"REABILITAR O PATRIMÓNIO DA CONCELHO" FOI O REPTO LANÇADO POR GONÇALVES SAPINHO EM CONFERÊNCIA DE IMPRENSA
Durante a conferência de Imprensa que o Presidente da Câmara Municipal de Alcobaça realizou a 12 de Janeiro, no Cine-Teatro de Alcobaça, foram apresentadas propostas para a fruição dos Mosteiros de Santa Maria de Alcobaça e Cós. Gonçalves Sapinho iniciou a sua intervenção alertando para a necessidade urgente de combater o estado de degradação dos monumentos. Nesse sentido, o autarca apresentou algumas propostas para a reabilitação do património, nomeadamente:
MOSTEIRO DE ALCOBAÇA
. Criação de uma Fundação de Cister (proposta já apresentada na Assembleia da República em 1996 pelo Presidente da CMA em formato Projecto–Lei, no intuito de colocar o Mosteiro de Alcobaça na Agenda Política Nacional);
. Criação do Pólo Universitário de Coimbra e a Universidade de Verão - o Pólo teria o nome de Colégio Universitário Nossa Senhora da Conceição, restaurando assim o Colégio Nossa Senhora da Conceição (já havia funcionado desde 1648 até finais do 1.º Quartel do século XIX).);
. Criação do Centro de Estudos Medievais;
. Transferência de todos os serviços Municipais para o interior do Mosteiro;
. Hotelaria de Charme;
. Espaço para Auditório/Centro de Congressos - espaço para 700 lugares, palco, gabinetes entre outros para acolher eventos nacionais e internacionais;
. Criação de um Núcleo de Monges;
. Espaço de Diálogo de Civilizações;
. Área Museológica
MOSTEIRO DE CÓS
. Construção de uma unidade hoteleira em espaço rural;
O Presidente anunciou ainda que está planeado, para final do corrente mês ou início de Fevereiro, a realização de um Workshop, a ter lugar no Mosteiro, aberto à participação da sociedade, com a finalidade de recolher fortes contributos que possam ser o ponto de partida para a revitalização dos dois monumentos.
Mais Informação
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 843/61
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
CINE-TEATRO DE ALCOBAÇA // Nova Temporada

MADREDEUS E NOUVELLE VAGUE EM ALCOBAÇA
Estão já confirmados os primeiros espectáculos da temporada de 2009 do Cine-Teatro de Alcobaça.
Destacam-se dois concertos em exclusivo na região:
23 de Janeiro Sexta-feira Madredeus & A Banda Cósmica
8 de Fevereiro Domingo Nouvelle Vague
Depois do sucesso obtido no ano transacto com a introdução do conceito "Artista Residente", está já confirmado o nome para 2009: o consagrado tubista alcobacense Sérgio Carolino, cujo primeiro projecto é apresentado a 7 de Fevereiro.
Nos próximos dias será divulgada a programação completa do CTA referente aos meses de Janeiro a Abril.
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt 262 580 843/61
Município Aposta no Desporto Sénior Todo o Ano
Para retardar o aparecimento de sinais de diminuição de aptidão e de desempenho físico, consequências naturais do envelhecimento, o Município de Alcobaça decidiu prolongar, para todo o ano, a actividade "Desporto Sénior", dado o sucesso da mesma perante a população mais idosa.
Os resultados da análise demográfica mostram que o número de população idosa no Concelho está a aumentar, muito em parte devido à alteração de factores bio-psico-sociais, e esta uma forma de criar oportunidades para a prática desportiva, estimulando assim o público idoso a criar hábitos desportivos regulares, melhorando a sua qualidade de vida.

OBJECTIVOS
. Possibilitar à população sénior a oferta da prática desportiva frequente;
. Melhorar a qualidade de vida dos participantes;
. Promover o convívio entre os idosos;
. Ajudar os idosos a tornarem-se mais fortes e mais aptos para as suas actividades diárias;
. Promover o bem-estar psicológico;
. Abranger a população sénior de cada freguesia do concelho de Alcobaça.
NA PRÁTICA
A regularidade da actividade desportiva - exercício físico de manutenção - será de uma vez por semana em cada freguesia do Concelho. Cada aula terá a duração de 60 minutos e será dirigida por um técnico.
Calendário de actividades passa a ser em 2009:
. De 2 de Fevereiro a 26 de Junho
. De 1 de Setembro a 18 de Dezembro
Mais Informações
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 843/61
Os resultados da análise demográfica mostram que o número de população idosa no Concelho está a aumentar, muito em parte devido à alteração de factores bio-psico-sociais, e esta uma forma de criar oportunidades para a prática desportiva, estimulando assim o público idoso a criar hábitos desportivos regulares, melhorando a sua qualidade de vida.

OBJECTIVOS
. Possibilitar à população sénior a oferta da prática desportiva frequente;
. Melhorar a qualidade de vida dos participantes;
. Promover o convívio entre os idosos;
. Ajudar os idosos a tornarem-se mais fortes e mais aptos para as suas actividades diárias;
. Promover o bem-estar psicológico;
. Abranger a população sénior de cada freguesia do concelho de Alcobaça.
NA PRÁTICA
A regularidade da actividade desportiva - exercício físico de manutenção - será de uma vez por semana em cada freguesia do Concelho. Cada aula terá a duração de 60 minutos e será dirigida por um técnico.
Calendário de actividades passa a ser em 2009:
. De 2 de Fevereiro a 26 de Junho
. De 1 de Setembro a 18 de Dezembro
Mais Informações
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
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segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Ataíja de Baixo Está Contra Antena de Telemóveis
Esclarecimento às Populações.
Diz o Região de Cister na sua edição de 8 de Janeiro:
A instalação de uma antena de telemóveis na localidade de Ataíja de Baixo, freguesia
de São Vicente de Aljubarrota, está a preocupar a população que receia pelos efeitos que a emissão de radiação possam causar à saúde. Um morador da referida localidade, que prefere não ser identificado mas garante ter o apoio de vizinhos, decidiu tornar pública uma situação que entende não ser "normal". O munícipe discorda da instalação de uma antena "de um dia para o outro, a paredes meias com as habitações, quando em redor da localidade há uma vasta área despovoada onde poderia ter sido instalada". O queixoso, habitante de Ataíja de Baixo, refere que "para além desta antena, outras coisas têm vindo a surgir que colocam em questão a qualidade de vida da população local", nomeadamente o ruído e poluição provenientes do IC2 e, mais recentemente, o trajecto do TGV previsto passar ali ao lado. O morador acrescenta ainda que, "para além das questões que se prendem com a saúde, também os terrenos e habitações estão a desvalorizar com tudo isto". "Os moradores deviam ser avisados e esclarecidos sobre aquilo que decidem fazer às nossas portas", reclama o cidadão, que gostaria de saber "se aquela antena é legal, se é prejudicial, se é permanente e quem a autorizou".
Quando contactado pelo REGIÃO DE CISTER, o vereador do Planeamento e Gestão Urbanística, Carlos Bonifácio, explicou que "a Câmara apenas averigua o cumprimento
do PDM para a construção da sapata que sustenta a antena" e que a obra é licenciada
"mediante documentação da Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM), que declara que a instalação da antena cumpre com a directiva comunitária, que regula a emissão de radiação". Por outro lado, a ANACOM diz que "havendo licenciamento das autarquias para construção, a autorização para instalação das antenas é dada". Deste paradoxo fica-se sem entender qual dos passos é o primeiro a dar, no entanto, percebe-se facilmente que não é feita qualquer medição da emissão de radiações electromagnéticas aquando da instalação de antenas de telecomunicações, a menos que seja solicitada. A ANACOM garante que "normalmente as antenas de telemóveis emitem radiações abaixo dos níveis de referência, mas o contrário pode acontecer" e havendo suspeita disso, "o serviço de medição das radiações é gratuito e pode ser solicitado pelos moradores". Caso sejam detectadas irregularidades "a ANACOM obriga a operadora a baixar os níveis de radiação podendo ainda incorrer em penalizações", garante a entidade que explica ainda que "a desinstalação ou deslocação da antena é da competência da Câmara local".
--
Bom, nestes casos os operadores são "presos por ter cão e presos por não terem". Se não existe cobertura num determinado local há descontentamento das populações que exigem cobertura. Se se instala uma solução deste tipo para fornecer uma boa cobertura há outro tipo de descontentamento. É legítimo que as pessoas temam pela sua saúde, mas, e é o que pretendo com este post, não há qualquer risco e as pessoas que vivem em redor podem ficar tranquilas.
Esta é uma situação normal e passa-se na Ataíja como se passa em milhares de localidades de Portugal e do mundo.
A localização da estação de um operador no centro da localidade ao invés de ficar nas imediações tem as suas razões. Para todas as estações são definidos objectivos de cobertura e de gestão do tráfego da rede. De modo a serem cumpridos esses objectivos há uma série de factores que têm de ser definidos e normalmente incluem a localização da estação, a cota do terreno, altura da torre e morfologia da zona. Se foi definido que a estação teria de ficar naquele mesmo local, é porque decerto é o que consegue cumprir melhor todos os objectivos. Com toda a certeza que se a estação ficasse nos arredores não cumpriria alguns dos objectivos definidos à partida.
Quanto à radiação, podem todos ficar descansados. Primeiro, porque as antenas instaladas neste tipo de estações são antenas do tipo painel, ou seja, antenas directivas em que a maior potência é emitida em frente e não para baixo, o que leva a que as habitações próximas não estejam na linha de emissão do sinal mais forte. Assim, é preferível estar debaixo da estação do que na sua frente.
A figura seguinte ilustra o diagrama de radiação de uma antena normal, e como se pode ver no diagrama vertical, o maior foco é emitido a 0º, ou seja em frente.

Outro factor também a ter em conta, e talvez o mais importante, prende-se com o facto de que para estas frequências a atenuação do sinal no espaço é muito elevada. Mesmo que a estação emita com uma potência superior aos 10 ou 15W, o que chegará a nós estará na ordem dos mW ou seja centenas ou milhares de vezes menos. Se tivermos em conta a distância a que as antenas se encontram das casas, muitas vezes a atenuação é suficiente para que a radiação que atinge as pessoas seja inferior à emitida pelo próprio telemóvel, que poderá chegar a 1W e que possuímos junto à cabeça. Isto sem contar com a atenuação das paredes e do telhado, se estivermos dentro de casa, onde aí sim, a radiação é mínima.
Creio que se possuíssemos uma antena deste tipo apenas a 5 ou 10m de nós, isso poderia ser um problema, e ainda assim não há quaisquer dados científicos que os provem. Para distâncias maiores devemos sim preocuparmo-nos mas da mesmo forma que temos de nos preocupar com os nossos pequenos dispositivos que emitem junto da nossa cabeça e com uma potência superior à que recebemos.
Um ponto positivo desta situação tem a ver com o nível de potência com que os telemóveis emitem e que está directamente relacionado com a boa ou má cobertura. Numa zona de boa cobertura, os telemóveis automaticamente baixam a sua potencia de emissão, pois não há necessidade de emitirem na potência máxima. Nos casos de má cobertura, o telemóvel para conseguir comunicar com a estação que está mais longe aumenta a sua potência e aí sim, estamos a aumentar a potência do dispositivo que temos junto à orelha...
Espero com isto ter tranquilizados estes moradores. Em caso de dúvida, e como muito bem esclareceu a ANACOM, podem contactá-los de forma a que façam as devidas emissões. No caso de superarem os valores estabelecidos por lei, o que não deverá acontecer de certeza, o operador tem de tomar acções no sentido de regularizar a situação.
Lembrem-se que nas cidades estas estações estão colocadas no topo dos prédios e a distâncias muito mais reduzidas das habitações e que mesmo assim não há quaisquer problemas.
Muitas vezes estas situações, e em especial nestas pequenas localidades são geradas mais por invejas e conflitos entre vizinhos do que propriamente pelos males que possam causar. O facto de existir um vizinho que lucra com a estação e os outros não é sempre motivo de conflito nos nossos meios mais pequenos... Temos de saber ultrapassar estas questões e com isso sim, obter a qualidade de vida tão desejada.
Diz o Região de Cister na sua edição de 8 de Janeiro:
A instalação de uma antena de telemóveis na localidade de Ataíja de Baixo, freguesia
de São Vicente de Aljubarrota, está a preocupar a população que receia pelos efeitos que a emissão de radiação possam causar à saúde. Um morador da referida localidade, que prefere não ser identificado mas garante ter o apoio de vizinhos, decidiu tornar pública uma situação que entende não ser "normal". O munícipe discorda da instalação de uma antena "de um dia para o outro, a paredes meias com as habitações, quando em redor da localidade há uma vasta área despovoada onde poderia ter sido instalada". O queixoso, habitante de Ataíja de Baixo, refere que "para além desta antena, outras coisas têm vindo a surgir que colocam em questão a qualidade de vida da população local", nomeadamente o ruído e poluição provenientes do IC2 e, mais recentemente, o trajecto do TGV previsto passar ali ao lado. O morador acrescenta ainda que, "para além das questões que se prendem com a saúde, também os terrenos e habitações estão a desvalorizar com tudo isto". "Os moradores deviam ser avisados e esclarecidos sobre aquilo que decidem fazer às nossas portas", reclama o cidadão, que gostaria de saber "se aquela antena é legal, se é prejudicial, se é permanente e quem a autorizou".
Quando contactado pelo REGIÃO DE CISTER, o vereador do Planeamento e Gestão Urbanística, Carlos Bonifácio, explicou que "a Câmara apenas averigua o cumprimento
do PDM para a construção da sapata que sustenta a antena" e que a obra é licenciada
"mediante documentação da Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM), que declara que a instalação da antena cumpre com a directiva comunitária, que regula a emissão de radiação". Por outro lado, a ANACOM diz que "havendo licenciamento das autarquias para construção, a autorização para instalação das antenas é dada". Deste paradoxo fica-se sem entender qual dos passos é o primeiro a dar, no entanto, percebe-se facilmente que não é feita qualquer medição da emissão de radiações electromagnéticas aquando da instalação de antenas de telecomunicações, a menos que seja solicitada. A ANACOM garante que "normalmente as antenas de telemóveis emitem radiações abaixo dos níveis de referência, mas o contrário pode acontecer" e havendo suspeita disso, "o serviço de medição das radiações é gratuito e pode ser solicitado pelos moradores". Caso sejam detectadas irregularidades "a ANACOM obriga a operadora a baixar os níveis de radiação podendo ainda incorrer em penalizações", garante a entidade que explica ainda que "a desinstalação ou deslocação da antena é da competência da Câmara local".
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Bom, nestes casos os operadores são "presos por ter cão e presos por não terem". Se não existe cobertura num determinado local há descontentamento das populações que exigem cobertura. Se se instala uma solução deste tipo para fornecer uma boa cobertura há outro tipo de descontentamento. É legítimo que as pessoas temam pela sua saúde, mas, e é o que pretendo com este post, não há qualquer risco e as pessoas que vivem em redor podem ficar tranquilas.
Esta é uma situação normal e passa-se na Ataíja como se passa em milhares de localidades de Portugal e do mundo.
A localização da estação de um operador no centro da localidade ao invés de ficar nas imediações tem as suas razões. Para todas as estações são definidos objectivos de cobertura e de gestão do tráfego da rede. De modo a serem cumpridos esses objectivos há uma série de factores que têm de ser definidos e normalmente incluem a localização da estação, a cota do terreno, altura da torre e morfologia da zona. Se foi definido que a estação teria de ficar naquele mesmo local, é porque decerto é o que consegue cumprir melhor todos os objectivos. Com toda a certeza que se a estação ficasse nos arredores não cumpriria alguns dos objectivos definidos à partida.
Quanto à radiação, podem todos ficar descansados. Primeiro, porque as antenas instaladas neste tipo de estações são antenas do tipo painel, ou seja, antenas directivas em que a maior potência é emitida em frente e não para baixo, o que leva a que as habitações próximas não estejam na linha de emissão do sinal mais forte. Assim, é preferível estar debaixo da estação do que na sua frente.
A figura seguinte ilustra o diagrama de radiação de uma antena normal, e como se pode ver no diagrama vertical, o maior foco é emitido a 0º, ou seja em frente.

Outro factor também a ter em conta, e talvez o mais importante, prende-se com o facto de que para estas frequências a atenuação do sinal no espaço é muito elevada. Mesmo que a estação emita com uma potência superior aos 10 ou 15W, o que chegará a nós estará na ordem dos mW ou seja centenas ou milhares de vezes menos. Se tivermos em conta a distância a que as antenas se encontram das casas, muitas vezes a atenuação é suficiente para que a radiação que atinge as pessoas seja inferior à emitida pelo próprio telemóvel, que poderá chegar a 1W e que possuímos junto à cabeça. Isto sem contar com a atenuação das paredes e do telhado, se estivermos dentro de casa, onde aí sim, a radiação é mínima.
Creio que se possuíssemos uma antena deste tipo apenas a 5 ou 10m de nós, isso poderia ser um problema, e ainda assim não há quaisquer dados científicos que os provem. Para distâncias maiores devemos sim preocuparmo-nos mas da mesmo forma que temos de nos preocupar com os nossos pequenos dispositivos que emitem junto da nossa cabeça e com uma potência superior à que recebemos.
Um ponto positivo desta situação tem a ver com o nível de potência com que os telemóveis emitem e que está directamente relacionado com a boa ou má cobertura. Numa zona de boa cobertura, os telemóveis automaticamente baixam a sua potencia de emissão, pois não há necessidade de emitirem na potência máxima. Nos casos de má cobertura, o telemóvel para conseguir comunicar com a estação que está mais longe aumenta a sua potência e aí sim, estamos a aumentar a potência do dispositivo que temos junto à orelha...
Espero com isto ter tranquilizados estes moradores. Em caso de dúvida, e como muito bem esclareceu a ANACOM, podem contactá-los de forma a que façam as devidas emissões. No caso de superarem os valores estabelecidos por lei, o que não deverá acontecer de certeza, o operador tem de tomar acções no sentido de regularizar a situação.
Lembrem-se que nas cidades estas estações estão colocadas no topo dos prédios e a distâncias muito mais reduzidas das habitações e que mesmo assim não há quaisquer problemas.
Muitas vezes estas situações, e em especial nestas pequenas localidades são geradas mais por invejas e conflitos entre vizinhos do que propriamente pelos males que possam causar. O facto de existir um vizinho que lucra com a estação e os outros não é sempre motivo de conflito nos nossos meios mais pequenos... Temos de saber ultrapassar estas questões e com isso sim, obter a qualidade de vida tão desejada.
Black Noises - Banda Alcobacense
No verão de 2006 um grupo de amigos dos arredores de Alcobaça, decide formar uma banda ...
Tudo começou como uma brincadeira mas foi com muito trabalho que chegaram onde estão hoje ...
Black Noises assim se iria chamar a banda ...
Começando a chegar os instrumentos aos poucos, foi em meados de Fevereiro de 2007 que os ensaios começaram a sério. Começando com alguns covers logo de imediato surgem os primeiros acordes e musicas. Como o espaço não era muito favorável, decidem mudar e através de um acordo começam a ensaiar em peso na ARP (Associação Recreativa Povoense). Com a ajuda de alguma gente ligada à música surge o primeiro concerto ainda sem a banda a 100%, o espectáculo corre bem. Entretanto começam as gravações para a edição de alguns originais e a partir daqui os Black Noises não irão parar!
Conhecer mais sobre a banda:
http://www.myspace.com/blacknoisesband
Destaque no Blitz!
Tudo começou como uma brincadeira mas foi com muito trabalho que chegaram onde estão hoje ...
Black Noises assim se iria chamar a banda ...
Começando a chegar os instrumentos aos poucos, foi em meados de Fevereiro de 2007 que os ensaios começaram a sério. Começando com alguns covers logo de imediato surgem os primeiros acordes e musicas. Como o espaço não era muito favorável, decidem mudar e através de um acordo começam a ensaiar em peso na ARP (Associação Recreativa Povoense). Com a ajuda de alguma gente ligada à música surge o primeiro concerto ainda sem a banda a 100%, o espectáculo corre bem. Entretanto começam as gravações para a edição de alguns originais e a partir daqui os Black Noises não irão parar!
Conhecer mais sobre a banda:
http://www.myspace.com/blacknoisesband
Destaque no Blitz!
EPÁ NÃO SEI Regressam Ao Activo
PRIMEIRÍSSIMA MÃO: EPÁ NÃO SEI REGRESSAM AO ACTIVO, EM ALCOBAÇA, NO ALCOPÁZIO BAR
É mesmo verdade! Está já marcado o regresso ao activo de uma das mais emblemáticas bandas alcobacenses da área pop/rock durante as décadas de 1980 e 1990. Trata-se dos Epá Não Sei, banda pela qual então passaram jovens alcobacenses como o César Vasco, o Cristóvão Patrício, o Dimas Vicente, o Israel Pereira, o Luís Alves, o Nelson Martins e o Paulo Vazão. Os Epá Não Sei surgiram no final da década de 1980 e extinguiram-se no início da década seguinte, numa época em que a área pop/rock alcobacense ficou marcada por uma saudável rivalidade entre os Epá Não Sei e Us Ponte. Os Epá Não Sei actuaram em históricos eventos alcobacenses como o Festival Música da Malta e o Concurso de Música Moderna de Alcobaça organizado pelo Bar Ben, tendo-se também celebrizado por um seu lendário concerto na Prisão Escola de Leiria. Contudo, esse regresso ao activo dos Epá Não Sei será potenciado num único e exclusivo concerto, que será apresentado em Alcobaça, no Alcopázio Bar, na próxima noite de 31 de Janeiro, um sábado. O mesmíssimo espectáculo assinalará também o regresso ao activo do meteórico Dr Jekyll, antigo cronista musical do mensário A Voz de Alcobaça e da Rádio Cister (onde durante algum tempo realizou e apresentou o programa Alta Te(n)são, dedicado ao heavy metal e correntes afins), que a exemplo do que durante vários anos fez no Bar Ben, será o apresentador de serviço nesse tão aguardado regresso dos Epá Não Sei. Promete!
In Nas Faldas da Serra
É mesmo verdade! Está já marcado o regresso ao activo de uma das mais emblemáticas bandas alcobacenses da área pop/rock durante as décadas de 1980 e 1990. Trata-se dos Epá Não Sei, banda pela qual então passaram jovens alcobacenses como o César Vasco, o Cristóvão Patrício, o Dimas Vicente, o Israel Pereira, o Luís Alves, o Nelson Martins e o Paulo Vazão. Os Epá Não Sei surgiram no final da década de 1980 e extinguiram-se no início da década seguinte, numa época em que a área pop/rock alcobacense ficou marcada por uma saudável rivalidade entre os Epá Não Sei e Us Ponte. Os Epá Não Sei actuaram em históricos eventos alcobacenses como o Festival Música da Malta e o Concurso de Música Moderna de Alcobaça organizado pelo Bar Ben, tendo-se também celebrizado por um seu lendário concerto na Prisão Escola de Leiria. Contudo, esse regresso ao activo dos Epá Não Sei será potenciado num único e exclusivo concerto, que será apresentado em Alcobaça, no Alcopázio Bar, na próxima noite de 31 de Janeiro, um sábado. O mesmíssimo espectáculo assinalará também o regresso ao activo do meteórico Dr Jekyll, antigo cronista musical do mensário A Voz de Alcobaça e da Rádio Cister (onde durante algum tempo realizou e apresentou o programa Alta Te(n)são, dedicado ao heavy metal e correntes afins), que a exemplo do que durante vários anos fez no Bar Ben, será o apresentador de serviço nesse tão aguardado regresso dos Epá Não Sei. Promete!
In Nas Faldas da Serra
Campismo de S. Martinho do Porto Dá Lugar a Hotel
A Câmara Municipal de Alcobaça (CMA) admite destinar o terreno onde funciona o Parque de Campismo de São Martinho do Porto a um Hotel.
O Plano de Pormenor (PP) da Marginal de São Martinho, que começou a ser revisto, prevê a transferência do parque de campismo para outro sítio da vila.
O prazo de revisão do plano termina daqui a três anos, o que coincide com o fim da licença precária dada pela Câmara ao Parque de Campismo, a funcionar há várias décadas ilegalmente.
A construção de um Hotel, junto à Baía, parece ser, neste momento, a hipótese mais viável. A Câmara Municipal de Alcobaça já terá colocado de parte a hipótese de autorizar a construção de habitações familiares naquele local, uma vez que o Plano de Pormenor da Marginal de S. Martinho do Porto prevê, nomeadamente, uma vasta área de espaços verdes, o que não seria economicamente viável com a construção de blocos de apartamentos.
Carlos Bonifácio, vice-presidente da Câmara Municipal de Alcobaça, garante, para já, que «qualquer decisão será sempre tomada depois de se auscultar a Junta de Freguesia de São Martinho do Porto, proprietária dos terrenos».
A deslocalização do campismo vai obrigar a Junta de Freguesia de S. Martinho do Porto, presidida pelo social-democrata Antunes Pereira, a indemnizar os campistas por estes terem adquirido parcelas de terreno no parque.
A Junta de Freguesia tem afirmado que precisa de manter um Parque de Campismo na vila para a realização de verbas próprias, que lhe dão maior autonomia financeira face à Câmara Municipal, e para dar resposta às centenas de pessoas que continuam a optar por este tipo de alojamento
In Rádio Cister
O Plano de Pormenor (PP) da Marginal de São Martinho, que começou a ser revisto, prevê a transferência do parque de campismo para outro sítio da vila.
O prazo de revisão do plano termina daqui a três anos, o que coincide com o fim da licença precária dada pela Câmara ao Parque de Campismo, a funcionar há várias décadas ilegalmente.
A construção de um Hotel, junto à Baía, parece ser, neste momento, a hipótese mais viável. A Câmara Municipal de Alcobaça já terá colocado de parte a hipótese de autorizar a construção de habitações familiares naquele local, uma vez que o Plano de Pormenor da Marginal de S. Martinho do Porto prevê, nomeadamente, uma vasta área de espaços verdes, o que não seria economicamente viável com a construção de blocos de apartamentos.
Carlos Bonifácio, vice-presidente da Câmara Municipal de Alcobaça, garante, para já, que «qualquer decisão será sempre tomada depois de se auscultar a Junta de Freguesia de São Martinho do Porto, proprietária dos terrenos».
A deslocalização do campismo vai obrigar a Junta de Freguesia de S. Martinho do Porto, presidida pelo social-democrata Antunes Pereira, a indemnizar os campistas por estes terem adquirido parcelas de terreno no parque.
A Junta de Freguesia tem afirmado que precisa de manter um Parque de Campismo na vila para a realização de verbas próprias, que lhe dão maior autonomia financeira face à Câmara Municipal, e para dar resposta às centenas de pessoas que continuam a optar por este tipo de alojamento
In Rádio Cister
domingo, 11 de janeiro de 2009
Vista Aérea de Alcobaça
Eis uma fotografia que eu próprio tirei no passado dia 20 de Dezembro no meu regresso a Portugal a bordo do avião da Air France.
A qualidade não é a melhor devido ao facto de o vidro do avião apresentar várias manchas.
A qualidade não é a melhor devido ao facto de o vidro do avião apresentar várias manchas.
Cine-Teatro de Alcobaça - Madredeus & A Banda Cósmica
NOVO HORÁRIO DA BILHETEIRA:
TERÇA A SEXTA > 13H30 às 18H
SÁBADO,DOMINGO E FERIADOS > 15H às 18H
DOMINGO E SEGUNDA (EM DIAS DE CINEMA)> 20H às 22H
TELEFONE / RESERVAS: 262 580 890 | Ext. 5000
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Madredeus & A Banda Cósmica
Quando Teresa Salgueiro deixou os Madredeus, houve quem falasse no fim. Mas um projecto como este não podia terminar. Com nova formação e novo nome, abre-se um novo capítulo. Madredeus & A Banda Cósmica dão-se a conhecer ao Cine-Teatro de Alcobaça, dia 23 de Janeiro.
Em exibição vai estar "Metafonia", um duplo álbum que faz a ponte com a história da banda através da reinterpretação de temas antigos, ao mesmo tempo que lança canções inéditas.
Teresa Salgueiro, José Peixoto e Fernando Júdice saíram em 2007. Mas ficou a mestria de Pedro Ayres de Magalhães e Carlos Maria Trindade, que quiseram "inventar uma nova concepção de música cantada em português para grandes espectáculos, inspirada na tradição das suas próprias composições e nos arranjos da música popular da Europa, da África Ocidental e do Brasil".
Resolveram fazer audições para encontrar uma voz à altura. Encontraram duas: Mariana Abrunheiro e Rita Damásio. Aproveitaram o momento para renovar também a composição instrumental, abrindo as portas a Ana Isabel Dias (harpa), Sérgio Zurawski (guitarra eléctrica), Gustavo Roriz (guitarra baixo), Ruca Rebordão (percussão), Babi Bergamini (bateria) e Jorge Varrecoso (violino).
In Público
Milhares Festejaram o Novo Ano na Nazaré e Em S. Martinho
Não houve frio nem chuva que detivesse as largas dezenas de milhar de pessoas de passarem de ano nos areais da praias da Nazaré e de S. Martinho do Porto.
(...)
Já em S. Martinho do Porto, a organização da passagem de ano, a cargo da Associação Humanitária dos Bombeiros locais, estima que tenham estado entre 15 a 20 mil pessoas. Por isso, Joaquim Clérigo não hesita em fazer um "balanço muito positivo" da primeira iniciativa do género na "Concha Azul". "Só tenho pena que a Junta de Freguesia e a Câmara de Alcobaça não tenham apoiado este evento", disse.
Também aqui houve música e um dos momentos destacados pelo organizador foi o "belíssimo fogo de artifício que teve a baía como cenário".
As contas ainda não foram feitas, até porque prossegue na vila um peditório aos comerciantes e proprietários de espaços de diversão, mas a direcção da associação já decidiu em reunião organizar a passagem de ano 2009/2010. "Agora vamos marcar reuniões com as diversas entidades para tentar arranjar mais apoios para a próxima passagem de ano", acrescenta o comandante. Recorde-se que a passagem de ano em S. Martinho do Porto tinha como objectivo angariar fundos para os bombeiros locais.
In Gazeta das Caldas
(...)
Já em S. Martinho do Porto, a organização da passagem de ano, a cargo da Associação Humanitária dos Bombeiros locais, estima que tenham estado entre 15 a 20 mil pessoas. Por isso, Joaquim Clérigo não hesita em fazer um "balanço muito positivo" da primeira iniciativa do género na "Concha Azul". "Só tenho pena que a Junta de Freguesia e a Câmara de Alcobaça não tenham apoiado este evento", disse.
Também aqui houve música e um dos momentos destacados pelo organizador foi o "belíssimo fogo de artifício que teve a baía como cenário".
As contas ainda não foram feitas, até porque prossegue na vila um peditório aos comerciantes e proprietários de espaços de diversão, mas a direcção da associação já decidiu em reunião organizar a passagem de ano 2009/2010. "Agora vamos marcar reuniões com as diversas entidades para tentar arranjar mais apoios para a próxima passagem de ano", acrescenta o comandante. Recorde-se que a passagem de ano em S. Martinho do Porto tinha como objectivo angariar fundos para os bombeiros locais.
In Gazeta das Caldas
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
CDU Defende Promoção da Pedra
A CDU defende uma maior promoção de Alcobaça como região produtora de pedra.
A opinião do vereador Rogério Raimundo foi expressa em reunião de Câmara, depois do executivo de discutido sobre vários pedidos de licenciamento de exploração de pedra para as zonas de Ataíja de Cima e Ataíja de Baixo.
Tal como a Maçã ou o Mosteiro de Santa Maria, também a pedra deveria ser alvo de promoção por parte de Alcobaça, defende o vereador da CDU.
In Rádio Cister
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A pedra de Alcobaça é conhecida pela sua beleza e qualidade e merece um grande investimento na sua promoção. É incrível como vemos em certos países emergentes, na Ásia, o mármore Italiano com tão grande destaque e do nosso, que não fica atrás nem se ouve falar... São grandes mercados, onde os outros chegam e nós não.
Os nossos empresários também têm alguma culpa como todos também estamos ao corrente.
A opinião do vereador Rogério Raimundo foi expressa em reunião de Câmara, depois do executivo de discutido sobre vários pedidos de licenciamento de exploração de pedra para as zonas de Ataíja de Cima e Ataíja de Baixo.
Tal como a Maçã ou o Mosteiro de Santa Maria, também a pedra deveria ser alvo de promoção por parte de Alcobaça, defende o vereador da CDU.
In Rádio Cister
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A pedra de Alcobaça é conhecida pela sua beleza e qualidade e merece um grande investimento na sua promoção. É incrível como vemos em certos países emergentes, na Ásia, o mármore Italiano com tão grande destaque e do nosso, que não fica atrás nem se ouve falar... São grandes mercados, onde os outros chegam e nós não.
Os nossos empresários também têm alguma culpa como todos também estamos ao corrente.
Requalificação da R. Dr. Zagalo "Deixa Cair a Pedra"
A requalificação da Rua Dr. Francisco Zagalo, a última fase das obras na envolvente ao Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça, arranca em Janeiro. O piso não será em pedra por razões de segurança rodoviária.
A Câmara Municipal pediu ao autor da Requalificação Urbana, o arquitecto Gonçalo Byrne, que alterasse o projecto inicial que previa a pavimentação da via em pedra, a exemplo do que foi feito na Praça 25 de Abril. A inclinação da rua e a fraca aderência do material quando chove são as razões apontadas.
Os materiais a utilizar na requalificação da Rua Dr. Zagalo, que liga a sede do concelho ao Casal Pereiro, já foram escolhidos com o empreiteiro da obra e, por isso, o vereador das obras municipais, Hermínio Rodrigues, acredita que a intervenção possa, finalmente, começar em Janeiro.
A pressionar a Câmara Municipal de Alcobaça a uma rápida solução para o caso estão os prazos de utilização dos fundos comunitários, que financiam grande parte desta intervenção. É que os 350 mil euros, destinados a esta intervenção, terão de ser gastos até Março caso contrário Alcobaça deixará de poder contar com esse montante.
Ainda por definir está a postura do trânsito após a intervenção. Continua, contudo, em aberto a possibilidade da Rua Francisco Zagalo passar a ter um único sentido de trânsito
In Rádio Cister
A Câmara Municipal pediu ao autor da Requalificação Urbana, o arquitecto Gonçalo Byrne, que alterasse o projecto inicial que previa a pavimentação da via em pedra, a exemplo do que foi feito na Praça 25 de Abril. A inclinação da rua e a fraca aderência do material quando chove são as razões apontadas.
Os materiais a utilizar na requalificação da Rua Dr. Zagalo, que liga a sede do concelho ao Casal Pereiro, já foram escolhidos com o empreiteiro da obra e, por isso, o vereador das obras municipais, Hermínio Rodrigues, acredita que a intervenção possa, finalmente, começar em Janeiro.
A pressionar a Câmara Municipal de Alcobaça a uma rápida solução para o caso estão os prazos de utilização dos fundos comunitários, que financiam grande parte desta intervenção. É que os 350 mil euros, destinados a esta intervenção, terão de ser gastos até Março caso contrário Alcobaça deixará de poder contar com esse montante.
Ainda por definir está a postura do trânsito após a intervenção. Continua, contudo, em aberto a possibilidade da Rua Francisco Zagalo passar a ter um único sentido de trânsito
In Rádio Cister
Novo Blogue Alcobacense
Soube através do Nas Faldas da Serra da existência de um novo blogue Alcobacense, "Os Melros". Um blogue da autoria do meu grande amigo António Matos, de Felisberto Matos e Ninguém(?!), que promete enriquecer grandemente a blogosfera Alcobacense.
Bem-vindos a este fantástico mundo!
http://o-melro.blogspot.com/
Bem-vindos a este fantástico mundo!
http://o-melro.blogspot.com/
domingo, 4 de janeiro de 2009
S.A.Marionetas de Alcobaça Encerra Balanço de 2008 Como o Melhor Ano de Sempre
226 espectáculos em 53 localidades de Portugal e do estrangeiro
A companhia S.A.Marionetas existe como estrutura profissional desde 1997, tendo desde o início como objectivo "conseguir criar uma estrutura profissional de teatro de marionetas sustentável fora dos grandes certos urbanos", ideia que continua a motivar os actores para continuar a trabalhar. Mesmo sem grandes apoios institucionais, o grupo sublinha que tem o maior apoio do mundo, que é o do público, e dos promotores que acreditam no seu projecto. Este ano foi sem dúvida o melhor até hoje da história da S.A.Marionetas de Alcobaça: durante o ano de 2008, apresentou 226 espectáculos de 9 produções que têm em itinerância, em 53 localidades em Portugal e no estrangeiro, vistos por 26.673 espectadores, sendo realizadas 3 novas produções.
[Ler mais, no Tinta Fresca]
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Muitos Parabéns à companhia S.A. Marionetas. Um justo reconhecimento para o fantástico trabalho que tem vindo a ser realizado. Continuem!
A companhia S.A.Marionetas existe como estrutura profissional desde 1997, tendo desde o início como objectivo "conseguir criar uma estrutura profissional de teatro de marionetas sustentável fora dos grandes certos urbanos", ideia que continua a motivar os actores para continuar a trabalhar. Mesmo sem grandes apoios institucionais, o grupo sublinha que tem o maior apoio do mundo, que é o do público, e dos promotores que acreditam no seu projecto. Este ano foi sem dúvida o melhor até hoje da história da S.A.Marionetas de Alcobaça: durante o ano de 2008, apresentou 226 espectáculos de 9 produções que têm em itinerância, em 53 localidades em Portugal e no estrangeiro, vistos por 26.673 espectadores, sendo realizadas 3 novas produções.
[Ler mais, no Tinta Fresca]
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Muitos Parabéns à companhia S.A. Marionetas. Um justo reconhecimento para o fantástico trabalho que tem vindo a ser realizado. Continuem!
Sociedade Portuguesa de Estudo das Aves Faz Contagem de Pássaros na Nazaré e Alcobaça
A Sociedade Portuguesa de Estudo das Aves promove, nos dias 3 e 10 de Janeiro, uma contagem de pássaros na região da Nazaré. No sábado, 3, esta iniciativa percorrerá uma área entre o Bárrio e a Cela, passando por Famalicão, pelas Serras da Pescaria e dos Mangues, S. Martinho do Porto e Alfeizerão. No dia 10, o percurso abrangerá a zona da antiga margem norte da Lagoa da Pederneira, incluindo o Pinhal dos Frades, até S. Gião. Os percursos terão início pelas 9 horas e terminarão por volta das 16.30 horas.Nesta actividade, será feita a contagem de todas as Aves Não Passeriformes encontradas no caminho, assim como de corvídeos e de picanços (aves passeriformes de médio e grande porte).
[Ler mais, no Tinta Fresca]
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Região de Cister Apresenta Nova Imagem Gráfica e Sítio na Internet
O jornal Região de Cister apresentou recentemente uma nova imagem gráfica, uma vez que o desenho gráfico anterior contava já com mais de uma década e, segundo os seus responsáveis, apesar de algumas ligeiras alterações desde a sua criação há 15 anos, necessitava de um refrescamento. Outra novidade é o lançamento de uma edição on-line, onde actualmente está toda a edição semanal, embora, segundo o jornalista Joaquim Paulo, a disponibilização da edição em papel no "site" tenha carácter temporário. De qualquer modo, pelos dados que a direcção dispõe, o leitor-tipo prefere ver o jornal em papel. "A edição electrónica serve para chegarmos a novos públicos e, também, para os nossos emigrantes", justifica.[Ler mais, no Tinta Fresca]
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Muitos Parabéns ao Semanário Região de Cister pelo grande passo dado e que vai de encontro ao futuro dos media. Todos os leitores agradecem em especial os que se encontram fora de Alcobaça.
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
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