Alcobaça
Apoio e encaminhamento a empreendedores no topo das prioridades
Encontra-se finalmente aprovado o projecto NOSE - Network of Social Enterprises, candidatado ao Programa de Iniciativa Comunitária URBACT II, do qual o Município de Alcobaça é parceiro, juntamente com Municípios de Inglaterra, França, Espanha, Grécia, Chipre, Suécia e o líder italiano.
O projecto havia já sido pré-aprovado na primeira fase, juntamente com outras 24 candidaturas de outras parcerias. À fase de desenvolvimento, ou segunda fase, passaram apenas 19 projectos, entre os quais o NOSE. Nas próximas semanas será então altura de definir o formato final de todo o projecto, bem como as acções e calendário das mesmas.
O NOSE insere-se na medida "Cidades, motores de crescimento e criação de emprego", visando a promoção do empreendedorismo através da criação de uma rede de incubadoras de micro-empresas. Nesse âmbito, o NOSE visa incentivar o auto-emprego e estimular o aparecimento de novas iniciativas empresariais, direccionadas para a prestação de serviços. O fortalecimento da coesão económica e social do território e o desenvolvimento urbano sustentável são também alguns dos objectivos elencados pela parceria.
O projecto tem um orçamento global de 687.000 Euro, dos quais caberá ao Municipio de Alcobaça executar 62.000. A comparticipação comunitária é de 75%.
O período de desenvolvimento do projecto será de 30 meses, período durante o qual as diversas acções de promoção, sensibilização e apoio aos agentes económicos serão desenvolvidas.
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 843/61
Encontra-se finalmente aprovado o projecto NOSE - Network of Social Enterprises, candidatado ao Programa de Iniciativa Comunitária URBACT II, do qual o Município de Alcobaça é parceiro, juntamente com Municípios de Inglaterra, França, Espanha, Grécia, Chipre, Suécia e o líder italiano.O projecto havia já sido pré-aprovado na primeira fase, juntamente com outras 24 candidaturas de outras parcerias. À fase de desenvolvimento, ou segunda fase, passaram apenas 19 projectos, entre os quais o NOSE. Nas próximas semanas será então altura de definir o formato final de todo o projecto, bem como as acções e calendário das mesmas.
O NOSE insere-se na medida "Cidades, motores de crescimento e criação de emprego", visando a promoção do empreendedorismo através da criação de uma rede de incubadoras de micro-empresas. Nesse âmbito, o NOSE visa incentivar o auto-emprego e estimular o aparecimento de novas iniciativas empresariais, direccionadas para a prestação de serviços. O fortalecimento da coesão económica e social do território e o desenvolvimento urbano sustentável são também alguns dos objectivos elencados pela parceria.
O projecto tem um orçamento global de 687.000 Euro, dos quais caberá ao Municipio de Alcobaça executar 62.000. A comparticipação comunitária é de 75%.
O período de desenvolvimento do projecto será de 30 meses, período durante o qual as diversas acções de promoção, sensibilização e apoio aos agentes económicos serão desenvolvidas.
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 843/61
domingo, 23 de novembro de 2008
Biblioteca Municipal de Alcobaça Comemora Sete Anos
A Biblioteca Municipal de Alcobaça comemora no próximo domingo (Hoje) sete anos de existência.
Como não poderia deixar de ser, para assinalar a data, haverá sessões de contos de histórias para crianças e também para adultos.
O programa começa às 15h00 com o actor, músico e contador de histórias, Carlos Marques, que contará histórias "da nossa tradição oral a partir de formas ancestrais de comunicação, como o riso, jogos dramáticos e a música".
À mesma hora, a escritora Mafalda Milhões contará histórias "transmitidas pelo tempo, pelos avós e pelos tios que liam a natureza".
Uma hora e meia depois, às 16h30, cantar-se-ão os parabéns à Biblioteca.
Segundo a vereadora da Cultura, Alcina Gonçalves em 1998, a cidade não tinha um único auditório. Hoje em dia, existem várias ofertas, entre espaços públicos e outros privados, mas nem por isso a Biblioteca Municipal deixou de ser, quase diariamente, solicitada para a realização de eventos.
In Rádio Cister
Como não poderia deixar de ser, para assinalar a data, haverá sessões de contos de histórias para crianças e também para adultos.
O programa começa às 15h00 com o actor, músico e contador de histórias, Carlos Marques, que contará histórias "da nossa tradição oral a partir de formas ancestrais de comunicação, como o riso, jogos dramáticos e a música".
À mesma hora, a escritora Mafalda Milhões contará histórias "transmitidas pelo tempo, pelos avós e pelos tios que liam a natureza".
Uma hora e meia depois, às 16h30, cantar-se-ão os parabéns à Biblioteca.
Segundo a vereadora da Cultura, Alcina Gonçalves em 1998, a cidade não tinha um único auditório. Hoje em dia, existem várias ofertas, entre espaços públicos e outros privados, mas nem por isso a Biblioteca Municipal deixou de ser, quase diariamente, solicitada para a realização de eventos.
In Rádio Cister
Ontem, 22/11, 109 anos que nasceu JVNatividade
"A árvore e a cidade" - Joaquim Vieira Natividade
«Uma das coisas que desfavoravelmente impressiona quem visita o nosso País é a incapacidade, aparente ou real, para, com inteligência e dignidade, aproveitarmos a árvore no urbanismo. Há quem fale, à boca pequena, de atávicos instintos arboricidas, o que é desprimoroso, antipático, quando não degradante e sinistro, porque pode levar a crer que, apesar de baptizados e de nos termos por bons cristãos, de todo nos não libertámos ainda dos vícios e das tendências ingénitas, da infiel moirama. Para se contornarem os melindres, recorramos, não já ao neologismo "arborifobia", porventura também cruel, mas a eufemismos suaves e eruditos, como a dendroclastia, para traduzir o desamor de muitos dos nossos municípios pela árvore ornamental.
Em boa verdade, por esse País fora, em tantas caricaturas de jardins a que se dá por vezes o nome de parques municipais, raro se nos depara uma árvore verdadeira, uma árvore autêntica, em todo o esplendor da majestosa arborescência; a árvore esbelta, digna, umbrosa e acolhedora, orgulho da Criação. Onde acaso existiu, poucas vezes escapou a brutais mutilações que a transformaram em grotesco Quasímodo, sem o mínimo respeito pela dignidade do mundo vegetal. Nos jardins, em lugar da árvore, plantou-se um reles ersatz, uns arbustozitos burlescos, quase bobos arbóreos, tão inúteis que nem dão sombra a uma pessoa crescida: as tais falsas acácias de importação, maneirinhas, embonecadas, dengosas, com o ar, não de fazerem parte do jardim, mas de terem ali ido, em passeio, exibir ramagem, com a sua "permanente" manipulada no salão de qualquer coiffeur arborícola municipal.
Compreende-se, num povo de fraca cultura, o desamor instintivo ao marmeleiro e ao castanheiro, árvores estas consideradas, desde remotos tempos, estimáveis ferramentas de educação e esteio dessa vida patriarcal, austera e digna, que os velhos, ao olharem o que vai pelo mundo, recordam com saudade e respeitoso enlevo.
Já se não compreende, todavia, que se mutilem ou suprimam sem piedade o ulmeiro, o plátano, o umbroso freixo, o álamo esbelto, os nobres e austeros ciprestes, os cedros, os carvalhos e tantos outros soberbos gigantes vegetais que, estranhos, embora, muitos deles à nossa flora, encontraram na Lusitânia como que a sua segunda pátria.
Num país castigado por uma ardente canícula, dir-se-ia que temos horror à sombra; onde se pediam arvoredos frondosos e acolhedores, o ninho de um oásis a suavizar as inclemências do estio, fizemos terreiros imensos, cruamente ensoalheirados e inóspitos; quando tantos dos nossos monumentos lucrariam com uma nobre moldura vegetal que acarinhasse e aquecesse a frieza da pedra ou por vezes quebrasse, com a cortina da folhagem, a monotonia das grandes massas arquitectónicas, e num ou noutro caso escondesse até a sua real pobreza; quando a presença da árvore exaltaria o poder evocador e o poético encanto que emana de tantas ruínas, como acontece aos templos perdidos nos bosques sagrados da Grécia nós, pela calada, metodicamente, cinicamente, fomos degolando, mutilando, rapando tudo o que tivesse jeito de árvore para não prejudicar as "vistas", tal como faria qualquer ricaço de letras gordas aos empecilhos que ofuscassem ou escondessem os arrebiques pelintras do seu chalet.
O que haveria a dizer sobre as grandezas e as misérias da árvore nas cidades e nas vilas de Portugal!»
Via RRaimundo
«Uma das coisas que desfavoravelmente impressiona quem visita o nosso País é a incapacidade, aparente ou real, para, com inteligência e dignidade, aproveitarmos a árvore no urbanismo. Há quem fale, à boca pequena, de atávicos instintos arboricidas, o que é desprimoroso, antipático, quando não degradante e sinistro, porque pode levar a crer que, apesar de baptizados e de nos termos por bons cristãos, de todo nos não libertámos ainda dos vícios e das tendências ingénitas, da infiel moirama. Para se contornarem os melindres, recorramos, não já ao neologismo "arborifobia", porventura também cruel, mas a eufemismos suaves e eruditos, como a dendroclastia, para traduzir o desamor de muitos dos nossos municípios pela árvore ornamental. Em boa verdade, por esse País fora, em tantas caricaturas de jardins a que se dá por vezes o nome de parques municipais, raro se nos depara uma árvore verdadeira, uma árvore autêntica, em todo o esplendor da majestosa arborescência; a árvore esbelta, digna, umbrosa e acolhedora, orgulho da Criação. Onde acaso existiu, poucas vezes escapou a brutais mutilações que a transformaram em grotesco Quasímodo, sem o mínimo respeito pela dignidade do mundo vegetal. Nos jardins, em lugar da árvore, plantou-se um reles ersatz, uns arbustozitos burlescos, quase bobos arbóreos, tão inúteis que nem dão sombra a uma pessoa crescida: as tais falsas acácias de importação, maneirinhas, embonecadas, dengosas, com o ar, não de fazerem parte do jardim, mas de terem ali ido, em passeio, exibir ramagem, com a sua "permanente" manipulada no salão de qualquer coiffeur arborícola municipal.
Compreende-se, num povo de fraca cultura, o desamor instintivo ao marmeleiro e ao castanheiro, árvores estas consideradas, desde remotos tempos, estimáveis ferramentas de educação e esteio dessa vida patriarcal, austera e digna, que os velhos, ao olharem o que vai pelo mundo, recordam com saudade e respeitoso enlevo.
Já se não compreende, todavia, que se mutilem ou suprimam sem piedade o ulmeiro, o plátano, o umbroso freixo, o álamo esbelto, os nobres e austeros ciprestes, os cedros, os carvalhos e tantos outros soberbos gigantes vegetais que, estranhos, embora, muitos deles à nossa flora, encontraram na Lusitânia como que a sua segunda pátria.
Num país castigado por uma ardente canícula, dir-se-ia que temos horror à sombra; onde se pediam arvoredos frondosos e acolhedores, o ninho de um oásis a suavizar as inclemências do estio, fizemos terreiros imensos, cruamente ensoalheirados e inóspitos; quando tantos dos nossos monumentos lucrariam com uma nobre moldura vegetal que acarinhasse e aquecesse a frieza da pedra ou por vezes quebrasse, com a cortina da folhagem, a monotonia das grandes massas arquitectónicas, e num ou noutro caso escondesse até a sua real pobreza; quando a presença da árvore exaltaria o poder evocador e o poético encanto que emana de tantas ruínas, como acontece aos templos perdidos nos bosques sagrados da Grécia nós, pela calada, metodicamente, cinicamente, fomos degolando, mutilando, rapando tudo o que tivesse jeito de árvore para não prejudicar as "vistas", tal como faria qualquer ricaço de letras gordas aos empecilhos que ofuscassem ou escondessem os arrebiques pelintras do seu chalet.
O que haveria a dizer sobre as grandezas e as misérias da árvore nas cidades e nas vilas de Portugal!»
Via RRaimundo
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Estrada Nacional 242 “Vai Para Obras”
Começaram já os trabalhos da empreitada da Estradas de Portugal, "EN 242 - Beneficiação entre Nazaré (km 34+700) e Alfeizerão (Km 51+370)".
A empreitada em questão foi a concurso com um valor base de €2.213.000,00, e destina-se ao alargamento pontual do perfil de estrada, construção de ciclo-via, regularização de taludes, melhoria do sistema de drenagem, construção e pavimentação de passeios, poda e corte de árvores, melhoria da sinalização vertical e horizontal existentes e ainda alargamento de um pontão e de uma passagem hidráulica.
Esta obra resulta de um entendimento perfeito entre o Município de Alcobaça e a Estradas de Portugal. De salientar a construção da nova ciclo-via Alfeizerão - São Martinho do Porto, que resulta de negociações e contactos com os proprietários do lado norte da EN 242.
Naturalmente, espera-se a melhor colaboração dos mesmos, numa obra que trará benefícios para todos e que reforçará a coesão num dos eixos primordiais do desenvolvimento do Concelho, o eixo Alfeizerão - São Martinho do Porto e a sua vocação turística.
O prazo de execução dos trabalhos é de 300 dias.
O Município de Alcobaça congratula-se com esta iniciativa e tem as maiores expectativas em relação à mesma.
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 843/61
A empreitada em questão foi a concurso com um valor base de €2.213.000,00, e destina-se ao alargamento pontual do perfil de estrada, construção de ciclo-via, regularização de taludes, melhoria do sistema de drenagem, construção e pavimentação de passeios, poda e corte de árvores, melhoria da sinalização vertical e horizontal existentes e ainda alargamento de um pontão e de uma passagem hidráulica.
Esta obra resulta de um entendimento perfeito entre o Município de Alcobaça e a Estradas de Portugal. De salientar a construção da nova ciclo-via Alfeizerão - São Martinho do Porto, que resulta de negociações e contactos com os proprietários do lado norte da EN 242.
Naturalmente, espera-se a melhor colaboração dos mesmos, numa obra que trará benefícios para todos e que reforçará a coesão num dos eixos primordiais do desenvolvimento do Concelho, o eixo Alfeizerão - São Martinho do Porto e a sua vocação turística.
O prazo de execução dos trabalhos é de 300 dias.
O Município de Alcobaça congratula-se com esta iniciativa e tem as maiores expectativas em relação à mesma.
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 843/61
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
X Mostra Internacional de Doces e Licores Conventuais Foi Um Sucesso
ALCOBAÇA REFORÇA TÍTULO DE "CAPITAL" DA DOÇARIA CONVENTUAL
Terminou, com sucesso, a X Mostra Internacional de Doces e Licores Conventuais que decorreu de 13 a 16 de Novembro, no Mosteiro de Alcobaça.
Cerca de 30 mil visitantes encheram as salas azul, rosa e verde, cores que deram vida às conhecidas divisões do Mosteiro: Refeitório, Sala dos Monges e Sala do Capítulo, respectivamente.
Depois de inaugurada na quinta-feira, 13 de Novembro, a Mostra contou com inúmeras actividades que animaram o certame de dia e noite, e ficou marcada pela forte presença estrangeira: Espanha, Bélgica (presentes pela primeira vez) e França. Dos 39 stands participantes, onde se incluíram expositores de Norte a Sul do País, destaque para a representação dos Arquipélagos da Madeira (estreantes) e Açores.
Para assinar o X ano de Mostra, logo no dia da inauguração o Município homenageou, com uma pequena lembrança - um avental de Chita, os 14 expositores que permanecem desde o primeiro dia na organização deste evento. Foram homenageadas as seguintes casas: Pastelaria o Forno - Abrantes; Casa do Pão-de-Ló de Alfeizerão - Alcobaça; David Pinto & Companhia, Lda - Alcobaça; Pastelaria A Casinha dos Montes - Alcobaça; Pastelaria Alcôa - Alcobaça; Pastelaria Saraiva - Alcobaça; Manuel da Silva Bastos - Arouca; Maltezinhas de Francisca Casteleiro - Beja; Pastelaria O Gigo - Braga; Maria José Cambetas - Évora; Pastelaria Clarinha - Guimarães; O Mosteiro - Lorvão e "A Pousadinha" - Tentúgal.
A presença já habitual do Chefe Silva foi também lembrada pela organização com uma homenagem pública ao grande mestre da doçaria conventual. O Chefe Silva foi também o líder dos jurados do Concurso de Doçaria Conventual que decorreu na tarde do dia 13, e contou ainda com a mestria de Filipa Vacondeus, Henrique Sá Pessoa, Irene Gonçalves e Amílcar Malho, que avaliaram 28 doces, oriundos de vários pontos do País. O "Manjar dos Deuses", da Pastelaria Alcôa, Alcobaça, foi premiado com o título de melhor doce.
Foram também entregues duas menções honrosas à Pastelaria Maltezinhas de Francisca Casteleiro, Beja, que apresentou o doce "Queijinhos de Hóstia", e à Pastelaria Vieira, Alcobaça, que concorreu com o doce "Gargantas de Freira". O Júri decidiu também premiar com o "Prémio Especial do Júri" a Pastelaria Casinha dos Montes com o doce "Encanto das Monjas".
VISITAS
Durante quatro dias em que Alcobaça foi uma cidade internacional, o Município acolheu ainda uma comitiva de Alcobaça do Brasil, cidade geminada com Alcobaça, que se fez representar pelo Presidente da Câmara Municipal de Alcobaça - Estado da Bahia, Jackson Vieira Torres.
A internacionalização continua a ser um objectivo prioritário. No Domingo, uma comitiva polaca, da cidade de Belchatow - localidade que poderá estar no próximo ano representada, em expositor, na XI Mostra, - juntamente com Jackson Vieira Torres, assinaram, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, o livro de honra do Município. Na cerimónia protocolar, Jackson Vieira Torres, condecorou Gonçalves Sapinho com o título de Cidadão Honorário de Alcobaça do Brasil.
E como nem só de doces foi feita esta Mostra, no Mosteiro esteve ainda patente uma Exposição Retrospectiva dos "X Anos de Mostra", que registou, em fotografias, o percurso deste grande certame que é hoje considerado o maior evento anual realizado no Concelho. O Município lançou ainda o Livro "10 anos 10 Receitas".
Para visitantes, participantes e organização a opinião é unânime e as expectativas foram superadas. A promessa está feita, este é um evento para repetir.
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 843/61
Terminou, com sucesso, a X Mostra Internacional de Doces e Licores Conventuais que decorreu de 13 a 16 de Novembro, no Mosteiro de Alcobaça.
Cerca de 30 mil visitantes encheram as salas azul, rosa e verde, cores que deram vida às conhecidas divisões do Mosteiro: Refeitório, Sala dos Monges e Sala do Capítulo, respectivamente.
Depois de inaugurada na quinta-feira, 13 de Novembro, a Mostra contou com inúmeras actividades que animaram o certame de dia e noite, e ficou marcada pela forte presença estrangeira: Espanha, Bélgica (presentes pela primeira vez) e França. Dos 39 stands participantes, onde se incluíram expositores de Norte a Sul do País, destaque para a representação dos Arquipélagos da Madeira (estreantes) e Açores.
Para assinar o X ano de Mostra, logo no dia da inauguração o Município homenageou, com uma pequena lembrança - um avental de Chita, os 14 expositores que permanecem desde o primeiro dia na organização deste evento. Foram homenageadas as seguintes casas: Pastelaria o Forno - Abrantes; Casa do Pão-de-Ló de Alfeizerão - Alcobaça; David Pinto & Companhia, Lda - Alcobaça; Pastelaria A Casinha dos Montes - Alcobaça; Pastelaria Alcôa - Alcobaça; Pastelaria Saraiva - Alcobaça; Manuel da Silva Bastos - Arouca; Maltezinhas de Francisca Casteleiro - Beja; Pastelaria O Gigo - Braga; Maria José Cambetas - Évora; Pastelaria Clarinha - Guimarães; O Mosteiro - Lorvão e "A Pousadinha" - Tentúgal.
A presença já habitual do Chefe Silva foi também lembrada pela organização com uma homenagem pública ao grande mestre da doçaria conventual. O Chefe Silva foi também o líder dos jurados do Concurso de Doçaria Conventual que decorreu na tarde do dia 13, e contou ainda com a mestria de Filipa Vacondeus, Henrique Sá Pessoa, Irene Gonçalves e Amílcar Malho, que avaliaram 28 doces, oriundos de vários pontos do País. O "Manjar dos Deuses", da Pastelaria Alcôa, Alcobaça, foi premiado com o título de melhor doce. Foram também entregues duas menções honrosas à Pastelaria Maltezinhas de Francisca Casteleiro, Beja, que apresentou o doce "Queijinhos de Hóstia", e à Pastelaria Vieira, Alcobaça, que concorreu com o doce "Gargantas de Freira". O Júri decidiu também premiar com o "Prémio Especial do Júri" a Pastelaria Casinha dos Montes com o doce "Encanto das Monjas".
VISITAS
Durante quatro dias em que Alcobaça foi uma cidade internacional, o Município acolheu ainda uma comitiva de Alcobaça do Brasil, cidade geminada com Alcobaça, que se fez representar pelo Presidente da Câmara Municipal de Alcobaça - Estado da Bahia, Jackson Vieira Torres.
A internacionalização continua a ser um objectivo prioritário. No Domingo, uma comitiva polaca, da cidade de Belchatow - localidade que poderá estar no próximo ano representada, em expositor, na XI Mostra, - juntamente com Jackson Vieira Torres, assinaram, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, o livro de honra do Município. Na cerimónia protocolar, Jackson Vieira Torres, condecorou Gonçalves Sapinho com o título de Cidadão Honorário de Alcobaça do Brasil.
E como nem só de doces foi feita esta Mostra, no Mosteiro esteve ainda patente uma Exposição Retrospectiva dos "X Anos de Mostra", que registou, em fotografias, o percurso deste grande certame que é hoje considerado o maior evento anual realizado no Concelho. O Município lançou ainda o Livro "10 anos 10 Receitas".
Para visitantes, participantes e organização a opinião é unânime e as expectativas foram superadas. A promessa está feita, este é um evento para repetir.
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
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Julgados de Paz em Alcobaça
No passado dia 12 de Novembro, Sua Excelência o Ministro da Justiça, Alberto Costa assinou , no Salão Nobre do Ministério da Justiça, vários Protocolos com Municípios, tendo em vista a instalação, em regime de parceria, de uma inovadora solução - O JULGADO DE PAZ - que, após este acto, atinge já o número de 24, em todo o País.
Alcobaça aceitou este desafio desde o início, sem hesitações, e a nova Instituição vai ser instalada a curto prazo.
Quais, então, os objectivos de um JULGADO DE PAZ?
- Resolução alternativa de litígios;
- Resolução de conflitos de forma mais célere e económica para as partes;
- Promover a proximidade justiça/cidadão;
- Descongestionamento dos Tribunais.
O Município tudo fará para que este novo serviço abra as suas portas o mais rapidamente possível. O desejo é que a actividade não inicie a título experimental, mas sim de forma consolidada, dado que o sistema já foi testado, com sucesso, numa dezena de Municípios , e está hoje comprovada a sua utilidade.
Na medida do possível, é agora também objectivo do Município, que este serviço abarque ainda os serviços de Mediação Familiar e a Mediação Laboral.
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 843/61
Alcobaça aceitou este desafio desde o início, sem hesitações, e a nova Instituição vai ser instalada a curto prazo.
Quais, então, os objectivos de um JULGADO DE PAZ?
- Resolução alternativa de litígios;
- Resolução de conflitos de forma mais célere e económica para as partes;
- Promover a proximidade justiça/cidadão;
- Descongestionamento dos Tribunais.
O Município tudo fará para que este novo serviço abra as suas portas o mais rapidamente possível. O desejo é que a actividade não inicie a título experimental, mas sim de forma consolidada, dado que o sistema já foi testado, com sucesso, numa dezena de Municípios , e está hoje comprovada a sua utilidade.
Na medida do possível, é agora também objectivo do Município, que este serviço abarque ainda os serviços de Mediação Familiar e a Mediação Laboral.
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
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Piscinas Municipais de Pataias Inauguram Este Domingo | 23 de Novembro | 12h00
PATAIAS COM NOVO EQUIPAMENTO DESPORTIVO
Está marcada para Domingo, 23 de Novembro, pelas 12h00, a inauguração das Piscinas Municipais de Pataias. A cerimónia contará com a presença de José Gonçalves Sapinho, Presidente da Câmara Municipal de Alcobaça e Pedro Queiroz Pereira, Presidente do Conselho de Administração da SECIL.
O Projecto resulta de um protocolo assinado entre o Município e a Empresa SECIL, que concedeu a maior parte dos materiais usados na obra (betão branco, preto e óxido de ferro, painéis Viroc, argamassas, cimentos cola, prefabricados, etc.).
Um investimento que ronda os 2.5 milhões de Euro - Autarquia (30%) e SECIL (70%) - que visa dotar a Freguesia de Pataias, assim como as freguesias mais próximas: Cós, Alpedriz, Montes e Martingança - cerca de 12 mil habitantes - de um equipamento desportivo propício a aprendizagem, lazer e recreio na área da natação.
A gestão ficará a cargo da Junta de Freguesia de Pataias.

CARACTERÍSTICAS
O edifício implanta-se num lote com a área total de 20 720 m². A área bruta de construção ronda os 2 480 m², distribuídos por uma galeria técnica em cave, piso 0 e piso superior, onde se encontram as bancadas (160 lugares) para o público e o bar.
Conjugando a possibilidade de usar um material nobre como é o betão branco, num território praticamente plano e descartado de referências arquitectónicas e urbanas, surgiu a intenção de desenhar um edifício com um carácter de objecto plástico, uma escultura habitável. Contrariando o sentido de massa e peso inerente ao betão, imaginou-se uma "folha branca" que se recortou e se moldou em várias dobras, como se de um trabalho manual se trata-se, e que depois se colocou naturalmente sobre o terreno. A cobertura em madeira trará para além de uma grande beleza e conforto visual ao espaço interior, a eliminação dos indesejados "ecos" característicos nas naves desportivas.
Este foi um equipamento desportivo planeado para ser "amigo do Ambiente" e fará o aproveitamento de energia solar através de painéis solares para o aquecimento da água, que permitirão a redução, substancial, do consumo de gás. A edificação possui paredes em betão aparente, hidrofugado, que vão permitir também, pela sua elevada inércia, reduzir as percas de calor para o exterior.
Os espaços
Com lotação máxima diária de 842 utentes, as Piscinas Municipais são compostas por um átrio de entrada, uma recepção, bar/cafetaria com esplanada, balneários masculinos e femininos, devidamente adaptados aos utentes portadores de deficiência, balneário para crianças acompanhadas pelos pais, um pequeno ginásio e área técnica, sala de apoio para monitores e ainda casas de banho públicas.
Piscina principal:
. 25m x 12.5m;
. Seis pistas;
. Profundidade variável entre 1.40 e 2.00 m
. Indicada para natação pura, aprendizagem e competição,
e pólo aquático.
Piscina pequena:
. 12.5m x 8m;
. Quatro pistas;
. Rampa de acesso para pessoas com mobilidade condicionada;
. Indicada para aprendizagem, natação para bebés, hidroginástica e hidroterapia.
OUTRAS VALÊNCIAS DESPORTIVAS
O lote destinado à implantação deste equipamento é ainda constituído por uma ampla zona verde, essencialmente vocacionada para recreio, desporto e lazer, e dispõe de um parque infantil com vários materiais infantis para crianças dos 3 aos 12 anos.
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 843/61
Está marcada para Domingo, 23 de Novembro, pelas 12h00, a inauguração das Piscinas Municipais de Pataias. A cerimónia contará com a presença de José Gonçalves Sapinho, Presidente da Câmara Municipal de Alcobaça e Pedro Queiroz Pereira, Presidente do Conselho de Administração da SECIL.
O Projecto resulta de um protocolo assinado entre o Município e a Empresa SECIL, que concedeu a maior parte dos materiais usados na obra (betão branco, preto e óxido de ferro, painéis Viroc, argamassas, cimentos cola, prefabricados, etc.).
Um investimento que ronda os 2.5 milhões de Euro - Autarquia (30%) e SECIL (70%) - que visa dotar a Freguesia de Pataias, assim como as freguesias mais próximas: Cós, Alpedriz, Montes e Martingança - cerca de 12 mil habitantes - de um equipamento desportivo propício a aprendizagem, lazer e recreio na área da natação.
A gestão ficará a cargo da Junta de Freguesia de Pataias.

CARACTERÍSTICAS
O edifício implanta-se num lote com a área total de 20 720 m². A área bruta de construção ronda os 2 480 m², distribuídos por uma galeria técnica em cave, piso 0 e piso superior, onde se encontram as bancadas (160 lugares) para o público e o bar.
Conjugando a possibilidade de usar um material nobre como é o betão branco, num território praticamente plano e descartado de referências arquitectónicas e urbanas, surgiu a intenção de desenhar um edifício com um carácter de objecto plástico, uma escultura habitável. Contrariando o sentido de massa e peso inerente ao betão, imaginou-se uma "folha branca" que se recortou e se moldou em várias dobras, como se de um trabalho manual se trata-se, e que depois se colocou naturalmente sobre o terreno. A cobertura em madeira trará para além de uma grande beleza e conforto visual ao espaço interior, a eliminação dos indesejados "ecos" característicos nas naves desportivas.
Este foi um equipamento desportivo planeado para ser "amigo do Ambiente" e fará o aproveitamento de energia solar através de painéis solares para o aquecimento da água, que permitirão a redução, substancial, do consumo de gás. A edificação possui paredes em betão aparente, hidrofugado, que vão permitir também, pela sua elevada inércia, reduzir as percas de calor para o exterior.
Os espaços
Com lotação máxima diária de 842 utentes, as Piscinas Municipais são compostas por um átrio de entrada, uma recepção, bar/cafetaria com esplanada, balneários masculinos e femininos, devidamente adaptados aos utentes portadores de deficiência, balneário para crianças acompanhadas pelos pais, um pequeno ginásio e área técnica, sala de apoio para monitores e ainda casas de banho públicas.
Piscina principal:
. 25m x 12.5m;
. Seis pistas;
. Profundidade variável entre 1.40 e 2.00 m
. Indicada para natação pura, aprendizagem e competição,
e pólo aquático.
Piscina pequena:
. 12.5m x 8m;
. Quatro pistas;
. Rampa de acesso para pessoas com mobilidade condicionada;
. Indicada para aprendizagem, natação para bebés, hidroginástica e hidroterapia.
OUTRAS VALÊNCIAS DESPORTIVAS
O lote destinado à implantação deste equipamento é ainda constituído por uma ampla zona verde, essencialmente vocacionada para recreio, desporto e lazer, e dispõe de um parque infantil com vários materiais infantis para crianças dos 3 aos 12 anos.
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
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terça-feira, 18 de novembro de 2008
Doclisboa em Alcobaça de 21 a 24 de Novembro | Cine-Teatro

10 sessões, 8 filmes e 6 obras premiadas!
Durante 4 dias, de 21 a 24 de Novembro, o Doclisboa, o mais importante Festival de Cinema Documental no país, está de volta ao Cine-Teatro de Alcobaça.
Pelo terceiro ano consecutivo, esta é a oportunidade única de observar o melhor do documentário nacional e internacional.
Em Outubro, o mundo inteiro coube em Lisboa.
Em Novembro, o mundo inteiro passa por Alcobaça.
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
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"Manjar dos Deuses" Foi o Doce Vencedor do Concurso de Doçaria Conventual
"MANJAR DOS DEUSES" FOI O DOCE VENCEDOR
Pastelaria de Alcobaça recebe 1.º Prémio
Decorreu, esta tarde, o Concurso de Doçaria Conventual integrado na X Mostra Internacional de Doces e Licores Conventuais de Alcobaça.
O Júri, liderado pelo Chefe António Silva, contou com nomes como Filipa Vacondeus, Henrique Sá Pessoa, Irene Gonçalves e Amílcar Malho, e avaliou 28 doces, oriundos de vários pontos do País, premiando o "Manjar dos Deuses", da Pastelaria Alcôa, Alcobaça, com o título de melhor doce.
Foram ainda entregues duas menções honrosas à Pastelaria Maltezinhas de Francisca Casteleiro, Beja, que apresentou o doce "Queijinhos de Hóstia", e à Pastelaria Vieira, Alcobaça, que concorreu com o doce "Gargantas de Freira". O Júri decidiu também premiar a Pastelaria Casinha dos Montes com o doce "Encanto das Monjas".
Esta manhã os participantes homenageados foram:
. Pastelaria o Forno - Abrantes
. Casa do Pão-de-Ló de Alfeizerão - Alcobaça
. David Pinto & Companhia, Lda - Alcobaça
. Pastelaria A Casinha dos Montes - Alcobaça
. Pastelaria Alcôa - Alcobaça
. Pastelaria Saraiva - Alcobaça
. Manuel da Silva Bastos - Arouca
. Maltezinhas de Francisca Casteleiro - Beja
. Pastelaria O Gigo - Braga
. Maria José Cambetas - Évora
. Pastelaria Clarinha - Guimarães
. O Mosteiro - Lorvão
. A Pousadinha - Tentúgal
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
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Pastelaria de Alcobaça recebe 1.º Prémio
Decorreu, esta tarde, o Concurso de Doçaria Conventual integrado na X Mostra Internacional de Doces e Licores Conventuais de Alcobaça.
O Júri, liderado pelo Chefe António Silva, contou com nomes como Filipa Vacondeus, Henrique Sá Pessoa, Irene Gonçalves e Amílcar Malho, e avaliou 28 doces, oriundos de vários pontos do País, premiando o "Manjar dos Deuses", da Pastelaria Alcôa, Alcobaça, com o título de melhor doce.
Foram ainda entregues duas menções honrosas à Pastelaria Maltezinhas de Francisca Casteleiro, Beja, que apresentou o doce "Queijinhos de Hóstia", e à Pastelaria Vieira, Alcobaça, que concorreu com o doce "Gargantas de Freira". O Júri decidiu também premiar a Pastelaria Casinha dos Montes com o doce "Encanto das Monjas".
Esta manhã os participantes homenageados foram:
. Pastelaria o Forno - Abrantes
. Casa do Pão-de-Ló de Alfeizerão - Alcobaça
. David Pinto & Companhia, Lda - Alcobaça
. Pastelaria A Casinha dos Montes - Alcobaça
. Pastelaria Alcôa - Alcobaça
. Pastelaria Saraiva - Alcobaça
. Manuel da Silva Bastos - Arouca
. Maltezinhas de Francisca Casteleiro - Beja
. Pastelaria O Gigo - Braga
. Maria José Cambetas - Évora
. Pastelaria Clarinha - Guimarães
. O Mosteiro - Lorvão
. A Pousadinha - Tentúgal
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
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segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Dois Excelentes Documentos
O Mosteiro de Alcobaça, de 1834 a 2008
por Paulo Bernardino
Reabilitação e Revitalização do Conjunto Monástico
Novos documentos para a História do Caminho Real entre a Pederneira e S.Martinho do Porto no Século XVIII
por Pedro Penteado
Ambos via Bazar das Monjas de Coz.
por Paulo Bernardino
Reabilitação e Revitalização do Conjunto Monástico
Novos documentos para a História do Caminho Real entre a Pederneira e S.Martinho do Porto no Século XVIII
por Pedro Penteado
Ambos via Bazar das Monjas de Coz.
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