O presidente da Câmara Municipal de Alcobaça (CMA) vai encontrar-se esta semana como o presidente do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico (IGESPAR) para lhe apresentar a sua proposta de "ocupação e fruição do Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça".
Gonçalves Sapinho afirma que há «uma convergência bastante grande» com Elísio Summavielle, nomeadamente sobre as «grandes questões» que envolvem o Mosteiro e, por isso, espera que este encontro sirva para «limar algumas arestas».
O presidente do IGESPAR já se pronunciou, publicamente, sobre algumas soluções que têm vindo a ser apontadas para a futura fruição do Monumento e classificou a ideia de instalar no Mosteiro um Museu «como improvável por não haver espólio suficiente».
Em reacção, o presidente da Câmara Municipal de Alcobaça já esclareceu que a instalação de um Museu no Mosteiro é uma ideia defendida pelo vereador do PS, Daniel Adrião, e não por si. O autarca remete, ainda, para o texto que leu à comunicação social, sobre o futuro do monumento, onde defende que os museus devem estar espalhados pela cidade, sob pena de as visitas a Alcobaça «começarem e acabarem dentro do Mosteiro».
O director do IGESPAR, Elísio Summavielle, adiantou, ainda, que já recebeu duas propostas de instalação de um hotel no Mosteiro. Gonçalves Sapinho afirma conhecer apenas uma, que classifica como «grande demais para a realidade de Alcobaça».
Quanto à promoção turística, a autarquia está, neste momento, a trabalhar a Rota de Cister, estando já marcada uma reunião em Alcobaça no mês de Fevereiro com o intuito de desenvolver um projecto que se poderá complementar com a Rota do Património Mundial, responsabilidade do Turismo de Portugal e Ministério da Cultura.
In Rádio Cister
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Oeste Turístico Bem Cotado
Tomaram posse em Óbidos os órgãos directivos do Pólo de Turismo do Oeste, tendo como presidente António Carneiro. "É um pólo que ganhou essa figura jurídica e essa legitimidade face à dimensão dos investimentos que estão em curso", manifestou.
A cerimónia contou com a presença do secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade, que elogiou o Oeste. "Enquanto nova centralidade turística, é uma prioridade do Governo", sublinhou.
O presidente da assembleia geral, Carlos Lourenço, deixou o repto de se alargar a base territorial para se criar um "pólo competitivo", integrando os concelhos de Alcobaça e Nazaré.
In Oeste Online
A cerimónia contou com a presença do secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade, que elogiou o Oeste. "Enquanto nova centralidade turística, é uma prioridade do Governo", sublinhou.
O presidente da assembleia geral, Carlos Lourenço, deixou o repto de se alargar a base territorial para se criar um "pólo competitivo", integrando os concelhos de Alcobaça e Nazaré.
In Oeste Online
Museu do Vinho Sob Alçada da Cultura
Os ministérios da Agricultura e da Cultura estão a discutir a passagem da tutela do Museu do Vinho, em Alcobaça, do primeiro para o segundo. A informação foi avançada por Gonçalves Sapinho, presidente daquela autarquia, à margem de uma conferência de emprego realizada no passado dia 12.
"Espero que se entendam", afirmou o edil, que vê assim concretizar-se uma hipótese que Jaime Silva tinha deixado em aberto em 2007, numa visita que fez ao Museu e onde garantiu que este era para manter de portas abertas. Esta é, de resto, uma das condições impostas pelo autarca para que a Câmara acolha o Museu, cujo encerramento veio acelerar ainda mais uma deterioração que era já evidente.
Outras exigências são a realização de obras, a definição inequívoca de que o Museu é nacional e a sua integração na Rede Portuguesa de Museus. "Só assim aceito a chave", garante Sapinho.
In Oeste Online
"Espero que se entendam", afirmou o edil, que vê assim concretizar-se uma hipótese que Jaime Silva tinha deixado em aberto em 2007, numa visita que fez ao Museu e onde garantiu que este era para manter de portas abertas. Esta é, de resto, uma das condições impostas pelo autarca para que a Câmara acolha o Museu, cujo encerramento veio acelerar ainda mais uma deterioração que era já evidente.
Outras exigências são a realização de obras, a definição inequívoca de que o Museu é nacional e a sua integração na Rede Portuguesa de Museus. "Só assim aceito a chave", garante Sapinho.
In Oeste Online
sábado, 24 de janeiro de 2009
Perigos da Internet em Debate na ESDICA
Os perigos da internet estiveram em debate na Escola Secundária Dona Inês de Castro, em Alcobaça.
Camilo Oliveira, Inspector-Chefe da Polícia Judiciária de Leiria, convidado do Conselho Executivo da Escola para esta Palestra, alertou e aconselhou os pais e professores sobre os riscos que a rede poderá trazer a crianças e adolescentes, nomeadamente ao nível dos «predadores sexuais».
Um estudo europeu refere que 50 por cento das crianças já foram aliciadas através da internet e que 15% chegou mesmo a marcar encontros com adultos através da rede.
In Rádio Cister
--
Uma questão muito pertinente com uma iniciativa que é de louvar. Parabéns!
Camilo Oliveira, Inspector-Chefe da Polícia Judiciária de Leiria, convidado do Conselho Executivo da Escola para esta Palestra, alertou e aconselhou os pais e professores sobre os riscos que a rede poderá trazer a crianças e adolescentes, nomeadamente ao nível dos «predadores sexuais».
Um estudo europeu refere que 50 por cento das crianças já foram aliciadas através da internet e que 15% chegou mesmo a marcar encontros com adultos através da rede.
In Rádio Cister
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Uma questão muito pertinente com uma iniciativa que é de louvar. Parabéns!
Encontros com as Invasões Francesas
Armazém das Artes - Fundação Cultural
Inauguração dia 31 de Janeiro

Às 16h terá lugar, no Auditório da Fundação, a conferência:
"As Invasões Francesas na Beira - suas consequências económico-sociais"
pelo Prof. Dr. João Nunes de Oliveira (Universidade de Coimbra)
O Armazém das Artes - Fundação Cultural, achou por bem assinalar os 200 anos passados sobre as Invasões Francesas, com uma exposição que mostra alguns vestígios da sua passagem por Alcobaça, dos quais o mais significativo foi, sem dúvida, o arrombamento dos túmulos de D. Pedro e de D. Inês, seguido de saque do espólio mortuário dos protagonistas do mais célebre drama amoroso da História de Portugal.
Mais Informação
Inauguração dia 31 de Janeiro

Às 16h terá lugar, no Auditório da Fundação, a conferência:
"As Invasões Francesas na Beira - suas consequências económico-sociais"
pelo Prof. Dr. João Nunes de Oliveira (Universidade de Coimbra)
O Armazém das Artes - Fundação Cultural, achou por bem assinalar os 200 anos passados sobre as Invasões Francesas, com uma exposição que mostra alguns vestígios da sua passagem por Alcobaça, dos quais o mais significativo foi, sem dúvida, o arrombamento dos túmulos de D. Pedro e de D. Inês, seguido de saque do espólio mortuário dos protagonistas do mais célebre drama amoroso da História de Portugal.
Mais Informação
20ª Emissão do Programa "Um Olhar Sobre a Semana"
Este Domingo, entre as 12 e as 13 horas na Rádio Cister
"Um Olhar Sobre a Semana", um espaço semanal do Departamento de Informação da Rádio Cister que tem como objectivo a reflexão e o comentário sobre as notícias que marcam os nossos dias, ao nível local, regional e nacional (sem deixar o internacional de fora...). Um Olhar Sobre a Semana é um programa editado, apresentado e moderado por José Alberto Vasco, tendo como comentadores residentes José António Canha, José Costa e Sousa e Valdemar Rodrigues.
Temas da 20ª Emissão
1. - Os presidentes das federações de futebol de Portugal e de Espanha anunciaram esta semana que os dois países vão apresentar uma candidatura conjunta para a realização da fase final do Campeonato do Mundo de Futebol de 2018. Numa época em que atravessamos uma crise económica tão profunda e tão difícil de superar, será essa uma candidatura sensata e ajuizada para o nosso país? É esse o género de investimento que nos vai ajudar a ultrapassar os graves problemas com que nos defrontamos?
2. - Neste primeiro mês de um ano com eleições autárquicas em Portugal, o meio político alcobacense tem sido ultimamente agitado por rumores de que se estaria a preparar e a ganhar força uma candidatura independente para concorrer à Junta de Freguesia de Alcobaça... Será politicamente viável uma candidatura desse género dentro do actual quadro administrativo?
--
Opinião Pessoal
1. - Campeonato do Mundo de Futebol de 2018
Em primeiro lugar creio que é bom não esquecer que estamos a falar de um evento para 2018 e a confundir com uma crise que se está a passar em 2009. Faltam 9 anos e mal de nós se continuarmos na mesma situação nessa altura. Depois, trata-se de uma candidatura conjunta, com investimentos repartidos e onde não vai haver necessidade de construção de quaisqer infra-estruturas desportivas. Não podemos comparar com a organização do Euro 2004 e com os erros cometidos na altura. Creio que se aprendeu alguma coisa... Também não podemos esperar e assumir que esta candidatura é feita para nos ajudar a ultrapassar quaisquer problemas económicos que possamos estar a enfrentar. A organização de um evento deste tipo é um investimento sim, mas cujos resultados não são mesuráveis em termos quantitativos. Não conseguiremos determinar que vantagens reais existiram e se houve ou não retorno do investimento.
Este tipo de eventos trazem várias vantagens, muitas de curto prazo, mas a grande maioria são de longa duração e prendem-se com a imagem, com a dimensão e destaque que o país assume no estrangeiro. Trata-se da afirmação e do mostrar ao mundo que estamos cá, que somos bons, modernos e organizados e um bom destino quer para negócios quer para turismo. Vejamos o exemplo de Espanha e do impacto que os Jogos Olímpicos e a Expo92 tiveram na credibilidade dos nossos vizinhos e na admiração que lhes foi reservada. Nunca mais foram os mesmos! Em Espanha há um grande investimento na imagem do país e é por isso que dedicam tanto a estas organizações. Preparam-se para a candidatura a mais uns Jogos Olímpicos em Madrid e mais um Campeonato do Mundo de Futebol.
E Espanha também atravessa a mesma crise que nós e talvez até com mais receios. Os indicadores económicos antevêm um momento difícil para nuestros hermanos.
Outra das vantagens que para mim é talvez a mais importante prende-se com a moralização, motivação e voltar a fazer com que os portugueses voltem a acreditar no nosso país. Este factor é indispensável para o nosso crescimento, pois com falta de confiança não se vai a lado nenhum. O orgulho com que nos enchemos aquando da Expo98 foi extremamente benéfico para o país e foi precisamente nessa altura que se registou um grande crescimento económico. A excelente organização do Euro, contra muitas das expectativas também nos fez voltar a acreditar. Em Portugal faz-se, e muito bem. Só temos de acreditar e seguir em frente!
2. - Candidatura Independente Para a Junta de Freguesia de Alcobaça
Esta é uma questão que pode ter duas interpretações. Uma, a de que há gente com vontade de mudar e melhorar as coisas, outra, a de que o meio político e em especial nas juntas de freguesia continua a ser um meio banal. Estamos a falar da Junta de Freguesia de uma cidade importante, com um monumento património mundial e onde há grandes responsabilidades. É por isso que devemos ser exigentes, de confiar o nosso destino e os nossos fundos a pessoas competentes, com formação e visão. Alguém com provas dadas e que seja realmente uma grande mais-valia.
"Um Olhar Sobre a Semana", um espaço semanal do Departamento de Informação da Rádio Cister que tem como objectivo a reflexão e o comentário sobre as notícias que marcam os nossos dias, ao nível local, regional e nacional (sem deixar o internacional de fora...). Um Olhar Sobre a Semana é um programa editado, apresentado e moderado por José Alberto Vasco, tendo como comentadores residentes José António Canha, José Costa e Sousa e Valdemar Rodrigues.
Temas da 20ª Emissão
1. - Os presidentes das federações de futebol de Portugal e de Espanha anunciaram esta semana que os dois países vão apresentar uma candidatura conjunta para a realização da fase final do Campeonato do Mundo de Futebol de 2018. Numa época em que atravessamos uma crise económica tão profunda e tão difícil de superar, será essa uma candidatura sensata e ajuizada para o nosso país? É esse o género de investimento que nos vai ajudar a ultrapassar os graves problemas com que nos defrontamos?
2. - Neste primeiro mês de um ano com eleições autárquicas em Portugal, o meio político alcobacense tem sido ultimamente agitado por rumores de que se estaria a preparar e a ganhar força uma candidatura independente para concorrer à Junta de Freguesia de Alcobaça... Será politicamente viável uma candidatura desse género dentro do actual quadro administrativo?
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Opinião Pessoal
1. - Campeonato do Mundo de Futebol de 2018
Em primeiro lugar creio que é bom não esquecer que estamos a falar de um evento para 2018 e a confundir com uma crise que se está a passar em 2009. Faltam 9 anos e mal de nós se continuarmos na mesma situação nessa altura. Depois, trata-se de uma candidatura conjunta, com investimentos repartidos e onde não vai haver necessidade de construção de quaisqer infra-estruturas desportivas. Não podemos comparar com a organização do Euro 2004 e com os erros cometidos na altura. Creio que se aprendeu alguma coisa... Também não podemos esperar e assumir que esta candidatura é feita para nos ajudar a ultrapassar quaisquer problemas económicos que possamos estar a enfrentar. A organização de um evento deste tipo é um investimento sim, mas cujos resultados não são mesuráveis em termos quantitativos. Não conseguiremos determinar que vantagens reais existiram e se houve ou não retorno do investimento.
Este tipo de eventos trazem várias vantagens, muitas de curto prazo, mas a grande maioria são de longa duração e prendem-se com a imagem, com a dimensão e destaque que o país assume no estrangeiro. Trata-se da afirmação e do mostrar ao mundo que estamos cá, que somos bons, modernos e organizados e um bom destino quer para negócios quer para turismo. Vejamos o exemplo de Espanha e do impacto que os Jogos Olímpicos e a Expo92 tiveram na credibilidade dos nossos vizinhos e na admiração que lhes foi reservada. Nunca mais foram os mesmos! Em Espanha há um grande investimento na imagem do país e é por isso que dedicam tanto a estas organizações. Preparam-se para a candidatura a mais uns Jogos Olímpicos em Madrid e mais um Campeonato do Mundo de Futebol.
E Espanha também atravessa a mesma crise que nós e talvez até com mais receios. Os indicadores económicos antevêm um momento difícil para nuestros hermanos.
Outra das vantagens que para mim é talvez a mais importante prende-se com a moralização, motivação e voltar a fazer com que os portugueses voltem a acreditar no nosso país. Este factor é indispensável para o nosso crescimento, pois com falta de confiança não se vai a lado nenhum. O orgulho com que nos enchemos aquando da Expo98 foi extremamente benéfico para o país e foi precisamente nessa altura que se registou um grande crescimento económico. A excelente organização do Euro, contra muitas das expectativas também nos fez voltar a acreditar. Em Portugal faz-se, e muito bem. Só temos de acreditar e seguir em frente!
2. - Candidatura Independente Para a Junta de Freguesia de Alcobaça
Esta é uma questão que pode ter duas interpretações. Uma, a de que há gente com vontade de mudar e melhorar as coisas, outra, a de que o meio político e em especial nas juntas de freguesia continua a ser um meio banal. Estamos a falar da Junta de Freguesia de uma cidade importante, com um monumento património mundial e onde há grandes responsabilidades. É por isso que devemos ser exigentes, de confiar o nosso destino e os nossos fundos a pessoas competentes, com formação e visão. Alguém com provas dadas e que seja realmente uma grande mais-valia.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
"AMÁLIA: A DIVA DO FADO" | No cinema de Janeiro a Julho |Cine- Teatro de Alcobaça
O Cine-Teatro de Alcobaça recebe no primeiro semestre de 2009, um ciclo de filmes dedicado a Amália, a Diva do Fado. O ciclo foi pensado essencialmente para o público sénior do Concelho, mas estará aberto também à população em geral.

Mais Informação / Filmes em Exibição
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 843/61

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sábado, 17 de janeiro de 2009
"Cartofilia - Coleccionismo & Memória"
Em Exposição De 12 a 30 de Janeiro na Biblioteca Municipal de Alcobaça
Trata-se de uma exposição de postais ilustrados de Fernando Maurício, natural da vila da Benedita. Um cidadão dedicado à preservação do património histórico local, e que revela nesta mostra aspectos fascinantes e ainda pouco conhecidos como é o caso do coleccionismo de postais - a cartofilia.
O interesse do autor teve início em 1966, uma influência herdada pelo seu tio padre, que estudou em Roma uma colecção de cartões postais sobre arte sacra. Esta exposição apresenta 116 postais, organizados e catalogados por: concelhos, temas, postais simples e máximos, estrangeiros, ilustrados à pena, a guache e a óleo. Da classificação temática destacam-se: actores portugueses, aves, aviões, azulejos, brasões, calçada portuguesa, cinema, comboios, estações de caminho de ferro, janelas e portas, navios, pelourinhos, poesia; tauromaquia e trajes.
A colecção de Fernando Maurício inclui postais ilustrados por artistas como Anjos Teixeira, Júlio Resende, Stuart Carvalhais, Bordalo Pinheiro, Roque Gameiro, Carlos Botelho e outros.
Via Maria Maurício / RRaimundo
Trata-se de uma exposição de postais ilustrados de Fernando Maurício, natural da vila da Benedita. Um cidadão dedicado à preservação do património histórico local, e que revela nesta mostra aspectos fascinantes e ainda pouco conhecidos como é o caso do coleccionismo de postais - a cartofilia.
O interesse do autor teve início em 1966, uma influência herdada pelo seu tio padre, que estudou em Roma uma colecção de cartões postais sobre arte sacra. Esta exposição apresenta 116 postais, organizados e catalogados por: concelhos, temas, postais simples e máximos, estrangeiros, ilustrados à pena, a guache e a óleo. Da classificação temática destacam-se: actores portugueses, aves, aviões, azulejos, brasões, calçada portuguesa, cinema, comboios, estações de caminho de ferro, janelas e portas, navios, pelourinhos, poesia; tauromaquia e trajes.
A colecção de Fernando Maurício inclui postais ilustrados por artistas como Anjos Teixeira, Júlio Resende, Stuart Carvalhais, Bordalo Pinheiro, Roque Gameiro, Carlos Botelho e outros.
Via Maria Maurício / RRaimundo
Sábado em Altas no Maria's
SÁBADO 17 - DJ CELSO A - NUMA NOITE DE MÚSICA DE ANOS 80
Uma noite que promete e que será em grande na companhia da boa música dos anos 80 e do DJ Celso.
Mais uma boa razão para ficar em Alcobaça este fim-de-semana!
MARIA´S.... NOITE DE CHARME
Mais uma boa razão para ficar em Alcobaça este fim-de-semana!
MARIA´S.... NOITE DE CHARME
Há Mais Vida
A economia tem uma forte componente psicológica. Investimentos e operações na Bolsa dependem frequentemente do "feeling", mais do que da análise ponderada. Na decisão económica a futurologia joga um papel considerável. Um negócio pode prosperar ou afundar-se em função de acontecimentos que estão para vir. Prevê-los é crucial, mesmo se todos sabem que isso é impossível.
A economia vai-se assim envolvendo de uma crescente subjectividade e irracionalidade. Em que estados mentais, tendências sociais, factos, media, previsões avulsas e muito charlatanismo se misturam num caldo alucinante.
Neste contexto o actual discurso sobre a crise tornou-se num elemento central da crise. Mais do que os factos reais que estiveram na sua origem e respectivas consequências, é o repetido anúncio da hecatombe iminente que aprofunda a crise económica. Se toda a gente diz que isto está mal e ainda vai piorar, quem se atreve a fazer investimentos, desenvolver a sua actividade ou simplesmente gastar dinheiro nalgumas compras?
Acontece que o nosso sistema político, onde só o governo é positivo e todas as oposições são negativas, favorece a depressão geral. A oposição que exibe uma enorme satisfação com as más notícias, não mostra por outro lado a mínima capacidade de apresentar soluções e alternativas mobilizadoras. Fica-se pelo quanto pior melhor e pelo alarmismo. A que se acresce o papel dos media onde, como se sabe, só a má notícia é uma boa notícia.
Temos assim Portugal tolhido pelo pavor do futuro, incapaz de reagir a uma crise que em boa verdade não tem muito de extraordinário. Uma guerra seria pior, o fascismo foi pior e nas nossas vidas democráticas já vimos este país estar de tanga e eufórico, falido e entusiasta. Esta crise não é nada.
Uma mulher que por estes dias apareceu na televisão, a propósito do mau tempo, quando questionada pela jornalista sobre a tremenda calamidade que vivia pois a sua aldeia estava bloqueada pela neve, respondeu: tenho couves, tenho batatas, tenho feijões, tenho tudo.
Não será o melhor exemplo de criatividade e inovação, ainda menos para quem, como eu, não tem particular apreço pelo campo e acha que só as cidades são o lugar da civilização. Mas há que admirar a atitude positiva face a tanto frenesim catastrófico que devia servir de exemplo a tanto político e comentador.
A crise pode certamente ser minimizada acudindo aos bancos para restaurar a confiança, injectando dinheiro na economia com obras públicas, lançando programas de estímulo económico, mas muito mais determinante será inverter a actual onda de negativismo. Desde logo começando a olhar para este momento como uma oportunidade e um estímulo à mudança.
E Portugal precisa mesmo de mudar muita coisa. Nos comportamentos sobretudo. Há pouca ousadia, falta ambição, predomina o formalismo, impera a reverência e forte hierarquização nas relações. A avaliação social, entre os pares e na comunidade, é uma constante cada vez mais exigente. Não basta parecer, é preciso mesmo ser. Aqueles que se encostam ao que aprenderam ou ao que conjunturalmente conquistaram arriscam-se a cair na ignorância ou no desemprego.
Já no plano das oportunidades Portugal tem muitos entraves mas tem também algumas vantagens. Ser pequeno é uma delas, já que um ligeiro desenvolvimento tem enorme impacte geral. Alimentar dez milhões é muito mais fácil do que, por exemplo, os 185 milhões do Brasil. Por outro lado, o estarmos integrados na Europa representa uma enorme vantagem quer para a solução dos problemas, que são globais e não locais, quer para a participação e abertura num espaço com uma população 50 vezes superior à nossa.
Outro aspecto positivo diz respeito à nossa sobriedade no campo das ideias. Os portugueses são sérios, para o mal e para o bem. Para o mal pelo excesso de formalismo, para o bem pelo rigor. É por isso que o nosso design e arquitectura têm uma qualidade tão elevada. Temos aí uma vantagem competitiva num mundo que atravessou quase três décadas de predomínio da vulgaridade e do kitsch.
Enfim, a superação da crise começará quando se deixar de falar tanto da crise.
Leonel Moura
In Jornal de Negócios
A economia vai-se assim envolvendo de uma crescente subjectividade e irracionalidade. Em que estados mentais, tendências sociais, factos, media, previsões avulsas e muito charlatanismo se misturam num caldo alucinante.
Neste contexto o actual discurso sobre a crise tornou-se num elemento central da crise. Mais do que os factos reais que estiveram na sua origem e respectivas consequências, é o repetido anúncio da hecatombe iminente que aprofunda a crise económica. Se toda a gente diz que isto está mal e ainda vai piorar, quem se atreve a fazer investimentos, desenvolver a sua actividade ou simplesmente gastar dinheiro nalgumas compras?
Acontece que o nosso sistema político, onde só o governo é positivo e todas as oposições são negativas, favorece a depressão geral. A oposição que exibe uma enorme satisfação com as más notícias, não mostra por outro lado a mínima capacidade de apresentar soluções e alternativas mobilizadoras. Fica-se pelo quanto pior melhor e pelo alarmismo. A que se acresce o papel dos media onde, como se sabe, só a má notícia é uma boa notícia.
Temos assim Portugal tolhido pelo pavor do futuro, incapaz de reagir a uma crise que em boa verdade não tem muito de extraordinário. Uma guerra seria pior, o fascismo foi pior e nas nossas vidas democráticas já vimos este país estar de tanga e eufórico, falido e entusiasta. Esta crise não é nada.
Uma mulher que por estes dias apareceu na televisão, a propósito do mau tempo, quando questionada pela jornalista sobre a tremenda calamidade que vivia pois a sua aldeia estava bloqueada pela neve, respondeu: tenho couves, tenho batatas, tenho feijões, tenho tudo.
Não será o melhor exemplo de criatividade e inovação, ainda menos para quem, como eu, não tem particular apreço pelo campo e acha que só as cidades são o lugar da civilização. Mas há que admirar a atitude positiva face a tanto frenesim catastrófico que devia servir de exemplo a tanto político e comentador.
A crise pode certamente ser minimizada acudindo aos bancos para restaurar a confiança, injectando dinheiro na economia com obras públicas, lançando programas de estímulo económico, mas muito mais determinante será inverter a actual onda de negativismo. Desde logo começando a olhar para este momento como uma oportunidade e um estímulo à mudança.
E Portugal precisa mesmo de mudar muita coisa. Nos comportamentos sobretudo. Há pouca ousadia, falta ambição, predomina o formalismo, impera a reverência e forte hierarquização nas relações. A avaliação social, entre os pares e na comunidade, é uma constante cada vez mais exigente. Não basta parecer, é preciso mesmo ser. Aqueles que se encostam ao que aprenderam ou ao que conjunturalmente conquistaram arriscam-se a cair na ignorância ou no desemprego.
Já no plano das oportunidades Portugal tem muitos entraves mas tem também algumas vantagens. Ser pequeno é uma delas, já que um ligeiro desenvolvimento tem enorme impacte geral. Alimentar dez milhões é muito mais fácil do que, por exemplo, os 185 milhões do Brasil. Por outro lado, o estarmos integrados na Europa representa uma enorme vantagem quer para a solução dos problemas, que são globais e não locais, quer para a participação e abertura num espaço com uma população 50 vezes superior à nossa.
Outro aspecto positivo diz respeito à nossa sobriedade no campo das ideias. Os portugueses são sérios, para o mal e para o bem. Para o mal pelo excesso de formalismo, para o bem pelo rigor. É por isso que o nosso design e arquitectura têm uma qualidade tão elevada. Temos aí uma vantagem competitiva num mundo que atravessou quase três décadas de predomínio da vulgaridade e do kitsch.
Enfim, a superação da crise começará quando se deixar de falar tanto da crise.
Leonel Moura
In Jornal de Negócios
Alcobaça Já Tem Equipa de Intervenção Permanente
Foi recentemente constituída em Alcobaça uma Equipa de Intervenção Permanente (EIP). Sedeada no quartel dos bombeiros locais, esta equipa conta com cinco elementos, sempre operacionais e especialmente treinados para dar resposta a qualquer emergência, sobretudo combate a incêndios e socorro às populações em caso de acidentes e catástrofes.
A coesão, a colaboração e a prontidão são o mote desta equipa, uma ideia defendida nos distintivos usados pelos seus membros, obtidos das equipas de bombeiros já existentes. A área de actuação da EIP é a mesma do corpo de bombeiros em que se insere.
À Câmara de Alcobaça cabe o pagamento de metade dos vencimentos dos elementos da EIP, ficando a Autoridade Nacional de Protecção Civil responsável pelos restantes custos. As EIP foram criadas em 2007, destinadas aos concelhos com maior risco de incêndio, e o seu funcionamento e organização estão definidos numa portaria cujo incumprimento leva à suspensão dos pagamentos e financiamentos.
Para integrar uma EIP é obrigatório ter entre 20 e 40 anos de idade, possuir o 12º ano de escolaridade, ser bombeiro há pelo menos dois anos, ter carta de condução há pelo menos dois anos e possuir formação específica para a condução de veículos de emergência. Total disponibilidade é outro requisito para fazer parte destas equipas.
De acordo com as intenções anunciadas pela tutela em 2007, até ao final deste ano deverão estar constituídas 200 EIP no país, mobilizando mil soldados da paz.
In Gazeta das Caldas
A coesão, a colaboração e a prontidão são o mote desta equipa, uma ideia defendida nos distintivos usados pelos seus membros, obtidos das equipas de bombeiros já existentes. A área de actuação da EIP é a mesma do corpo de bombeiros em que se insere.
À Câmara de Alcobaça cabe o pagamento de metade dos vencimentos dos elementos da EIP, ficando a Autoridade Nacional de Protecção Civil responsável pelos restantes custos. As EIP foram criadas em 2007, destinadas aos concelhos com maior risco de incêndio, e o seu funcionamento e organização estão definidos numa portaria cujo incumprimento leva à suspensão dos pagamentos e financiamentos.
Para integrar uma EIP é obrigatório ter entre 20 e 40 anos de idade, possuir o 12º ano de escolaridade, ser bombeiro há pelo menos dois anos, ter carta de condução há pelo menos dois anos e possuir formação específica para a condução de veículos de emergência. Total disponibilidade é outro requisito para fazer parte destas equipas.
De acordo com as intenções anunciadas pela tutela em 2007, até ao final deste ano deverão estar constituídas 200 EIP no país, mobilizando mil soldados da paz.
In Gazeta das Caldas
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Tertúlia Café Portugal, em Alcobaça, Regressa no Próximo Sábado, Com os Cantores Carlos Alberto Moniz e Vitorino
No próximo sábado, 17 de Janeiro, vai realizar-se mais uma Tertúlia Café Portugal, em Alcobaça, no Café Portugal (Rua Alexandre Herculano). Desta vez estão convidados dois dos mais importantes músicos e compositores do panorama musical Português: Carlos Alberto Moniz e Vitorino . Além de excelentes amigos e bons conversadores, estes dois autores são artistas que marcaram de forma indelével o panorama musical português nas últimas três décadas. É pois, com enorme prazer que a Tertúlia Café Portugal tem o prazer de os trazer a Alcobaça para mais uma conversa temática, recordando que há, em Alcobaça, tradições musicais bastante arreigadas, nomeadamente através das bandas filarmónicas e dos ranchos folclóricos e mais recentemente da escola (academia) de música. Esta tertúlia será uma excelente oportunidade, para ouvir e conversar com dois dos autores/compositores, mais consagrados em Portugal fora da ribalta dos palcos. Conforme vem sendo habitual, essa tertúlia será moderada por António Delgado. É de ir!
In Nas Faldas da Serra
In Nas Faldas da Serra
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Presidente da C. M. de Alcobaça Apresenta Propostas de Reabilitação Para Mosteiros de Alcobaça e Cós
"REABILITAR O PATRIMÓNIO DA CONCELHO" FOI O REPTO LANÇADO POR GONÇALVES SAPINHO EM CONFERÊNCIA DE IMPRENSA
Durante a conferência de Imprensa que o Presidente da Câmara Municipal de Alcobaça realizou a 12 de Janeiro, no Cine-Teatro de Alcobaça, foram apresentadas propostas para a fruição dos Mosteiros de Santa Maria de Alcobaça e Cós. Gonçalves Sapinho iniciou a sua intervenção alertando para a necessidade urgente de combater o estado de degradação dos monumentos. Nesse sentido, o autarca apresentou algumas propostas para a reabilitação do património, nomeadamente:
MOSTEIRO DE ALCOBAÇA
. Criação de uma Fundação de Cister (proposta já apresentada na Assembleia da República em 1996 pelo Presidente da CMA em formato Projecto–Lei, no intuito de colocar o Mosteiro de Alcobaça na Agenda Política Nacional);
. Criação do Pólo Universitário de Coimbra e a Universidade de Verão - o Pólo teria o nome de Colégio Universitário Nossa Senhora da Conceição, restaurando assim o Colégio Nossa Senhora da Conceição (já havia funcionado desde 1648 até finais do 1.º Quartel do século XIX).);
. Criação do Centro de Estudos Medievais;
. Transferência de todos os serviços Municipais para o interior do Mosteiro;
. Hotelaria de Charme;
. Espaço para Auditório/Centro de Congressos - espaço para 700 lugares, palco, gabinetes entre outros para acolher eventos nacionais e internacionais;
. Criação de um Núcleo de Monges;
. Espaço de Diálogo de Civilizações;
. Área Museológica
MOSTEIRO DE CÓS
. Construção de uma unidade hoteleira em espaço rural;
O Presidente anunciou ainda que está planeado, para final do corrente mês ou início de Fevereiro, a realização de um Workshop, a ter lugar no Mosteiro, aberto à participação da sociedade, com a finalidade de recolher fortes contributos que possam ser o ponto de partida para a revitalização dos dois monumentos.
Mais Informação
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 843/61
Durante a conferência de Imprensa que o Presidente da Câmara Municipal de Alcobaça realizou a 12 de Janeiro, no Cine-Teatro de Alcobaça, foram apresentadas propostas para a fruição dos Mosteiros de Santa Maria de Alcobaça e Cós. Gonçalves Sapinho iniciou a sua intervenção alertando para a necessidade urgente de combater o estado de degradação dos monumentos. Nesse sentido, o autarca apresentou algumas propostas para a reabilitação do património, nomeadamente:
MOSTEIRO DE ALCOBAÇA
. Criação de uma Fundação de Cister (proposta já apresentada na Assembleia da República em 1996 pelo Presidente da CMA em formato Projecto–Lei, no intuito de colocar o Mosteiro de Alcobaça na Agenda Política Nacional);
. Criação do Pólo Universitário de Coimbra e a Universidade de Verão - o Pólo teria o nome de Colégio Universitário Nossa Senhora da Conceição, restaurando assim o Colégio Nossa Senhora da Conceição (já havia funcionado desde 1648 até finais do 1.º Quartel do século XIX).);
. Criação do Centro de Estudos Medievais;
. Transferência de todos os serviços Municipais para o interior do Mosteiro;
. Hotelaria de Charme;
. Espaço para Auditório/Centro de Congressos - espaço para 700 lugares, palco, gabinetes entre outros para acolher eventos nacionais e internacionais;
. Criação de um Núcleo de Monges;
. Espaço de Diálogo de Civilizações;
. Área Museológica
MOSTEIRO DE CÓS
. Construção de uma unidade hoteleira em espaço rural;
O Presidente anunciou ainda que está planeado, para final do corrente mês ou início de Fevereiro, a realização de um Workshop, a ter lugar no Mosteiro, aberto à participação da sociedade, com a finalidade de recolher fortes contributos que possam ser o ponto de partida para a revitalização dos dois monumentos.
Mais Informação
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CINE-TEATRO DE ALCOBAÇA // Nova Temporada

MADREDEUS E NOUVELLE VAGUE EM ALCOBAÇA
Estão já confirmados os primeiros espectáculos da temporada de 2009 do Cine-Teatro de Alcobaça.
Destacam-se dois concertos em exclusivo na região:
23 de Janeiro Sexta-feira Madredeus & A Banda Cósmica
8 de Fevereiro Domingo Nouvelle Vague
Depois do sucesso obtido no ano transacto com a introdução do conceito "Artista Residente", está já confirmado o nome para 2009: o consagrado tubista alcobacense Sérgio Carolino, cujo primeiro projecto é apresentado a 7 de Fevereiro.
Nos próximos dias será divulgada a programação completa do CTA referente aos meses de Janeiro a Abril.
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Município Aposta no Desporto Sénior Todo o Ano
Para retardar o aparecimento de sinais de diminuição de aptidão e de desempenho físico, consequências naturais do envelhecimento, o Município de Alcobaça decidiu prolongar, para todo o ano, a actividade "Desporto Sénior", dado o sucesso da mesma perante a população mais idosa.
Os resultados da análise demográfica mostram que o número de população idosa no Concelho está a aumentar, muito em parte devido à alteração de factores bio-psico-sociais, e esta uma forma de criar oportunidades para a prática desportiva, estimulando assim o público idoso a criar hábitos desportivos regulares, melhorando a sua qualidade de vida.

OBJECTIVOS
. Possibilitar à população sénior a oferta da prática desportiva frequente;
. Melhorar a qualidade de vida dos participantes;
. Promover o convívio entre os idosos;
. Ajudar os idosos a tornarem-se mais fortes e mais aptos para as suas actividades diárias;
. Promover o bem-estar psicológico;
. Abranger a população sénior de cada freguesia do concelho de Alcobaça.
NA PRÁTICA
A regularidade da actividade desportiva - exercício físico de manutenção - será de uma vez por semana em cada freguesia do Concelho. Cada aula terá a duração de 60 minutos e será dirigida por um técnico.
Calendário de actividades passa a ser em 2009:
. De 2 de Fevereiro a 26 de Junho
. De 1 de Setembro a 18 de Dezembro
Mais Informações
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
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Os resultados da análise demográfica mostram que o número de população idosa no Concelho está a aumentar, muito em parte devido à alteração de factores bio-psico-sociais, e esta uma forma de criar oportunidades para a prática desportiva, estimulando assim o público idoso a criar hábitos desportivos regulares, melhorando a sua qualidade de vida.

OBJECTIVOS
. Possibilitar à população sénior a oferta da prática desportiva frequente;
. Melhorar a qualidade de vida dos participantes;
. Promover o convívio entre os idosos;
. Ajudar os idosos a tornarem-se mais fortes e mais aptos para as suas actividades diárias;
. Promover o bem-estar psicológico;
. Abranger a população sénior de cada freguesia do concelho de Alcobaça.
NA PRÁTICA
A regularidade da actividade desportiva - exercício físico de manutenção - será de uma vez por semana em cada freguesia do Concelho. Cada aula terá a duração de 60 minutos e será dirigida por um técnico.
Calendário de actividades passa a ser em 2009:
. De 2 de Fevereiro a 26 de Junho
. De 1 de Setembro a 18 de Dezembro
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segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Ataíja de Baixo Está Contra Antena de Telemóveis
Esclarecimento às Populações.
Diz o Região de Cister na sua edição de 8 de Janeiro:
A instalação de uma antena de telemóveis na localidade de Ataíja de Baixo, freguesia
de São Vicente de Aljubarrota, está a preocupar a população que receia pelos efeitos que a emissão de radiação possam causar à saúde. Um morador da referida localidade, que prefere não ser identificado mas garante ter o apoio de vizinhos, decidiu tornar pública uma situação que entende não ser "normal". O munícipe discorda da instalação de uma antena "de um dia para o outro, a paredes meias com as habitações, quando em redor da localidade há uma vasta área despovoada onde poderia ter sido instalada". O queixoso, habitante de Ataíja de Baixo, refere que "para além desta antena, outras coisas têm vindo a surgir que colocam em questão a qualidade de vida da população local", nomeadamente o ruído e poluição provenientes do IC2 e, mais recentemente, o trajecto do TGV previsto passar ali ao lado. O morador acrescenta ainda que, "para além das questões que se prendem com a saúde, também os terrenos e habitações estão a desvalorizar com tudo isto". "Os moradores deviam ser avisados e esclarecidos sobre aquilo que decidem fazer às nossas portas", reclama o cidadão, que gostaria de saber "se aquela antena é legal, se é prejudicial, se é permanente e quem a autorizou".
Quando contactado pelo REGIÃO DE CISTER, o vereador do Planeamento e Gestão Urbanística, Carlos Bonifácio, explicou que "a Câmara apenas averigua o cumprimento
do PDM para a construção da sapata que sustenta a antena" e que a obra é licenciada
"mediante documentação da Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM), que declara que a instalação da antena cumpre com a directiva comunitária, que regula a emissão de radiação". Por outro lado, a ANACOM diz que "havendo licenciamento das autarquias para construção, a autorização para instalação das antenas é dada". Deste paradoxo fica-se sem entender qual dos passos é o primeiro a dar, no entanto, percebe-se facilmente que não é feita qualquer medição da emissão de radiações electromagnéticas aquando da instalação de antenas de telecomunicações, a menos que seja solicitada. A ANACOM garante que "normalmente as antenas de telemóveis emitem radiações abaixo dos níveis de referência, mas o contrário pode acontecer" e havendo suspeita disso, "o serviço de medição das radiações é gratuito e pode ser solicitado pelos moradores". Caso sejam detectadas irregularidades "a ANACOM obriga a operadora a baixar os níveis de radiação podendo ainda incorrer em penalizações", garante a entidade que explica ainda que "a desinstalação ou deslocação da antena é da competência da Câmara local".
--
Bom, nestes casos os operadores são "presos por ter cão e presos por não terem". Se não existe cobertura num determinado local há descontentamento das populações que exigem cobertura. Se se instala uma solução deste tipo para fornecer uma boa cobertura há outro tipo de descontentamento. É legítimo que as pessoas temam pela sua saúde, mas, e é o que pretendo com este post, não há qualquer risco e as pessoas que vivem em redor podem ficar tranquilas.
Esta é uma situação normal e passa-se na Ataíja como se passa em milhares de localidades de Portugal e do mundo.
A localização da estação de um operador no centro da localidade ao invés de ficar nas imediações tem as suas razões. Para todas as estações são definidos objectivos de cobertura e de gestão do tráfego da rede. De modo a serem cumpridos esses objectivos há uma série de factores que têm de ser definidos e normalmente incluem a localização da estação, a cota do terreno, altura da torre e morfologia da zona. Se foi definido que a estação teria de ficar naquele mesmo local, é porque decerto é o que consegue cumprir melhor todos os objectivos. Com toda a certeza que se a estação ficasse nos arredores não cumpriria alguns dos objectivos definidos à partida.
Quanto à radiação, podem todos ficar descansados. Primeiro, porque as antenas instaladas neste tipo de estações são antenas do tipo painel, ou seja, antenas directivas em que a maior potência é emitida em frente e não para baixo, o que leva a que as habitações próximas não estejam na linha de emissão do sinal mais forte. Assim, é preferível estar debaixo da estação do que na sua frente.
A figura seguinte ilustra o diagrama de radiação de uma antena normal, e como se pode ver no diagrama vertical, o maior foco é emitido a 0º, ou seja em frente.

Outro factor também a ter em conta, e talvez o mais importante, prende-se com o facto de que para estas frequências a atenuação do sinal no espaço é muito elevada. Mesmo que a estação emita com uma potência superior aos 10 ou 15W, o que chegará a nós estará na ordem dos mW ou seja centenas ou milhares de vezes menos. Se tivermos em conta a distância a que as antenas se encontram das casas, muitas vezes a atenuação é suficiente para que a radiação que atinge as pessoas seja inferior à emitida pelo próprio telemóvel, que poderá chegar a 1W e que possuímos junto à cabeça. Isto sem contar com a atenuação das paredes e do telhado, se estivermos dentro de casa, onde aí sim, a radiação é mínima.
Creio que se possuíssemos uma antena deste tipo apenas a 5 ou 10m de nós, isso poderia ser um problema, e ainda assim não há quaisquer dados científicos que os provem. Para distâncias maiores devemos sim preocuparmo-nos mas da mesmo forma que temos de nos preocupar com os nossos pequenos dispositivos que emitem junto da nossa cabeça e com uma potência superior à que recebemos.
Um ponto positivo desta situação tem a ver com o nível de potência com que os telemóveis emitem e que está directamente relacionado com a boa ou má cobertura. Numa zona de boa cobertura, os telemóveis automaticamente baixam a sua potencia de emissão, pois não há necessidade de emitirem na potência máxima. Nos casos de má cobertura, o telemóvel para conseguir comunicar com a estação que está mais longe aumenta a sua potência e aí sim, estamos a aumentar a potência do dispositivo que temos junto à orelha...
Espero com isto ter tranquilizados estes moradores. Em caso de dúvida, e como muito bem esclareceu a ANACOM, podem contactá-los de forma a que façam as devidas emissões. No caso de superarem os valores estabelecidos por lei, o que não deverá acontecer de certeza, o operador tem de tomar acções no sentido de regularizar a situação.
Lembrem-se que nas cidades estas estações estão colocadas no topo dos prédios e a distâncias muito mais reduzidas das habitações e que mesmo assim não há quaisquer problemas.
Muitas vezes estas situações, e em especial nestas pequenas localidades são geradas mais por invejas e conflitos entre vizinhos do que propriamente pelos males que possam causar. O facto de existir um vizinho que lucra com a estação e os outros não é sempre motivo de conflito nos nossos meios mais pequenos... Temos de saber ultrapassar estas questões e com isso sim, obter a qualidade de vida tão desejada.
Diz o Região de Cister na sua edição de 8 de Janeiro:
A instalação de uma antena de telemóveis na localidade de Ataíja de Baixo, freguesia
de São Vicente de Aljubarrota, está a preocupar a população que receia pelos efeitos que a emissão de radiação possam causar à saúde. Um morador da referida localidade, que prefere não ser identificado mas garante ter o apoio de vizinhos, decidiu tornar pública uma situação que entende não ser "normal". O munícipe discorda da instalação de uma antena "de um dia para o outro, a paredes meias com as habitações, quando em redor da localidade há uma vasta área despovoada onde poderia ter sido instalada". O queixoso, habitante de Ataíja de Baixo, refere que "para além desta antena, outras coisas têm vindo a surgir que colocam em questão a qualidade de vida da população local", nomeadamente o ruído e poluição provenientes do IC2 e, mais recentemente, o trajecto do TGV previsto passar ali ao lado. O morador acrescenta ainda que, "para além das questões que se prendem com a saúde, também os terrenos e habitações estão a desvalorizar com tudo isto". "Os moradores deviam ser avisados e esclarecidos sobre aquilo que decidem fazer às nossas portas", reclama o cidadão, que gostaria de saber "se aquela antena é legal, se é prejudicial, se é permanente e quem a autorizou".
Quando contactado pelo REGIÃO DE CISTER, o vereador do Planeamento e Gestão Urbanística, Carlos Bonifácio, explicou que "a Câmara apenas averigua o cumprimento
do PDM para a construção da sapata que sustenta a antena" e que a obra é licenciada
"mediante documentação da Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM), que declara que a instalação da antena cumpre com a directiva comunitária, que regula a emissão de radiação". Por outro lado, a ANACOM diz que "havendo licenciamento das autarquias para construção, a autorização para instalação das antenas é dada". Deste paradoxo fica-se sem entender qual dos passos é o primeiro a dar, no entanto, percebe-se facilmente que não é feita qualquer medição da emissão de radiações electromagnéticas aquando da instalação de antenas de telecomunicações, a menos que seja solicitada. A ANACOM garante que "normalmente as antenas de telemóveis emitem radiações abaixo dos níveis de referência, mas o contrário pode acontecer" e havendo suspeita disso, "o serviço de medição das radiações é gratuito e pode ser solicitado pelos moradores". Caso sejam detectadas irregularidades "a ANACOM obriga a operadora a baixar os níveis de radiação podendo ainda incorrer em penalizações", garante a entidade que explica ainda que "a desinstalação ou deslocação da antena é da competência da Câmara local".
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Bom, nestes casos os operadores são "presos por ter cão e presos por não terem". Se não existe cobertura num determinado local há descontentamento das populações que exigem cobertura. Se se instala uma solução deste tipo para fornecer uma boa cobertura há outro tipo de descontentamento. É legítimo que as pessoas temam pela sua saúde, mas, e é o que pretendo com este post, não há qualquer risco e as pessoas que vivem em redor podem ficar tranquilas.
Esta é uma situação normal e passa-se na Ataíja como se passa em milhares de localidades de Portugal e do mundo.
A localização da estação de um operador no centro da localidade ao invés de ficar nas imediações tem as suas razões. Para todas as estações são definidos objectivos de cobertura e de gestão do tráfego da rede. De modo a serem cumpridos esses objectivos há uma série de factores que têm de ser definidos e normalmente incluem a localização da estação, a cota do terreno, altura da torre e morfologia da zona. Se foi definido que a estação teria de ficar naquele mesmo local, é porque decerto é o que consegue cumprir melhor todos os objectivos. Com toda a certeza que se a estação ficasse nos arredores não cumpriria alguns dos objectivos definidos à partida.
Quanto à radiação, podem todos ficar descansados. Primeiro, porque as antenas instaladas neste tipo de estações são antenas do tipo painel, ou seja, antenas directivas em que a maior potência é emitida em frente e não para baixo, o que leva a que as habitações próximas não estejam na linha de emissão do sinal mais forte. Assim, é preferível estar debaixo da estação do que na sua frente.
A figura seguinte ilustra o diagrama de radiação de uma antena normal, e como se pode ver no diagrama vertical, o maior foco é emitido a 0º, ou seja em frente.

Outro factor também a ter em conta, e talvez o mais importante, prende-se com o facto de que para estas frequências a atenuação do sinal no espaço é muito elevada. Mesmo que a estação emita com uma potência superior aos 10 ou 15W, o que chegará a nós estará na ordem dos mW ou seja centenas ou milhares de vezes menos. Se tivermos em conta a distância a que as antenas se encontram das casas, muitas vezes a atenuação é suficiente para que a radiação que atinge as pessoas seja inferior à emitida pelo próprio telemóvel, que poderá chegar a 1W e que possuímos junto à cabeça. Isto sem contar com a atenuação das paredes e do telhado, se estivermos dentro de casa, onde aí sim, a radiação é mínima.
Creio que se possuíssemos uma antena deste tipo apenas a 5 ou 10m de nós, isso poderia ser um problema, e ainda assim não há quaisquer dados científicos que os provem. Para distâncias maiores devemos sim preocuparmo-nos mas da mesmo forma que temos de nos preocupar com os nossos pequenos dispositivos que emitem junto da nossa cabeça e com uma potência superior à que recebemos.
Um ponto positivo desta situação tem a ver com o nível de potência com que os telemóveis emitem e que está directamente relacionado com a boa ou má cobertura. Numa zona de boa cobertura, os telemóveis automaticamente baixam a sua potencia de emissão, pois não há necessidade de emitirem na potência máxima. Nos casos de má cobertura, o telemóvel para conseguir comunicar com a estação que está mais longe aumenta a sua potência e aí sim, estamos a aumentar a potência do dispositivo que temos junto à orelha...
Espero com isto ter tranquilizados estes moradores. Em caso de dúvida, e como muito bem esclareceu a ANACOM, podem contactá-los de forma a que façam as devidas emissões. No caso de superarem os valores estabelecidos por lei, o que não deverá acontecer de certeza, o operador tem de tomar acções no sentido de regularizar a situação.
Lembrem-se que nas cidades estas estações estão colocadas no topo dos prédios e a distâncias muito mais reduzidas das habitações e que mesmo assim não há quaisquer problemas.
Muitas vezes estas situações, e em especial nestas pequenas localidades são geradas mais por invejas e conflitos entre vizinhos do que propriamente pelos males que possam causar. O facto de existir um vizinho que lucra com a estação e os outros não é sempre motivo de conflito nos nossos meios mais pequenos... Temos de saber ultrapassar estas questões e com isso sim, obter a qualidade de vida tão desejada.
Black Noises - Banda Alcobacense
No verão de 2006 um grupo de amigos dos arredores de Alcobaça, decide formar uma banda ...
Tudo começou como uma brincadeira mas foi com muito trabalho que chegaram onde estão hoje ...
Black Noises assim se iria chamar a banda ...
Começando a chegar os instrumentos aos poucos, foi em meados de Fevereiro de 2007 que os ensaios começaram a sério. Começando com alguns covers logo de imediato surgem os primeiros acordes e musicas. Como o espaço não era muito favorável, decidem mudar e através de um acordo começam a ensaiar em peso na ARP (Associação Recreativa Povoense). Com a ajuda de alguma gente ligada à música surge o primeiro concerto ainda sem a banda a 100%, o espectáculo corre bem. Entretanto começam as gravações para a edição de alguns originais e a partir daqui os Black Noises não irão parar!
Conhecer mais sobre a banda:
http://www.myspace.com/blacknoisesband
Destaque no Blitz!
Tudo começou como uma brincadeira mas foi com muito trabalho que chegaram onde estão hoje ...
Black Noises assim se iria chamar a banda ...
Começando a chegar os instrumentos aos poucos, foi em meados de Fevereiro de 2007 que os ensaios começaram a sério. Começando com alguns covers logo de imediato surgem os primeiros acordes e musicas. Como o espaço não era muito favorável, decidem mudar e através de um acordo começam a ensaiar em peso na ARP (Associação Recreativa Povoense). Com a ajuda de alguma gente ligada à música surge o primeiro concerto ainda sem a banda a 100%, o espectáculo corre bem. Entretanto começam as gravações para a edição de alguns originais e a partir daqui os Black Noises não irão parar!
Conhecer mais sobre a banda:
http://www.myspace.com/blacknoisesband
Destaque no Blitz!
EPÁ NÃO SEI Regressam Ao Activo
PRIMEIRÍSSIMA MÃO: EPÁ NÃO SEI REGRESSAM AO ACTIVO, EM ALCOBAÇA, NO ALCOPÁZIO BAR
É mesmo verdade! Está já marcado o regresso ao activo de uma das mais emblemáticas bandas alcobacenses da área pop/rock durante as décadas de 1980 e 1990. Trata-se dos Epá Não Sei, banda pela qual então passaram jovens alcobacenses como o César Vasco, o Cristóvão Patrício, o Dimas Vicente, o Israel Pereira, o Luís Alves, o Nelson Martins e o Paulo Vazão. Os Epá Não Sei surgiram no final da década de 1980 e extinguiram-se no início da década seguinte, numa época em que a área pop/rock alcobacense ficou marcada por uma saudável rivalidade entre os Epá Não Sei e Us Ponte. Os Epá Não Sei actuaram em históricos eventos alcobacenses como o Festival Música da Malta e o Concurso de Música Moderna de Alcobaça organizado pelo Bar Ben, tendo-se também celebrizado por um seu lendário concerto na Prisão Escola de Leiria. Contudo, esse regresso ao activo dos Epá Não Sei será potenciado num único e exclusivo concerto, que será apresentado em Alcobaça, no Alcopázio Bar, na próxima noite de 31 de Janeiro, um sábado. O mesmíssimo espectáculo assinalará também o regresso ao activo do meteórico Dr Jekyll, antigo cronista musical do mensário A Voz de Alcobaça e da Rádio Cister (onde durante algum tempo realizou e apresentou o programa Alta Te(n)são, dedicado ao heavy metal e correntes afins), que a exemplo do que durante vários anos fez no Bar Ben, será o apresentador de serviço nesse tão aguardado regresso dos Epá Não Sei. Promete!
In Nas Faldas da Serra
É mesmo verdade! Está já marcado o regresso ao activo de uma das mais emblemáticas bandas alcobacenses da área pop/rock durante as décadas de 1980 e 1990. Trata-se dos Epá Não Sei, banda pela qual então passaram jovens alcobacenses como o César Vasco, o Cristóvão Patrício, o Dimas Vicente, o Israel Pereira, o Luís Alves, o Nelson Martins e o Paulo Vazão. Os Epá Não Sei surgiram no final da década de 1980 e extinguiram-se no início da década seguinte, numa época em que a área pop/rock alcobacense ficou marcada por uma saudável rivalidade entre os Epá Não Sei e Us Ponte. Os Epá Não Sei actuaram em históricos eventos alcobacenses como o Festival Música da Malta e o Concurso de Música Moderna de Alcobaça organizado pelo Bar Ben, tendo-se também celebrizado por um seu lendário concerto na Prisão Escola de Leiria. Contudo, esse regresso ao activo dos Epá Não Sei será potenciado num único e exclusivo concerto, que será apresentado em Alcobaça, no Alcopázio Bar, na próxima noite de 31 de Janeiro, um sábado. O mesmíssimo espectáculo assinalará também o regresso ao activo do meteórico Dr Jekyll, antigo cronista musical do mensário A Voz de Alcobaça e da Rádio Cister (onde durante algum tempo realizou e apresentou o programa Alta Te(n)são, dedicado ao heavy metal e correntes afins), que a exemplo do que durante vários anos fez no Bar Ben, será o apresentador de serviço nesse tão aguardado regresso dos Epá Não Sei. Promete!
In Nas Faldas da Serra
Campismo de S. Martinho do Porto Dá Lugar a Hotel
A Câmara Municipal de Alcobaça (CMA) admite destinar o terreno onde funciona o Parque de Campismo de São Martinho do Porto a um Hotel.
O Plano de Pormenor (PP) da Marginal de São Martinho, que começou a ser revisto, prevê a transferência do parque de campismo para outro sítio da vila.
O prazo de revisão do plano termina daqui a três anos, o que coincide com o fim da licença precária dada pela Câmara ao Parque de Campismo, a funcionar há várias décadas ilegalmente.
A construção de um Hotel, junto à Baía, parece ser, neste momento, a hipótese mais viável. A Câmara Municipal de Alcobaça já terá colocado de parte a hipótese de autorizar a construção de habitações familiares naquele local, uma vez que o Plano de Pormenor da Marginal de S. Martinho do Porto prevê, nomeadamente, uma vasta área de espaços verdes, o que não seria economicamente viável com a construção de blocos de apartamentos.
Carlos Bonifácio, vice-presidente da Câmara Municipal de Alcobaça, garante, para já, que «qualquer decisão será sempre tomada depois de se auscultar a Junta de Freguesia de São Martinho do Porto, proprietária dos terrenos».
A deslocalização do campismo vai obrigar a Junta de Freguesia de S. Martinho do Porto, presidida pelo social-democrata Antunes Pereira, a indemnizar os campistas por estes terem adquirido parcelas de terreno no parque.
A Junta de Freguesia tem afirmado que precisa de manter um Parque de Campismo na vila para a realização de verbas próprias, que lhe dão maior autonomia financeira face à Câmara Municipal, e para dar resposta às centenas de pessoas que continuam a optar por este tipo de alojamento
In Rádio Cister
O Plano de Pormenor (PP) da Marginal de São Martinho, que começou a ser revisto, prevê a transferência do parque de campismo para outro sítio da vila.
O prazo de revisão do plano termina daqui a três anos, o que coincide com o fim da licença precária dada pela Câmara ao Parque de Campismo, a funcionar há várias décadas ilegalmente.
A construção de um Hotel, junto à Baía, parece ser, neste momento, a hipótese mais viável. A Câmara Municipal de Alcobaça já terá colocado de parte a hipótese de autorizar a construção de habitações familiares naquele local, uma vez que o Plano de Pormenor da Marginal de S. Martinho do Porto prevê, nomeadamente, uma vasta área de espaços verdes, o que não seria economicamente viável com a construção de blocos de apartamentos.
Carlos Bonifácio, vice-presidente da Câmara Municipal de Alcobaça, garante, para já, que «qualquer decisão será sempre tomada depois de se auscultar a Junta de Freguesia de São Martinho do Porto, proprietária dos terrenos».
A deslocalização do campismo vai obrigar a Junta de Freguesia de S. Martinho do Porto, presidida pelo social-democrata Antunes Pereira, a indemnizar os campistas por estes terem adquirido parcelas de terreno no parque.
A Junta de Freguesia tem afirmado que precisa de manter um Parque de Campismo na vila para a realização de verbas próprias, que lhe dão maior autonomia financeira face à Câmara Municipal, e para dar resposta às centenas de pessoas que continuam a optar por este tipo de alojamento
In Rádio Cister
domingo, 11 de janeiro de 2009
Vista Aérea de Alcobaça
Eis uma fotografia que eu próprio tirei no passado dia 20 de Dezembro no meu regresso a Portugal a bordo do avião da Air France.
A qualidade não é a melhor devido ao facto de o vidro do avião apresentar várias manchas.
A qualidade não é a melhor devido ao facto de o vidro do avião apresentar várias manchas.
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