"Contos do Vigário" é o nome da acção de sensibilização levada a cabo pela PSP. A peça de teatro sobe ao palco do Cine-teatro de Alcobaça, no próximo sábado, dia 7 de Março pelas 14h30 e pelas 17h30.
A representação teatral, composta por três sketshs - "Gato por Lebre", "O Falso Técnico" e "O Bom Samaritano", irá ser acompanhada por pequenas apresentações e esclarecimentos da PSP. A peça terá a duração de 80 minutos e a entrada é livre.
A Câmara Municipal de Alcobaça disponibiliza autocarros para quem necessitar de transporte para o horário das 14h30. As pessoas interessadas deverão fazer a sua inscrição através dos seguintes contactos:
Cine-Teatro: 262 580 885 - Rosário Ribeiro
Acção Social: 262 580 831 - Carla Fonseca
A iniciativa é organizada da Polícia de Segurança Pública com o apoio do Município de Alcobaça.
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 843/61
terça-feira, 3 de março de 2009
Projecto “Ceramica" Já Está Em Marcha
Foi oficialmente lançado e apresentado publicamente o projecto Ceramica.
A sessão de lançamento teve lugar em Hodmesóvásárhely no passado dia 20 de Janeiro e contou com a presença dos doze sócios, para além de responsáveis políticos húngaros e europeus.
O projecto, a desenvolver no quadro do Programa de Iniciativa Comunitária Interreg IV-C, tem um orçamento global de 2,14 milhões de Euro a dividir por 12 entidades de sete países distintos: Hungria, Portugal, Roménia, Grécia, Espanha, França e Eslovénia.
O Ceramica tem como objectivos essenciais a promoção, revitalização e apoio ao sector cerâmico. A troca de experiências e a exportação de boas práticas são também dois objectivos relevantes, reconhecendo que entre os sócios existe um aspecto comum - o interesse em promover o sector - contudo, com pontos de partida bem diversos.
O orçamento que cabe ao Município de Alcobaça é de 232 mil Euros, sendo que lhe compete organizar em Fevereiro de 2011 o Segundo Encontro Inter-regional, por cuja ocasião promoverá uma Feira Internacional de Cerâmica.
Os passos imediatos são a realização de uma análise SWOT ao sector que, conjugada com as dos restantes parceiros (a levar a cabo no mesmo período), dará origem a um documento único para apresentar junto dos responsáveis da Política Comunitária. A propósito da realização desta análise SWOT serão contactadas todas as empresas do sector e realizados wokshops para promover o debate.
Neste momento a Câmara Municipal de Alcobaça trabalha com a INTELI, também sócia do projecto, no sentido de alargar o Ceramica a outros municípios do Oeste e Alta Estremadura.
Mais pormenores em http://www.ceramicaproject.eu
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 843/61
A sessão de lançamento teve lugar em Hodmesóvásárhely no passado dia 20 de Janeiro e contou com a presença dos doze sócios, para além de responsáveis políticos húngaros e europeus.
O projecto, a desenvolver no quadro do Programa de Iniciativa Comunitária Interreg IV-C, tem um orçamento global de 2,14 milhões de Euro a dividir por 12 entidades de sete países distintos: Hungria, Portugal, Roménia, Grécia, Espanha, França e Eslovénia.
O Ceramica tem como objectivos essenciais a promoção, revitalização e apoio ao sector cerâmico. A troca de experiências e a exportação de boas práticas são também dois objectivos relevantes, reconhecendo que entre os sócios existe um aspecto comum - o interesse em promover o sector - contudo, com pontos de partida bem diversos.
O orçamento que cabe ao Município de Alcobaça é de 232 mil Euros, sendo que lhe compete organizar em Fevereiro de 2011 o Segundo Encontro Inter-regional, por cuja ocasião promoverá uma Feira Internacional de Cerâmica.
Os passos imediatos são a realização de uma análise SWOT ao sector que, conjugada com as dos restantes parceiros (a levar a cabo no mesmo período), dará origem a um documento único para apresentar junto dos responsáveis da Política Comunitária. A propósito da realização desta análise SWOT serão contactadas todas as empresas do sector e realizados wokshops para promover o debate.
Neste momento a Câmara Municipal de Alcobaça trabalha com a INTELI, também sócia do projecto, no sentido de alargar o Ceramica a outros municípios do Oeste e Alta Estremadura.
Mais pormenores em http://www.ceramicaproject.eu
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 843/61
Feira da Ciência e Tecnologia de Alcobaça

No âmbito das actividades desenvolvidas pela Universidade de Coimbra, no concelho de Alcobaça, através do seu Centro de Estudos Superiores, a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra em parceria com a Câmara Municipal de Alcobaça, irão realizar de 17 a 21 de Março de 2009, a I Feira da Ciência e Tecnologia de Alcobaça.
Esta terá lugar no pavilhão multiusos da autarquia alcobacense - MERCOALCOBAÇA tendo como públicos-alvo: estudantes e professores do ensino básico (9.º ano de escolaridade) e secundário. O evento dirige-se preferencialmente às escolas dos distritos de Leiria, Coimbra, Santarém e (norte de) Lisboa.
Este certame visa promover o conhecimento científico e tecnológico na região, proporcionando o contacto directo com a investigação e a comunidade científica.
A acção será constituída por diferentes tipos de actividades, tais como: exposições temáticas, palestras, conferências e debates; laboratórios e outras actividades de carácter experimental de tipo demonstrativo e/ou tipo "hands on", com a presença de investigadores, docentes e alunos de diferentes áreas cientificas e tecnológicas.
Mais Informação: http://www.fct-alcobaca.terradepaixao.net
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 843/61
Cerâmica Pode Recorrer à Formação Profissional Para Evitar Despedimentos
Os empresários do sector da cerâmica podem evitar os despedimentos recorrendo a incentivos estatais para formação profissional dos trabalhadores, nos períodos em que não tenham encomendas, informou o Governo Civil de Leiria.
O governador civil, Paiva de Carvalho, e autarcas de alguns concelhos do distrito (Porto de Mós, Caldas da Rainha, Batalha, Nazaré e Alcobaça) reuniram-se segunda-feira com o secretário de Estado da Indústria e da Inovação, Castro Guerra, para discutir soluções de minimização da crise no sector da cerâmica.
"O Governo já tomou medidas que permitem dar algumas respostas às empresas, como a formação profissional nos períodos em que não há encomendas. Nestas alturas os empresários podem recorrer ao Instituto de Emprego e Formação Profissional, evitando os despedimentos", afirmou o chefe de gabinete do governador civil, João Paulo Pedrosa, que esteve presente no encontro.
"Relativamente à fábrica Bordalo Pinheiro (com 172 trabalhadores e sem encomendas desde Dezembro), a Secretaria de Estado está a trabalhar com empresários com vista à viabilização da empresa", adiantou.
De acordo com a mesma fonte, foram ainda alargados e aligeirados os mecanismos para a apresentação de candidaturas ao Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) e as linhas de crédito contemplam empresas com mais de 250 trabalhadores".
Segundo o Governo Civil, as empresas de cerâmica utilitária e decorativa representam um dos subsectores com maior tradição no distrito, são um dos maiores empregadores e têm grande vocação exportadora.
A Associação Portuguesa da Indústria Cerâmica (APICER) alertou no final do mês de Janeiro para o encerramento de 153 empresas no subsector da cerâmica decorativa e utilitária nos últimos cinco anos, situação que levou ao desaparecimento de três mil postos de trabalho.
In Oje
O governador civil, Paiva de Carvalho, e autarcas de alguns concelhos do distrito (Porto de Mós, Caldas da Rainha, Batalha, Nazaré e Alcobaça) reuniram-se segunda-feira com o secretário de Estado da Indústria e da Inovação, Castro Guerra, para discutir soluções de minimização da crise no sector da cerâmica.
"O Governo já tomou medidas que permitem dar algumas respostas às empresas, como a formação profissional nos períodos em que não há encomendas. Nestas alturas os empresários podem recorrer ao Instituto de Emprego e Formação Profissional, evitando os despedimentos", afirmou o chefe de gabinete do governador civil, João Paulo Pedrosa, que esteve presente no encontro.
"Relativamente à fábrica Bordalo Pinheiro (com 172 trabalhadores e sem encomendas desde Dezembro), a Secretaria de Estado está a trabalhar com empresários com vista à viabilização da empresa", adiantou.
De acordo com a mesma fonte, foram ainda alargados e aligeirados os mecanismos para a apresentação de candidaturas ao Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) e as linhas de crédito contemplam empresas com mais de 250 trabalhadores".
Segundo o Governo Civil, as empresas de cerâmica utilitária e decorativa representam um dos subsectores com maior tradição no distrito, são um dos maiores empregadores e têm grande vocação exportadora.
A Associação Portuguesa da Indústria Cerâmica (APICER) alertou no final do mês de Janeiro para o encerramento de 153 empresas no subsector da cerâmica decorativa e utilitária nos últimos cinco anos, situação que levou ao desaparecimento de três mil postos de trabalho.
In Oje
6º Concurso de Bandas de Garagem, Setúbal - Hot Limousine em Destaque
The Doups foi a banda setubalense apurada para a final do 5.º Concurso de Bandas de Garagem, na pré-eliminatória que se realizou na sexta-feira, à noite, na Sociedade Musical Capricho Setubalense.
Este projecto musical de rock, indie e blues, composto por quatro elementos, bateu os restantes cinco grupos desta fase do concurso, destinada apenas a bandas setubalenses.
Tears of the Sun, Keritsu, Some Gentle Dawn, Omaira e Blackout Noize foram as outras bandas participantes nesta pré-eliminatória.
As eliminatórias da quinta edição do Concurso de Bandas de Garagem de Setúbal, que reúne formações musicais de vários pontos do País, estão agendadas para os dias 7, 14 e 21, às 21h30, na Rua Guilherme Gomes Fernandes, artéria paralela à Avenida Luísa Todi.
The Amazing Flying Pony, de Coimbra, Green Grass Riddle, HMB e Clunk!!, de Lisboa, Fried Chicken & Gasoline, de Leiria, Katharsis, de Oeiras, Pay Per View, do Porto Flow Motiv, de Sintra, Hot Limousine, de Alcobaça, e Ashes, de Tomar, são as bandas que se vão defrontar nas eliminatórias.
Soul, rock, funk, hip-hop e música do mundo são alguns dos estilos musicais presentes no 5.º Concurso de Bandas de Garagem, integrado no programa municipal, em colaboração com o movimento associativo, que assinala o Mês da Juventude m@rço.28.
A final está reservada para dia 28, integrada no Festival 7Rock, a partir das 21h30, nos Bombeiros Voluntários de Setúbal.
In Rostos
Este projecto musical de rock, indie e blues, composto por quatro elementos, bateu os restantes cinco grupos desta fase do concurso, destinada apenas a bandas setubalenses.
Tears of the Sun, Keritsu, Some Gentle Dawn, Omaira e Blackout Noize foram as outras bandas participantes nesta pré-eliminatória.
As eliminatórias da quinta edição do Concurso de Bandas de Garagem de Setúbal, que reúne formações musicais de vários pontos do País, estão agendadas para os dias 7, 14 e 21, às 21h30, na Rua Guilherme Gomes Fernandes, artéria paralela à Avenida Luísa Todi.
The Amazing Flying Pony, de Coimbra, Green Grass Riddle, HMB e Clunk!!, de Lisboa, Fried Chicken & Gasoline, de Leiria, Katharsis, de Oeiras, Pay Per View, do Porto Flow Motiv, de Sintra, Hot Limousine, de Alcobaça, e Ashes, de Tomar, são as bandas que se vão defrontar nas eliminatórias.
Soul, rock, funk, hip-hop e música do mundo são alguns dos estilos musicais presentes no 5.º Concurso de Bandas de Garagem, integrado no programa municipal, em colaboração com o movimento associativo, que assinala o Mês da Juventude m@rço.28.
A final está reservada para dia 28, integrada no Festival 7Rock, a partir das 21h30, nos Bombeiros Voluntários de Setúbal.
In Rostos
Concessão Rodoviária Litoral Oeste Promove Rotas Turísticas Nacionais
Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações
Concessão Litoral Oeste promove rotas turísticas nacionais
O Primeiro-Ministro, José Sócrates, o Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Mário Lino, e o Secretário de Estado Adjunto, das Obras Públicas e das Comunicações, Paulo Campos, presidiram esta quinta-feira, 26 de Fevereiro, no Castelo de Leiria, à cerimónia de apresentação do Contrato da Concessão Litoral Oeste.
Contratação em menos de um ano
Criada pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 181/2007, de 29 de Novembro, esta Concessão foi lançada em 24 de Março de 2008. Onze meses volvidos, o projecto passa à fase de concretização com a assinatura do respectivo Contrato.
A entidade adjudicatária é o consórcio AELO, Auto-Estrada Litoral Oeste, liderado pela empresa Auto-Estradas do Oeste, Concessões Rodoviárias de Portugal, SA, que é detida pela MSF, Somague, grupo Lena e Novopca. Integram ainda o AELO a Brisa e a Transport Infrastructure Investment Company (SCA) Sicar.
Para além do agrupamento vencedor, apresentaram-se ao Concurso Público Internacional outros três consórcios: Aenor Litoral Oeste, liderado pela Mota-Engil e pelo Banco Espírito Santo; Auto-Estradas XXI, da Somague; e Grupo Rodoviário Litoral Oeste, constituído pela
Edifer a Iridium, entre outras empresas do sector. As propostas foram abertas a 8 de Julho de 2008, tendo sido elaborada a short-list em 28 de Agosto. A selecção de dois agrupamentos (AELO e Aenor) foi seguida da fase de negociações, que culminou com a entrega por ambos os concorrentes da Best and Final Offer (BAFO). Foi, aliás, com base na BAFO que a Comissão de Apreciação de Propostas da EP, Estradas de Portugal, SA, classificou a da AELO em primeiro lugar. A Contratação da obra acontece menos de um ano após o lançamento do Concurso, à semelhança do que já se havia verificado com outras Subconcessões, nomeadamente a Douro Interior e a Auto-Estrada Transmontana.
O primeiro lanço da Concessão Litoral Oeste estará pronto em Fevereiro de 2011, devendo a conclusão do empreendimento ocorrer em Fevereiro de 2012, após 36 meses de trabalhos. Recorde-se que do «pacote» de 10 Concessões lançadas por este Governo, a Litoral Oeste é a sexta a ser contratada.
Mar, Monumentos Históricos e Santuário mais próximos
A Concessão Litoral Oeste tem uma extensão total de 109 km: 85 km de lanços a construir acrescidos de 24 km de troços já em serviço, para exploração. Irá abranger os Concelhos de Alcobaça, Nazaré, Porto de Mós, Batalha, Leiria, Marinha Grande, Ourém, Tomar e Torres Novas, e trará um forte impulso ao desenvolvimento de uma rota turística por excelência, permitindo ligar em rede vários itinerários de grande interesse histórico e cultural, em que se incluem o Castelo de Leiria e o de Porto de Mós, Monumentos Património Mundial como o Mosteiro de Alcobaça e o da Batalha, e o Convento de Cristo, em Tomar. A praia da Nazaré e o Santuário de Fátima são outros dois locais muito procurados por nacionais e estrangeiros que ficarão mais próximos com a concretização deste empreendimento.
Custos inferiores ao previsto
Ao todo, serão 400 mil os indivíduos directamente beneficiados com este projecto que terá um investimento com construção e beneficiação inicial do adjudicatário estimado em 348 milhões de euros e um investimento total de 622 milhões de euros. O custo de manutenção, nos 30 anos concessionados, será de 202 milhões de euros, inferior em 24% ao previsto no Estudo de Viabilidade da Concessão, elaborado pelo Banco Efisa, que apontava para 267 milhões de euros. O VAL de Esforço Financeiro da EP será de 579 milhões de euros. O adjudicatário conta com financiamento concedido pela Caixa Geral de Depósitos e pelo BPI.
No conjunto das seis Concessões já adjudicadas (Douro Interior, Auto-Estrada Transmontana, Baixo Tejo, Baixo Alentejo, Algarve Litoral e Litoral Oeste) o investimento total (leia-se investimento inicial de construção, acrescido dos custos de conservação e exploração, grandes reparações e alargamentos ao longo dos 30 anos de concessão) é de 3901 milhões de euros, montante que fica 14% abaixo do estimado nos Estudos de Viabilidade: 4547 milhões de euros.
Melhores vias, sinistralidade em queda
A Concessão Litoral Oeste integra os seguintes lanços a construir:
- IC2 - Variante da Batalha, com uma extensão de 13 km em Auto-Estrada e com pagamento de portagem, à excepção do troço que se sobrepõe à actual EN1 entre o Nó da Azóia e o Nó da A8. Esta via entre Porto de Mós, Batalha e Leiria, irá substituir a EN1, caracterizada por um traçado desadequado às necessidades, com grande ocupação marginal, vários cruzamentos de nível e numerosas serventias que condicionam a capacidade da via e as condições de segurança de circulação. Este lanço articula-se com dois eixos transversais: o IC9 e o IC36;
- IC9 - Nazaré-Ourém-Tomar terá 53 km de construção nova entre a Nazaré e Ourém e 14 para conservação entre Ourém e Tomar sem cobrança de portagem;
- IC36 - Leiria Sul-Leiria Nascente, com uma extensão de 6 km de Auto-Estrada com portagem. Este lanço permitirá o fecho da Circular de Leiria, completando-se assim a ligação entre a A8 e a A1 a Sul da cidade em perfil de Auto-Estrada. Virá ainda descongestionar a rede urbana de Leiria, com a transferência de aproximadamente 10 mil veículos por dia para a nova via;
- EN242 - Variante da Nazaré, com 6 km de Auto-Estrada sem portagem. Funcionará como via distribuidora do tráfego proveniente do IC9, evitando o atravessamento da malha urbana da Nazaré;
- EN8 - Ligação a Alcobaça, com uma faixa de rodagem e sem portagem, permitindo uma ligação com maior segurança entre o IC9 e Alcobaça, e evitando simultaneamente que o tráfego atravesse a cidade;
- IC2 - IC36/COL, com 2 km.
Os lanços já em serviço, que funcionarão em regime de exploração, perfazem 24km e são os seguintes:
- IC9 entre Ourém e Carregueiros, com 6 km, obra que deverá estar concluída em Setembro de 2009;
- IC9 entre Carregueiros e Tomar, com 8 km, concluído em Abril de 2008;
- EN1 entre o Nó do IC9 e o Nó de S. Jorge (IC2), com 5 km, já em serviço;
- COL e VPL, num total de 5 km, também em serviço.
A construção e a exploração de melhores vias, que trazem alternativas de qualidade ao tráfego que congestiona as cidades, contribuirão para reduzir a sinistralidade grave em 46%. Recorde-se, a propósito, que entre 2004 e 2008 Portugal diminuiu em 32% o número de vítimas mortais em acidentes de automóvel. Esta percentagem representa menos 363 mortos nos últimos quatro anos nas estradas nacionais. Só a transformação do IP5 em Auto-Estrada (que decorreu entre 2004 e 2006) permitiu uma diminuição das vítimas mortais de 87%: em 2003, antes da obra, registaram-se 30 mortos no IP5; em 2007, já com a nova via em funcionamento, o número de vítimas mortais baixou para quatro. Também a A17, concluída em Maio de 2008, veio salvar muitas vidas. Em 2007, verificaram-se 13 mortos na EN109; em 2008, no novo troço, apenas um.
No que ao Distrito de Leiria diz respeito, a EN1 entre Porto de Mós e Leiria registou 35 mortos nos últimos 10 anos. A substituição deste lanço pelo troço do IC2 entre Porto de Mós e a Batalha promete uma quebra do número de acidentes mortais igualmente significativa.
Redução dos tempos de percurso
A Concessão Litoral Oeste aumentará o número de pessoas que ficarão a menos de 30 minutos de percurso de Leiria (de 353 070 para 374 910). Esta cidade ficará mais próxima de vários destinos:
Menos 15 minutos entre Leiria e a Nazaré;
Menos 10 entre Leiria e Alcobaça;
Menos sete entre Leiria e Porto de Mós;
Menos seis entre Leiria e a Batalha;
Menos 21 entre Leiria e Ourém;
Menos 33 entre Leiria e Tomar.
A construção do novo lanço do IC2 entre Porto de Mós e Leiria permitirá uma redução de 50% do tempo de viagem (comparativamente ao percurso efectuado pela actual EN1). Já o IC9 encurta o tempo médio de percurso entre a Nazaré e Tomar em 38%.
Este empreendimento, bem como outros concluídos e em curso nesta legislatura (nomeadamente a Concessão Pinhal Interior), contribuirá para aumentar consideravelmente a taxa de execução do Plano Rodoviário Nacional (PRN) do Distrito de Leiria - aumento de 29%, atingindo os 79% - e do Distrito de Santarém: aumento de 11%, chegando aos 62%.
Concessão gera emprego
Os benefícios gerados pela Concessão Litoral Oeste superam largamente os custos que lhe estão associados. Um destes benefícios é o potencial de geração de emprego, que poderá atingir os 14 mil postos de trabalho, e que se saldará na criação de riqueza para a Região. Entre os benefícios económicos indirectos, prevê-se que este empreendimento traga melhor acessibilidade ao mercado de trabalho, aos mercados, fornecedores e outras empresas, traduzindo-se num aumento da produtividade das empresas e dos trabalhadores.
In Portal do Governo
Concessão Litoral Oeste promove rotas turísticas nacionais
O Primeiro-Ministro, José Sócrates, o Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Mário Lino, e o Secretário de Estado Adjunto, das Obras Públicas e das Comunicações, Paulo Campos, presidiram esta quinta-feira, 26 de Fevereiro, no Castelo de Leiria, à cerimónia de apresentação do Contrato da Concessão Litoral Oeste.
Contratação em menos de um ano
Criada pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 181/2007, de 29 de Novembro, esta Concessão foi lançada em 24 de Março de 2008. Onze meses volvidos, o projecto passa à fase de concretização com a assinatura do respectivo Contrato.
A entidade adjudicatária é o consórcio AELO, Auto-Estrada Litoral Oeste, liderado pela empresa Auto-Estradas do Oeste, Concessões Rodoviárias de Portugal, SA, que é detida pela MSF, Somague, grupo Lena e Novopca. Integram ainda o AELO a Brisa e a Transport Infrastructure Investment Company (SCA) Sicar.
Para além do agrupamento vencedor, apresentaram-se ao Concurso Público Internacional outros três consórcios: Aenor Litoral Oeste, liderado pela Mota-Engil e pelo Banco Espírito Santo; Auto-Estradas XXI, da Somague; e Grupo Rodoviário Litoral Oeste, constituído pela
Edifer a Iridium, entre outras empresas do sector. As propostas foram abertas a 8 de Julho de 2008, tendo sido elaborada a short-list em 28 de Agosto. A selecção de dois agrupamentos (AELO e Aenor) foi seguida da fase de negociações, que culminou com a entrega por ambos os concorrentes da Best and Final Offer (BAFO). Foi, aliás, com base na BAFO que a Comissão de Apreciação de Propostas da EP, Estradas de Portugal, SA, classificou a da AELO em primeiro lugar. A Contratação da obra acontece menos de um ano após o lançamento do Concurso, à semelhança do que já se havia verificado com outras Subconcessões, nomeadamente a Douro Interior e a Auto-Estrada Transmontana.
O primeiro lanço da Concessão Litoral Oeste estará pronto em Fevereiro de 2011, devendo a conclusão do empreendimento ocorrer em Fevereiro de 2012, após 36 meses de trabalhos. Recorde-se que do «pacote» de 10 Concessões lançadas por este Governo, a Litoral Oeste é a sexta a ser contratada.
Mar, Monumentos Históricos e Santuário mais próximos
A Concessão Litoral Oeste tem uma extensão total de 109 km: 85 km de lanços a construir acrescidos de 24 km de troços já em serviço, para exploração. Irá abranger os Concelhos de Alcobaça, Nazaré, Porto de Mós, Batalha, Leiria, Marinha Grande, Ourém, Tomar e Torres Novas, e trará um forte impulso ao desenvolvimento de uma rota turística por excelência, permitindo ligar em rede vários itinerários de grande interesse histórico e cultural, em que se incluem o Castelo de Leiria e o de Porto de Mós, Monumentos Património Mundial como o Mosteiro de Alcobaça e o da Batalha, e o Convento de Cristo, em Tomar. A praia da Nazaré e o Santuário de Fátima são outros dois locais muito procurados por nacionais e estrangeiros que ficarão mais próximos com a concretização deste empreendimento.
Custos inferiores ao previsto
Ao todo, serão 400 mil os indivíduos directamente beneficiados com este projecto que terá um investimento com construção e beneficiação inicial do adjudicatário estimado em 348 milhões de euros e um investimento total de 622 milhões de euros. O custo de manutenção, nos 30 anos concessionados, será de 202 milhões de euros, inferior em 24% ao previsto no Estudo de Viabilidade da Concessão, elaborado pelo Banco Efisa, que apontava para 267 milhões de euros. O VAL de Esforço Financeiro da EP será de 579 milhões de euros. O adjudicatário conta com financiamento concedido pela Caixa Geral de Depósitos e pelo BPI.
No conjunto das seis Concessões já adjudicadas (Douro Interior, Auto-Estrada Transmontana, Baixo Tejo, Baixo Alentejo, Algarve Litoral e Litoral Oeste) o investimento total (leia-se investimento inicial de construção, acrescido dos custos de conservação e exploração, grandes reparações e alargamentos ao longo dos 30 anos de concessão) é de 3901 milhões de euros, montante que fica 14% abaixo do estimado nos Estudos de Viabilidade: 4547 milhões de euros.
Melhores vias, sinistralidade em queda
A Concessão Litoral Oeste integra os seguintes lanços a construir:
- IC2 - Variante da Batalha, com uma extensão de 13 km em Auto-Estrada e com pagamento de portagem, à excepção do troço que se sobrepõe à actual EN1 entre o Nó da Azóia e o Nó da A8. Esta via entre Porto de Mós, Batalha e Leiria, irá substituir a EN1, caracterizada por um traçado desadequado às necessidades, com grande ocupação marginal, vários cruzamentos de nível e numerosas serventias que condicionam a capacidade da via e as condições de segurança de circulação. Este lanço articula-se com dois eixos transversais: o IC9 e o IC36;
- IC9 - Nazaré-Ourém-Tomar terá 53 km de construção nova entre a Nazaré e Ourém e 14 para conservação entre Ourém e Tomar sem cobrança de portagem;
- IC36 - Leiria Sul-Leiria Nascente, com uma extensão de 6 km de Auto-Estrada com portagem. Este lanço permitirá o fecho da Circular de Leiria, completando-se assim a ligação entre a A8 e a A1 a Sul da cidade em perfil de Auto-Estrada. Virá ainda descongestionar a rede urbana de Leiria, com a transferência de aproximadamente 10 mil veículos por dia para a nova via;
- EN242 - Variante da Nazaré, com 6 km de Auto-Estrada sem portagem. Funcionará como via distribuidora do tráfego proveniente do IC9, evitando o atravessamento da malha urbana da Nazaré;
- EN8 - Ligação a Alcobaça, com uma faixa de rodagem e sem portagem, permitindo uma ligação com maior segurança entre o IC9 e Alcobaça, e evitando simultaneamente que o tráfego atravesse a cidade;
- IC2 - IC36/COL, com 2 km.
Os lanços já em serviço, que funcionarão em regime de exploração, perfazem 24km e são os seguintes:
- IC9 entre Ourém e Carregueiros, com 6 km, obra que deverá estar concluída em Setembro de 2009;
- IC9 entre Carregueiros e Tomar, com 8 km, concluído em Abril de 2008;
- EN1 entre o Nó do IC9 e o Nó de S. Jorge (IC2), com 5 km, já em serviço;
- COL e VPL, num total de 5 km, também em serviço.
A construção e a exploração de melhores vias, que trazem alternativas de qualidade ao tráfego que congestiona as cidades, contribuirão para reduzir a sinistralidade grave em 46%. Recorde-se, a propósito, que entre 2004 e 2008 Portugal diminuiu em 32% o número de vítimas mortais em acidentes de automóvel. Esta percentagem representa menos 363 mortos nos últimos quatro anos nas estradas nacionais. Só a transformação do IP5 em Auto-Estrada (que decorreu entre 2004 e 2006) permitiu uma diminuição das vítimas mortais de 87%: em 2003, antes da obra, registaram-se 30 mortos no IP5; em 2007, já com a nova via em funcionamento, o número de vítimas mortais baixou para quatro. Também a A17, concluída em Maio de 2008, veio salvar muitas vidas. Em 2007, verificaram-se 13 mortos na EN109; em 2008, no novo troço, apenas um.
No que ao Distrito de Leiria diz respeito, a EN1 entre Porto de Mós e Leiria registou 35 mortos nos últimos 10 anos. A substituição deste lanço pelo troço do IC2 entre Porto de Mós e a Batalha promete uma quebra do número de acidentes mortais igualmente significativa.
Redução dos tempos de percurso
A Concessão Litoral Oeste aumentará o número de pessoas que ficarão a menos de 30 minutos de percurso de Leiria (de 353 070 para 374 910). Esta cidade ficará mais próxima de vários destinos:
Menos 15 minutos entre Leiria e a Nazaré;
Menos 10 entre Leiria e Alcobaça;
Menos sete entre Leiria e Porto de Mós;
Menos seis entre Leiria e a Batalha;
Menos 21 entre Leiria e Ourém;
Menos 33 entre Leiria e Tomar.
A construção do novo lanço do IC2 entre Porto de Mós e Leiria permitirá uma redução de 50% do tempo de viagem (comparativamente ao percurso efectuado pela actual EN1). Já o IC9 encurta o tempo médio de percurso entre a Nazaré e Tomar em 38%.
Este empreendimento, bem como outros concluídos e em curso nesta legislatura (nomeadamente a Concessão Pinhal Interior), contribuirá para aumentar consideravelmente a taxa de execução do Plano Rodoviário Nacional (PRN) do Distrito de Leiria - aumento de 29%, atingindo os 79% - e do Distrito de Santarém: aumento de 11%, chegando aos 62%.
Concessão gera emprego
Os benefícios gerados pela Concessão Litoral Oeste superam largamente os custos que lhe estão associados. Um destes benefícios é o potencial de geração de emprego, que poderá atingir os 14 mil postos de trabalho, e que se saldará na criação de riqueza para a Região. Entre os benefícios económicos indirectos, prevê-se que este empreendimento traga melhor acessibilidade ao mercado de trabalho, aos mercados, fornecedores e outras empresas, traduzindo-se num aumento da produtividade das empresas e dos trabalhadores.
In Portal do Governo
sábado, 21 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Desfile de Carnaval Infantil de Alcobaça
As ruas de Alcobaça preparam-se para receber o desfile de Carnaval das escolas do Concelho.
O desfile sai à rua, na próxima sexta-feira, dia 20 de Fevereiro, pelas 10h, e tem a participação dos alunos das escolas do Concelho, nomeadamente do Bárrio, Aljubarrota, Carris, Covões, Cumeira, Vestiaria, Valbom, Junqueira, Casal Ramos, Boavista, Moleanos, entre outras.
O percurso tem início na Avenida Manuel da Silva Carolino, passa pela Rua Dr. Brilhante, Rua Araújo Guimarães, Rua 16 de Outubro, Rua Alexandre Herculano, termina no Mosteiro de Alcobaça.
A organização está a cargo da Câmara Municipal de Alcobaça e da Junta de Freguesia de Alcobaça.
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 843/61
O desfile sai à rua, na próxima sexta-feira, dia 20 de Fevereiro, pelas 10h, e tem a participação dos alunos das escolas do Concelho, nomeadamente do Bárrio, Aljubarrota, Carris, Covões, Cumeira, Vestiaria, Valbom, Junqueira, Casal Ramos, Boavista, Moleanos, entre outras.
O percurso tem início na Avenida Manuel da Silva Carolino, passa pela Rua Dr. Brilhante, Rua Araújo Guimarães, Rua 16 de Outubro, Rua Alexandre Herculano, termina no Mosteiro de Alcobaça.
A organização está a cargo da Câmara Municipal de Alcobaça e da Junta de Freguesia de Alcobaça.
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 843/61
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Carnaval 2009 - E Porque o Carnaval de Alcobaça é o Melhor do Mundo (III)
Aí estão os vídeos:
Carcarolas 2009
Engenheiros do Samba
Carcarolas 2009
Engenheiros do Samba
Carnaval 2009 - E Porque o Carnaval de Alcobaça é o Melhor do Mundo (II)
E está aí mais um hino, dos Engenheiros do Samba!
http://myspace.com/engenheirosdosamba
Este Carnaval Promete!!!
http://myspace.com/engenheirosdosamba
Este Carnaval Promete!!!
Carnaval no Maria´s Club Caffe

E para dar inicio ao Carnaval no Maria´s Club Caffe preparámos para si uma noite "ESPECIAL KARAOKE CARNAVAL" com Zé Águas a dar inicio ao seu CARNAVAL....
Surpresas e muita animação no melhor karaoke do distrito de Leiria!
Esperamos por si....7 noites de folia....magia....e muita animação!
Visite-nos em: http://mariasclub.hi5.com
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
O TP Faz Hoje Anos!!!
Parece que foi ontem, mas já passaram 5 anos desde a publicação do primeiro "post" deste blogue. Foram 5 anos de uma boa causa, de ajuda à minha cidade e conterrâneos. O TP nasceu para elevar o nome de Alcobaça e em especial mostrar aos Alcobacenses o real valor da sua terra. Alcobaça é muito, mas merece mais, e sobretudo merece o apoio e o amor de todos nós.


Algumas curiosidades destes 5 anos:
Número de posts: 2 099
Visitas: 70 692
Visualizações: 84 357
Média de visitas diárias: 44
E claro, este blogue não existiria sem os seus queridos e assíduos leitores, e aqui deixo um Muito Obrigado a todos pela atenção dispensada e pelo contributo dado ao longo de todos estes anos!
Não posso também deixar passar esta data sem enviar um agradecimento especial a quem muito tem contribuído para o sucesso do TP. Um grande obrigado ao José Alberto Vasco pelo apoio incondicional e pela muita informação que tem dado a este blogue, através do seu Nas Faldas da Serra, ao Rogério Raimundo pela divulgação e forte apoio, ao Valdemar e à Raquel pela defesa de Cós e pelo Bazar das Monjas, uma grande referência, à Mafalda Candido, Diana Cordeiro e Isabel Martins por me manterem sempre actualizado sobre as actividades e eventos da C.M.A. e do Cine-Teatro, à Rádio Cister a quem tenho subtilmente extraído muitas das notícias aqui publicadas, à minha irmã Cristiana Bernardes também pelo apoio que me tem dado na manutenção deste espaço, e em especial à Tania pela pessoa que me ajudou a ser e ao João Nuno pelo filho especial que é e por tudo o que me tem dado.
Porque Alcobaça merece!!!


Algumas curiosidades destes 5 anos:
Número de posts: 2 099
Visitas: 70 692
Visualizações: 84 357
Média de visitas diárias: 44
E claro, este blogue não existiria sem os seus queridos e assíduos leitores, e aqui deixo um Muito Obrigado a todos pela atenção dispensada e pelo contributo dado ao longo de todos estes anos!
Não posso também deixar passar esta data sem enviar um agradecimento especial a quem muito tem contribuído para o sucesso do TP. Um grande obrigado ao José Alberto Vasco pelo apoio incondicional e pela muita informação que tem dado a este blogue, através do seu Nas Faldas da Serra, ao Rogério Raimundo pela divulgação e forte apoio, ao Valdemar e à Raquel pela defesa de Cós e pelo Bazar das Monjas, uma grande referência, à Mafalda Candido, Diana Cordeiro e Isabel Martins por me manterem sempre actualizado sobre as actividades e eventos da C.M.A. e do Cine-Teatro, à Rádio Cister a quem tenho subtilmente extraído muitas das notícias aqui publicadas, à minha irmã Cristiana Bernardes também pelo apoio que me tem dado na manutenção deste espaço, e em especial à Tania pela pessoa que me ajudou a ser e ao João Nuno pelo filho especial que é e por tudo o que me tem dado.
Porque Alcobaça merece!!!
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Carnaval 2009 - E Porque o Carnaval de Alcobaça é o Melhor do Mundo
Está aí o hino "Alcopaziano" (esta fui buscar ao meu amigo JAV) para o Carnaval 2009. Com o Carnaval à porta eis que surge o novo hino, o Carcarolas 2009, bem ao jeito Alcobacense. É para ouvir e decorar! Que o Carnaval está a chegar!
http://www.myspace.com/carcarolas
CARCAROLAS 2009
Estava eu no MSN
A teclar com o meu love,
Fiz uma jura solene
Disto nada me demove:
Mascarar-me à Superman
P’ró Carnaval 2009!
- -
Deu-me uma sede bravia
De uma imperial provar,
Fui prá frente d’ Abadia
E senti-me a variar,
Só que agora até ser dia
Já não consigo parar!
- -
REFRÃO
- -
Este Carnaval é cor,
Este Carnaval é meu,
Este Carnaval é maior,
Este Carnaval sou eu!
- -
Este Carnaval é raça
E da crise vamos rindo,
Este Carnaval é Alcobaça,
Este Carnaval é o mai lindo!
- -
Na Sexta é p’ra bebés
No Sábado é p’ra meninos,
Domingo bolhas nos pés
De tantos saltos e pinos,
Do Mosteiro ouvem-se os sinos,
É de manhã e quase dez!
- -
Segunda é a doer,
Pr’á despedida vamos indo!
Há mais mines p’ra beber,
Para as magias esquecer
Metamorfoses para ver
Neste Carnaval que é o mai lindo!
- -
REFRÃO
REFRÃO
- -
E eu até sei, quem do outro lado do mundo vai de propósito a Alcobaça para estar presente...
Programação Especial "Dia dos Namorados"
O Cine-Teatro de Alcobaça apresenta a programação especial "Dia dos Namorados", com os espectáculos Aurora e Moscow Piano Quartet.

Sábado, dia 14 de Fevereiro, pelas 21h30, o CTA abre as portas ao filme-concerto Aurora, de 1927. A história do triângulo amoroso realizado por Wilhelm Murnau e premiado, na cerimónia inaugural dos Óscares as estatuetas de Melhor Filme. Actriz e Fotografia.
Domingo, dia 15 de Fevereiro, pelas 18h, o Mosteiro de Alcobaça leva a palco o espectáculo musical do Quarteto com Piano de Moscovo, com duas das obras mais românticas de todos os tempos: o Quarteto com Piano de Schumann e o 3º Quarteto com Piano de Brahms.
Bilhetes:
Oferta Dia dos Namorados: O CTA oferece 1 bilhete à sua "Cara metade" (Pague 1 leve 2)
Bilhete especial para os dois dias: 8€
Preço Individual: 5€
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 843/61

Sábado, dia 14 de Fevereiro, pelas 21h30, o CTA abre as portas ao filme-concerto Aurora, de 1927. A história do triângulo amoroso realizado por Wilhelm Murnau e premiado, na cerimónia inaugural dos Óscares as estatuetas de Melhor Filme. Actriz e Fotografia.
Domingo, dia 15 de Fevereiro, pelas 18h, o Mosteiro de Alcobaça leva a palco o espectáculo musical do Quarteto com Piano de Moscovo, com duas das obras mais românticas de todos os tempos: o Quarteto com Piano de Schumann e o 3º Quarteto com Piano de Brahms.
Bilhetes:
Oferta Dia dos Namorados: O CTA oferece 1 bilhete à sua "Cara metade" (Pague 1 leve 2)
Bilhete especial para os dois dias: 8€
Preço Individual: 5€
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 843/61
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Nota positiva - Marketing
Penso ser importante realçar as boas iniciativas locais, eis a razão pela qual destaco com nota positiva a iniciativa da empresa Taróca ( decoração&mobiliário) na elaboração do seu catálogo de mobílias.
Bem sei que este é um espaço dedicado à cerâmica, mas este exemplo ilustra bem uma boa campanha de marketing do produto, e poderia facilmente ter sido utilizado para campanhas de divulgação de produtos cerâmicos.
A empresa em questão utilizou o cenário do belo Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça para fotografar os vários módulos de mobiliário. O trabalho resultou num excelente catálogo de mobiliário e numa mostra das várias salas e recantos do Monumento, desempenhando esta dupla função.
Este tipo de estratégia cria dois efeitos espantosos ao nível da opinião pública: a afinidade ao produto ( resultante da própria ligação emocional ao Monumento e à cidade ) e a valorização do artigo ( pelo consequente ambiente elegante que rodeia a campanha fotográfica e confere maior riqueza ao produto. )
Uma terceira função, embora de certa forma indirecta, sendo que não é o principal objectivo de quem recorre à elaboração do catálogo, é a própria divulgação do espaço cultural e do monumento em si, e por consequência, a divulgação da cidade onde este está implantado.
Penso que seria interessante desafiar as empresas locais a adoptar estratégias deste nível e aqui fica uma proposta: porque não criar uma colecção inspirada no género gótico, que caracteriza este monumento? E porque não divulgá-las em simultâneo com esta Maravilha Nacional classificada, este património classificado pela Unesco e conhecido além fronteiras?
A associação do produto cerâmico a uma personalidade, local, ideia, acontecimento, pode ter efeitos verdadeiramente importantes ao nível de marketing, no sucesso da divulgação de empresas e artigos, quer a nível nacional e internacional. É importante que os nossos industriais interiorizem estes novos conceitos e se empenhem em ser verdadeiramente inovadores.
In CeramicaACB
Bem sei que este é um espaço dedicado à cerâmica, mas este exemplo ilustra bem uma boa campanha de marketing do produto, e poderia facilmente ter sido utilizado para campanhas de divulgação de produtos cerâmicos.
A empresa em questão utilizou o cenário do belo Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça para fotografar os vários módulos de mobiliário. O trabalho resultou num excelente catálogo de mobiliário e numa mostra das várias salas e recantos do Monumento, desempenhando esta dupla função.
Este tipo de estratégia cria dois efeitos espantosos ao nível da opinião pública: a afinidade ao produto ( resultante da própria ligação emocional ao Monumento e à cidade ) e a valorização do artigo ( pelo consequente ambiente elegante que rodeia a campanha fotográfica e confere maior riqueza ao produto. )
Uma terceira função, embora de certa forma indirecta, sendo que não é o principal objectivo de quem recorre à elaboração do catálogo, é a própria divulgação do espaço cultural e do monumento em si, e por consequência, a divulgação da cidade onde este está implantado.
Penso que seria interessante desafiar as empresas locais a adoptar estratégias deste nível e aqui fica uma proposta: porque não criar uma colecção inspirada no género gótico, que caracteriza este monumento? E porque não divulgá-las em simultâneo com esta Maravilha Nacional classificada, este património classificado pela Unesco e conhecido além fronteiras?
A associação do produto cerâmico a uma personalidade, local, ideia, acontecimento, pode ter efeitos verdadeiramente importantes ao nível de marketing, no sucesso da divulgação de empresas e artigos, quer a nível nacional e internacional. É importante que os nossos industriais interiorizem estes novos conceitos e se empenhem em ser verdadeiramente inovadores.
In CeramicaACB
Alcobaça Promove Encontro de Empresários da Cerâmica Para Encontrar Soluções
Diversas entidades relacionadas com o Sector da Cerâmica regional estiveram reunidas em Alcobaça, na passada quarta-feira, numa sessão que conto, ainda, com a presença dos Presidentes das Câmaras da Nazaré, Batalha, da Nazaré e de Porto de Mós, a APICER - Associação Portuguesa da Indústria Cerâmica, o NERLEI - Núcleo Empresarial da Região de Leiria, a ACSIA - Associação Comercial de Serviços e Indústria de Alcobaça, o CENCAL - Centro de Formação Profissional p/ a Indústria Cerâmica, o SINDEQ - Sindicato Democrático da Energia Química e Indústrias Diversas e o Sindicato Cerâmico de Leiria.
Empresários e autarcas vão pedir com carácter de urgência uma audiência ao Ministro da Economia, Manuel Pinho, a quem irão apresentar um documento conjunto com as soluções imediatas para a sobrevivência deste sector, que atravessa um período de crise profunda.
Os empresários pedem água e luz mais baratas para puderem sobreviver num contexto de grandes dificuldades, em que os mercados tradicionais deixaram de absorver a maioria da sua produção, assim como a descida do preço do gás, que subiu mais 10%, e que torna a competitividade um objectivo difícil de alcançar.
José Luís Sequeira, presidente da Associação Portuguesa da Industria de Cerâmica (APICER), congratulou-se com a forma como decorreu o encontro de Alcobaça ao afirmar que todos «os agentes envolvidos estiverem dispostos a ajudar», acreditando que, assim, será «possível evitar que mais empresas fechem as portas».
Os empresários voltaram, ainda, a pedir a «suspensão temporária da mão-de-obra», propondo, em contrapartida, a realização de acções de formação profissional. A solução, justificaram, evitará o despedimento de trabalhadores cada vez que as empresas ficarem com «falta de encomendas».
Marcelo Sousa, porta-voz de um grupo de empresários da região, apelou a uma rapidez de resposta da parte do Governo avisando que caso a reacção não chegue, entretanto, mais empresas poderão vir a encerrar as portas, colocando mais trabalhadores no desemprego.
Por sua vez, o presidente da Câmara Municipal da Batalha, António Lucas, defendeu que as autarquias «devem colaborar com o Governo para ajudar a combater a crise», embora, adiantou, «as grandes medidas são da responsabilidade da administração central».
António Lucas disse que as autarquias podem mexer em «algumas taxas» e implementar projectos como o FINICIA, o micro-crédito ou o «apoio na área social», medidas que, sublinhou, «por si só não resolvem os problemas do sector da cerâmica, pelo que a intervenção do governo é essencial».
Durante a parte da tarde de quarta-feira, a Câmara Municipal de Alcobaça reuniu apenas com os empresários de Alcobaça. À saída do encontro, alguns dos industriais mostravam-se menos optimistas, ao afirmarem que «não vale a pena dar mais medicamentos a quem está muito doente porque já não fazem efeito».
Nos últimos cinco anos, encerraram cento e cinquenta e três empresas de cerâmica e cerca de 3 mil pessoas foram conduzidas para o desemprego. O número agravou-se nos últimos meses com o encerramento da centenária Raul da Bernarda; as Faianças Neto & Gomes (S.Martinho do Porto) e a Obrarte (Pinhal Fanheiro, no concelho de Alcobaça, que, ao todo, colocaram cerca de 200 trabalhadores no desemprego. Nas Caldas da Rainha, outrora outro pólo da cerâmica portuguesa, encerram a Secla e a Cerâmica Bordalo Pinheiro está na iminência da insolvência. Há meses que esta empresa apresenta dificuldades de pagamento dos salários aos trabalhadores.
No concelho da Nazaré, a Sociedade de Porcelanas (SPAL) é, actualmente, a maior empregadora na área da porcelana, dando emprego a cerca de 500 pessoas, depois de se terem concretizado os encerramentos de várias pequenas empresas instaladas na freguesia de Valado dos Frades.
In Rádio Cister
Empresários e autarcas vão pedir com carácter de urgência uma audiência ao Ministro da Economia, Manuel Pinho, a quem irão apresentar um documento conjunto com as soluções imediatas para a sobrevivência deste sector, que atravessa um período de crise profunda.
Os empresários pedem água e luz mais baratas para puderem sobreviver num contexto de grandes dificuldades, em que os mercados tradicionais deixaram de absorver a maioria da sua produção, assim como a descida do preço do gás, que subiu mais 10%, e que torna a competitividade um objectivo difícil de alcançar.
José Luís Sequeira, presidente da Associação Portuguesa da Industria de Cerâmica (APICER), congratulou-se com a forma como decorreu o encontro de Alcobaça ao afirmar que todos «os agentes envolvidos estiverem dispostos a ajudar», acreditando que, assim, será «possível evitar que mais empresas fechem as portas».
Os empresários voltaram, ainda, a pedir a «suspensão temporária da mão-de-obra», propondo, em contrapartida, a realização de acções de formação profissional. A solução, justificaram, evitará o despedimento de trabalhadores cada vez que as empresas ficarem com «falta de encomendas».
Marcelo Sousa, porta-voz de um grupo de empresários da região, apelou a uma rapidez de resposta da parte do Governo avisando que caso a reacção não chegue, entretanto, mais empresas poderão vir a encerrar as portas, colocando mais trabalhadores no desemprego.
Por sua vez, o presidente da Câmara Municipal da Batalha, António Lucas, defendeu que as autarquias «devem colaborar com o Governo para ajudar a combater a crise», embora, adiantou, «as grandes medidas são da responsabilidade da administração central».
António Lucas disse que as autarquias podem mexer em «algumas taxas» e implementar projectos como o FINICIA, o micro-crédito ou o «apoio na área social», medidas que, sublinhou, «por si só não resolvem os problemas do sector da cerâmica, pelo que a intervenção do governo é essencial».
Durante a parte da tarde de quarta-feira, a Câmara Municipal de Alcobaça reuniu apenas com os empresários de Alcobaça. À saída do encontro, alguns dos industriais mostravam-se menos optimistas, ao afirmarem que «não vale a pena dar mais medicamentos a quem está muito doente porque já não fazem efeito».
Nos últimos cinco anos, encerraram cento e cinquenta e três empresas de cerâmica e cerca de 3 mil pessoas foram conduzidas para o desemprego. O número agravou-se nos últimos meses com o encerramento da centenária Raul da Bernarda; as Faianças Neto & Gomes (S.Martinho do Porto) e a Obrarte (Pinhal Fanheiro, no concelho de Alcobaça, que, ao todo, colocaram cerca de 200 trabalhadores no desemprego. Nas Caldas da Rainha, outrora outro pólo da cerâmica portuguesa, encerram a Secla e a Cerâmica Bordalo Pinheiro está na iminência da insolvência. Há meses que esta empresa apresenta dificuldades de pagamento dos salários aos trabalhadores.
No concelho da Nazaré, a Sociedade de Porcelanas (SPAL) é, actualmente, a maior empregadora na área da porcelana, dando emprego a cerca de 500 pessoas, depois de se terem concretizado os encerramentos de várias pequenas empresas instaladas na freguesia de Valado dos Frades.
In Rádio Cister
Museu Nacional do Vinho Pode Conhecer Desenvolvimentos Em Breve
A Câmara Municipal de Alcobaça anunciou que os Ministérios da Agricultura e da Cultura vão reunir para resolver a questão.
O presidente da Câmara Municipal de Alcobaça, Gonçalves Sapinho, que avançou com a informação, ainda não sabe se vai participar na reunião mas já se congratulou com a sua realização.
O autarca escreveu recentemente ao Governo a pedir esclarecimentos sobre diversas questões relacionadas com o Museu, que deverá ser responsabilidade de outro organismo em breve.
O presidente, Gonçalves Sapinho, quis saber, nomeadamente, se o museu irá manter a designação "Museu Nacional do Vinho" com a sua transferência, se irá ou não ser integrado na Rede Nacional de Museus e se a sua passagem para o Ministério da Cultura irá ou não ser uma realidade.
O Instituto da Vinha e do Vinho e o Ministério da Agricultura deixaram bem claro, durante uma deslocação do Ministro Jaime Silva a Alcobaça, que «não têm vocação» para gerir espaços museológicos.
Entretanto, a CDU já veio exigir a reabertura do Museu enquanto não se define quando e o que fazer ao espaço.
Para Rogério Raimundo, «é importante manter no museu, criado em 1976, os funcionários que, ao longo dos anos, adquiriram um conhecimento sobre o seu vasto espólio, algo que se perderá com o tempo, caso este mantenha as portas fechadas».
O vereador da CDU acha ainda «lamentável que o site do Ministério da Agricultura informe que o Museu do Vinho está aberto ao público, quando tal não é verdade» há vários meses, desde que os funcionários foram colocados no quadro de mobilidade.
In Rádio Cister
O presidente da Câmara Municipal de Alcobaça, Gonçalves Sapinho, que avançou com a informação, ainda não sabe se vai participar na reunião mas já se congratulou com a sua realização.
O autarca escreveu recentemente ao Governo a pedir esclarecimentos sobre diversas questões relacionadas com o Museu, que deverá ser responsabilidade de outro organismo em breve.
O presidente, Gonçalves Sapinho, quis saber, nomeadamente, se o museu irá manter a designação "Museu Nacional do Vinho" com a sua transferência, se irá ou não ser integrado na Rede Nacional de Museus e se a sua passagem para o Ministério da Cultura irá ou não ser uma realidade.
O Instituto da Vinha e do Vinho e o Ministério da Agricultura deixaram bem claro, durante uma deslocação do Ministro Jaime Silva a Alcobaça, que «não têm vocação» para gerir espaços museológicos.
Entretanto, a CDU já veio exigir a reabertura do Museu enquanto não se define quando e o que fazer ao espaço.
Para Rogério Raimundo, «é importante manter no museu, criado em 1976, os funcionários que, ao longo dos anos, adquiriram um conhecimento sobre o seu vasto espólio, algo que se perderá com o tempo, caso este mantenha as portas fechadas».
O vereador da CDU acha ainda «lamentável que o site do Ministério da Agricultura informe que o Museu do Vinho está aberto ao público, quando tal não é verdade» há vários meses, desde que os funcionários foram colocados no quadro de mobilidade.
In Rádio Cister
Doismileoito em Alcobaça
Doismileoito Apresentam Primeiro Disco em Três Concertos
Os Doismileoito vão apresentar o álbum homónimo de estreia com concertos em Lisboa, Alcobaça e Porto.
A banda oferece a todos os presentes nos três concertos um EP com quatro temas retirados do disco entre os quais o single "Bem Melhor". A banda actua a 6 de Fevereiro no MusicBox (Lisboa), 13 no Plano B (Porto) e 14 no Clinic (Alcobaça).
In Disco Digital
Os Doismileoito vão apresentar o álbum homónimo de estreia com concertos em Lisboa, Alcobaça e Porto.
A banda oferece a todos os presentes nos três concertos um EP com quatro temas retirados do disco entre os quais o single "Bem Melhor". A banda actua a 6 de Fevereiro no MusicBox (Lisboa), 13 no Plano B (Porto) e 14 no Clinic (Alcobaça).
In Disco Digital
sábado, 31 de janeiro de 2009
21ª Emissão do Programa "Um Olhar Sobre a Semana"
Este Domingo, entre as 12 e as 13 horas na Rádio Cister
"Um Olhar Sobre a Semana", um espaço semanal do Departamento de Informação da Rádio Cister que tem como objectivo a reflexão e o comentário sobre as notícias que marcam os nossos dias, ao nível local, regional e nacional (sem deixar o internacional de fora...). Um Olhar Sobre a Semana é um programa editado, apresentado e moderado por José Alberto Vasco, tendo como comentadores residentes José António Canha, José Costa e Sousa e Valdemar Rodrigues.
Tema da 21ª Emissão
- O deputado municipal José Marques Serralheiro defendeu recentemente na Assembleia Municipal de Alcobaça a ideia de se instalar um Parque Municipal da Maçã nas Matas Nacionais do Vimeiro. Ainda mais recentemente, a CDU sugeriu que Alcobaça aproveitasse a efeméride do 80º aniversário da licenciatura de Joaquim Vieira Natividade em Silvicultura para pressionar o Governo da República sobre o actual estado de conservação daquelas matas nacionais. Estamos a falar de uma batalha perdida ou será que ainda se poderá fazer algo pelo futuro daquele núcleo florestal tão importante do concelho de Alcobaça?
--
Opinião Pessoal
Alcobaça pode e deve fazer mais pelos seus produtos, tradições e tudo o que esteja relacionado com a nossa identidade e todas as nossas mais-valias. A Maçã de Alcobaça é um grande produto da nossa região, reconhecido internacionalmente pela sua qualidade e pelos seus benefícios para a saúde. É, portanto, algo que merece todo o apoio e dedicação.
A criação de um Parque Municipal da Maçã nas Matas Nacionais do Vimeiro é uma ideia que tem vindo a ser defendida há algum tempo pelo nosso deputado municipal José Marques Serralheiro e seria sem qualquer dúvida uma boa forma de apoiar e divulgar este nosso famoso fruto. A questão que pode levantar algumas dúvidas tem a ver com o facto de qual será realmente a eficácia e viabilidade deste PM da Maçã e se conseguirá cumprir os verdadeiros objectivos da promoção.
Muito sinceramente (e esta é a minha opinião pessoal) não vejo grande viabilidade neste projecto pois não consigo sentir que um PM da Maçã seja algo de muito atractivo para as populações e turistas. Não ponho em causa a sua importância, mas um espaço se se quer funcional e atractivo tem de ter de facto um tema bem mais forte que apenas o nome de um fruto. Posso também não estar a entender o que será um Parque da Maçã ou quais as suas principais actividades e iniciativas mas parece-me pouco. Estamos da era da Informação, do Digital, da Globalização. Os interesses fundamentais já são outros e creio que é necessária aqui mais alguma criatividade.
A sugestão da CDU de Alcobaça é deveras interessante e deverá ser posta em prática. O núcleo florestal do Vimeiro merece muito mais atenção tanto da parte das entidades oficiais como mesmo de todos nós. Há que lutar pela preservação das nossas cada vez mais raras manchas florestais e também criar estruturas para que possam ser úteis às populações e se possam tornar em bons locais de lazer, de aprendizagem e contacto com a natureza.
Se é uma batalha perdida? _ Certamente que não. Ainda se pode lutar, pressionar e fazer muito. Baixar os braços é que não!
"Um Olhar Sobre a Semana", um espaço semanal do Departamento de Informação da Rádio Cister que tem como objectivo a reflexão e o comentário sobre as notícias que marcam os nossos dias, ao nível local, regional e nacional (sem deixar o internacional de fora...). Um Olhar Sobre a Semana é um programa editado, apresentado e moderado por José Alberto Vasco, tendo como comentadores residentes José António Canha, José Costa e Sousa e Valdemar Rodrigues.
Tema da 21ª Emissão
- O deputado municipal José Marques Serralheiro defendeu recentemente na Assembleia Municipal de Alcobaça a ideia de se instalar um Parque Municipal da Maçã nas Matas Nacionais do Vimeiro. Ainda mais recentemente, a CDU sugeriu que Alcobaça aproveitasse a efeméride do 80º aniversário da licenciatura de Joaquim Vieira Natividade em Silvicultura para pressionar o Governo da República sobre o actual estado de conservação daquelas matas nacionais. Estamos a falar de uma batalha perdida ou será que ainda se poderá fazer algo pelo futuro daquele núcleo florestal tão importante do concelho de Alcobaça?
--
Opinião Pessoal
Alcobaça pode e deve fazer mais pelos seus produtos, tradições e tudo o que esteja relacionado com a nossa identidade e todas as nossas mais-valias. A Maçã de Alcobaça é um grande produto da nossa região, reconhecido internacionalmente pela sua qualidade e pelos seus benefícios para a saúde. É, portanto, algo que merece todo o apoio e dedicação.
A criação de um Parque Municipal da Maçã nas Matas Nacionais do Vimeiro é uma ideia que tem vindo a ser defendida há algum tempo pelo nosso deputado municipal José Marques Serralheiro e seria sem qualquer dúvida uma boa forma de apoiar e divulgar este nosso famoso fruto. A questão que pode levantar algumas dúvidas tem a ver com o facto de qual será realmente a eficácia e viabilidade deste PM da Maçã e se conseguirá cumprir os verdadeiros objectivos da promoção.
Muito sinceramente (e esta é a minha opinião pessoal) não vejo grande viabilidade neste projecto pois não consigo sentir que um PM da Maçã seja algo de muito atractivo para as populações e turistas. Não ponho em causa a sua importância, mas um espaço se se quer funcional e atractivo tem de ter de facto um tema bem mais forte que apenas o nome de um fruto. Posso também não estar a entender o que será um Parque da Maçã ou quais as suas principais actividades e iniciativas mas parece-me pouco. Estamos da era da Informação, do Digital, da Globalização. Os interesses fundamentais já são outros e creio que é necessária aqui mais alguma criatividade.
A sugestão da CDU de Alcobaça é deveras interessante e deverá ser posta em prática. O núcleo florestal do Vimeiro merece muito mais atenção tanto da parte das entidades oficiais como mesmo de todos nós. Há que lutar pela preservação das nossas cada vez mais raras manchas florestais e também criar estruturas para que possam ser úteis às populações e se possam tornar em bons locais de lazer, de aprendizagem e contacto com a natureza.
Se é uma batalha perdida? _ Certamente que não. Ainda se pode lutar, pressionar e fazer muito. Baixar os braços é que não!
Sérgio Carolino no CINE-TEATRO DE ALCOBAÇA // 7 FEV '09

NOVO HORÁRIO DA BILHETEIRA:
Terça a Sexta > 13h30 às 18h // Sábado,Domingo e Feriados > 15H às 18H
Domingo e Segunda (em dias de cinema)> 20H às 22H
Telefone / Reservas: 262 580 890 | Ext. 5000
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 843/61
"Amália, o Filme" Volta ao Cine-Teatro de Alcobaça em Fevereiro
Após o sucesso da apresentação de "Amália, o Filme", o Cine-Teatro de Alcobaça volta a repor o filme nos próximos dias 9 (21h30) e 10 de Fevereiro (14h30).
A sessão de 10 de Fevereiro insere-se no Ciclo de filmes da Diva do Fado - Amália, que o CTA deu início no passado dia 27 de Janeiro, especialmente dedicado ao público sénior do Concelho, mas que também se estende à população em geral.
Bilhetes:
9 de Fevereiro: 3 €
10 de Fevereiro: 1€
Mais informações contacte:
Tel: 262 580 890/885 | email: cine.teatro@cm-alcobaca.pt
A sessão de 10 de Fevereiro insere-se no Ciclo de filmes da Diva do Fado - Amália, que o CTA deu início no passado dia 27 de Janeiro, especialmente dedicado ao público sénior do Concelho, mas que também se estende à população em geral.
Bilhetes:
9 de Fevereiro: 3 €
10 de Fevereiro: 1€
Mais informações contacte:
Tel: 262 580 890/885 | email: cine.teatro@cm-alcobaca.pt
USALCOA Promove Palestra Sobre Solidariedade Social
Na próxima sexta-feira, dia 6, a Universidade Sénior de Alcobaça (USALCOA) promove uma palestra sobre "As Associações de Solidariedade Social e o Poder na Luta Contra a Pobreza".
Joaquim Guilherme Ramos, presidente da direcção do Centro de Bem Estar Social de Alcanena e ex-dirigente dos Serviços de Acção Social da Segurança Social de Santarém é o orador convidado a falar da sua experiência na área da solidariedade social. A iniciativa é gratuita e está aberta a todos os interessados, que se devem inscrever previamente através do telefone 262582510 ou do e-mail usalcoa@gmail.com.
A palestra terá lugar no auditório da Biblioteca Municipal de Alcobaça a partir das 15h00.
In Gazeta das Caldas
Joaquim Guilherme Ramos, presidente da direcção do Centro de Bem Estar Social de Alcanena e ex-dirigente dos Serviços de Acção Social da Segurança Social de Santarém é o orador convidado a falar da sua experiência na área da solidariedade social. A iniciativa é gratuita e está aberta a todos os interessados, que se devem inscrever previamente através do telefone 262582510 ou do e-mail usalcoa@gmail.com.
A palestra terá lugar no auditório da Biblioteca Municipal de Alcobaça a partir das 15h00.
In Gazeta das Caldas
Alcobaça Promove Dia Dedicado à Cerâmica
Na passada quarta-feira, dia 27, estava previsto um dia dedicado aos sector da cerâmica, promovido pelo Município de Alcobaça.
Ao longo da manhã o pequeno auditório do Cine-Teatro de Alcobaça terá sido palco de um encontro entre alguns autarcas dos concelhos mais afectados pela crise na cerâmica (entre os quais Caldas da Rainha), representantes do sector, empresários e representantes dos trabalhadores, tendo ainda sido convidados representantes do IAPMEI e da Associação Portuguesa de Bancos.
Realizada já depois do fecho desta edição, a reunião tinha como objectivo a elaboração de um plano estratégico concertado entre todos os agentes em defesa das empresas que ainda sobrevivem e dos postos de trabalho, muitos dos quais já em risco.
A tarde foi dedicada aos empresários do concelho alcobacense, que terá servido para diagnosticar a situação real do sector e para apresentação do Projecto de Iniciativa Comunitária "Ceramica", integrado no programa Interreg IV-C.
(...)
In Gazeta das Caldas
Ao longo da manhã o pequeno auditório do Cine-Teatro de Alcobaça terá sido palco de um encontro entre alguns autarcas dos concelhos mais afectados pela crise na cerâmica (entre os quais Caldas da Rainha), representantes do sector, empresários e representantes dos trabalhadores, tendo ainda sido convidados representantes do IAPMEI e da Associação Portuguesa de Bancos.
Realizada já depois do fecho desta edição, a reunião tinha como objectivo a elaboração de um plano estratégico concertado entre todos os agentes em defesa das empresas que ainda sobrevivem e dos postos de trabalho, muitos dos quais já em risco.
A tarde foi dedicada aos empresários do concelho alcobacense, que terá servido para diagnosticar a situação real do sector e para apresentação do Projecto de Iniciativa Comunitária "Ceramica", integrado no programa Interreg IV-C.
(...)
In Gazeta das Caldas
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Administração do Hospital de Alcobaça Extinta Pelo Governo
A Câmara Municipal de Alcobaça não deu grande importância ao diploma governamental que extinguiu as administrações dos Hospitais de Alcobaça, Caldas da Rainha e Peniche para criar uma única gestão e um Centro Hospitalar para servir o oeste-norte.
O presidente da Câmara Municipal, Gonçalves Sapinho, afirmou que vai «esperar para ver se o acto de gestão trará ou não vantagens para os três municípios»
Foi publicado em Diário da República, na passada quinta-feira, 22 de Janeiro, a criação do Centro Hospitalar Oeste Norte que irá funcionar até à decisão governamental de se criar ou não o Hospital Oeste-Norte, que os concelhos de Alcobaça e Caldas da Rainha disputam, e que extingue as actuais administrações dos Hospitais daquelas duas cidades e da de Peniche.
Adelaide Afonso, presidente do Concelho de Administração do Hospital Bernardino Lopes Oliveira, adiantou que «a nomeação da futura administração está por dias», começando aí a contar o prazo de cerca de 4 meses para que seja elaborado o regulamento interno destas três unidades de saúde».
Por seu lado, o deputado municipal José Marques Serralheiro, autor da ideia da criação de hospital único para servir uma população de 250 mil pessoas, na região, afirmou que esta «medida poderá trazer grandes vantagens para os utentes de Alcobaça, uma vez que poderão passar a recorrer a especialidades que não estão hoje disponível no Hospital Bernardino Oliveira e que existem em Caldas da Rainha ou em Peniche».
Recorde-se que a Câmara Municipal de Alcobaça adquiriu um terreno em Alfeizerão para "doar" ao Ministério da saúde com o intuito de receber, ali, o novo Hospital Oeste-Norte, já anunciado como uma das compensações da região pela perda do investimento, aguardado durante mais de 20 anos, do novo aeroporto internacional (Ota).
A compra do terreno, muito contestada por alguns elementos da oposição a Gonçalves Sapinho, que consideram despropositada a compra sem se saber antes se o Ministério da Saúde irá ou não escolher Alcobaça para localização da futura mega unidade de saúde, terá sido formalizada no passado dia 9 de Janeiro com a escritura de compra e venda.
In Rádio Cister
O presidente da Câmara Municipal, Gonçalves Sapinho, afirmou que vai «esperar para ver se o acto de gestão trará ou não vantagens para os três municípios»
Foi publicado em Diário da República, na passada quinta-feira, 22 de Janeiro, a criação do Centro Hospitalar Oeste Norte que irá funcionar até à decisão governamental de se criar ou não o Hospital Oeste-Norte, que os concelhos de Alcobaça e Caldas da Rainha disputam, e que extingue as actuais administrações dos Hospitais daquelas duas cidades e da de Peniche.
Adelaide Afonso, presidente do Concelho de Administração do Hospital Bernardino Lopes Oliveira, adiantou que «a nomeação da futura administração está por dias», começando aí a contar o prazo de cerca de 4 meses para que seja elaborado o regulamento interno destas três unidades de saúde».
Por seu lado, o deputado municipal José Marques Serralheiro, autor da ideia da criação de hospital único para servir uma população de 250 mil pessoas, na região, afirmou que esta «medida poderá trazer grandes vantagens para os utentes de Alcobaça, uma vez que poderão passar a recorrer a especialidades que não estão hoje disponível no Hospital Bernardino Oliveira e que existem em Caldas da Rainha ou em Peniche».
Recorde-se que a Câmara Municipal de Alcobaça adquiriu um terreno em Alfeizerão para "doar" ao Ministério da saúde com o intuito de receber, ali, o novo Hospital Oeste-Norte, já anunciado como uma das compensações da região pela perda do investimento, aguardado durante mais de 20 anos, do novo aeroporto internacional (Ota).
A compra do terreno, muito contestada por alguns elementos da oposição a Gonçalves Sapinho, que consideram despropositada a compra sem se saber antes se o Ministério da Saúde irá ou não escolher Alcobaça para localização da futura mega unidade de saúde, terá sido formalizada no passado dia 9 de Janeiro com a escritura de compra e venda.
In Rádio Cister
Etar de São Martinho Pode Ficar Pronta Este Ano
A TrevoOeste estima que a Estação de Pré-tratamento de Efluentes de Suinicultura (ETES) de São Martinho do Porto esteja pronta em Setembro de 2009.
A data de conclusão desta obra já foi corrigida por diversas vezes. As previsões iniciais apontavam para a conclusão da Etar, localizada junto à Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) da empresa Águas do Oeste para o final de 2008.
Um dos motivos de tanto atraso é a falta de regulamentações do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN já que a construção desta como das ETAR da Benedita e do Cadaval foram alvo de uma candidatura aos fundos comunitários.
Pedro Alves, vice-presidente da TrevoOeste, não se mostra preocupado com os atrasos que atribui a «questões técnicas», lembrando, ainda, que a «estação de pré-tratamento irá ser dotada de uma tecnologia não prevista no projecto inicial, designadamente ao nível do tratamento de odores».
As futuras três Estações de Tratamento de Efluentes Suinícolas da TrevoOeste, que, no total, representam um investimento superior a 28 milhões de euros, terão capacidade para pré-tratar 1.230 metros cúbicos de efluentes gerados por mais de 290 mil suínos de 619 explorações existentes nos concelhos de Alcobaça, Caldas da Rainha, Cadaval, Óbidos e Bombarral.
In Rádio Cister
A data de conclusão desta obra já foi corrigida por diversas vezes. As previsões iniciais apontavam para a conclusão da Etar, localizada junto à Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) da empresa Águas do Oeste para o final de 2008.
Um dos motivos de tanto atraso é a falta de regulamentações do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN já que a construção desta como das ETAR da Benedita e do Cadaval foram alvo de uma candidatura aos fundos comunitários.
Pedro Alves, vice-presidente da TrevoOeste, não se mostra preocupado com os atrasos que atribui a «questões técnicas», lembrando, ainda, que a «estação de pré-tratamento irá ser dotada de uma tecnologia não prevista no projecto inicial, designadamente ao nível do tratamento de odores».
As futuras três Estações de Tratamento de Efluentes Suinícolas da TrevoOeste, que, no total, representam um investimento superior a 28 milhões de euros, terão capacidade para pré-tratar 1.230 metros cúbicos de efluentes gerados por mais de 290 mil suínos de 619 explorações existentes nos concelhos de Alcobaça, Caldas da Rainha, Cadaval, Óbidos e Bombarral.
In Rádio Cister
Museu das Comunicações é do Município
Alcobaça segura espólio das "máquinas falantes".
O espólio das "máquinas falantes" foi acordado em cento e trinta e um mil euros (131.000). Chega, assim, ao fim um longo processo de acordo entre a Câmara e familiares do fundador de um Museu de Comunicações, instalado na Cela.
O acordo foi alcançado recentemente com a Câmara Municipal de Alcobaça a concertar os 131 mil euros com os herdeiros do Museu das Comunicações da Cela através de três prestações. Uma já em 2009, de 50 mil, valor que será igual ao que será pago em 2010 e 31 mil em 2011.
Antes de chegar a acordo sobre a verba, a Câmara Municipal pediu ao Instituto das Comunicações que avaliasse o espólio deixado pelo celence José Neves.
O património, constituído por dezenas de Rádios-transmissores, grafonolas, telefonias e outros aparelhos de radiodifusão de várias épocas e países foi coleccionado ao longo de anos por José Neves. O espólio chegou a ser prometido à Junta de Freguesia da Cela mas José Neves morreu antes de concretizar a doação.
José Neves trabalhou na ex-emissora nacional, e coleccionou durante anos telefonias de todo o mundo. Prometeu doar o espólio ao município mas a morte súbita do homem que já tinha doado o terreno onde foi feito o monumento a Humberto Delgado, deixou para familiares a decisão sobre este património de valor ainda incalculável.
In Rádio Cister
O espólio das "máquinas falantes" foi acordado em cento e trinta e um mil euros (131.000). Chega, assim, ao fim um longo processo de acordo entre a Câmara e familiares do fundador de um Museu de Comunicações, instalado na Cela.
O acordo foi alcançado recentemente com a Câmara Municipal de Alcobaça a concertar os 131 mil euros com os herdeiros do Museu das Comunicações da Cela através de três prestações. Uma já em 2009, de 50 mil, valor que será igual ao que será pago em 2010 e 31 mil em 2011.
Antes de chegar a acordo sobre a verba, a Câmara Municipal pediu ao Instituto das Comunicações que avaliasse o espólio deixado pelo celence José Neves.
O património, constituído por dezenas de Rádios-transmissores, grafonolas, telefonias e outros aparelhos de radiodifusão de várias épocas e países foi coleccionado ao longo de anos por José Neves. O espólio chegou a ser prometido à Junta de Freguesia da Cela mas José Neves morreu antes de concretizar a doação.
José Neves trabalhou na ex-emissora nacional, e coleccionou durante anos telefonias de todo o mundo. Prometeu doar o espólio ao município mas a morte súbita do homem que já tinha doado o terreno onde foi feito o monumento a Humberto Delgado, deixou para familiares a decisão sobre este património de valor ainda incalculável.
In Rádio Cister
Alcobaça Apresenta Propostas Para o Mosteiro ao IGESPAR
O presidente da Câmara Municipal de Alcobaça (CMA) vai encontrar-se esta semana como o presidente do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico (IGESPAR) para lhe apresentar a sua proposta de "ocupação e fruição do Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça".
Gonçalves Sapinho afirma que há «uma convergência bastante grande» com Elísio Summavielle, nomeadamente sobre as «grandes questões» que envolvem o Mosteiro e, por isso, espera que este encontro sirva para «limar algumas arestas».
O presidente do IGESPAR já se pronunciou, publicamente, sobre algumas soluções que têm vindo a ser apontadas para a futura fruição do Monumento e classificou a ideia de instalar no Mosteiro um Museu «como improvável por não haver espólio suficiente».
Em reacção, o presidente da Câmara Municipal de Alcobaça já esclareceu que a instalação de um Museu no Mosteiro é uma ideia defendida pelo vereador do PS, Daniel Adrião, e não por si. O autarca remete, ainda, para o texto que leu à comunicação social, sobre o futuro do monumento, onde defende que os museus devem estar espalhados pela cidade, sob pena de as visitas a Alcobaça «começarem e acabarem dentro do Mosteiro».
O director do IGESPAR, Elísio Summavielle, adiantou, ainda, que já recebeu duas propostas de instalação de um hotel no Mosteiro. Gonçalves Sapinho afirma conhecer apenas uma, que classifica como «grande demais para a realidade de Alcobaça».
Quanto à promoção turística, a autarquia está, neste momento, a trabalhar a Rota de Cister, estando já marcada uma reunião em Alcobaça no mês de Fevereiro com o intuito de desenvolver um projecto que se poderá complementar com a Rota do Património Mundial, responsabilidade do Turismo de Portugal e Ministério da Cultura.
In Rádio Cister
Gonçalves Sapinho afirma que há «uma convergência bastante grande» com Elísio Summavielle, nomeadamente sobre as «grandes questões» que envolvem o Mosteiro e, por isso, espera que este encontro sirva para «limar algumas arestas».
O presidente do IGESPAR já se pronunciou, publicamente, sobre algumas soluções que têm vindo a ser apontadas para a futura fruição do Monumento e classificou a ideia de instalar no Mosteiro um Museu «como improvável por não haver espólio suficiente».
Em reacção, o presidente da Câmara Municipal de Alcobaça já esclareceu que a instalação de um Museu no Mosteiro é uma ideia defendida pelo vereador do PS, Daniel Adrião, e não por si. O autarca remete, ainda, para o texto que leu à comunicação social, sobre o futuro do monumento, onde defende que os museus devem estar espalhados pela cidade, sob pena de as visitas a Alcobaça «começarem e acabarem dentro do Mosteiro».
O director do IGESPAR, Elísio Summavielle, adiantou, ainda, que já recebeu duas propostas de instalação de um hotel no Mosteiro. Gonçalves Sapinho afirma conhecer apenas uma, que classifica como «grande demais para a realidade de Alcobaça».
Quanto à promoção turística, a autarquia está, neste momento, a trabalhar a Rota de Cister, estando já marcada uma reunião em Alcobaça no mês de Fevereiro com o intuito de desenvolver um projecto que se poderá complementar com a Rota do Património Mundial, responsabilidade do Turismo de Portugal e Ministério da Cultura.
In Rádio Cister
Oeste Turístico Bem Cotado
Tomaram posse em Óbidos os órgãos directivos do Pólo de Turismo do Oeste, tendo como presidente António Carneiro. "É um pólo que ganhou essa figura jurídica e essa legitimidade face à dimensão dos investimentos que estão em curso", manifestou.
A cerimónia contou com a presença do secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade, que elogiou o Oeste. "Enquanto nova centralidade turística, é uma prioridade do Governo", sublinhou.
O presidente da assembleia geral, Carlos Lourenço, deixou o repto de se alargar a base territorial para se criar um "pólo competitivo", integrando os concelhos de Alcobaça e Nazaré.
In Oeste Online
A cerimónia contou com a presença do secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade, que elogiou o Oeste. "Enquanto nova centralidade turística, é uma prioridade do Governo", sublinhou.
O presidente da assembleia geral, Carlos Lourenço, deixou o repto de se alargar a base territorial para se criar um "pólo competitivo", integrando os concelhos de Alcobaça e Nazaré.
In Oeste Online
Museu do Vinho Sob Alçada da Cultura
Os ministérios da Agricultura e da Cultura estão a discutir a passagem da tutela do Museu do Vinho, em Alcobaça, do primeiro para o segundo. A informação foi avançada por Gonçalves Sapinho, presidente daquela autarquia, à margem de uma conferência de emprego realizada no passado dia 12.
"Espero que se entendam", afirmou o edil, que vê assim concretizar-se uma hipótese que Jaime Silva tinha deixado em aberto em 2007, numa visita que fez ao Museu e onde garantiu que este era para manter de portas abertas. Esta é, de resto, uma das condições impostas pelo autarca para que a Câmara acolha o Museu, cujo encerramento veio acelerar ainda mais uma deterioração que era já evidente.
Outras exigências são a realização de obras, a definição inequívoca de que o Museu é nacional e a sua integração na Rede Portuguesa de Museus. "Só assim aceito a chave", garante Sapinho.
In Oeste Online
"Espero que se entendam", afirmou o edil, que vê assim concretizar-se uma hipótese que Jaime Silva tinha deixado em aberto em 2007, numa visita que fez ao Museu e onde garantiu que este era para manter de portas abertas. Esta é, de resto, uma das condições impostas pelo autarca para que a Câmara acolha o Museu, cujo encerramento veio acelerar ainda mais uma deterioração que era já evidente.
Outras exigências são a realização de obras, a definição inequívoca de que o Museu é nacional e a sua integração na Rede Portuguesa de Museus. "Só assim aceito a chave", garante Sapinho.
In Oeste Online
sábado, 24 de janeiro de 2009
Perigos da Internet em Debate na ESDICA
Os perigos da internet estiveram em debate na Escola Secundária Dona Inês de Castro, em Alcobaça.
Camilo Oliveira, Inspector-Chefe da Polícia Judiciária de Leiria, convidado do Conselho Executivo da Escola para esta Palestra, alertou e aconselhou os pais e professores sobre os riscos que a rede poderá trazer a crianças e adolescentes, nomeadamente ao nível dos «predadores sexuais».
Um estudo europeu refere que 50 por cento das crianças já foram aliciadas através da internet e que 15% chegou mesmo a marcar encontros com adultos através da rede.
In Rádio Cister
--
Uma questão muito pertinente com uma iniciativa que é de louvar. Parabéns!
Camilo Oliveira, Inspector-Chefe da Polícia Judiciária de Leiria, convidado do Conselho Executivo da Escola para esta Palestra, alertou e aconselhou os pais e professores sobre os riscos que a rede poderá trazer a crianças e adolescentes, nomeadamente ao nível dos «predadores sexuais».
Um estudo europeu refere que 50 por cento das crianças já foram aliciadas através da internet e que 15% chegou mesmo a marcar encontros com adultos através da rede.
In Rádio Cister
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Uma questão muito pertinente com uma iniciativa que é de louvar. Parabéns!
Encontros com as Invasões Francesas
Armazém das Artes - Fundação Cultural
Inauguração dia 31 de Janeiro

Às 16h terá lugar, no Auditório da Fundação, a conferência:
"As Invasões Francesas na Beira - suas consequências económico-sociais"
pelo Prof. Dr. João Nunes de Oliveira (Universidade de Coimbra)
O Armazém das Artes - Fundação Cultural, achou por bem assinalar os 200 anos passados sobre as Invasões Francesas, com uma exposição que mostra alguns vestígios da sua passagem por Alcobaça, dos quais o mais significativo foi, sem dúvida, o arrombamento dos túmulos de D. Pedro e de D. Inês, seguido de saque do espólio mortuário dos protagonistas do mais célebre drama amoroso da História de Portugal.
Mais Informação
Inauguração dia 31 de Janeiro

Às 16h terá lugar, no Auditório da Fundação, a conferência:
"As Invasões Francesas na Beira - suas consequências económico-sociais"
pelo Prof. Dr. João Nunes de Oliveira (Universidade de Coimbra)
O Armazém das Artes - Fundação Cultural, achou por bem assinalar os 200 anos passados sobre as Invasões Francesas, com uma exposição que mostra alguns vestígios da sua passagem por Alcobaça, dos quais o mais significativo foi, sem dúvida, o arrombamento dos túmulos de D. Pedro e de D. Inês, seguido de saque do espólio mortuário dos protagonistas do mais célebre drama amoroso da História de Portugal.
Mais Informação
20ª Emissão do Programa "Um Olhar Sobre a Semana"
Este Domingo, entre as 12 e as 13 horas na Rádio Cister
"Um Olhar Sobre a Semana", um espaço semanal do Departamento de Informação da Rádio Cister que tem como objectivo a reflexão e o comentário sobre as notícias que marcam os nossos dias, ao nível local, regional e nacional (sem deixar o internacional de fora...). Um Olhar Sobre a Semana é um programa editado, apresentado e moderado por José Alberto Vasco, tendo como comentadores residentes José António Canha, José Costa e Sousa e Valdemar Rodrigues.
Temas da 20ª Emissão
1. - Os presidentes das federações de futebol de Portugal e de Espanha anunciaram esta semana que os dois países vão apresentar uma candidatura conjunta para a realização da fase final do Campeonato do Mundo de Futebol de 2018. Numa época em que atravessamos uma crise económica tão profunda e tão difícil de superar, será essa uma candidatura sensata e ajuizada para o nosso país? É esse o género de investimento que nos vai ajudar a ultrapassar os graves problemas com que nos defrontamos?
2. - Neste primeiro mês de um ano com eleições autárquicas em Portugal, o meio político alcobacense tem sido ultimamente agitado por rumores de que se estaria a preparar e a ganhar força uma candidatura independente para concorrer à Junta de Freguesia de Alcobaça... Será politicamente viável uma candidatura desse género dentro do actual quadro administrativo?
--
Opinião Pessoal
1. - Campeonato do Mundo de Futebol de 2018
Em primeiro lugar creio que é bom não esquecer que estamos a falar de um evento para 2018 e a confundir com uma crise que se está a passar em 2009. Faltam 9 anos e mal de nós se continuarmos na mesma situação nessa altura. Depois, trata-se de uma candidatura conjunta, com investimentos repartidos e onde não vai haver necessidade de construção de quaisqer infra-estruturas desportivas. Não podemos comparar com a organização do Euro 2004 e com os erros cometidos na altura. Creio que se aprendeu alguma coisa... Também não podemos esperar e assumir que esta candidatura é feita para nos ajudar a ultrapassar quaisquer problemas económicos que possamos estar a enfrentar. A organização de um evento deste tipo é um investimento sim, mas cujos resultados não são mesuráveis em termos quantitativos. Não conseguiremos determinar que vantagens reais existiram e se houve ou não retorno do investimento.
Este tipo de eventos trazem várias vantagens, muitas de curto prazo, mas a grande maioria são de longa duração e prendem-se com a imagem, com a dimensão e destaque que o país assume no estrangeiro. Trata-se da afirmação e do mostrar ao mundo que estamos cá, que somos bons, modernos e organizados e um bom destino quer para negócios quer para turismo. Vejamos o exemplo de Espanha e do impacto que os Jogos Olímpicos e a Expo92 tiveram na credibilidade dos nossos vizinhos e na admiração que lhes foi reservada. Nunca mais foram os mesmos! Em Espanha há um grande investimento na imagem do país e é por isso que dedicam tanto a estas organizações. Preparam-se para a candidatura a mais uns Jogos Olímpicos em Madrid e mais um Campeonato do Mundo de Futebol.
E Espanha também atravessa a mesma crise que nós e talvez até com mais receios. Os indicadores económicos antevêm um momento difícil para nuestros hermanos.
Outra das vantagens que para mim é talvez a mais importante prende-se com a moralização, motivação e voltar a fazer com que os portugueses voltem a acreditar no nosso país. Este factor é indispensável para o nosso crescimento, pois com falta de confiança não se vai a lado nenhum. O orgulho com que nos enchemos aquando da Expo98 foi extremamente benéfico para o país e foi precisamente nessa altura que se registou um grande crescimento económico. A excelente organização do Euro, contra muitas das expectativas também nos fez voltar a acreditar. Em Portugal faz-se, e muito bem. Só temos de acreditar e seguir em frente!
2. - Candidatura Independente Para a Junta de Freguesia de Alcobaça
Esta é uma questão que pode ter duas interpretações. Uma, a de que há gente com vontade de mudar e melhorar as coisas, outra, a de que o meio político e em especial nas juntas de freguesia continua a ser um meio banal. Estamos a falar da Junta de Freguesia de uma cidade importante, com um monumento património mundial e onde há grandes responsabilidades. É por isso que devemos ser exigentes, de confiar o nosso destino e os nossos fundos a pessoas competentes, com formação e visão. Alguém com provas dadas e que seja realmente uma grande mais-valia.
"Um Olhar Sobre a Semana", um espaço semanal do Departamento de Informação da Rádio Cister que tem como objectivo a reflexão e o comentário sobre as notícias que marcam os nossos dias, ao nível local, regional e nacional (sem deixar o internacional de fora...). Um Olhar Sobre a Semana é um programa editado, apresentado e moderado por José Alberto Vasco, tendo como comentadores residentes José António Canha, José Costa e Sousa e Valdemar Rodrigues.
Temas da 20ª Emissão
1. - Os presidentes das federações de futebol de Portugal e de Espanha anunciaram esta semana que os dois países vão apresentar uma candidatura conjunta para a realização da fase final do Campeonato do Mundo de Futebol de 2018. Numa época em que atravessamos uma crise económica tão profunda e tão difícil de superar, será essa uma candidatura sensata e ajuizada para o nosso país? É esse o género de investimento que nos vai ajudar a ultrapassar os graves problemas com que nos defrontamos?
2. - Neste primeiro mês de um ano com eleições autárquicas em Portugal, o meio político alcobacense tem sido ultimamente agitado por rumores de que se estaria a preparar e a ganhar força uma candidatura independente para concorrer à Junta de Freguesia de Alcobaça... Será politicamente viável uma candidatura desse género dentro do actual quadro administrativo?
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Opinião Pessoal
1. - Campeonato do Mundo de Futebol de 2018
Em primeiro lugar creio que é bom não esquecer que estamos a falar de um evento para 2018 e a confundir com uma crise que se está a passar em 2009. Faltam 9 anos e mal de nós se continuarmos na mesma situação nessa altura. Depois, trata-se de uma candidatura conjunta, com investimentos repartidos e onde não vai haver necessidade de construção de quaisqer infra-estruturas desportivas. Não podemos comparar com a organização do Euro 2004 e com os erros cometidos na altura. Creio que se aprendeu alguma coisa... Também não podemos esperar e assumir que esta candidatura é feita para nos ajudar a ultrapassar quaisquer problemas económicos que possamos estar a enfrentar. A organização de um evento deste tipo é um investimento sim, mas cujos resultados não são mesuráveis em termos quantitativos. Não conseguiremos determinar que vantagens reais existiram e se houve ou não retorno do investimento.
Este tipo de eventos trazem várias vantagens, muitas de curto prazo, mas a grande maioria são de longa duração e prendem-se com a imagem, com a dimensão e destaque que o país assume no estrangeiro. Trata-se da afirmação e do mostrar ao mundo que estamos cá, que somos bons, modernos e organizados e um bom destino quer para negócios quer para turismo. Vejamos o exemplo de Espanha e do impacto que os Jogos Olímpicos e a Expo92 tiveram na credibilidade dos nossos vizinhos e na admiração que lhes foi reservada. Nunca mais foram os mesmos! Em Espanha há um grande investimento na imagem do país e é por isso que dedicam tanto a estas organizações. Preparam-se para a candidatura a mais uns Jogos Olímpicos em Madrid e mais um Campeonato do Mundo de Futebol.
E Espanha também atravessa a mesma crise que nós e talvez até com mais receios. Os indicadores económicos antevêm um momento difícil para nuestros hermanos.
Outra das vantagens que para mim é talvez a mais importante prende-se com a moralização, motivação e voltar a fazer com que os portugueses voltem a acreditar no nosso país. Este factor é indispensável para o nosso crescimento, pois com falta de confiança não se vai a lado nenhum. O orgulho com que nos enchemos aquando da Expo98 foi extremamente benéfico para o país e foi precisamente nessa altura que se registou um grande crescimento económico. A excelente organização do Euro, contra muitas das expectativas também nos fez voltar a acreditar. Em Portugal faz-se, e muito bem. Só temos de acreditar e seguir em frente!
2. - Candidatura Independente Para a Junta de Freguesia de Alcobaça
Esta é uma questão que pode ter duas interpretações. Uma, a de que há gente com vontade de mudar e melhorar as coisas, outra, a de que o meio político e em especial nas juntas de freguesia continua a ser um meio banal. Estamos a falar da Junta de Freguesia de uma cidade importante, com um monumento património mundial e onde há grandes responsabilidades. É por isso que devemos ser exigentes, de confiar o nosso destino e os nossos fundos a pessoas competentes, com formação e visão. Alguém com provas dadas e que seja realmente uma grande mais-valia.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
"AMÁLIA: A DIVA DO FADO" | No cinema de Janeiro a Julho |Cine- Teatro de Alcobaça
O Cine-Teatro de Alcobaça recebe no primeiro semestre de 2009, um ciclo de filmes dedicado a Amália, a Diva do Fado. O ciclo foi pensado essencialmente para o público sénior do Concelho, mas estará aberto também à população em geral.

Mais Informação / Filmes em Exibição
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 843/61

Mais Informação / Filmes em Exibição
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 843/61
sábado, 17 de janeiro de 2009
"Cartofilia - Coleccionismo & Memória"
Em Exposição De 12 a 30 de Janeiro na Biblioteca Municipal de Alcobaça
Trata-se de uma exposição de postais ilustrados de Fernando Maurício, natural da vila da Benedita. Um cidadão dedicado à preservação do património histórico local, e que revela nesta mostra aspectos fascinantes e ainda pouco conhecidos como é o caso do coleccionismo de postais - a cartofilia.
O interesse do autor teve início em 1966, uma influência herdada pelo seu tio padre, que estudou em Roma uma colecção de cartões postais sobre arte sacra. Esta exposição apresenta 116 postais, organizados e catalogados por: concelhos, temas, postais simples e máximos, estrangeiros, ilustrados à pena, a guache e a óleo. Da classificação temática destacam-se: actores portugueses, aves, aviões, azulejos, brasões, calçada portuguesa, cinema, comboios, estações de caminho de ferro, janelas e portas, navios, pelourinhos, poesia; tauromaquia e trajes.
A colecção de Fernando Maurício inclui postais ilustrados por artistas como Anjos Teixeira, Júlio Resende, Stuart Carvalhais, Bordalo Pinheiro, Roque Gameiro, Carlos Botelho e outros.
Via Maria Maurício / RRaimundo
Trata-se de uma exposição de postais ilustrados de Fernando Maurício, natural da vila da Benedita. Um cidadão dedicado à preservação do património histórico local, e que revela nesta mostra aspectos fascinantes e ainda pouco conhecidos como é o caso do coleccionismo de postais - a cartofilia.
O interesse do autor teve início em 1966, uma influência herdada pelo seu tio padre, que estudou em Roma uma colecção de cartões postais sobre arte sacra. Esta exposição apresenta 116 postais, organizados e catalogados por: concelhos, temas, postais simples e máximos, estrangeiros, ilustrados à pena, a guache e a óleo. Da classificação temática destacam-se: actores portugueses, aves, aviões, azulejos, brasões, calçada portuguesa, cinema, comboios, estações de caminho de ferro, janelas e portas, navios, pelourinhos, poesia; tauromaquia e trajes.
A colecção de Fernando Maurício inclui postais ilustrados por artistas como Anjos Teixeira, Júlio Resende, Stuart Carvalhais, Bordalo Pinheiro, Roque Gameiro, Carlos Botelho e outros.
Via Maria Maurício / RRaimundo
Sábado em Altas no Maria's
SÁBADO 17 - DJ CELSO A - NUMA NOITE DE MÚSICA DE ANOS 80
Uma noite que promete e que será em grande na companhia da boa música dos anos 80 e do DJ Celso.
Mais uma boa razão para ficar em Alcobaça este fim-de-semana!
MARIA´S.... NOITE DE CHARME
Mais uma boa razão para ficar em Alcobaça este fim-de-semana!
MARIA´S.... NOITE DE CHARME
Há Mais Vida
A economia tem uma forte componente psicológica. Investimentos e operações na Bolsa dependem frequentemente do "feeling", mais do que da análise ponderada. Na decisão económica a futurologia joga um papel considerável. Um negócio pode prosperar ou afundar-se em função de acontecimentos que estão para vir. Prevê-los é crucial, mesmo se todos sabem que isso é impossível.
A economia vai-se assim envolvendo de uma crescente subjectividade e irracionalidade. Em que estados mentais, tendências sociais, factos, media, previsões avulsas e muito charlatanismo se misturam num caldo alucinante.
Neste contexto o actual discurso sobre a crise tornou-se num elemento central da crise. Mais do que os factos reais que estiveram na sua origem e respectivas consequências, é o repetido anúncio da hecatombe iminente que aprofunda a crise económica. Se toda a gente diz que isto está mal e ainda vai piorar, quem se atreve a fazer investimentos, desenvolver a sua actividade ou simplesmente gastar dinheiro nalgumas compras?
Acontece que o nosso sistema político, onde só o governo é positivo e todas as oposições são negativas, favorece a depressão geral. A oposição que exibe uma enorme satisfação com as más notícias, não mostra por outro lado a mínima capacidade de apresentar soluções e alternativas mobilizadoras. Fica-se pelo quanto pior melhor e pelo alarmismo. A que se acresce o papel dos media onde, como se sabe, só a má notícia é uma boa notícia.
Temos assim Portugal tolhido pelo pavor do futuro, incapaz de reagir a uma crise que em boa verdade não tem muito de extraordinário. Uma guerra seria pior, o fascismo foi pior e nas nossas vidas democráticas já vimos este país estar de tanga e eufórico, falido e entusiasta. Esta crise não é nada.
Uma mulher que por estes dias apareceu na televisão, a propósito do mau tempo, quando questionada pela jornalista sobre a tremenda calamidade que vivia pois a sua aldeia estava bloqueada pela neve, respondeu: tenho couves, tenho batatas, tenho feijões, tenho tudo.
Não será o melhor exemplo de criatividade e inovação, ainda menos para quem, como eu, não tem particular apreço pelo campo e acha que só as cidades são o lugar da civilização. Mas há que admirar a atitude positiva face a tanto frenesim catastrófico que devia servir de exemplo a tanto político e comentador.
A crise pode certamente ser minimizada acudindo aos bancos para restaurar a confiança, injectando dinheiro na economia com obras públicas, lançando programas de estímulo económico, mas muito mais determinante será inverter a actual onda de negativismo. Desde logo começando a olhar para este momento como uma oportunidade e um estímulo à mudança.
E Portugal precisa mesmo de mudar muita coisa. Nos comportamentos sobretudo. Há pouca ousadia, falta ambição, predomina o formalismo, impera a reverência e forte hierarquização nas relações. A avaliação social, entre os pares e na comunidade, é uma constante cada vez mais exigente. Não basta parecer, é preciso mesmo ser. Aqueles que se encostam ao que aprenderam ou ao que conjunturalmente conquistaram arriscam-se a cair na ignorância ou no desemprego.
Já no plano das oportunidades Portugal tem muitos entraves mas tem também algumas vantagens. Ser pequeno é uma delas, já que um ligeiro desenvolvimento tem enorme impacte geral. Alimentar dez milhões é muito mais fácil do que, por exemplo, os 185 milhões do Brasil. Por outro lado, o estarmos integrados na Europa representa uma enorme vantagem quer para a solução dos problemas, que são globais e não locais, quer para a participação e abertura num espaço com uma população 50 vezes superior à nossa.
Outro aspecto positivo diz respeito à nossa sobriedade no campo das ideias. Os portugueses são sérios, para o mal e para o bem. Para o mal pelo excesso de formalismo, para o bem pelo rigor. É por isso que o nosso design e arquitectura têm uma qualidade tão elevada. Temos aí uma vantagem competitiva num mundo que atravessou quase três décadas de predomínio da vulgaridade e do kitsch.
Enfim, a superação da crise começará quando se deixar de falar tanto da crise.
Leonel Moura
In Jornal de Negócios
A economia vai-se assim envolvendo de uma crescente subjectividade e irracionalidade. Em que estados mentais, tendências sociais, factos, media, previsões avulsas e muito charlatanismo se misturam num caldo alucinante.
Neste contexto o actual discurso sobre a crise tornou-se num elemento central da crise. Mais do que os factos reais que estiveram na sua origem e respectivas consequências, é o repetido anúncio da hecatombe iminente que aprofunda a crise económica. Se toda a gente diz que isto está mal e ainda vai piorar, quem se atreve a fazer investimentos, desenvolver a sua actividade ou simplesmente gastar dinheiro nalgumas compras?
Acontece que o nosso sistema político, onde só o governo é positivo e todas as oposições são negativas, favorece a depressão geral. A oposição que exibe uma enorme satisfação com as más notícias, não mostra por outro lado a mínima capacidade de apresentar soluções e alternativas mobilizadoras. Fica-se pelo quanto pior melhor e pelo alarmismo. A que se acresce o papel dos media onde, como se sabe, só a má notícia é uma boa notícia.
Temos assim Portugal tolhido pelo pavor do futuro, incapaz de reagir a uma crise que em boa verdade não tem muito de extraordinário. Uma guerra seria pior, o fascismo foi pior e nas nossas vidas democráticas já vimos este país estar de tanga e eufórico, falido e entusiasta. Esta crise não é nada.
Uma mulher que por estes dias apareceu na televisão, a propósito do mau tempo, quando questionada pela jornalista sobre a tremenda calamidade que vivia pois a sua aldeia estava bloqueada pela neve, respondeu: tenho couves, tenho batatas, tenho feijões, tenho tudo.
Não será o melhor exemplo de criatividade e inovação, ainda menos para quem, como eu, não tem particular apreço pelo campo e acha que só as cidades são o lugar da civilização. Mas há que admirar a atitude positiva face a tanto frenesim catastrófico que devia servir de exemplo a tanto político e comentador.
A crise pode certamente ser minimizada acudindo aos bancos para restaurar a confiança, injectando dinheiro na economia com obras públicas, lançando programas de estímulo económico, mas muito mais determinante será inverter a actual onda de negativismo. Desde logo começando a olhar para este momento como uma oportunidade e um estímulo à mudança.
E Portugal precisa mesmo de mudar muita coisa. Nos comportamentos sobretudo. Há pouca ousadia, falta ambição, predomina o formalismo, impera a reverência e forte hierarquização nas relações. A avaliação social, entre os pares e na comunidade, é uma constante cada vez mais exigente. Não basta parecer, é preciso mesmo ser. Aqueles que se encostam ao que aprenderam ou ao que conjunturalmente conquistaram arriscam-se a cair na ignorância ou no desemprego.
Já no plano das oportunidades Portugal tem muitos entraves mas tem também algumas vantagens. Ser pequeno é uma delas, já que um ligeiro desenvolvimento tem enorme impacte geral. Alimentar dez milhões é muito mais fácil do que, por exemplo, os 185 milhões do Brasil. Por outro lado, o estarmos integrados na Europa representa uma enorme vantagem quer para a solução dos problemas, que são globais e não locais, quer para a participação e abertura num espaço com uma população 50 vezes superior à nossa.
Outro aspecto positivo diz respeito à nossa sobriedade no campo das ideias. Os portugueses são sérios, para o mal e para o bem. Para o mal pelo excesso de formalismo, para o bem pelo rigor. É por isso que o nosso design e arquitectura têm uma qualidade tão elevada. Temos aí uma vantagem competitiva num mundo que atravessou quase três décadas de predomínio da vulgaridade e do kitsch.
Enfim, a superação da crise começará quando se deixar de falar tanto da crise.
Leonel Moura
In Jornal de Negócios
Alcobaça Já Tem Equipa de Intervenção Permanente
Foi recentemente constituída em Alcobaça uma Equipa de Intervenção Permanente (EIP). Sedeada no quartel dos bombeiros locais, esta equipa conta com cinco elementos, sempre operacionais e especialmente treinados para dar resposta a qualquer emergência, sobretudo combate a incêndios e socorro às populações em caso de acidentes e catástrofes.
A coesão, a colaboração e a prontidão são o mote desta equipa, uma ideia defendida nos distintivos usados pelos seus membros, obtidos das equipas de bombeiros já existentes. A área de actuação da EIP é a mesma do corpo de bombeiros em que se insere.
À Câmara de Alcobaça cabe o pagamento de metade dos vencimentos dos elementos da EIP, ficando a Autoridade Nacional de Protecção Civil responsável pelos restantes custos. As EIP foram criadas em 2007, destinadas aos concelhos com maior risco de incêndio, e o seu funcionamento e organização estão definidos numa portaria cujo incumprimento leva à suspensão dos pagamentos e financiamentos.
Para integrar uma EIP é obrigatório ter entre 20 e 40 anos de idade, possuir o 12º ano de escolaridade, ser bombeiro há pelo menos dois anos, ter carta de condução há pelo menos dois anos e possuir formação específica para a condução de veículos de emergência. Total disponibilidade é outro requisito para fazer parte destas equipas.
De acordo com as intenções anunciadas pela tutela em 2007, até ao final deste ano deverão estar constituídas 200 EIP no país, mobilizando mil soldados da paz.
In Gazeta das Caldas
A coesão, a colaboração e a prontidão são o mote desta equipa, uma ideia defendida nos distintivos usados pelos seus membros, obtidos das equipas de bombeiros já existentes. A área de actuação da EIP é a mesma do corpo de bombeiros em que se insere.
À Câmara de Alcobaça cabe o pagamento de metade dos vencimentos dos elementos da EIP, ficando a Autoridade Nacional de Protecção Civil responsável pelos restantes custos. As EIP foram criadas em 2007, destinadas aos concelhos com maior risco de incêndio, e o seu funcionamento e organização estão definidos numa portaria cujo incumprimento leva à suspensão dos pagamentos e financiamentos.
Para integrar uma EIP é obrigatório ter entre 20 e 40 anos de idade, possuir o 12º ano de escolaridade, ser bombeiro há pelo menos dois anos, ter carta de condução há pelo menos dois anos e possuir formação específica para a condução de veículos de emergência. Total disponibilidade é outro requisito para fazer parte destas equipas.
De acordo com as intenções anunciadas pela tutela em 2007, até ao final deste ano deverão estar constituídas 200 EIP no país, mobilizando mil soldados da paz.
In Gazeta das Caldas
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Tertúlia Café Portugal, em Alcobaça, Regressa no Próximo Sábado, Com os Cantores Carlos Alberto Moniz e Vitorino
No próximo sábado, 17 de Janeiro, vai realizar-se mais uma Tertúlia Café Portugal, em Alcobaça, no Café Portugal (Rua Alexandre Herculano). Desta vez estão convidados dois dos mais importantes músicos e compositores do panorama musical Português: Carlos Alberto Moniz e Vitorino . Além de excelentes amigos e bons conversadores, estes dois autores são artistas que marcaram de forma indelével o panorama musical português nas últimas três décadas. É pois, com enorme prazer que a Tertúlia Café Portugal tem o prazer de os trazer a Alcobaça para mais uma conversa temática, recordando que há, em Alcobaça, tradições musicais bastante arreigadas, nomeadamente através das bandas filarmónicas e dos ranchos folclóricos e mais recentemente da escola (academia) de música. Esta tertúlia será uma excelente oportunidade, para ouvir e conversar com dois dos autores/compositores, mais consagrados em Portugal fora da ribalta dos palcos. Conforme vem sendo habitual, essa tertúlia será moderada por António Delgado. É de ir!
In Nas Faldas da Serra
In Nas Faldas da Serra
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Presidente da C. M. de Alcobaça Apresenta Propostas de Reabilitação Para Mosteiros de Alcobaça e Cós
"REABILITAR O PATRIMÓNIO DA CONCELHO" FOI O REPTO LANÇADO POR GONÇALVES SAPINHO EM CONFERÊNCIA DE IMPRENSA
Durante a conferência de Imprensa que o Presidente da Câmara Municipal de Alcobaça realizou a 12 de Janeiro, no Cine-Teatro de Alcobaça, foram apresentadas propostas para a fruição dos Mosteiros de Santa Maria de Alcobaça e Cós. Gonçalves Sapinho iniciou a sua intervenção alertando para a necessidade urgente de combater o estado de degradação dos monumentos. Nesse sentido, o autarca apresentou algumas propostas para a reabilitação do património, nomeadamente:
MOSTEIRO DE ALCOBAÇA
. Criação de uma Fundação de Cister (proposta já apresentada na Assembleia da República em 1996 pelo Presidente da CMA em formato Projecto–Lei, no intuito de colocar o Mosteiro de Alcobaça na Agenda Política Nacional);
. Criação do Pólo Universitário de Coimbra e a Universidade de Verão - o Pólo teria o nome de Colégio Universitário Nossa Senhora da Conceição, restaurando assim o Colégio Nossa Senhora da Conceição (já havia funcionado desde 1648 até finais do 1.º Quartel do século XIX).);
. Criação do Centro de Estudos Medievais;
. Transferência de todos os serviços Municipais para o interior do Mosteiro;
. Hotelaria de Charme;
. Espaço para Auditório/Centro de Congressos - espaço para 700 lugares, palco, gabinetes entre outros para acolher eventos nacionais e internacionais;
. Criação de um Núcleo de Monges;
. Espaço de Diálogo de Civilizações;
. Área Museológica
MOSTEIRO DE CÓS
. Construção de uma unidade hoteleira em espaço rural;
O Presidente anunciou ainda que está planeado, para final do corrente mês ou início de Fevereiro, a realização de um Workshop, a ter lugar no Mosteiro, aberto à participação da sociedade, com a finalidade de recolher fortes contributos que possam ser o ponto de partida para a revitalização dos dois monumentos.
Mais Informação
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 843/61
Durante a conferência de Imprensa que o Presidente da Câmara Municipal de Alcobaça realizou a 12 de Janeiro, no Cine-Teatro de Alcobaça, foram apresentadas propostas para a fruição dos Mosteiros de Santa Maria de Alcobaça e Cós. Gonçalves Sapinho iniciou a sua intervenção alertando para a necessidade urgente de combater o estado de degradação dos monumentos. Nesse sentido, o autarca apresentou algumas propostas para a reabilitação do património, nomeadamente:
MOSTEIRO DE ALCOBAÇA
. Criação de uma Fundação de Cister (proposta já apresentada na Assembleia da República em 1996 pelo Presidente da CMA em formato Projecto–Lei, no intuito de colocar o Mosteiro de Alcobaça na Agenda Política Nacional);
. Criação do Pólo Universitário de Coimbra e a Universidade de Verão - o Pólo teria o nome de Colégio Universitário Nossa Senhora da Conceição, restaurando assim o Colégio Nossa Senhora da Conceição (já havia funcionado desde 1648 até finais do 1.º Quartel do século XIX).);
. Criação do Centro de Estudos Medievais;
. Transferência de todos os serviços Municipais para o interior do Mosteiro;
. Hotelaria de Charme;
. Espaço para Auditório/Centro de Congressos - espaço para 700 lugares, palco, gabinetes entre outros para acolher eventos nacionais e internacionais;
. Criação de um Núcleo de Monges;
. Espaço de Diálogo de Civilizações;
. Área Museológica
MOSTEIRO DE CÓS
. Construção de uma unidade hoteleira em espaço rural;
O Presidente anunciou ainda que está planeado, para final do corrente mês ou início de Fevereiro, a realização de um Workshop, a ter lugar no Mosteiro, aberto à participação da sociedade, com a finalidade de recolher fortes contributos que possam ser o ponto de partida para a revitalização dos dois monumentos.
Mais Informação
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt | 262 580 843/61
CINE-TEATRO DE ALCOBAÇA // Nova Temporada

MADREDEUS E NOUVELLE VAGUE EM ALCOBAÇA
Estão já confirmados os primeiros espectáculos da temporada de 2009 do Cine-Teatro de Alcobaça.
Destacam-se dois concertos em exclusivo na região:
23 de Janeiro Sexta-feira Madredeus & A Banda Cósmica
8 de Fevereiro Domingo Nouvelle Vague
Depois do sucesso obtido no ano transacto com a introdução do conceito "Artista Residente", está já confirmado o nome para 2009: o consagrado tubista alcobacense Sérgio Carolino, cujo primeiro projecto é apresentado a 7 de Fevereiro.
Nos próximos dias será divulgada a programação completa do CTA referente aos meses de Janeiro a Abril.
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
girp@cm-alcobaca.pt 262 580 843/61
Município Aposta no Desporto Sénior Todo o Ano
Para retardar o aparecimento de sinais de diminuição de aptidão e de desempenho físico, consequências naturais do envelhecimento, o Município de Alcobaça decidiu prolongar, para todo o ano, a actividade "Desporto Sénior", dado o sucesso da mesma perante a população mais idosa.
Os resultados da análise demográfica mostram que o número de população idosa no Concelho está a aumentar, muito em parte devido à alteração de factores bio-psico-sociais, e esta uma forma de criar oportunidades para a prática desportiva, estimulando assim o público idoso a criar hábitos desportivos regulares, melhorando a sua qualidade de vida.

OBJECTIVOS
. Possibilitar à população sénior a oferta da prática desportiva frequente;
. Melhorar a qualidade de vida dos participantes;
. Promover o convívio entre os idosos;
. Ajudar os idosos a tornarem-se mais fortes e mais aptos para as suas actividades diárias;
. Promover o bem-estar psicológico;
. Abranger a população sénior de cada freguesia do concelho de Alcobaça.
NA PRÁTICA
A regularidade da actividade desportiva - exercício físico de manutenção - será de uma vez por semana em cada freguesia do Concelho. Cada aula terá a duração de 60 minutos e será dirigida por um técnico.
Calendário de actividades passa a ser em 2009:
. De 2 de Fevereiro a 26 de Junho
. De 1 de Setembro a 18 de Dezembro
Mais Informações
Fonte: Gabinete de Informação e Relações Públicas da C.M.A.
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Os resultados da análise demográfica mostram que o número de população idosa no Concelho está a aumentar, muito em parte devido à alteração de factores bio-psico-sociais, e esta uma forma de criar oportunidades para a prática desportiva, estimulando assim o público idoso a criar hábitos desportivos regulares, melhorando a sua qualidade de vida.

OBJECTIVOS
. Possibilitar à população sénior a oferta da prática desportiva frequente;
. Melhorar a qualidade de vida dos participantes;
. Promover o convívio entre os idosos;
. Ajudar os idosos a tornarem-se mais fortes e mais aptos para as suas actividades diárias;
. Promover o bem-estar psicológico;
. Abranger a população sénior de cada freguesia do concelho de Alcobaça.
NA PRÁTICA
A regularidade da actividade desportiva - exercício físico de manutenção - será de uma vez por semana em cada freguesia do Concelho. Cada aula terá a duração de 60 minutos e será dirigida por um técnico.
Calendário de actividades passa a ser em 2009:
. De 2 de Fevereiro a 26 de Junho
. De 1 de Setembro a 18 de Dezembro
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segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Ataíja de Baixo Está Contra Antena de Telemóveis
Esclarecimento às Populações.
Diz o Região de Cister na sua edição de 8 de Janeiro:
A instalação de uma antena de telemóveis na localidade de Ataíja de Baixo, freguesia
de São Vicente de Aljubarrota, está a preocupar a população que receia pelos efeitos que a emissão de radiação possam causar à saúde. Um morador da referida localidade, que prefere não ser identificado mas garante ter o apoio de vizinhos, decidiu tornar pública uma situação que entende não ser "normal". O munícipe discorda da instalação de uma antena "de um dia para o outro, a paredes meias com as habitações, quando em redor da localidade há uma vasta área despovoada onde poderia ter sido instalada". O queixoso, habitante de Ataíja de Baixo, refere que "para além desta antena, outras coisas têm vindo a surgir que colocam em questão a qualidade de vida da população local", nomeadamente o ruído e poluição provenientes do IC2 e, mais recentemente, o trajecto do TGV previsto passar ali ao lado. O morador acrescenta ainda que, "para além das questões que se prendem com a saúde, também os terrenos e habitações estão a desvalorizar com tudo isto". "Os moradores deviam ser avisados e esclarecidos sobre aquilo que decidem fazer às nossas portas", reclama o cidadão, que gostaria de saber "se aquela antena é legal, se é prejudicial, se é permanente e quem a autorizou".
Quando contactado pelo REGIÃO DE CISTER, o vereador do Planeamento e Gestão Urbanística, Carlos Bonifácio, explicou que "a Câmara apenas averigua o cumprimento
do PDM para a construção da sapata que sustenta a antena" e que a obra é licenciada
"mediante documentação da Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM), que declara que a instalação da antena cumpre com a directiva comunitária, que regula a emissão de radiação". Por outro lado, a ANACOM diz que "havendo licenciamento das autarquias para construção, a autorização para instalação das antenas é dada". Deste paradoxo fica-se sem entender qual dos passos é o primeiro a dar, no entanto, percebe-se facilmente que não é feita qualquer medição da emissão de radiações electromagnéticas aquando da instalação de antenas de telecomunicações, a menos que seja solicitada. A ANACOM garante que "normalmente as antenas de telemóveis emitem radiações abaixo dos níveis de referência, mas o contrário pode acontecer" e havendo suspeita disso, "o serviço de medição das radiações é gratuito e pode ser solicitado pelos moradores". Caso sejam detectadas irregularidades "a ANACOM obriga a operadora a baixar os níveis de radiação podendo ainda incorrer em penalizações", garante a entidade que explica ainda que "a desinstalação ou deslocação da antena é da competência da Câmara local".
--
Bom, nestes casos os operadores são "presos por ter cão e presos por não terem". Se não existe cobertura num determinado local há descontentamento das populações que exigem cobertura. Se se instala uma solução deste tipo para fornecer uma boa cobertura há outro tipo de descontentamento. É legítimo que as pessoas temam pela sua saúde, mas, e é o que pretendo com este post, não há qualquer risco e as pessoas que vivem em redor podem ficar tranquilas.
Esta é uma situação normal e passa-se na Ataíja como se passa em milhares de localidades de Portugal e do mundo.
A localização da estação de um operador no centro da localidade ao invés de ficar nas imediações tem as suas razões. Para todas as estações são definidos objectivos de cobertura e de gestão do tráfego da rede. De modo a serem cumpridos esses objectivos há uma série de factores que têm de ser definidos e normalmente incluem a localização da estação, a cota do terreno, altura da torre e morfologia da zona. Se foi definido que a estação teria de ficar naquele mesmo local, é porque decerto é o que consegue cumprir melhor todos os objectivos. Com toda a certeza que se a estação ficasse nos arredores não cumpriria alguns dos objectivos definidos à partida.
Quanto à radiação, podem todos ficar descansados. Primeiro, porque as antenas instaladas neste tipo de estações são antenas do tipo painel, ou seja, antenas directivas em que a maior potência é emitida em frente e não para baixo, o que leva a que as habitações próximas não estejam na linha de emissão do sinal mais forte. Assim, é preferível estar debaixo da estação do que na sua frente.
A figura seguinte ilustra o diagrama de radiação de uma antena normal, e como se pode ver no diagrama vertical, o maior foco é emitido a 0º, ou seja em frente.

Outro factor também a ter em conta, e talvez o mais importante, prende-se com o facto de que para estas frequências a atenuação do sinal no espaço é muito elevada. Mesmo que a estação emita com uma potência superior aos 10 ou 15W, o que chegará a nós estará na ordem dos mW ou seja centenas ou milhares de vezes menos. Se tivermos em conta a distância a que as antenas se encontram das casas, muitas vezes a atenuação é suficiente para que a radiação que atinge as pessoas seja inferior à emitida pelo próprio telemóvel, que poderá chegar a 1W e que possuímos junto à cabeça. Isto sem contar com a atenuação das paredes e do telhado, se estivermos dentro de casa, onde aí sim, a radiação é mínima.
Creio que se possuíssemos uma antena deste tipo apenas a 5 ou 10m de nós, isso poderia ser um problema, e ainda assim não há quaisquer dados científicos que os provem. Para distâncias maiores devemos sim preocuparmo-nos mas da mesmo forma que temos de nos preocupar com os nossos pequenos dispositivos que emitem junto da nossa cabeça e com uma potência superior à que recebemos.
Um ponto positivo desta situação tem a ver com o nível de potência com que os telemóveis emitem e que está directamente relacionado com a boa ou má cobertura. Numa zona de boa cobertura, os telemóveis automaticamente baixam a sua potencia de emissão, pois não há necessidade de emitirem na potência máxima. Nos casos de má cobertura, o telemóvel para conseguir comunicar com a estação que está mais longe aumenta a sua potência e aí sim, estamos a aumentar a potência do dispositivo que temos junto à orelha...
Espero com isto ter tranquilizados estes moradores. Em caso de dúvida, e como muito bem esclareceu a ANACOM, podem contactá-los de forma a que façam as devidas emissões. No caso de superarem os valores estabelecidos por lei, o que não deverá acontecer de certeza, o operador tem de tomar acções no sentido de regularizar a situação.
Lembrem-se que nas cidades estas estações estão colocadas no topo dos prédios e a distâncias muito mais reduzidas das habitações e que mesmo assim não há quaisquer problemas.
Muitas vezes estas situações, e em especial nestas pequenas localidades são geradas mais por invejas e conflitos entre vizinhos do que propriamente pelos males que possam causar. O facto de existir um vizinho que lucra com a estação e os outros não é sempre motivo de conflito nos nossos meios mais pequenos... Temos de saber ultrapassar estas questões e com isso sim, obter a qualidade de vida tão desejada.
Diz o Região de Cister na sua edição de 8 de Janeiro:
A instalação de uma antena de telemóveis na localidade de Ataíja de Baixo, freguesia
de São Vicente de Aljubarrota, está a preocupar a população que receia pelos efeitos que a emissão de radiação possam causar à saúde. Um morador da referida localidade, que prefere não ser identificado mas garante ter o apoio de vizinhos, decidiu tornar pública uma situação que entende não ser "normal". O munícipe discorda da instalação de uma antena "de um dia para o outro, a paredes meias com as habitações, quando em redor da localidade há uma vasta área despovoada onde poderia ter sido instalada". O queixoso, habitante de Ataíja de Baixo, refere que "para além desta antena, outras coisas têm vindo a surgir que colocam em questão a qualidade de vida da população local", nomeadamente o ruído e poluição provenientes do IC2 e, mais recentemente, o trajecto do TGV previsto passar ali ao lado. O morador acrescenta ainda que, "para além das questões que se prendem com a saúde, também os terrenos e habitações estão a desvalorizar com tudo isto". "Os moradores deviam ser avisados e esclarecidos sobre aquilo que decidem fazer às nossas portas", reclama o cidadão, que gostaria de saber "se aquela antena é legal, se é prejudicial, se é permanente e quem a autorizou".
Quando contactado pelo REGIÃO DE CISTER, o vereador do Planeamento e Gestão Urbanística, Carlos Bonifácio, explicou que "a Câmara apenas averigua o cumprimento
do PDM para a construção da sapata que sustenta a antena" e que a obra é licenciada
"mediante documentação da Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM), que declara que a instalação da antena cumpre com a directiva comunitária, que regula a emissão de radiação". Por outro lado, a ANACOM diz que "havendo licenciamento das autarquias para construção, a autorização para instalação das antenas é dada". Deste paradoxo fica-se sem entender qual dos passos é o primeiro a dar, no entanto, percebe-se facilmente que não é feita qualquer medição da emissão de radiações electromagnéticas aquando da instalação de antenas de telecomunicações, a menos que seja solicitada. A ANACOM garante que "normalmente as antenas de telemóveis emitem radiações abaixo dos níveis de referência, mas o contrário pode acontecer" e havendo suspeita disso, "o serviço de medição das radiações é gratuito e pode ser solicitado pelos moradores". Caso sejam detectadas irregularidades "a ANACOM obriga a operadora a baixar os níveis de radiação podendo ainda incorrer em penalizações", garante a entidade que explica ainda que "a desinstalação ou deslocação da antena é da competência da Câmara local".
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Bom, nestes casos os operadores são "presos por ter cão e presos por não terem". Se não existe cobertura num determinado local há descontentamento das populações que exigem cobertura. Se se instala uma solução deste tipo para fornecer uma boa cobertura há outro tipo de descontentamento. É legítimo que as pessoas temam pela sua saúde, mas, e é o que pretendo com este post, não há qualquer risco e as pessoas que vivem em redor podem ficar tranquilas.
Esta é uma situação normal e passa-se na Ataíja como se passa em milhares de localidades de Portugal e do mundo.
A localização da estação de um operador no centro da localidade ao invés de ficar nas imediações tem as suas razões. Para todas as estações são definidos objectivos de cobertura e de gestão do tráfego da rede. De modo a serem cumpridos esses objectivos há uma série de factores que têm de ser definidos e normalmente incluem a localização da estação, a cota do terreno, altura da torre e morfologia da zona. Se foi definido que a estação teria de ficar naquele mesmo local, é porque decerto é o que consegue cumprir melhor todos os objectivos. Com toda a certeza que se a estação ficasse nos arredores não cumpriria alguns dos objectivos definidos à partida.
Quanto à radiação, podem todos ficar descansados. Primeiro, porque as antenas instaladas neste tipo de estações são antenas do tipo painel, ou seja, antenas directivas em que a maior potência é emitida em frente e não para baixo, o que leva a que as habitações próximas não estejam na linha de emissão do sinal mais forte. Assim, é preferível estar debaixo da estação do que na sua frente.
A figura seguinte ilustra o diagrama de radiação de uma antena normal, e como se pode ver no diagrama vertical, o maior foco é emitido a 0º, ou seja em frente.

Outro factor também a ter em conta, e talvez o mais importante, prende-se com o facto de que para estas frequências a atenuação do sinal no espaço é muito elevada. Mesmo que a estação emita com uma potência superior aos 10 ou 15W, o que chegará a nós estará na ordem dos mW ou seja centenas ou milhares de vezes menos. Se tivermos em conta a distância a que as antenas se encontram das casas, muitas vezes a atenuação é suficiente para que a radiação que atinge as pessoas seja inferior à emitida pelo próprio telemóvel, que poderá chegar a 1W e que possuímos junto à cabeça. Isto sem contar com a atenuação das paredes e do telhado, se estivermos dentro de casa, onde aí sim, a radiação é mínima.
Creio que se possuíssemos uma antena deste tipo apenas a 5 ou 10m de nós, isso poderia ser um problema, e ainda assim não há quaisquer dados científicos que os provem. Para distâncias maiores devemos sim preocuparmo-nos mas da mesmo forma que temos de nos preocupar com os nossos pequenos dispositivos que emitem junto da nossa cabeça e com uma potência superior à que recebemos.
Um ponto positivo desta situação tem a ver com o nível de potência com que os telemóveis emitem e que está directamente relacionado com a boa ou má cobertura. Numa zona de boa cobertura, os telemóveis automaticamente baixam a sua potencia de emissão, pois não há necessidade de emitirem na potência máxima. Nos casos de má cobertura, o telemóvel para conseguir comunicar com a estação que está mais longe aumenta a sua potência e aí sim, estamos a aumentar a potência do dispositivo que temos junto à orelha...
Espero com isto ter tranquilizados estes moradores. Em caso de dúvida, e como muito bem esclareceu a ANACOM, podem contactá-los de forma a que façam as devidas emissões. No caso de superarem os valores estabelecidos por lei, o que não deverá acontecer de certeza, o operador tem de tomar acções no sentido de regularizar a situação.
Lembrem-se que nas cidades estas estações estão colocadas no topo dos prédios e a distâncias muito mais reduzidas das habitações e que mesmo assim não há quaisquer problemas.
Muitas vezes estas situações, e em especial nestas pequenas localidades são geradas mais por invejas e conflitos entre vizinhos do que propriamente pelos males que possam causar. O facto de existir um vizinho que lucra com a estação e os outros não é sempre motivo de conflito nos nossos meios mais pequenos... Temos de saber ultrapassar estas questões e com isso sim, obter a qualidade de vida tão desejada.
Black Noises - Banda Alcobacense
No verão de 2006 um grupo de amigos dos arredores de Alcobaça, decide formar uma banda ...
Tudo começou como uma brincadeira mas foi com muito trabalho que chegaram onde estão hoje ...
Black Noises assim se iria chamar a banda ...
Começando a chegar os instrumentos aos poucos, foi em meados de Fevereiro de 2007 que os ensaios começaram a sério. Começando com alguns covers logo de imediato surgem os primeiros acordes e musicas. Como o espaço não era muito favorável, decidem mudar e através de um acordo começam a ensaiar em peso na ARP (Associação Recreativa Povoense). Com a ajuda de alguma gente ligada à música surge o primeiro concerto ainda sem a banda a 100%, o espectáculo corre bem. Entretanto começam as gravações para a edição de alguns originais e a partir daqui os Black Noises não irão parar!
Conhecer mais sobre a banda:
http://www.myspace.com/blacknoisesband
Destaque no Blitz!
Tudo começou como uma brincadeira mas foi com muito trabalho que chegaram onde estão hoje ...
Black Noises assim se iria chamar a banda ...
Começando a chegar os instrumentos aos poucos, foi em meados de Fevereiro de 2007 que os ensaios começaram a sério. Começando com alguns covers logo de imediato surgem os primeiros acordes e musicas. Como o espaço não era muito favorável, decidem mudar e através de um acordo começam a ensaiar em peso na ARP (Associação Recreativa Povoense). Com a ajuda de alguma gente ligada à música surge o primeiro concerto ainda sem a banda a 100%, o espectáculo corre bem. Entretanto começam as gravações para a edição de alguns originais e a partir daqui os Black Noises não irão parar!
Conhecer mais sobre a banda:
http://www.myspace.com/blacknoisesband
Destaque no Blitz!
EPÁ NÃO SEI Regressam Ao Activo
PRIMEIRÍSSIMA MÃO: EPÁ NÃO SEI REGRESSAM AO ACTIVO, EM ALCOBAÇA, NO ALCOPÁZIO BAR
É mesmo verdade! Está já marcado o regresso ao activo de uma das mais emblemáticas bandas alcobacenses da área pop/rock durante as décadas de 1980 e 1990. Trata-se dos Epá Não Sei, banda pela qual então passaram jovens alcobacenses como o César Vasco, o Cristóvão Patrício, o Dimas Vicente, o Israel Pereira, o Luís Alves, o Nelson Martins e o Paulo Vazão. Os Epá Não Sei surgiram no final da década de 1980 e extinguiram-se no início da década seguinte, numa época em que a área pop/rock alcobacense ficou marcada por uma saudável rivalidade entre os Epá Não Sei e Us Ponte. Os Epá Não Sei actuaram em históricos eventos alcobacenses como o Festival Música da Malta e o Concurso de Música Moderna de Alcobaça organizado pelo Bar Ben, tendo-se também celebrizado por um seu lendário concerto na Prisão Escola de Leiria. Contudo, esse regresso ao activo dos Epá Não Sei será potenciado num único e exclusivo concerto, que será apresentado em Alcobaça, no Alcopázio Bar, na próxima noite de 31 de Janeiro, um sábado. O mesmíssimo espectáculo assinalará também o regresso ao activo do meteórico Dr Jekyll, antigo cronista musical do mensário A Voz de Alcobaça e da Rádio Cister (onde durante algum tempo realizou e apresentou o programa Alta Te(n)são, dedicado ao heavy metal e correntes afins), que a exemplo do que durante vários anos fez no Bar Ben, será o apresentador de serviço nesse tão aguardado regresso dos Epá Não Sei. Promete!
In Nas Faldas da Serra
É mesmo verdade! Está já marcado o regresso ao activo de uma das mais emblemáticas bandas alcobacenses da área pop/rock durante as décadas de 1980 e 1990. Trata-se dos Epá Não Sei, banda pela qual então passaram jovens alcobacenses como o César Vasco, o Cristóvão Patrício, o Dimas Vicente, o Israel Pereira, o Luís Alves, o Nelson Martins e o Paulo Vazão. Os Epá Não Sei surgiram no final da década de 1980 e extinguiram-se no início da década seguinte, numa época em que a área pop/rock alcobacense ficou marcada por uma saudável rivalidade entre os Epá Não Sei e Us Ponte. Os Epá Não Sei actuaram em históricos eventos alcobacenses como o Festival Música da Malta e o Concurso de Música Moderna de Alcobaça organizado pelo Bar Ben, tendo-se também celebrizado por um seu lendário concerto na Prisão Escola de Leiria. Contudo, esse regresso ao activo dos Epá Não Sei será potenciado num único e exclusivo concerto, que será apresentado em Alcobaça, no Alcopázio Bar, na próxima noite de 31 de Janeiro, um sábado. O mesmíssimo espectáculo assinalará também o regresso ao activo do meteórico Dr Jekyll, antigo cronista musical do mensário A Voz de Alcobaça e da Rádio Cister (onde durante algum tempo realizou e apresentou o programa Alta Te(n)são, dedicado ao heavy metal e correntes afins), que a exemplo do que durante vários anos fez no Bar Ben, será o apresentador de serviço nesse tão aguardado regresso dos Epá Não Sei. Promete!
In Nas Faldas da Serra
Campismo de S. Martinho do Porto Dá Lugar a Hotel
A Câmara Municipal de Alcobaça (CMA) admite destinar o terreno onde funciona o Parque de Campismo de São Martinho do Porto a um Hotel.
O Plano de Pormenor (PP) da Marginal de São Martinho, que começou a ser revisto, prevê a transferência do parque de campismo para outro sítio da vila.
O prazo de revisão do plano termina daqui a três anos, o que coincide com o fim da licença precária dada pela Câmara ao Parque de Campismo, a funcionar há várias décadas ilegalmente.
A construção de um Hotel, junto à Baía, parece ser, neste momento, a hipótese mais viável. A Câmara Municipal de Alcobaça já terá colocado de parte a hipótese de autorizar a construção de habitações familiares naquele local, uma vez que o Plano de Pormenor da Marginal de S. Martinho do Porto prevê, nomeadamente, uma vasta área de espaços verdes, o que não seria economicamente viável com a construção de blocos de apartamentos.
Carlos Bonifácio, vice-presidente da Câmara Municipal de Alcobaça, garante, para já, que «qualquer decisão será sempre tomada depois de se auscultar a Junta de Freguesia de São Martinho do Porto, proprietária dos terrenos».
A deslocalização do campismo vai obrigar a Junta de Freguesia de S. Martinho do Porto, presidida pelo social-democrata Antunes Pereira, a indemnizar os campistas por estes terem adquirido parcelas de terreno no parque.
A Junta de Freguesia tem afirmado que precisa de manter um Parque de Campismo na vila para a realização de verbas próprias, que lhe dão maior autonomia financeira face à Câmara Municipal, e para dar resposta às centenas de pessoas que continuam a optar por este tipo de alojamento
In Rádio Cister
O Plano de Pormenor (PP) da Marginal de São Martinho, que começou a ser revisto, prevê a transferência do parque de campismo para outro sítio da vila.
O prazo de revisão do plano termina daqui a três anos, o que coincide com o fim da licença precária dada pela Câmara ao Parque de Campismo, a funcionar há várias décadas ilegalmente.
A construção de um Hotel, junto à Baía, parece ser, neste momento, a hipótese mais viável. A Câmara Municipal de Alcobaça já terá colocado de parte a hipótese de autorizar a construção de habitações familiares naquele local, uma vez que o Plano de Pormenor da Marginal de S. Martinho do Porto prevê, nomeadamente, uma vasta área de espaços verdes, o que não seria economicamente viável com a construção de blocos de apartamentos.
Carlos Bonifácio, vice-presidente da Câmara Municipal de Alcobaça, garante, para já, que «qualquer decisão será sempre tomada depois de se auscultar a Junta de Freguesia de São Martinho do Porto, proprietária dos terrenos».
A deslocalização do campismo vai obrigar a Junta de Freguesia de S. Martinho do Porto, presidida pelo social-democrata Antunes Pereira, a indemnizar os campistas por estes terem adquirido parcelas de terreno no parque.
A Junta de Freguesia tem afirmado que precisa de manter um Parque de Campismo na vila para a realização de verbas próprias, que lhe dão maior autonomia financeira face à Câmara Municipal, e para dar resposta às centenas de pessoas que continuam a optar por este tipo de alojamento
In Rádio Cister
domingo, 11 de janeiro de 2009
Vista Aérea de Alcobaça
Eis uma fotografia que eu próprio tirei no passado dia 20 de Dezembro no meu regresso a Portugal a bordo do avião da Air France.
A qualidade não é a melhor devido ao facto de o vidro do avião apresentar várias manchas.
A qualidade não é a melhor devido ao facto de o vidro do avião apresentar várias manchas.
Cine-Teatro de Alcobaça - Madredeus & A Banda Cósmica
NOVO HORÁRIO DA BILHETEIRA:
TERÇA A SEXTA > 13H30 às 18H
SÁBADO,DOMINGO E FERIADOS > 15H às 18H
DOMINGO E SEGUNDA (EM DIAS DE CINEMA)> 20H às 22H
TELEFONE / RESERVAS: 262 580 890 | Ext. 5000
--
Madredeus & A Banda Cósmica
Quando Teresa Salgueiro deixou os Madredeus, houve quem falasse no fim. Mas um projecto como este não podia terminar. Com nova formação e novo nome, abre-se um novo capítulo. Madredeus & A Banda Cósmica dão-se a conhecer ao Cine-Teatro de Alcobaça, dia 23 de Janeiro.
Em exibição vai estar "Metafonia", um duplo álbum que faz a ponte com a história da banda através da reinterpretação de temas antigos, ao mesmo tempo que lança canções inéditas.
Teresa Salgueiro, José Peixoto e Fernando Júdice saíram em 2007. Mas ficou a mestria de Pedro Ayres de Magalhães e Carlos Maria Trindade, que quiseram "inventar uma nova concepção de música cantada em português para grandes espectáculos, inspirada na tradição das suas próprias composições e nos arranjos da música popular da Europa, da África Ocidental e do Brasil".
Resolveram fazer audições para encontrar uma voz à altura. Encontraram duas: Mariana Abrunheiro e Rita Damásio. Aproveitaram o momento para renovar também a composição instrumental, abrindo as portas a Ana Isabel Dias (harpa), Sérgio Zurawski (guitarra eléctrica), Gustavo Roriz (guitarra baixo), Ruca Rebordão (percussão), Babi Bergamini (bateria) e Jorge Varrecoso (violino).
In Público
Milhares Festejaram o Novo Ano na Nazaré e Em S. Martinho
Não houve frio nem chuva que detivesse as largas dezenas de milhar de pessoas de passarem de ano nos areais da praias da Nazaré e de S. Martinho do Porto.
(...)
Já em S. Martinho do Porto, a organização da passagem de ano, a cargo da Associação Humanitária dos Bombeiros locais, estima que tenham estado entre 15 a 20 mil pessoas. Por isso, Joaquim Clérigo não hesita em fazer um "balanço muito positivo" da primeira iniciativa do género na "Concha Azul". "Só tenho pena que a Junta de Freguesia e a Câmara de Alcobaça não tenham apoiado este evento", disse.
Também aqui houve música e um dos momentos destacados pelo organizador foi o "belíssimo fogo de artifício que teve a baía como cenário".
As contas ainda não foram feitas, até porque prossegue na vila um peditório aos comerciantes e proprietários de espaços de diversão, mas a direcção da associação já decidiu em reunião organizar a passagem de ano 2009/2010. "Agora vamos marcar reuniões com as diversas entidades para tentar arranjar mais apoios para a próxima passagem de ano", acrescenta o comandante. Recorde-se que a passagem de ano em S. Martinho do Porto tinha como objectivo angariar fundos para os bombeiros locais.
In Gazeta das Caldas
(...)
Já em S. Martinho do Porto, a organização da passagem de ano, a cargo da Associação Humanitária dos Bombeiros locais, estima que tenham estado entre 15 a 20 mil pessoas. Por isso, Joaquim Clérigo não hesita em fazer um "balanço muito positivo" da primeira iniciativa do género na "Concha Azul". "Só tenho pena que a Junta de Freguesia e a Câmara de Alcobaça não tenham apoiado este evento", disse.
Também aqui houve música e um dos momentos destacados pelo organizador foi o "belíssimo fogo de artifício que teve a baía como cenário".
As contas ainda não foram feitas, até porque prossegue na vila um peditório aos comerciantes e proprietários de espaços de diversão, mas a direcção da associação já decidiu em reunião organizar a passagem de ano 2009/2010. "Agora vamos marcar reuniões com as diversas entidades para tentar arranjar mais apoios para a próxima passagem de ano", acrescenta o comandante. Recorde-se que a passagem de ano em S. Martinho do Porto tinha como objectivo angariar fundos para os bombeiros locais.
In Gazeta das Caldas
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
CDU Defende Promoção da Pedra
A CDU defende uma maior promoção de Alcobaça como região produtora de pedra.
A opinião do vereador Rogério Raimundo foi expressa em reunião de Câmara, depois do executivo de discutido sobre vários pedidos de licenciamento de exploração de pedra para as zonas de Ataíja de Cima e Ataíja de Baixo.
Tal como a Maçã ou o Mosteiro de Santa Maria, também a pedra deveria ser alvo de promoção por parte de Alcobaça, defende o vereador da CDU.
In Rádio Cister
--
A pedra de Alcobaça é conhecida pela sua beleza e qualidade e merece um grande investimento na sua promoção. É incrível como vemos em certos países emergentes, na Ásia, o mármore Italiano com tão grande destaque e do nosso, que não fica atrás nem se ouve falar... São grandes mercados, onde os outros chegam e nós não.
Os nossos empresários também têm alguma culpa como todos também estamos ao corrente.
A opinião do vereador Rogério Raimundo foi expressa em reunião de Câmara, depois do executivo de discutido sobre vários pedidos de licenciamento de exploração de pedra para as zonas de Ataíja de Cima e Ataíja de Baixo.
Tal como a Maçã ou o Mosteiro de Santa Maria, também a pedra deveria ser alvo de promoção por parte de Alcobaça, defende o vereador da CDU.
In Rádio Cister
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A pedra de Alcobaça é conhecida pela sua beleza e qualidade e merece um grande investimento na sua promoção. É incrível como vemos em certos países emergentes, na Ásia, o mármore Italiano com tão grande destaque e do nosso, que não fica atrás nem se ouve falar... São grandes mercados, onde os outros chegam e nós não.
Os nossos empresários também têm alguma culpa como todos também estamos ao corrente.
Requalificação da R. Dr. Zagalo "Deixa Cair a Pedra"
A requalificação da Rua Dr. Francisco Zagalo, a última fase das obras na envolvente ao Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça, arranca em Janeiro. O piso não será em pedra por razões de segurança rodoviária.
A Câmara Municipal pediu ao autor da Requalificação Urbana, o arquitecto Gonçalo Byrne, que alterasse o projecto inicial que previa a pavimentação da via em pedra, a exemplo do que foi feito na Praça 25 de Abril. A inclinação da rua e a fraca aderência do material quando chove são as razões apontadas.
Os materiais a utilizar na requalificação da Rua Dr. Zagalo, que liga a sede do concelho ao Casal Pereiro, já foram escolhidos com o empreiteiro da obra e, por isso, o vereador das obras municipais, Hermínio Rodrigues, acredita que a intervenção possa, finalmente, começar em Janeiro.
A pressionar a Câmara Municipal de Alcobaça a uma rápida solução para o caso estão os prazos de utilização dos fundos comunitários, que financiam grande parte desta intervenção. É que os 350 mil euros, destinados a esta intervenção, terão de ser gastos até Março caso contrário Alcobaça deixará de poder contar com esse montante.
Ainda por definir está a postura do trânsito após a intervenção. Continua, contudo, em aberto a possibilidade da Rua Francisco Zagalo passar a ter um único sentido de trânsito
In Rádio Cister
A Câmara Municipal pediu ao autor da Requalificação Urbana, o arquitecto Gonçalo Byrne, que alterasse o projecto inicial que previa a pavimentação da via em pedra, a exemplo do que foi feito na Praça 25 de Abril. A inclinação da rua e a fraca aderência do material quando chove são as razões apontadas.
Os materiais a utilizar na requalificação da Rua Dr. Zagalo, que liga a sede do concelho ao Casal Pereiro, já foram escolhidos com o empreiteiro da obra e, por isso, o vereador das obras municipais, Hermínio Rodrigues, acredita que a intervenção possa, finalmente, começar em Janeiro.
A pressionar a Câmara Municipal de Alcobaça a uma rápida solução para o caso estão os prazos de utilização dos fundos comunitários, que financiam grande parte desta intervenção. É que os 350 mil euros, destinados a esta intervenção, terão de ser gastos até Março caso contrário Alcobaça deixará de poder contar com esse montante.
Ainda por definir está a postura do trânsito após a intervenção. Continua, contudo, em aberto a possibilidade da Rua Francisco Zagalo passar a ter um único sentido de trânsito
In Rádio Cister
Novo Blogue Alcobacense
Soube através do Nas Faldas da Serra da existência de um novo blogue Alcobacense, "Os Melros". Um blogue da autoria do meu grande amigo António Matos, de Felisberto Matos e Ninguém(?!), que promete enriquecer grandemente a blogosfera Alcobacense.
Bem-vindos a este fantástico mundo!
http://o-melro.blogspot.com/
Bem-vindos a este fantástico mundo!
http://o-melro.blogspot.com/
domingo, 4 de janeiro de 2009
S.A.Marionetas de Alcobaça Encerra Balanço de 2008 Como o Melhor Ano de Sempre
226 espectáculos em 53 localidades de Portugal e do estrangeiro
A companhia S.A.Marionetas existe como estrutura profissional desde 1997, tendo desde o início como objectivo "conseguir criar uma estrutura profissional de teatro de marionetas sustentável fora dos grandes certos urbanos", ideia que continua a motivar os actores para continuar a trabalhar. Mesmo sem grandes apoios institucionais, o grupo sublinha que tem o maior apoio do mundo, que é o do público, e dos promotores que acreditam no seu projecto. Este ano foi sem dúvida o melhor até hoje da história da S.A.Marionetas de Alcobaça: durante o ano de 2008, apresentou 226 espectáculos de 9 produções que têm em itinerância, em 53 localidades em Portugal e no estrangeiro, vistos por 26.673 espectadores, sendo realizadas 3 novas produções.
[Ler mais, no Tinta Fresca]
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Muitos Parabéns à companhia S.A. Marionetas. Um justo reconhecimento para o fantástico trabalho que tem vindo a ser realizado. Continuem!
A companhia S.A.Marionetas existe como estrutura profissional desde 1997, tendo desde o início como objectivo "conseguir criar uma estrutura profissional de teatro de marionetas sustentável fora dos grandes certos urbanos", ideia que continua a motivar os actores para continuar a trabalhar. Mesmo sem grandes apoios institucionais, o grupo sublinha que tem o maior apoio do mundo, que é o do público, e dos promotores que acreditam no seu projecto. Este ano foi sem dúvida o melhor até hoje da história da S.A.Marionetas de Alcobaça: durante o ano de 2008, apresentou 226 espectáculos de 9 produções que têm em itinerância, em 53 localidades em Portugal e no estrangeiro, vistos por 26.673 espectadores, sendo realizadas 3 novas produções.
[Ler mais, no Tinta Fresca]
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Muitos Parabéns à companhia S.A. Marionetas. Um justo reconhecimento para o fantástico trabalho que tem vindo a ser realizado. Continuem!
Sociedade Portuguesa de Estudo das Aves Faz Contagem de Pássaros na Nazaré e Alcobaça
A Sociedade Portuguesa de Estudo das Aves promove, nos dias 3 e 10 de Janeiro, uma contagem de pássaros na região da Nazaré. No sábado, 3, esta iniciativa percorrerá uma área entre o Bárrio e a Cela, passando por Famalicão, pelas Serras da Pescaria e dos Mangues, S. Martinho do Porto e Alfeizerão. No dia 10, o percurso abrangerá a zona da antiga margem norte da Lagoa da Pederneira, incluindo o Pinhal dos Frades, até S. Gião. Os percursos terão início pelas 9 horas e terminarão por volta das 16.30 horas.Nesta actividade, será feita a contagem de todas as Aves Não Passeriformes encontradas no caminho, assim como de corvídeos e de picanços (aves passeriformes de médio e grande porte).
[Ler mais, no Tinta Fresca]
[Ler mais, no Tinta Fresca]
Região de Cister Apresenta Nova Imagem Gráfica e Sítio na Internet
O jornal Região de Cister apresentou recentemente uma nova imagem gráfica, uma vez que o desenho gráfico anterior contava já com mais de uma década e, segundo os seus responsáveis, apesar de algumas ligeiras alterações desde a sua criação há 15 anos, necessitava de um refrescamento. Outra novidade é o lançamento de uma edição on-line, onde actualmente está toda a edição semanal, embora, segundo o jornalista Joaquim Paulo, a disponibilização da edição em papel no "site" tenha carácter temporário. De qualquer modo, pelos dados que a direcção dispõe, o leitor-tipo prefere ver o jornal em papel. "A edição electrónica serve para chegarmos a novos públicos e, também, para os nossos emigrantes", justifica.[Ler mais, no Tinta Fresca]
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Muitos Parabéns ao Semanário Região de Cister pelo grande passo dado e que vai de encontro ao futuro dos media. Todos os leitores agradecem em especial os que se encontram fora de Alcobaça.
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
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